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Suíça quer colaborar em apuração do caso da Petrobras

Publicado por Branca Alves, em 25.11.2014 às 14:58

O Ministério Público da Suíça confirmou nesta terça-feira que está disposto a colaborar nas investigações de suposto desvio de dinheiro da Petrobras para contas no país europeu. Em uma nota de imprensa publicada nesta terça, a autoridade suíça explica que se reunirá com procuradores brasileiros “com objetivo de discutir a colaboração entre os dois países no contexto do caso Petrobras”.

Procuradores da República que integram a força-tarefa da Operação Lava Jato embarcaram nessa segunda para a Suíça com a missão de agilizar junto às autoridades de Berna autorização para liberação de US$ 23 milhões depositados em cinco contas do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, alvo da investigação sobre esquema de corrupção na estatal petrolífera. Costa confessou, em delação premiada, que o dinheiro tem origem em propinas que ele recebeu de empreiteiras e fornecedores da Petrobras.

Na nota, os suíços informaram que será discutido, na reunião, como facilitar o acesso aos brasileiros das movimentações bancárias realizadas pelos investigados pela polícia. De acordo com o Ministério Público suíço, o encontro tratará “em particular da execução da demanda de assistência das autoridades brasileiras”.

Os executivos citados no escândalo da Petrobras estão sendo investigados criminalmente na Suíça por lavagem de dinheiro, mas as autoridades locais não informam os nomes das pessoas sob investigação. O processo corre sob segredo de justiça.

As movimentações bancárias suspeitas foram localizadas pelas autoridades em Berna. “O escritório do Procurador-Geral da Suíça iniciou uma investigação criminal relacionada a ofensas de lavagem de dinheiro no dia 11 de abril de 2014″, indicou o Ministério Público em nota oficial.

De acordo com os suíços, não foi a Justiça brasileira que pediu ajuda para os suíços, mas o contrário. “Durante as investigações o escritório do Procurador-Geral pediu a assistência das autoridades brasileiras, submetendo a eles um pedido de assistência mútua legal em assuntos criminais”, explicou o Ministério Público.

A previsão de promotores ouvidos pelo Estado é que a conclusão da investigação e eventual indiciamento ocorram em 2015. Segundo a lei, se condenados, os envolvidos no caso poderiam pegar entre três e cinco anos de prisão. Os executivos seriam detidos se viajassem para a Europa. Os suíços ainda poderiam solicitar que eles cumprissem prisão no Brasil.

A Operação Lava Jato também identificou depósitos de empresas investigadas por supostos desvios na Petrobras em contas na Suíça atribuídas ao doleiro Alberto Youssef. Algumas transferências teriam ocorrido até 2014, antes da deflagração da Lava Jato, em março.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Empresário nega intermediação na cobrança de propina

Publicado por Branca Alves, em 25.11.2014 às 12:13

Agência Brasil (Brasília) – A defesa do engenheiro Shinko Nakandakari negou nesta terça-feira (25) que ele tenha intermediado cobrança de propina na Diretoria de Serviços da Petrobras. Em documento enviado à Justiça Federal em Curitiba, o empresário se colocou à disposição da Polícia Federal e do Ministério Público para colaborar com as investigações e para “trazer os fatos de volta à realidade”.

Ontem (24), a defesa do diretor da Galvão Engenharia Erton Medeiros Fonseca, preso na sétima fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), entregou à polícia comprovantes do pagamento R$ 8,8 milhões de propina a uma pessoa que se apresentou como emissária da Diretoria de Serviços da Petrobras. Segundo o advogado do executivo, os pagamentos foram ordenados por Shinko Nakandakari, com conhecimento do ex-gerente de Serviços Pedro Barusco.

De acordo com a planilha apresentada, foram feitos 23 pagamentos entre 2010 e 2014. O advogado confirmou que havia ameaça de retaliação nos contratos que a Galvão Engenharia tinha com a Petrobras, caso não houvesse o pagamento dos valores estipulados de “maneira arbitrária, ameaçadora e ilegal”.







Duque nega participação em atos ilícitos na Petrobras

Publicado por Branca Alves, em 25.11.2014 às 11:00

O engenheiro Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Petrobras e preso pela Operação Lava Jato, negou ter participado de ilícitos cometidos na estatal. Por meio de sua assessoria de imprensa, ele disse que “desconhece a existência de cartel envolvendo fornecedores da companhia”. Duque afirmou que os processos licitatórios, durante sua gestão na Diretoria de Serviços da estatal, “eram pautados por critérios técnicos”.

A assessoria do ex-diretor afirmou que “nenhum profissional da companhia ou de fora dela possuía autorização para representar Renato Duque, enquanto titular da Diretoria de Serviços da Petrobras”. A assessoria destaca que o executivo da Galvão Engenharia Erton Fonseca, “em seu próprio depoimento, conforme informações publicadas na imprensa, afirma que não se recorda de Renato Duque ter solicitado diretamente qualquer vantagem”.

Sem resposta. A reportagem fez contatos no escritório e deixou recados para o advogado Luis Fernando Sendai Nakandakari – apontado como destinatário da quantia supostamente extorquida da empreiteira -, mas não houve resposta.

Questionada sobre os contratos que a Galvão Engenharia alega ter sido alijada e as licitações que a empreiteira diz ter vencido, mas mesmo assim não ter sido contratada, a Petrobras não se manifestou até esta edição ser concluída.

A estatal tem reiterado que está colaborando com as investigações do caso e que apura eventuais irregularidades por meio de comissões internas de sindicância. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Filha de ex-diretor fez negócios suspeitos com Petrobras

Publicado por Branca Alves, em 25.11.2014 às 09:35

Uma das filhas do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Arianna Bachmann, é suspeita de se beneficiar com “informações privilegiadas” em contratos de venda de móveis para empresas contratadas da estatal.

Dois contratos, que somam mais de R$ 5 milhões, são referentes ao mobiliário comprado em 2009 para as novas unidades do Centro de Pesquisa da Petrobras (Cenpes) – inaugurado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010 -, obra alvo da Lava Jato e do Ministério Público do Rio de Janeiro.

Em um documento apreendido pela Polícia Federal no computador da Costa Global, Arianna recebe orientações de uma mulher que assina “Crica”.

Ela apresenta dados sobre o mobiliário esperado para a unidade. “O teor da mensagem sugere que Crica esteja apontando fragilidades observadas no mobiliário exposto para apreciação, por funcionários da Petrobras, visando o projeto de ampliação do Cenpes”, registram os analistas da Polícia Federal.

Crica, segundo a PF, apresenta “itens a serem abordados” no encontro com representantes da estatal, “proporcionando à Arianna o acesso a informações privilegiadas”. A filha do ex-diretor, que também foi alvo da Lava Jato, atuava na época como representante de duas empresas de móveis para escritórios.

“Convém ressaltar que Arianna é representante das empresas” que fecharam contrato, “ambas do ramo de mobiliários para edificações e interessadas no fornecimento de produtos para o projeto”, registra a analise pericial. Eles abriram os arquivos dos computadores da empresa de Costa, no Rio, onde a filha trabalhava com ele.

Segundo a Polícia Federal, “Crica” pode ser Maria Cristina Nogueira de Sá Pikielny, uma das proprietárias da Italma (Multiflex do Brasil Comércio de Móveis), que é representada pela filha do delator da Lava Jato.

São pelo menos cinco arquivos com dados sobre contratos de fornecedoras ou subcontratadas da Petrobras, a maior em específico para mobília das novas unidades do Cenpe.

No material apreendido e analisado, Arianna aparentemente faria o intermédio para venda de móveis para dois consórcios formados por grandes empresas que atuaram nas obras do Cenpe. O Consórcio Citi e o Consórcio Novo Cenpe.

Nele, a Polícia Federal registra que houve adequação dos orçamentos ao contrato. Arianna tem duas empresas em seu nome a Bachmann Representações e a B & X Consultoria e Assessoria. Seu marido, tem ligações diretas com a loja de móveis 021 Móveis Carioca. Ele foi também alvo da Lava Jato.

Delatores
A família do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras foi incluída no acordo de delação premiada que ele firmou com o Ministério Público Federal. A mulher e as duas filhas de Paulo Roberto Costa também se comprometeram com uma colaboração acessória e individual à investigação em troca do abrandamento das punições. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Confira as manchetes do dia dos principais jornais

Publicado por Branca Alves, em 25.11.2014 às 08:31

Folha de Pernambuco
Zona Azul vai ficar mais cara das 8h às 11h

Diario de Pernambuco
Celpe condenada a pagar R$ 1,8 milhão

Jornal do Commercio
“Era ameaçada a todo instante… Hoje, sou feliz”

Folha de S. Paulo
Irmão de ex-­ministro das Cidades se entrega à PF

Agora S. Paulo
Teto das aposentadorias deve subir para R$ 4.673 em janeiro

O Estado de S. Paulo
Petrobrás e empreiteira têm bens bloqueados para pagar funcionários

O Globo
Corrupção na Petrobras teve até recibo de propina

Correio Braziliense
Distritais estão prestes a se tornar intocáveis

Estado de Minas
Fraudadores do Enem agiram em 5 Estados

Zero Hora
Empreiteira exibe recibos de R$ 8,8 mi de suposta propina

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Júri rejeita indiciar policial em Ferguson

The Washington Post (EUA)
Secretário de defesa Hagel, sob pressão, deixa cargo

The Guardian (Reino Unido)
Ataque às escolas particulares

El País (Espanha)
Sanchez corrige reforma constitucional de Zapatero

Clarín (Argentina)
Governo diz que aplicará multa ‘severa’ a Hotesur: $3.000







Galvão Engenharia entrega comprovantes de pagamento de propina

Publicado por Branca Alves, em 24.11.2014 às 16:07

Agência Brasil (Brasília) – A defesa do diretor da Galvão Engenharia Erton Medeiros Fonseca, preso na sétima fase da Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), entregou à polícia comprovantes do pagamento R$ 8,8 milhões de propina a uma pessoa que se apresentou como emissário da Diretoria de Serviços da Petrobras.

O advogado José Luis Oliveira Lima, representante do diretor, disse que a empresa foi obrigada a pagar propina por meio da LSFN Consultoria Engenharia, entre 2010 e 2014. Segundo ele, os pagamentos foram ordenados por Shinki Nakandari, com conhecimento do ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro Barusco.

O advogado disse que havia ameaça de retaliação nos contratos que a Galvão Engenharia tinha com a Petrobras, caso não houvesse o pagamento dos valores estipulados de “maneira arbitrária, ameaçadora e ilegal”. A defesa garantiu que Erton Fonseca aceita fazer acareação com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa e o doleiro Alberto Youssef, principais articuladores do esquema.

De acordo com a planilha apresentada, foram feitos 23 pagamentos entre 2010 e 2014 a Luís Fernando Sendai Nakandakari e a Juliana Sendai Nakandakari.

A confissão de pagamento de propina é uma das estratégias das defesas dos executivos de empreiteiras. Na semana passada, Sérgio Cunha Mendes, vice-presidente da empreiteira Mendes Júnior, confirmou em depoimento à Polícia Federal o pagamento de propina ao doleiro Alberto Youssef.

Segundo Marcelo Leonardo, advogado do diretor, Sérgio Mendes relatou aos delegados que foi obrigado a pagar propina de R$ 8 milhões. Na confissão, ele disse que Youssef exigiu o pagamento para que a empreiteira Mendes Júnior recebesse o dinheiro a que tinha direito em contratos de serviços prestados, e para continuar participando das licitações da Petrobras.







PSDB sem ansiedade para ingressar no Governo de Paulo Câmara

Publicado por Márcio Didier, em 24.11.2014 às 15:30

(Foto: Bruno Campos/Arquivo FolhaPE)

Apesar de afirmar que a relação com o PSB foi reforçada após a eleição deste ano, o PSDB garante que a proximidade não significa um “passaporte” para a manutenção dos tucanos no Governo do Estado, comandado há oito anos pelos socialistas e que, a partir de janeiro, terá Paulo Câmara como governador.

A postura dos integrantes do PSB no segundo turno da disputa presidencial, com a defesa forte da candidatura de Aécio Neves feita, principalmente por parte do prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), fortaleceu a parceria entre as legendas.

Presidente estadual do PSDB e interlocutor da sigla com o futuro governador Paulo Câmara, o deputado federal Bruno Araújo afirma que “não há ansiedade no partido em relação a cargos”, e que os tucanos vão esperar o tempo do governador eleito para depois tratar disso.

Atualmente três tucanos integram o Governo João Lyra: Evandro Avelar (secretário das Cidades), Pedro Eurico (da Juventude) e Murilo Guerra (do Trabalho). No entanto, apenas o último é considerado da cota tucana.







Adarico Negromonte se entrega à Polícia Federal

Publicado por Branca Alves, em 24.11.2014 às 11:00

Foragido desde a deflagração da sétima fase da Operação Lava Jato, Adarico Negromonte Filho se apresentou na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, por volta das 10h desta segunda-feira (24). Ele se entregou acompanhado por duas advogadas.

Negromonte, que é irmão do ex-ministro das Cidades, Mário Negromonte (PP), se manteve em silêncio e não falou com os jornalistas que estavam no local. Ele chegou de táxi e se dirigiu a pé até a sede da PF.

De acordo com as investigações da Polícia Federal, Adarico era subordinado ao doleiro Alberto Youssef e responsável pelo transporte de valores em espécie. Ele teve a prisão temporária decretada no último dia 14, mas estava foragido, e era o único dos 25 alvos da operação que tiveram a prisão decretada e ainda não havia sido preso. Desse total, 11 já foram liberados após prestar depoimentos.







Irmão de ex-ministro promete se apresentar nesta segunda à PF

Publicado por Branca Alves, em 24.11.2014 às 10:00

Apontado nos autos da Operação Lava Jato como “carregador de malas de dinheiro” do doleiro Alberto Youssef no esquema de lavagem e pagamento de propinas, Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro Mário Negromonte (Cidades), deve se apresentar nesta segunda-feira (24) à Polícia Federal em Curitiba, base da investigação. Adarico é o único dado por “foragido da Justiça” da relação de 25 nomes sob suspeita que tiveram prisão decretada no dia 10 – todos os outros, até os principais executivos das maiores empreiteiras do País, já haviam sido presos ou se apresentaram.

“Nem sabemos qual é a acusação contra o sr. Adarico, mas decidimos apresentá-lo voluntariamente”, declarou a advogada Joyce Roysen, que defende o irmão do ex-ministro e comunicou a medida à PF.

Joyce destacou que soube pela imprensa da existência da ordem de prisão temporária contra Adarico. Na semana passada, ela pediu revogação do decreto judicial. “Como não houve manifestação do Ministério Público Federal, nem decisão da Justiça sobre o nosso pedido, achamos melhor apresentar (o irmão do ex-ministro).”

A PF atribui a Adarico Negromonte o papel de ‘mula’ da organização criminosa de Youssef, alvo principal da Lava Jato. Segundo a PF, o doleiro usava o irmão do ex-ministro, um agente da própria corporação e um condenado por crimes financeiros, para fazer o transporte dos valores em espécie dentro de malas, maletas e no próprio corpo para agilizar a lavagem de dinheiro e manter um “eficiente sistema de delivery do caixa 2″.

A advogada Joyce Roysen repudia o termo “foragido da Justiça” para Adarico. “Não é condizente, pois em momento algum foi realizada diligência na residência dele, na cidade de Registro (SP).” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Confira as manchetes do dia dos principais jornais

Publicado por Branca Alves, em 24.11.2014 às 08:32

Folha de Pernambuco
Sport empata, mas ainda briga pela Sul-Americana

Diario de Pernambuco
Estado ganha parque farmacoquímico

Jornal do Commercio
A felicidade é azul e… o lamento é rubro-negro

Folha de S. Paulo
Empreiteiro deu propina de R$ 5 mi para operador

Agora S. Paulo
Quem começou a contribuir tarde pode aumentar a aposentadoria

O Estado de S. Paulo
TCU vê sobrepreço de R$ 1,1 bi em 20 obras de empreiteiras

O Globo
EUA ameaçam com cadeia envolvidos em corrupção

Correio Braziliense
O Brasil azulou; ­Cruzeiro conquista o tetra com duas rodadas de antecedência

Estado de Minas
Quatro vezes Cruzeiro

Zero Hora
MPF vai analisar suspeita sobre 448

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Em conversas com o Irã, EUA tenta se prevenir contra arma secreta

The Washington Post (EUA)
Marion Barry morre aos 78; foi o político mais forte de sua geração

The Guardian (Reino Unido)
Investigação de caso Rigby ‘não encontrou testemunhas’

El País (Espanha)
Emigração volta a ser a principal opção para conseguir trabalho







Movimento enviará carta à Comissão da Verdade

Publicado por Márcio Didier, em 23.11.2014 às 18:20

(Foto: Clemilson Campos/FolhaPE)

Chegou ao fim neste domingo o II Encontro do Movimento Memória, Verdade e Justiça do Norte e Nordeste do Brasil. O evento, realizado no Recife Plaza Hotel, no Centro do Recife, teve como objetivo trocar experiências entre os comitês e comissões de repúdio aos 50 anos ditadura militar (1964 -1985). O encontro dá sequência aos encontros que reuniu os comitês de verdade e justiça do País. O primeiro do Norte e Nordeste foi realizado na Paraíba.

De acordo com o coordenador do evento, Edvaldo Cajá, o encontro vem para resgatar a memória dos militantes e buscar a punição dos torturadores durante a ditadura.

“Estamos lutando pela justiça de transição. Aqui no Brasil ela ainda não foi aplicada. Ela já aconteceu no Uruguai e está acontecendo no Chile, mas aqui no País ainda há impunidade”, explica. Na ocasião foi aprovada a Carta Recife, na qual é relatada a resolução do encontro e será entregue a Comissão nacional da Verdade







Prazo para definição vai chegando ao fim

Publicado por Márcio Didier, em 23.11.2014 às 11:26

(Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco)

Carol Brito
Da Folha de Pernambuco

Com a definição do dia 15 de dezembro para o anúncio do secretariado estadual, o governador eleito Paulo Câmara PSB) intensificará as reuniões com sua equipe e aliados para definir a cara da sua administração. Serão três semanas em que o gestor se dedicará ao processo de transição, conversas com lideranças, definição do novo organograma e os nomes que irão compor o seu secretariado.

Nesta segunda-feira (24), o socialista retorna da viagem ao Rio de Janeiro e a expectativa é que as reuniões sejam intensificadas. A Frente Popular tem 21 partidos e será preciso uma nova rearrumação de forças nos governos socialistas.

A possibilidade das alterações no Estado terem reflexo a Prefeitura do Recife também é cogitada por alguns socialistas. Internamente, Paulo Câmara e o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), seguem em conversas sobre a conjuntura política. A leitura é que gestor da Capital pode optar por reoxigenar sua administração visando a sua reeleição em 2016.

“Uma nova composição política vai surgir. Na eleição do ano passado, tínhamos uma frente e virou outra, e temos que adequar isso com a Prefeitura e Governo”, afirmou um aliado em reserva.

De maneira informal, o socialista vem procurando representantes de legendas aliadas para sondar os cenários da conjuntura estadual. Contudo, as tratativas não avançaram na discussão de nomes.

Em seu discurso oficial, Paulo Câmara avisa que só discutirá os quadros da sua gestão em dezembro, após formatar o novo organograma estadual. Os sinais dados aos aliados é que ele seguirá os passos do ex-governador Eduardo Campos, que trocou todas as peças possíveis no primeiro escalão estadual.

Entre os aliados, a expectativa é de que o governador eleito deverá contemplar, pelo menos, dois suplentes de cada Casa Legislativa. Para isso, os nomes dos deputados eleitos Felipe Carreras (PSB) e Danilo Cabral (PSB), Fernando Filho (PSB) e João Fernando Coutinho (PSB) são cogitados.

Na Câmara Federal, SD e PP devem ser contemplados com as vagas de Augusto Coutinho e Fernando Monteiro, respectivamente. O PCdoB também reivindicará espaço para o deputado federal Carlos Eduardo Cadoca, que é o terceiro suplente.

Nos bastidores, é ventilada a possibilidade de um dos suplentes ser convocado para a administração estadual. Na Assembleia Legislativa, a aposta é que os suplentes Antônio Moraes (PMDB) e Marcantônio Dourado (PSB) tenham espaço na Casa. Os nomes dos deputados estaduais Alberto Feitosa (PR), Nilton Mota (PSB), Aluísio Lessa (PSB) e Waldemar Borges (PSB) são ventilados como possíveis secretários.







Corpo de Thomaz Bastos será cremado neste sábado

Publicado por Márcio Didier, em 22.11.2014 às 13:17

O corpo do advogado e ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos será cremado neste sábado (22) no Cemitério e Crematório Horto da Paz, em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo. Márcio Thomaz Bastos morreu na quinta-feira (20), aos 79 anos, em São Paulo, vítima de complicações pulmonares.

O corpo do ex-ministro chegou nessa sexta-feira (21) ao crematório, onde foi realizada uma cerimônia que reuniu amigos mais próximos e familiares do advogado.

Único político a comparecer à cerimônia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse ter recomendado a seu ex-ministro cuidar da tosse nas duas conversas que teve com ele nos dez dias que antecederam sua morte. Além de ministro do ex-presidente, Thomaz Bastos era conselheiro de Lula.

“Acho que o Thomaz Bastos morreu precipitadamente, até mesmo porque, nos últimos dez dias, eu tinha falado com ele duas vezes para cuidar da tosse”, disse Lula ao término da cerimônia, que durou cerca de 20 minutos. “Mas ele trabalhava demais. Ele tinha que trabalhar e pensava muito nisso.”

Com os olhos marejados, Lula se referiu ao advogado e amigo como “o mais importante criminalista do País”, por ter sido o “responsável pela recuperação da democracia brasileira”.

“Acho que tem que ver o Márcio não como um advogado, mas como um ser humano, uma pessoa solidária, como um democrata que lutou incansavelmente para que a gente recuperasse a democracia”, afirmou o ex-presidente ao mencionar a participação de Thomaz Bastos no processo do impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello, em 1992.

O ex-ministro foi velado e será cremado vestindo sua “beca da sorte”, usada por ele no julgamento dos assassinos do líder ambientalista Chico Mendes – executado em 1988. Na época, o advogado atuou como assistente de acusação. Além da “beca da sorte”, Thomaz Bastos foi velado usando medalhas de santos católicos.

A incineração do corpo de Márcio Thomaz Bastos ocorrerá neste sábado (22) em obediência à legislação municipal, que prevê o armazenamento dos restos mortais em câmara fria por, no mínimo, 24 horas.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







As manchetes dos principais jornais

Publicado por Márcio Didier, em 22.11.2014 às 09:03

Folha de Pernambuco
Nomes cotados para a equipe de Dilma

Diario de Pernambuco
Refinaria começa operar

Jornal do Commercio
Armando no ministério

Folha de S.Paulo
Dilma convida Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda

Agora S.Paulo
Deputados pressionam governo com aumento para aposentados

O Estado de S.Paulo
Dilma escolhe Levy para a Fazenda, mas adia anúncio

O Globo
Planalto vaza nomes, Bolsa sobe, mas Dilma não confirma

Correio Braziliense
Bancada do DF condena blindagem de distritais

Estado de Minas
Com Brasil no vermelho, Dilma quer Levy na Fazenda

Zero Hora
Anúncio adiado, mas nomes de equipe vazam

Jornais internacionais

The New York Times (EUA)
Em mudança, Obama amplia papel dos EUA em combate afegão

The Times (Reino Unido)
Bancada trabalhista afunda depois de ‘sinal de escárnio’

Le Monde (França)
Juppé, a fragilidade de uma popularidade recorde

El País (Espanha)
União Europeia inaugura política de maior expansão econômica







Defesa afirma que foragido da Lava Jato vai se entregar na segunda

Publicado por Branca Alves, em 21.11.2014 às 19:10

Agência Brasil/EBC (Curitiba) – A defesa de Adarico Negromonte Filho, único investigado na sétima fase da Operação Lava Jato que ainda está foragido, informou nesta sexta-feira (21) à Justiça Federal que ele se entregará na próxima segunda-feira (24), na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba. De acordo com as investigações, Negromonte prestava serviços ao doleiro Alberto Youssef.

Na petição, os advogados reiteraram pedido de revogação da prisão temporária, por entenderam que a concessão de liberdade a Negromonte não impedirá a conclusão das investigações. “Ratifica-se que a liberdade do requerente, que é primário, tem quase 70 anos de idade, bons antecedentes, residência fixa e ocupação lícita, em nada poderá influenciar sobre a colheita de provas que ainda resta ser feita, razão pela qual reitera-se que o enclausuramento, a princípio determinado por Vossa Excelência, não se mostra imprescindível para o prosseguimento das investigações criminais”, argumentou a defesa.