Política

A que ponto chegamos. Visual de Aécio divide tucanos

Publicado por Branca Alves, em 30.01.2015 às 16:33

Houve até quem o comparasse com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

Depois de mais de um mês de férias, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) apareceu na reunião da nova bancada do partido da Câmara nesta sexta-feira (30), ostentando uma espessa barba por fazer.

O novo visual chamou atenção dos presentes. Enquanto uns elogiaram, outros disseram que a barba fazia com que o tucano ficasse com cara de petista. Houve até quem o comparasse com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tem na barba a sua marca registrada.

O atual líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, aprovou o novo visual e chegou a elogiar o correligionário em público. “Tenho certeza que vai continuar agradando muita gente”, disse.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Feitosa deve assumir Secretaria de Saneamento na PCR

Publicado por Branca Alves, em 29.01.2015 às 16:48

(Foto: João Bita/Divulgação)

Atualizada às 18h12

O deputado estadual Alberto Feitosa (PR) foi convidado para integrar a equipe do prefeito Geraldo Julio (PSB). Ele deverá assumir a Secretaria de Saneamento da Prefeitura do Recife. De acordo com informações dos bastidores, ele já teria aceitado. No entanto, por telefone ao Blog da Folha, ele disse que sequer foi convidado. O também deputado André Ferreira (PMDB) já havia sido sondado para o posto.

O PR já ocupa outra pasta na Prefeitura do Recife, mas que sofrerá uma mudança de titulares. Até ocupada pelo suplente de vereador Romerinho Jatobá, a pasta de Habitação passará para as mãos de Carlos Fernando Ferreira.

A saída de Feitosa para a PCR, levará o suplente Marco Antônio Dourado (PSB) a assumir a vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).







Marta critica Dilma e PT e diz que faltou transparência

Publicado por Branca Alves, em 27.01.2015 às 10:15

O texto de Marta Suplicy tem críticas às recentes medidas adotadas pela equipe econômica da presidente, chamadas de "maldades" (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

A senadora Marta Suplicy (PT-SP) voltou a criticar nesta terça-feira (27) a presidente Dilma Rousseff e a condução da política econômica, gerida sem “transparência”, “confiança” e “credibilidade”. Após listar uma série de problemas que o País atravessa, da economia à saúde, a senadora decreta: “A peça se desenrola com enredo atrapalhado e incompreensível. O diretor sumiu”, escreve Marta, repetindo na última frase o título do artigo publicado na edição de hoje do jornal Folha de S. Paulo.

O texto de Marta Suplicy tem críticas às recentes medidas adotadas pela equipe econômica da presidente, chamadas de “maldades”, e diz que Dilma está “fazendo a vaca engasgar de tanto tossir”. “É óbvio que ela sabe o tamanho das maldades que estão sendo implementadas para consertar a situação que, na realidade, não era rósea como foi apresentada na eleição”, afirma.

Por outro lado, Marta diz que falta apoio de Dilma aos nomes que escolheu e acusa a presidente de “desautorizar” um membro da equipe. Marta se refere ao caso da mudança da regra do salário mínimo, anunciado pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, e desmentido em nota no dia seguinte. “A situação persiste sem clareza do que pensa a presidenta”.

Marta coloca a presidente na mira também do PT ao lembrar das críticas feitas pela Fundação Perseu Abramo às medidas impopulares adotadas no início deste segundo mandato. As críticas da senadora se estendem também ao PT – hoje insatisfeito com a presidente, mas que “vive situação complexa”. Marta acusa seu partido de ter “embarcado no circo de malabarismos econômicos” e prometer um futuro sem agruras, mas “agora está atarantado sob sérias denúncias de corrupção”.

Para a senadora, faltou transparência ao governo na condução da política econômica e no discurso eleitoral. “O simpatizante PT não entende o porquê. Se tudo ia bem, era necessário alguém para implementar ajustes e medidas tão duras e negadas na campanha? Nenhuma explicação”, argumenta.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Em cartaz, PSDB ironiza ‘sumiço’ de Dilma

Publicado por Alex Ribeiro, em 26.01.2015 às 22:31

Tucanos lançam um cartaz nas redes sociais ironizando as medidas tomadas pela presidente no âmbito econômico (Foto: Reprodução/Facebook)

O PSDB não perde a oportunidade de criticar a presidente Dilma Rousseff (PT). Mesmo após o fim das eleições, o partido está marcando em cima os passos da líder petista. Nesta segunda-feira (26), o partido lançou um cartaz nas redes sociais com a foto da presidente a tratando como “desaparecida”. A imagem ironiza a postura da gestora em relação as novas medidas econômicas.

“Não é vista no País. Desapareceu falando sobre um Brasil com inflação sobre controle, juros baixos, crescimento alto, sem apagões e onde não se mexe nos direitos dos trabalhadores ‘nem que a vaca tussa’”, diz o texto do cartaz.

As redes sociais acabaram virando a principal ferramenta dos tucanos para avaliar as medidas da gestora. O ex-presidenciável, Aécio Neves (PSDB) também lança duras criticas a presidente cotidianamente.







Marina diz que Rede se decidiu por ‘independência’

Publicado por Alex Ribeiro, em 26.01.2015 às 21:39

Ex-presidenciável colheu novas assinaturas para o seu partido (Vagner Campos/ MSilva Online)

A ex-presidenciável do PSB Marina Silva afirmou nesta segunda-feira (26) que o País vive grave crise econômica e ambiental e que teriam sido encobertas na campanha eleitoral. Em evento para receber assinaturas de apoio ao partido Rede Sustentabilidade, a ex-presidenciável disse que a Rede decidiu por uma postura de “independência”.

“Não se pode fazer um discurso para ganhar e um discurso para governar”, discursou. “É preciso ter coerência e fazer aquilo que é necessário. Fizemos uma reunião da direção nacional da Rede em que colocamos claramente que teremos uma posição de independência. E por que independência? Eu sempre dizia: precisamos quebrar a lógica da oposição pela oposição, que só vê defeitos onde existem qualidades que são evidentes; e acabar com a lógica da situação pela situação, que só vê virtudes, mesmo quando os erros são evidente”, completou.

Marina repudiou as críticas de que um de seus erros na campanha foi ter apresentado um programa de governo, que virou alvo de ataques. Afirmou que, para governar um país do tamanho e importância do Brasil, um candidato deve mostrar o que pretende.

“É bom ganhar a eleição, mas é bom ganhar (com) as pessoas sabendo o que se vai fazer”, disse. “Para que você tenha o respaldo no que vai fazer e para que o cidadão possa decidir se quer ou não eleger, sabendo o que você vai fazer. Isso é a democracia, exige transparência, exige responsabilidade.” Ela ressaltou ainda não se arrepende de sua postura em 2014.

A ex-presidenciável afirmou que os problemas com a água e a energia deveriam ter sido enfrentados antes. “Vivemos uma grave crise. Uma crise econômica gravíssima, que precisa ser enfrentada com transparência, que não é o mundo cor de rosa do marketing eleitoral. A população tinha o direito de saber que problemas graves estavam acontecendo em relação à nossa economia”, discursou.

Assinaturas

O evento de recebimento de assinaturas de apoio à legalização da Rede Sustentabilidade, em um auditório da Caixa de Assistência dos Advogados do Rio de Janeiro (CAARJ), reuniu cerca de 80 pessoas. Segundo Marina, na segunda tentativa de legalizar a agremiação, a ideia do partido é ter 100 mil apoios, com a perspectiva de validar de 40 mil a 42 mil deles.

Em 2013, Marina não conseguiu número suficiente de apoios para criar o partido, por isso se filiou ao PSB, para ser candidata a vice de Eduardo Campos. Ela se emocionou ao falar da forma inesperada como entrou na campanha como presidenciável, quando Campos morreu na queda do avião em que viajava.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Uchoa aguarda parecer da Procuradoria

Publicado por Branca Alves, em 26.01.2015 às 09:25

Uchoa tentará a quinta reeleição a presidência da Alepe (Foto: Leo Motta)

Por Anderson Bandeira
Da Folha de Pernambuco

Após uma onda de críticas sobre a constitucionalidade de sua reeleição, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Guilherme Uchoa (PDT), preferiu silenciar, pelo menos por enquanto, sobre o assunto. Ontem, procurado para comentar sobre uma ação que o advogado Rogério Pereira ingressou no Ministério Publico de Pernambuco (MPPE) contra a sua candidatura, Uchoa não quis se pronunciar.

Por meio de sua assessoria de Imprensa, o deputado informou que aguarda parecer da Procuradoria Geral da Alepe para só então se manifestar. O pedido de análise e encaminhamento de um parecer foi solicitado pelo aliado do pedetista e 4º secretário da Casa, Eriberto Medeiros (PTC), que também almeja a reeleição no seu cargo e, por isso, estaria interessado em saber sobre a constitucionalidade da candidatura de Uchoa.

A consulta foi feita há aproximadamente dois meses e, nas hostes do Legislativo estadual, a expectativa é que o resultado do requerimento solicitado saia até a próxima quarta-feira. Pelo documento, a procuradoria sacramentará se legalmente existe a possibilidade ou não de o deputado disputar a quinta reeleição na Alepe. Um aceno positivo é o que o deputado espera para calar a boca dos críticos. Desde a semana passada, o dirigente vem sendo alvo de membros da OAB, deputados e sociedade civil, que são contra a sua reeleição.

Por causa da demora do parecer, na última semana o deputado Rodrigo Novaes (PSD), entusiasta da renovação da direção e candidato à presidência da Casa, protocolou um ofício solicitando a entrega da análise. Já na última sexta-feira, o advogado Rogério Pereira informou à Folha de Pernambuco que ingressou com uma ação de inconstitucionalidade junto ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE). Na ação, ele lembra da Emenda 33 da Constituição estadual que proíbe a recondução de um parlamentar para um terceiro mandato na mesa diretora da Casa.







Reunião deve confirmar status de Levy em novo governo

Publicado por Alex Ribeiro, em 25.01.2015 às 20:20

A primeira reunião ministerial do segundo mandato de Dilma Rousseff, na terça-feira, deve consolidar uma ideia que ganha força no Palácio do Planalto: o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, é o “homem forte” do governo. Mas o que pode parecer um status elevado, no fundo é um movimento para fazer dele a encarnação do ajuste fiscal impopular. O ministro será um anteparo importante para a presidente quando os efeitos do aperto nas contas públicas começarem a ser sentidos no dia a dia do País.

No entorno de Levy, há um certo desconforto com isso, de forma que se instalou um jogo de empurra com o Planalto. Na Fazenda, a visão é que o ministro, de fato, tem força, mas isso “deriva da presidente, que o apoia totalmente”, segundo relata uma fonte qualificada da pasta. “Ele foi ao Planalto, pediu audiência com a presidente, somente para perguntar a ela o que deveria dizer em Davos, no Fórum Econômico Mundial.”

A fonte acrescentou que o ministro também foi homem forte no governo de Sérgio Cabral, no Rio, mas nunca apareceu como tal porque “trabalha apenas com carta branca do comandante”. Nos bastidores do Planalto e da Fazenda, ouve-se que o ministro mantém uma linha direta com Dilma, por telefone e e-mail. Eles se falam com frequência. Mas com o ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, ainda está na “fase de estudos”, segundo uma fonte.

Tendo saído com pouco capital político de uma eleição muito disputada, Dilma precisou de alguém forte para encarnar essa mudança, e optou por Levy. Hoje, ele é visto como peça importante da governabilidade e seu maior trunfo é o custo político de sua eventual saída. Porém, precisa da proteção da presidente para continuar a ajustar a economia. A reunião ministerial servirá para alinhar posições.

Levy conhece as implicações da missão recebida e mostra disposição para cumprir seu papel. Uma mostra clara foi dada em Davos, na semana passada. Ele disse que haveria um primeiro trimestre de recessão, que depois retificou para a expressão “contração”. E que o crescimento deste ano tende a ser “flat”, ou seja, próximo de zero. De toda forma, a mensagem que ele transmitiu é que tempos duros aguardam os brasileiros.

“Passaremos por um período recessivo, e é isso que ele tinha em mente quando tocou no tema”, avaliou o economista Sergio Valle, da MB Associados. A consultoria estima que, neste ano, a economia encolherá 1%, “para começo de conversa”.

Além dos efeitos do aperto nas contas públicas e do aumento nos juros, o cálculo considera a hipótese de racionamento de energia e os efeitos da operação Lava Jato, da Polícia Federal, sobre os investimentos da Petrobrás e das empreiteiras envolvidas. A combinação de fatores que jogam contra o crescimento forma, na avaliação de Valle, uma “tempestade mais que perfeita”.

Essas previsões fecharam uma semana de medidas impopulares. Logo na segunda-feira Levy anunciou que os empréstimos às pessoas físicas ficarão mais caros, com a alta do IOF. No mesmo pacote, veio o aumento dos combustíveis, com a volta da Cide. O governo também encareceu as importações e a distribuição de cosméticos. E avisou que as empresas de uma pessoa só, criadas para driblar a tributação, estão na mira da Receita.

Dilma também vetou, na terça-feira, o reajuste de 6,5% na tabela do IR da Pessoa Física, aprovado pelo Congresso, com a promessa de uma correção menor, de 4,5%. E, na quarta-feira, o Banco Central elevou os juros em 0,5 ponto porcentual, para 12,25% ao ano.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Salários do 1º escalão sobem em 13 dos 27 Estados

Publicado por Alex Ribeiro, em 25.01.2015 às 19:20

Apesar de terem começado seus mandatos prometendo austeridade e anunciando cortes de cargos, secretarias e despesas para ajustar as contas públicas em 2015, 13 dos 27 governadores brasileiros autorizaram reajustes dos próprios salários e os dos seus secretários. Os aumentos foram aprovados pelas Assembleias Legislativas às vésperas do recesso parlamentar, no fim do ano passado. Isso fez com que houvesse pouca repercussão na ocasião.

Os valores variaram bastante. Foram de 4,3%, caso do tucano Geraldo Alckmin (PSDB), em São Paulo – o menor aumento -, até 100%, no caso do Rio Grande do Norte. No Estado nordestino, o salário do governador Robinson Faria (PSD), que venceu na disputa do ano passado o atual presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB), foi ampliado de R$ 11 mil para R$ 22 mil. No caso do vice-governador, Fábio Dantas, do PC do B, o salário passou de R$ 9 mil para 17,5 mil.

Os secretários passaram a receber R$ 14 mil por mês. Antes o salário era de R$ 8 mil. No começo do ano, o chefe do Executivo potiguar tomou posse prometendo reduzir o custo da máquina pública e rever contratos.

Segundo a chefe do gabinete do governador, Tatiana Mendes Cunha, Faria concordou com o aumento para os secretários por achar não ser possível “contratar nenhum técnico competente com o salário anterior”. Ela diz que, para compensar o aumento do próprio salário, o governador abriu mão de residência oficial e do que considerava “mordomias” do cargo.

Os vencimentos de Alckmin, por sua vez, tiveram um reajuste bem mais modesto: foram de R$ 20,6 mil mensais para R$ 21,6 mil. A assessoria do tucano argumenta que o aumento foi menor que a inflação acumulada desde o último reajuste, em janeiro de 2013 – a inflação no período foi de 12,7%.

O aumento, porém, contrasta com o pacote de austeridade anunciado no começo do ano, quando ele prometeu cortar 15% dos cargos comissionados, 10% do custeio da máquina pública e contingenciar 10% das despesas previstas no Orçamento do Estado para este ano, o equivalente a R$ 6,6 bilhões.

Outros governadores, como o da Bahia, Rui Costa (PT), alegaram que o reajuste foi similar ao feito pelo Congresso Nacional e presidente da República. No caso de Costa, seu contracheque foi de R$ 19,3 mil para R$ 22,4 mil. O vencimento do vice e de secretários saltou de R$ 16,2 mil para R$ 19,3 mil. Ao assumir, o petista prometeu extinguir 1.700 cargos comissionados e extinguir 3 das 27 secretarias.

Entre os que autorizaram reajustes dos próprios salários, apenas o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB), afirmou que não tomaria medidas para enxugar a máquina pública. Apenas suspendeu pagamento de fornecedores.

O contracheque do governador gaúcho foi de R$ 17,3 mil para R$ 25,3 mil, um aumento de cerca de 46%. Porém, diante da repercussão negativa, ele anunciou que iria abrir mão do reajuste, em uma decisão de “caráter pessoal”. O governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), também havia autorizado o aumento, mas depois recuou e decidiu congelá-lo.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Humberto defende medidas tomadas por Dilma

Publicado por Alex Ribeiro, em 25.01.2015 às 15:16

Senador defendeu as medidas tomadas pela presidente em relação aos ajustes fiscais (Foto: Rogério França/Folha de Pernambuco)

O senador Humberto Costa (PT) defendeu as medidas tomadas pela presidente Dilma Rousseff (PT) em relação aos ajustes fiscais. Para o petista, as ações vão garantir a estabilidade necessária e ajudar no processo de mudança do Brasil e do Nordeste. Ele também defendeu a interiorização do desenvolvimento durante visita ao Sertão, no último sábado (24).

“O pacote garante o equilíbrio econômico e não afeta os programas sociais do governo. É normal que num cenário de dificuldade mundial como o que estamos vendo existam ajustes, mas tenho certeza de que são medidas temporárias e que vamos avançar neste novo governo. Precisamos garantir mais oportunidades para as cidades do Interior para garantir uma melhor distribuição de renda, aproveitando as potencialidades de cada região”, afirmou o senador.

Humberto esteve presente em Santa Maria da Boa Vista, no Sertão do Estado, participando do seminário de trabalhadores da Central Única dos Trabalhadores (CUT). O parlamentar visitou o município de Orocó, onde participou da entrega de equipamentos para o Conselho Tutelar do Município e a assinatura do contrato de abastecimento do Projeto Brígida. A obra está orçada em R$ 225 mil e vai beneficiar cerca de 800 famílias. Os recursos vieram por meio de uma emenda individual do senador para a Codevasf.







Medidas impopulares colocam PT em ebulição

Publicado por Alex Ribeiro, em 25.01.2015 às 13:30

Às vésperas de completar 35 anos, o PT está em ebulição em razão das medidas impopulares na economia, como aumento de impostos e mudanças no seguro-desemprego. As críticas se espalham e o governo tenta evitar que a insatisfação seja formalizada no próximo dia 6, quando haverá reunião do Diretório Nacional petista, em Belo Horizonte, e um ato para comemorar o aniversário do partido.

Dilma e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva são os convidados de honra da festa, que ocorrerá em momento difícil para o PT e sua principal corrente, a Construindo um Novo Brasil (CNB), afastada do “núcleo duro” do Planalto. Tudo está sendo preparado para abafar o tiroteio, que aparece na esteira de queixas sobre a condução do governo, o isolamento de Dilma e a perda de espaço do grupo de Lula no primeiro escalão.

Nos bastidores, porém, deputados, senadores e até dirigentes do PT manifestam incômodo com o fato de Dilma, em seu segundo mandato, só apresentar um “saco de maldades” para a população, sem qualquer agenda positiva, e reclamam do custo político das medidas.

“Quando o ministro da Fazenda diz que o atual modelo do seguro-desemprego é completamente ultrapassado, precisamos saber o que ele propõe para pôr no lugar, porque estamos falando de proteção ao trabalhador”, afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), numa referência à entrevista do ministro Joaquim Levy ao jornal inglês Financial Times. “Nós somos a favor de combater as fraudes, mas vamos retirar da proposta do governo tudo o que vier para prejudicar os trabalhadores e revogar direitos.”

A polêmica que atormenta o segundo mandato de Dilma, com cortes de gastos e juros na estratosfera, lembra a queda de braço do início do governo Lula, em 2003, entre monetaristas e desenvolvimentistas. Na época, Antônio Palocci era ministro da Fazenda, Levy comandava a Secretaria do Tesouro e o PT gritava, como hoje, contra a ortodoxia da política econômica.

“Mesmo que pessoas do PT encarem o que estamos fazendo como ajuste antissocial, nós precisamos ter responsabilidade”, disse ao Estado o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini. “Temos um patrimônio de seguridade social que muitos países não têm e, para que tudo isso resista às mudanças na economia, é necessário de tempos em tempos, fazer ajustes, porque o orçamento é finito. Nós não estamos no vácuo. Estamos no mundo.”

Berzoini destacou que a previdência pelo INSS, somada ao seguro-desemprego, consumiu, nos últimos doze meses, R$ 460 bilhões. “Para que as conquistas obtidas com a Constituição de 1988 sejam preservadas, governo e Congresso não podem ficar omissos diante de distorções”, emendou Berzoini, que foi ministro da Previdência no governo Lula.

Na tentativa de amenizar o bombardeio na direção do Planalto, o senador Humberto Costa (PT) disse que o PT está aberto a discussões. “Criticar é normal. Não se pode confundir o partido com o governo”, argumentou Costa. Na sua avaliação, medidas duras são necessárias para retomar o “núcleo” do projeto de crescimento com distribuição de renda. “Mas a nossa preocupação é com a proteção social”, insistiu.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Lula exalta Evo Morales e pede esforços na integração da América Latina

Publicado por Alex Ribeiro, em 24.01.2015 às 18:30

Em rápido discurso neste sábado (24) durante a III Feira da Alasita, promovida pela comunidade boliviana em São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) exaltou o boliviano Evo Morales e pediu esforços pela integração da América Latina. Lula chamou a integração latino-americana de “sonho que não é fácil de realizar” e defendeu o fortalecimento das relações do Brasil com a Bolívia e com os países do Mercosul e da Unasul. “Aí nós iremos construir uma nação latino-americana forte com o povo vivendo em harmonia, trabalhando, estudando, tendo acesso à cultura”, disse Lula.

As vitórias recentes de Dilma Rousseff (PT) e de Evo Morales nas eleições presidenciais também foi lembrada. “Não apenas a vitória da presidenta Dilma aqui no Brasil me deixou alegre. Me deixou alegre o Evo ser o presidente mais bem votado da história da Bolívia. É importante a gente aqui gritar muito alto: ‘Viva, Evo Morales’”, gritou o presidente, ao que o público respondeu igualmente ‘Viva’.

Lula elogiou o trabalho do correligionário Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, e de Rogério Sottili, secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania de São Paulo que será substituído por Eduardo Suplicy. “Enquanto o PT governar (a cidade de) São Paulo e o Brasil, boliviano será tratado como brasileiro”, disse Lula, muito aplaudido.

O ex-presidente se recusou a falar com a imprensa durante o tempo em que esteve no Parque Dom Pedro II. Em todas as tentativas dos jornalistas, Lula se esquivou. “O Haddad vai chegar, vocês perguntem para o Haddad. Ele é que é autoridade municipal”, disse Lula descontraído.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Levi Fidelix participa de evento no Recife

Publicado por Alex Ribeiro, em 23.01.2015 às 21:51

Presidente do PRTB comparecerá a evento de filiação partidária na capital pernambucana (Foto: Divulgação)

O presidente nacional do PRTB, Levy Fidelix, desembarca no Recife neste sábado (24). Ele terá reuniões internas com membros do seu partido e participará de um evento de filiação partidária na próxima segunda-feira (26), no hotel Atlantico Plaza, no Pina, às 19 horas.

Levy Fidelix foi candidato à Presidência da República nas eleições do ano passado e protagonizou debates polêmicos sobre o casamento homeofativo com a também candidata Luciana Genro (Psol).







Em reunião com ministro, Ferro reforça espaço no Governo

Publicado por Branca Alves, em 22.01.2015 às 22:41

Por Anderson Bandeira
Da Folha de Pernambuco

Enquanto o Palácio do Planalto não sinaliza para atender a reivindicação da bancada do PT local de ocupar espaço no Governo, nos bastidores, petistas pernambucanos vêm intensificando as articulações para o pleito. Nesta quinta-feira (22), o deputado federal Fernando Ferro teve um encontro em Brasília com o ministro chefe da Casa Civil e interlocutor direto da presidente Dilma Rousseff (PT), Aloisio Mercadante.

Na reunião, que se estendeu por horas, o deputado pernambucano, que vem sendo cotado para assumir a Eletrobrás, colocou para o auxiliar da presidente Dilma Rousseff (PT) a necessidade de se reestruturar o partido no Estado. Ele também reforçou o pedido da Executiva estadual de ocupar espaço no segundo e terceiro escalão. “Conversamos sobre a situação do PT. A questão do quadro político que temos, inclusive, em Pernambuco. Discutimos também que o PT tem enfrentado uma reorganização em Pernambuco e que é preciso apoio para o partido se recompor. Foi uma discussão política sobre esse quadro. Colocamos a necessidade de se dar uma atenção ao PT de Pernambuco na sua retomada, que está às postulações. Isso já foi colocado pela direção estadual. Evidentemente que eu reforcei”, disse Ferro.

Segundo o parlamentar, no encontro, Mercadante ressaltou sobre a necessidade de se ter uma preocupação com o PT-PE e que o Governo Federal reconhece que o Estado ajudou a dar a vitória a Dilma no segundo turno. O ministro, segundo Ferro, sinalizou que de fato o PT de Pernambuco precisa “ser tratado com cuidado e atenção”. Se não bastasse a pressão de toda a bancada do PT por espaço, há aproximadamente 15 dias uma suposta carta de reivindicação foi emitida pela Executiva estadual à nacional. Conforme apurou a reportagem da Folha na última terça-feira, no documento a direção sugere os nomes dos deputados federais Pedro Eugênio, João Paulo e Fernando Ferro, além do ex-prefeito do Recife, João da Costa, para assumirem cargos em estatais. Nas coxias da legenda, a expectativa é de se ter uma resposta até o próximo mês.







Humberto cobra gestão mais voltada para o social

Publicado por Branca Alves, em 22.01.2015 às 17:15

(Foto: Rogério França/Folha de Pernambuco)

Líder do PT no Senado e candidato a prefeito do Recife no pleito de 2012, o senador Humberto Costa (PT) criticou a gestão municipal, comandada por Geraldo Julio (PSB). De acordo com o petista, a administração está focando em agradar a classe média, mas está deixando abandonados os bairros populares da Cidade. Humberto lembrou a atuação do ex-prefeito João Paulo (PT) e cobrou obras de infraestrutura para a capital pernambucana.

“Eu acho que a Prefeitura está se preocupando em passar uma imagem com a classe média. Eu vejo que os bairros populares do Recife estão abandonados. Quem anda vê o lixo, a falta de ações concretas e de uma preocupação, de fato, com o social”, avaliou, em entrevista à Rádio Folha FM 96,7.

O senador lembrou os anos em que o deputado federal João Paulo (PT) esteve à frente da Prefeitura do Recife. Segundo ele, o governo do petista se caracterizou por governar para todos, mas para dar prioridade aos mais necessitados.

“Recife é uma cidade que ainda tem muita gente que vive em condição difícil. Precisamos de obra de saneamento, de obras de habitação, de obras nos morros e nas periferias. Essas coisas não têm acontecido. O que a gente tem visto são reformas na Praia de Boa Viagem, são aquelas áreas da Cidade que têm visibilidade”, afirmou.

2016
Em relação à corrida pela Prefeitura do Recife, em 2016, Humberto Costa disse estar “preocupado de certa forma”. Para o senador, o partido precisa tomar consciência da importância do Recife. “É preciso que a Executiva e o diretório estadual se debrucem sobre isso, porque o PT é um partido que ainda tem condições de estabelecer uma polarização aqui na cidade do Recife”, avaliou.

Para Humberto, os vereadores precisar dar um enfrentamento ao governo municipal. “Fazer com que nós possamos contribuir com nossa crítica para que a própria administração municipal possa ter ideias para melhorar, porque na minha avaliação vai mal”, disse.







Humberto faz defesa do pacote econômico de Dilma

Publicado por Branca Alves, em 21.01.2015 às 18:00

Depois de as medidas anunciadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, serem bombardeadas de críticas, o líder do PT no Senado, Humberto Costa, avaliou que o pacote de ações foi “necessário ao momento”. Para o senador petista, mesmo que algumas das medidas anticíclicas não sejam inicialmente bem recebidas, elas terão o condão de manter a economia brasileira aquecida e equilibrada.

Segundo Humberto, as medidas já tiveram o efeito imediato de restabelecer a confiança de investidores internacionais no mercado brasileiro; ele citou a alta das bolsas e a queda do dólar.

“Essas medidas vão atrair recursos e com isso ajudar a desenvolver a economia e ampliar o emprego. Também vamos garantir o superávit primário, equilibrar as contas e impedir que o fantasma da inflação descontrolada possa voltar. A expectativa é de que o governo garanta R$ 20,63 bilhões a mais em arrecadação este ano”, afirmou.

O senador petista ainda ressaltou que o pacote não compromete as políticas sociais do Governo Federal, a exemplo do Bolsa Família, e que ele pode até estimular alguns setores da economia. “São ações emergenciais, mas que irão, por exemplo, reaquecer o setor sucroalcooleiro, tornando o álcool mais competitivo frente ao diesel e à gasolina, o que é extremamente importante para algumas regiões do País, como o Nordeste”, disse. Ainda segundo Humberto, a atual conjuntura mundial é de grande dificuldade.