Geral

Confira as manchetes dos principais jornais

Publicado por Branca Alves, em 1.10.2014 às 08:33

Folha de Pernambuco
Marina e Aécio brigam por vaga no segundo turno

Diario de Pernambuco
Todos juntos contra o câncer de mama

Jornal do Commercio
Dilma amplia vantagem

Folha de S. Paulo
Aécio encosta em Marina; Dilma mantém vantagem

Agora S. Paulo
Atrasados de até R$ 43.440 do INSS serão pagos na sexta-feira

O Estado de S. Paulo
Dilma abre 14 pontos; disputa entre Marina e Aécio se acirra

O Globo
Marina volta a cair e já é ameaçada por Aécio

Valor Econômico
Tesouro corrige ‘pedaladas’ e superávit cai a quase zero

Correio Braziliense
Quatro dias que vão decidir as eleições

Estado de Minas
Petista admite uso dos Correios na campanha de Dilma e Pimentel

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Ações da Nigéria parecem conter epidemia de ebola

The Washington Post (EUA)
Primeiro caso de ebola nos EUA é diagnosticado no Texas

Le Monde (França)
Estado Islâmico: os limites da guerra

El País (Espanha)
Campanha a favor do plebiscito na Catalunha passa do governo às ruas

Clarín (Argentina)
Cristina denuncia complô para alta do dólar







Sequestrador no DF libera refém e se entrega

Publicado por Branca Alves, em 29.09.2014 às 16:40

Terminou por volta das 16h30 desta segunda-feira (29) em Brasília o sequestro de um funcionário do hotel Saint Peter, que foi mantido refém por cerca de sete horas. O sequestrador, identificado como Jac Souza dos Santos, depois de se hospedar no hotel, localizado na área central da capital federal, rendeu o mensageiro do estabelecimento e mandou que os hóspedes deixassem o local, informando que seria um ato de terrorismo.

Durante todo o tempo, ele manteve o refém em um quarto do 13º andar com um colete que aparentava conter explosivos. Há pouco, ele liberou o refém e se entregou à polícia. Jac Souza dos Santos foi encaminhado à Delegacia de Polícia.

(Fonte: Estadão Conteudo)







Confira as manchetes dos principais jornais

Publicado por Branca Alves, em 29.09.2014 às 08:32

Folha de Pernambuco
Marina chega para tentar recuperar votos perdidos

Diario de Pernambuco
Prefeitura desiste de edifícios-garagem

Jornal do Commercio
Disputa pelo voto do eleitor indeciso

Folha de S. Paulo
Dilma não cumpriu 43% das promessas de 2010

Agora S. Paulo
Prazo para pagar consignado do INSS aumenta nesta semana

O Estado de S. Paulo
Dilma é centro de ataques em debate marcado por tensão

O Globo
Serviços já são 65% do orçamento da classe C

Correio Braziliense
As armas dos candidatos para chegar ao 2º turno

Estado de Minas
Aécio pede o resgate da ética

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Exército iraquiano pede que desertores voltem para a guerra contra o Estado Islâmico

The Washington Post (EUA)
Obama: crescimento islamita foi subestimado

The Guardian (Reino Unido)
Osborne aposta em promessa sobre pensões para reprimir o pânico dos Tory sobre Ukip

El País (Espanha)
Conselho de Estado nega a Mas poder para convocar consulta







Veja as manchetes dos principais jornais

Publicado por Márcio Didier, em 28.09.2014 às 09:35

Folha de Pernambuco
Campanhas na reta final

Diario de Pernambuco
A reta final

Jornal do Commercio
A semana decisiva

Folha de S.Paulo
PF investiga ligação entre tesoureiro do PT e doleiro preso

O Estado de S.Paulo
Na reta final, candidatos reforçam ação no Sudeste

O Globo
Indecisos e infiéis são os alvos na reta final

Correio Braziliense
Com a queda de Marina, cresce confiança de Aécio

Estado de Minas
O que eu quero com o meu voto

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Turquia se aproxima de aliança para o conflito na Síria

The Washington Post (EUA)
A atrapalhada resposta do Serviço Secreto ao tiroteio de 2011

El País (Espanha)
Artur Mas deixa o destino da Catalunha nas mãos da mobilização popular







Ex-senador Luiz Estevão é preso pela Polícia Federal

Publicado por Márcio Didier, em 27.09.2014 às 16:15

O ex-senador Luiz Estevão foi preso neste sábado em Brasília, de acordo com fonte da Polícia Federal. Ele seguirá à Superintendência da PF de São Paulo.

A execução da medida foi realizada após decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou nesta semana que o processo retornasse para o órgão de origem – a Justiça Federal de São Paulo. Com a decisão, ficou autorizado o imediato cumprimento da pena.

Estevão, acusado de superfaturamento nas obras do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) em São Paulo, foi condenado a 3 anos e meio de reclusão pela Justiça Federal por fraude processual no recurso em questão analisado pelo Supremo.

Toffoli rejeitou um recurso do ex-senador apresentado ao STF sob argumento de que a medida era apenas protelatória, diante do fato que ocorrerá a prescrição no próximo dia 2 de outubro. “Nítida, portanto, a intenção do recorrente de procrastinar o trânsito em julgado da sua condenação e, assim, obstar a execução da pena que lhe foi imposta, conduta essa repelida pela jurisprudência deste Supremo ao definir que a utilização de sucessivos recursos manifestamente protelatórios autoriza o imediato cumprimento da decisão proferida por esta Suprema Corte independentemente da sua publicação”, afirmou o ministro, no despacho.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Confira os principais fatos que marcaram esta semana

Publicado por Branca Alves, em 27.09.2014 às 11:00

(Foto: Clemilson Campos/Folha de Pernambuco)

A iniciativa do presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, de convocar reunião do diretório socialista para decidir a nova formação da Executiva, na próxima segunda-feira (29), causou mal-estar na legenda. A atitude foi vista por uma ala do PSB como uma manobra do dirigente para se manter no comando partidário e afastar do processo as lideranças que estão em campanha. Nos bastidores, líderes se articulam para adiar o encontro para depois das eleições. Segundo a convocação, a reunião será realizada no Hotel Grand Mercure, em São Paulo, às 14h.







Confira as principais manchetes dos jornais

Publicado por Márcio Didier, em 27.09.2014 às 08:53


Folha de Pernambuco

Mensalidade escolar vai aumentar de 7% a 12%

Diario de Pernambuco

Foco nas propostas

Jornal do Commercio
Fernando Bezerra passa João Paul para o Senado

Folha de S.Paulo
Dilma sobe e abre 13 pontos sobre Marina no 1º turno

O Estado de S.Paulo
Dilma abre 13 pontos sobre Marina no 1º turno e lidera 2º

O Globo
Dilma amplia vantagem e passa Marina no 2º turno

Correio Braziliense

Luiz Estevão terá que cumprir pena de 3 anos e meio

Estado de Minas

Portas fechadas contra a violência

Jornais internacionais


The New York Times (EUA)

Três nações oferecem apoio restrito aos ataques ao Estado Islâmico

The Washington Post (EUA)
Política sobre drones é preparada pela Casa Branca

Le Figaro (França)
Justiça: a reforma que incomoda os juízes e a polícia







Correligionários ajudam nas estratégias dos candidatos

Publicado por Alex Ribeiro, em 27.09.2014 às 02:02

Alex Ribeiro
Do Blog da Folha

O debate entre os principais candidatos ao Governo do Estado realizado nesta sexta-feira (27), na TV Clube/Record, contou com a presença de algumas lideranças das coligações. Estes conversavam com os postulantes nos intervalos de cada bloco para elaborar novas estratégias, ajudando na formulação de novos argumentos para serem utilizados no prosseguimento do programa.

Pelo lado da Frente Popular, os que conversavam com o candidato Paulo Câmara (PSB) foram o prefeito Geraldo Julio (PSB) e o ex-governador Joaquim Francisco (PSB). Apesar da pouca experiência do postulante em debates, os conselhos dos seus correligionários firam passados de forma descontraída. Talvez por estar na frente das pesquisas, e por não ter sido tão confrontado, o grupo se mostrava satisfeito com o desempenho do ex-secretário da Fazenda do Estado.

Do lado da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, o candidato a vice-governador, Paulo Rubem (PDT), ao Senado, João Paulo (PT), e o senador Humberto Costa (PT) dialogavam com o candidato Armando Monteiro Neto (PTB). Estes discutiam com o petebista qual era a melhor postura a ser adotada. A estratégia escolhida pelo petebista foi de evitar maiores confrontos, focando mais no debate programático. As críticas por vezes existiram, mas acabaram não sendo protagonistas.

O candidato Zé Gomes (PSOL), por sua vez, teve o auxilio do postulante à Câmara Federal Roberto Numeriano (PSOL) nos intervalos do programa. O psolista era o mais contundente no debate, afirmando que os seus adversários tinham as mesmas posições para governar o Estado.

No final do debate, os candidatos avaliaram as suas participações no programa. Cada um deles se disse vencedor das discussões. Depois saíram rápido para descansar um pouco. Na reta final de campanha, não podem perder um minuto na rua. Principalmente no último fim de semana de atividades.







Toffoli determina execução de pena de Luiz Estevão

Publicado por Márcio Didier, em 26.09.2014 às 16:40

(Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom /Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli determinou a execução imediata da pena de três anos e seis meses de prisão, imposta ao ex-senador Luiz Estevão no processo em que ele foi condenado, em 2001, por uso de documento falso para tentar liberar bens bloqueados. De acordo com a decisão, caberá a Justiça Federal, que definiu a pena, determinar a prisão em regime aberto, por ser inferior a quatro anos.

Toffoli determinou a execução imediata da pena por considerar protelatório um recurso em que o ex-senador pretendia suspender a condenação até que o caso fosse julgado de forma definitiva no Supremo.

Segundo o ministro, Luiz Estevão teve a intenção de retardar o fim do processo.“Nítida, portanto, a intenção do recorrente de procrastinar o trânsito em julgado da sua condenação e, assim, obstar a execução da pena que lhe foi imposta, conduta essa repelida pela jurisprudência deste Supremo ao definir que a utilização de sucessivos recursos manifestamente protelatórios autoriza o imediato cumprimento da decisão proferida por esta Suprema Corte, independentemente da sua publicação”.

A principal ação que o ex-senador responde na Justiça é a fraude em licitações e superfaturamento na construção do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de São Paulo, na década de 1990. A condenação de Luiz Estevão foi estabelecida pela Justiça em 2006 e soma 31 anos de prisão e pagamento de multa, mas o ex-senador recorre desde então.







Confira as manchetes dos principais jornais do País

Publicado por Branca Alves, em 25.09.2014 às 08:35

Folha de Pernambuco
Receita aperta turistas

Diario de Pernambuco
Youssef vai falar

Jornal do Commercio
Presos têm acesso a armas

Folha de S. Paulo
Governo usa abono salarial para manobrar Orçamento

Agora S. Paulo
Veja o calendário de revisões dos benefícios do INSS em 2015

O Estado de S. Paulo
TCU vê indícios de superfaturamento em refinaria da Petrobras

O Globo
Dilma usa discurso na ONU para autoelogios

Valor Econômico
Técnicos da Aneel criticam governo no setor elétrico

Correio Braziliense
Receita vai vigiar tudo que você gasta lá fora

Estado de Minas
Aqui jaz a nascente do velho Chico

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Em discurso na ONU, Obama promete combater “rede de morte” do Estado Islâmico

The Washington Post (EUA)
Obama busca coalização mais ampla

Le Figaro (França)
A barbárie

Le Monde (França)
A incrível prisão fracassada de três jihadistas franceses

El País (Espanha)
Rei elogia Espanha, que “protege todos em seus vários territórios”

Clarín (Argentina)
ONU: Cristina ataca fundos abutres e defende acordo com Irã







Confira as manchetes dos principais jornais do País

Publicado por Branca Alves, em 24.09.2014 às 08:20

Folha de Pernambuco
IBOPE: Armando cresce e empata com Paulo

Diario de Pernambuco
O escultor do amor e da solidariedade

Jornal do Commercio
Um nova orla em novembro

Folha de S. Paulo
Doleiro do caso Petrobras negocia delação premiada

Agora S. Paulo
Candidatos se enrolam com fim do fator previdenciário

O Estado de S. Paulo
Dilma abre 9 pontos sobre Marina no 1º turno, diz Ibope

O Globo
Dilma abre 9 pontos de vantagem sobre Marina

Valor Econômico
Investimento externo na bolsa bate recorde

Correio Braziliense
Governo passa rombo de R$ 4 bi na conta de luz

Estado de Minas
Seca a fonte do velho Chico

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Em ataques aéreos, EUA atacam célula de insurgentes que planejaria atacar Ocidente

The Washington Post (EUA)
Ataques aéreos marcam mudança dramática

Le Figaro (França)
França se recusa a ceder ao terrorismo islâmico

Le Monde (França)
Estado islâmico atacado em seu reduto sírio

El País (Espanha)
Em busca do centro, Rajoy retira projeto do aborto e deixa Gallardón cair

Clarín (Argentina)
Empresários vão à Justiça, apesar da pressão do governo







Governo cria comissão para avaliar Pnad

Publicado por Branca Alves, em 23.09.2014 às 11:15

Agência Brasil (Brasília) – Portaria do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão publicada nesta terça-feira (23) no Diário Oficial da União cria uma comissão de especialistas para avaliar a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad).

De acordo com o texto, o grupo, composto por cinco integrantes, será responsável por avaliar os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e identificar “a eventual necessidade de revisão” dos números.

Ainda segundo a portaria, o prazo para a conclusão dos trabalhos de revisão será dois meses, podendo ser prorrogado por ato da ministra do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior.

Na última sexta-feira (19), o IBGE informou que houve erro em alguns dos resultados divulgados na Pnad no dia anterior. O índice de Gini, por exemplo, que mede a desigualdade no país, estava em 0,496 em 2012 e, em 2013, caiu para 0,495, indicando redução da desigualdade social. No entanto, inicialmente, havia sido divulgado um índice de 0,498, o que mostraria aumento da desigualdade.

O diretor de Pesquisa do instituto, Roberto Luís Olinto Ramos, argumentou que todos os dados puros da Pnad estão corretos, mas que houve um erro técnico que superestimou a população das regiões metropolitanas do país, o que influenciou em outros dados, como o índice de Gini.

A presidenta do IBGE, Wasmália Bivar, pediu desculpas a toda a sociedade pelo erro, mas afirmou que, do ponto de vista significativo, os resultados não mudaram substancialmente.







Sindicância no IBGE deve durar 30 dias

Publicado por Alex Ribeiro, em 21.09.2014 às 20:10

O governo aproveitou o erro do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) com dados sociais para atacar os críticos. O posicionamento coube à ministra do Desenvolvimento Social, Tereza Campello, que fechou ontem uma coletiva de imprensa organizada sob ordens da presidente Dilma Rousseff para comentar a versão corrigida da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad). “É um aprendizado grande para o País, porque mostra que a avaliação de políticas públicas deve se focar em tendências. Todo mundo que se apegou a micro variações de 0,01 ponto para cima ou para baixo em um indicador, como o índice de Gini, errou também”, disse Tereza Campello.

Já a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, após dizer que a presidente Dilma ficou “perplexa” com o erro, anunciou que poderão ser impostas medidas “funcionais” aos responsáveis, mas ressalvou que qualquer punição só ocorrerá ao final das investigações, que deverão durar, pelo menos, 30 dias. Apesar de a presidente do IBGE, Wasmália Bivar, estar sendo “fritada” pelo Planalto, Miriam não quis anunciar sua provável saída e não quis falar em perda de sustentação política dela no cargo.

A ministra do Planejamento admitiu que o caso ganha contornos políticos sérios por conta do período eleitoral. Faltam apenas 15 dias para o primeiro turno. “Acho que o período eleitoral aumenta a amplitude das coisas”, disse Miriam.

A ministra Tereza, ao fazer referência ao ponto mais popular da Pnad, o índice de Gini, explicou que esse indicador mede a desigualdade de renda domiciliar. Na versão original da Pnad 2013, divulgada na quinta-feira, o índice apresentou uma leve elevação da desigualdade no Brasil entre 2012 e 2013, quando o indicador passou de 0,496 para 0,498 (quanto mais próximo de 1, maior a desigualdade). Mas os dados estavam errados. No dia seguinte, sexta-feira, os dados verdadeiros indicaram pequena queda na desigualdade, para 0,495. “A tendência é de melhora da renda de todos os brasileiros. O Brasil continua melhorando apesar da crise internacional. Isso sim é importante”, disse a ministra.

Pouco antes, Miriam Belchior havia afirmado que, ainda na quinta-feira, o IBGE começou a ser alertado de que os dados estavam incorretos. “Órgãos de dentro e de fora do governo fizeram pedidos de esclarecimentos ao IBGE ainda na quinta-feira e aquilo alertou os técnicos de que havia problemas. Na manhã de sexta-feira, fui informada pela primeira vez que o IBGE estava apurando erros na Pnad. No fim da manhã, a presidente do IBGE voltou a me procurar, dessa vez com a certeza de que a Pnad estava errada e que o instituto já estava trabalhando com os dados corretos”, disse Miriam. “O governo ficou chocado com esse erro gravíssimo do IBGE. A presidente Dilma ficou perplexa. O erro foi muito grave mesmo.”

Sobre uma possível demissão da presidente do IBGE, a ministra do Planejamento foi evasiva: “Criamos duas comissões para averiguar os erros e atribuir responsabilidades. Não posso me antecipar”.

Queda

Em sua apresentação para defender os novos dados revisados da Pnad, o ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Marcelo Neri, assegurou que houve uma trajetória de queda das desigualdades, mas reconheceu que “não é uma queda espetacular”. Para 2014, porém, ele anunciou que a desigualdade está mantendo queda, “como um relógio, de 0,01% ao mês”. E prometeu ainda, sem apresentar dados, que em 2014 a redução da desigualdade “será a maior dos últimos dez anos”.

Neri reagiu às críticas à credibilidade do IBGE, por conta da necessidade de correção dos dados. “O que arranha a credibilidade é não reconhecer os erros.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Fonte: Estadão Conteudo)







Presidente do IBGE pode ser demitida

Publicado por Alex Ribeiro, em 20.09.2014 às 14:58

Os erros na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), anunciados na tarde de ontem, podem levar à saída da presidente do IBGE, Wasmália Bivar, responsável pelo levantamento. Na avaliação de interlocutores do governo, a presidente do instituto de pesquisa perdeu as condições de permanecer no cargo embora não tenha sido anunciada nenhuma decisão oficial sobre o seu afastamento.

A presidente Dilma Rousseff foi informada sobre os erros na Pnad e também da necessidade de revisão na coleta dos dados, pela ministra do Planejamento, Miriam Belchior, antes de viajar ao Rio, onde fez campanha eleitoral. A presidente ficou muito contrariada, segundo auxiliares, e determinou a abertura de uma comissão interministerial para investigar o caso e descobrir os responsáveis pela situação, definida por ela como “inaceitável”.

A Casa Civil será a encarregada de fazer a investigação. Na quinta-feira, o governo havia comemorado os dados anunciados e Dilma fizera questão de destacá-los, ponto por ponto, no Palácio da Alvorada, amenizando a piora no indicador de desigualdade de renda.

Os problemas na Pnad mobilizaram o governo. Além de Miriam Belchior, mais três ministros foram convocados por Dilma a dar hoje, em entrevista à imprensa, mais explicações sobre o caso.

Em conversas reservadas, ontem, integrantes da campanha de Dilma manifestaram receio de que a correção na Pnad acabe virando um caso como a “errata” do programa de governo da candidata do PSB, Marina Silva, até hoje alvo de críticas do PT por ter corrigido pontos de sua plataforma eleitoral. O Planalto e o comitê da reeleição farão de tudo para evitar que a troca dos números seja usada pelos adversários de Dilma para desgastar a gestão do governo.

Miriam Belchior estava ontem de licença médica, mas a presidente mandou que a ministra convocasse uma entrevista coletiva, no fim do dia, após o anúncio dos erros feito por Wasmália Bivar na sede do IBGE, no Rio, para explicar o ocorrido. “Foi um erro bárbaro”, resumiu, à noite, um auxiliar de Dilma, ao lamentar o episódio e a necessidade de revisão dos índices.

A ministra disse que o governo ficou chocado com o erro. “Estamos tentando entender o que ocorreu e tomaremos medidas. Apuraremos se será necessária medida disciplinar contra responsáveis”, garantiu Miriam. “Lamentavelmente, o procedimento de checagem e rechecagem não funcionou. Acho que houve uma falta de cuidado no procedimento básico”, admitiu a ministra. (Colaboraram Nivaldo Souza e Victor Martins) As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Fonte: Estadão Conteudo)







Confira a manchete dos principais jornais

Publicado por Alex Ribeiro, em 20.09.2014 às 09:28

Folha de Pernambuco
IBGE admite erro e diz que desigualdade caiu

Diario de Pernambuco
IBGE erra e diz que desigualdade caiu

Jornal do Commercio
IBGE recua. Agora, a desigualdade caiu

Folha de S. Paulo
Delator liga 2 ex-diretores a corrupção na Petrobras

Agora S.Paulo
Garanta acordo com o INSS e receba antes os atrasados

O Estado de S. Paulo
IBGE comete “erro grave” e aponta queda da desigualdade

O Globo
Desemprego e desigualdade aumenta, mas renda sobe

Correio Braziliense
Mansões, carrões, joias e ostentação

Estado de Minas
Erro põe IBGE em xeque

Jornais Internacionais

The New York Times (EUA)
A maior campanha contra o ebola começa em Serra Leoa

The Washington Post (EUA)
Próximo capítulo na Grã Bretanha: menos poder para Londres

The Guardian (Reino Unido)
Agora a disputa muda para a Inglaterra

Le Monde (França)
O reino se manteve unido