Política

CPMI da Petrobras convoca ex-contadora de doleiro

Publicado por Branca Alves, em 17.09.2014 às 18:19

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) da Petrobras aprovou na tarde desta quarta-feira (17) em votação simbólica, a convocação da contadora Meire Poza, que trabalhou para o doleiro Alberto Youssef. Meire relatou, de acordo com a revista Veja, que Youssef, preso na Operação Lava Jato, da Polícia Federal (PF), circulava com “malas e malas de dinheiro” em esquema de lavagem que teria como destino políticos do PT, PMDB e do PP.

A CPMI da Petrobras também aprovou requerimento para ter acesso à cópia dos depoimentos da contadora Justiça Federal do Paraná. A decisão ocorreu ao fim do testemunho do ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa que, frustrando as expectativas, permaneceu em silêncio durante toda a reunião.

(Fonte: Estadão Conteudo)







Ex-diretor da Petrobras diz que ficará em silêncio

Publicado por Branca Alves, em 17.09.2014 às 16:29

Agência Brasil (Brasília) – Começou, há pouco, o depoimento do ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa na comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) que investiga denúncias de irregularidades na companhia. Costa já comunicou que não responderá às perguntas dos parlamentares, usando seu direito de permanecer calado.

A oposição pediu ao presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), que a sessão seja secreta para dar a Costa oportunidade de falar sem prejudicar o acordo de delação premiada feito com a Justiça. A oferta foi feita ao ex-diretor da Petrobras, que disse que, independentemente disso, não responderia às perguntas. Por isso, a sessão continua aberta e é acompanhada pelo público.

Neste momento, o relator faz perguntas, mesmo ouvindo do depoente que ele não responderá.







Costa aguarda no Senado início da CPMI da Petrobras

Publicado por Branca Alves, em 17.09.2014 às 14:08

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Agência Brasil (Brasília) – O ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras, Paulo Roberto Costa, já está nas dependências do Senado Federal. Às 14h30, ele prestará depoimento aos senadores que integram a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga irregularidades na empresa. Paulo Roberto chegou pouco depois das 12h e aguardará o início da sessão na sala da comissão.

Antes da chegada de Costa, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, esteve no gabinete do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Depois da audiência, Janot afirmou que, em casos de delação premiada, o sigilo é obrigatório. “A lei impede que qualquer pessoa se refira a eventual delação e a seu conteúdo. É imposição do sigilo legal”, salientou.

A explicação do procurador-geral reforça a aposta dos que acreditam que, durante a sessão da CPMI, o ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa ficará calado. Segundo Janot, não cabe a ele ter expectativas sobre o depoimento. “Esse assunto diz respeito à CPMI e a esse investigado. Não tenho nenhuma expectativa”, acrescentou.

Conforme Rodrigo Janot, o encontro com o presidente do Senado foi protocolar e apenas para entregar o relatório de um ano de atividades à frente da Procuradoria-Geral da República.







Líder do PT defende que sessão com delator aberta

Publicado por Branca Alves, em 17.09.2014 às 13:15

(Foto: Gilberto Prazeres/Blog da Folha)

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), defendeu nesta quarta-feira que o ex-diretor da Petrobras e delator de um suposto esquema de pagamento de propinas na estatal, Paulo Roberto Costa, seja ouvido em sessão aberta hoje na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Congresso Nacional. Costa avaliou que uma reunião reservada – em que apenas os parlamentares ouviriam o depoimento de Paulo Roberto – poderia passar a imagem de que o governo não quer apurar as denúncias de irregularidades na estatal.

“Se apoiarmos uma sessão fechada a leitura é que não queremos que as pessoas tomem conhecimento do que vai ser discutido”, afirmou há pouco ao Broadcast Político o petista. “Não temos nada que esconder nessa história”. A CPI mista da Petrobras tentará ouvir Paulo Roberto a partir das 14h30 de hoje. Desde o dia 29 de agosto, o ex-dirigente da estatal está prestando uma série de depoimentos em um acordo de delação premiada no qual tem revelado suspeitas de corrupção na Petrobras e crimes de pagamento de propina a dezenas de políticos, inclusive do PMDB e do PT, os dois principais partidos da base aliada.

A expectativa de deputados e senadores aliados do Planalto é que o ex-diretor da estatal fique em silêncio para não quebrar os termos da delação premiada que costura com a Justiça Federal. Ao revelar o que sabe, Paulo Roberto Costa pleiteia uma significativa redução de pena. Ontem, no entanto, parlamentares tanto da base quanto da oposição defenderam que a reunião fosse fechada. A decisão sobre o formato da sessão será tomada pelo presidente do colegiado, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).

(Fonte: Estadão Conteudo)







Governo e base aliada agem para evitar danos

Publicado por Branca Alves, em 17.09.2014 às 12:40

O governo montou ontem uma operação de “contenção de danos” com vistas a minimizar possíveis estragos causados pelo depoimento que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costa deve prestar na tarde de hoje à CPI mista (CPMI) da estatal instalada no Senado em decorrência da Operação Lava Jato da Polícia Federal.

O Palácio do Planalto teme que, se o ex-diretor resolver falar sobre o esquema de corrupção que tem delatado à Justiça Federal do Paraná, a presidente Dilma Rousseff pode sair extremamente desgastada a 19 dias do primeiro turno das eleições. A aposta inicial dos governistas é de que o ex-diretor permaneça em silêncio durante o depoimento, que ocorrerá sobre forte esquema de segurança.

Desde o dia 29 de agosto, Costa tem prestado depoimentos à Justiça no qual vem revelando a participação de políticos, inclusive filiados ao PT e ao PMDB, num esquema de recebimento de propina em contratos sob a diretoria que comandou nos governos Lula e Dilma (2004 a 2012). A avaliação é de que o ex-diretor poderia perder o direito à redução da pena prevista no acordo de delação caso fale aos deputados e senadores.

Dilma afirmou ontem que “não tem a menor preocupação” com a ida do ex-diretor para depor no Congresso. Apesar das declarações da presidente, o governo está acompanhando o tema de perto e o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Ricardo Berzoini, foi escalado para atuar junto ao Congresso. Berzoini se reuniu na manhã desta terça-feira, no Planalto, com o presidente da CPMI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), para debater a estratégia de condução dos trabalhos durante o depoimento.

Enquanto o assunto Petrobrás estiver em ebulição na CPMI, o afastamento do ministro Ricardo Berzoini do governo está adiado. A ideia inicial consistia em que ele, a exemplo dos ministros Gilberto Carvalho (Secretaria Geral), que tirou férias, e do Desenvolvimento Agrário, Miguel Rossetto, que deixou temporariamente o cargo para reforçar a campanha, também se afastasse do Planalto para colaborar nas eleições.

Mas, agora, diante das denúncias de corrupção na estatal, o plano foi adiado. Berzoini, no entanto, já participa das reuniões de coordenação da campanha petista no Alvorada.

Manobra. Em sintonia fina com o Planalto, caso Costa queira falar à CPI, parlamentares da base vão defender que o depoimento do ex-diretor seja realizado em sessão fechada. Embora justifiquem publicamente que desta forma o ex-diretor vai se sentir mais à vontade para falar, os governistas avaliam que um depoimento feito sem a presença da imprensa terá um efeito político – e, naturalmente, eleitoral – reduzido.

Outro ponto que os governistas pretendem explorar, caso o ex-diretor resolva falar, é sobre a ascensão de Costa na Petrobrás durante o governo Fernando Henrique Cardoso. A estratégia da base é mostrar que, se o ex-diretor atuou mesmo no esquema de corrupção da Petrobrás, o início se deu ainda nos governos tucanos. O ex-diretor, que entrou para a estatal em 1977 por concurso público, ocupou importantes funções na companhia durante a gestão FHC. Um grupo de 10 assessores da base fez um pente-fino na atuação de Costa a fim de encontrar indícios de atuação irregular dele desde o governo do PSDB (1995-2002).

Apesar da apreensão nos bastidores, o presidente da CPMI afirmou que não está preocupado com as eventuais repercussões que as revelações do ex-diretor possam trazer para seu partido. “(O PMDB) não (teme o depoimento), eu acho que todos nós torcemos para que ele possa falar e confirmar as notícias vazadas por vocês”, respondeu Vital do Rêgo.

O relator da comissão, deputado Marco Maia (PT-RS), disse esperar que Costa confirme as declarações. “Provavelmente esta sessão será fechada e nós deveremos dar esta oportunidade ao depoente para que ele possa falar mais. Nós queremos ouvi-lo, obter informações dele durante o processo de investigação”, disse. O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho (PE), também concorda com o relator. “Se formos realizar a sessão secreta, vamos preservar a condição do delator”, afirmou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Fonte: Estadão Conteudo)







Respira em uma, ofega na outra

Publicado por Branca Alves, em 17.09.2014 às 09:45

Por Renata Bezerra de Melo
Da Coluna Folha Política

O papel que o ex-presidenciável Eduardo Campos programava exercer na corrida presidencial – escapar ileso em meio a tiroteio previsto entre PSDB e PT – pode acabar sendo protagonizado por Aécio Neves. Com a inversão da lógica e o deslocamento da polarização para a dupla Dilma Rousseff e Marina Silva, o senador, correndo por fora, acabou subindo quatro pontos na última pesquisa Ibope, divulgada ontem. Dos 15% que tinha, foi a 19%. A presidente caiu três pontos (de 39% para 36%) e Marina oscilou um (de 31% para 30%). O tucano procura manter-se “fora dessa briga de foice”, como define um dos coordenadores da campanha, Elias Gomes, segundo o qual, a energia que seria gasta em Pernambuco foi redirecionada. Detalhe é que em Minas, terra de Aécio, o candidato do PT, Fernando Pimentel (43%), abriu 20 pontos em relação a Pimenta da Veiga (23%), postulante tucano. Isso deve exigir novo redirecionamento do presidenciável mineiro para evitar derrota em seus domínios.

“Pernambuco não é decisivo neste momento”, observa Elias Gomes sobre o atual cenário da corrida presidencial.







Servidores protestam contra demissões em Moreno

Publicado por Branca Alves, em 16.09.2014 às 18:58

Servidores do município estão insatisfeitos com as demissões em Moreno (Foto: Cortesia)

Servidores do município de Moreno, na Zona da Mata de Pernambuco, foram até a Câmara Municipal, nesta terça-feira (16), para protestar contra demissões que estariam ocorrendo na cidade. Insatisfeitos, eles foram apresentar a situação aos vereadores e solicitar uma tomada de posição dos parlamentares.

Segundo a vice-presidente do Sindicato dos Professores de Moreno, Josineide Oliveira, o grupo obteve a informação de que o prefeito de Moreno, Adilson Gomes Filho (PSB), estaria com um decreto pronto para demitir mais de 100 funcionários públicos da educação que estão em período probatório.

As demissões seriam motivadas por recomendação do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de adequação do município na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Segundo a vice-presidente, existe a apreensão de que o gestor demita os servidores não estáveis da Prefeitura. Também existe uma queixa de aumento de salários de comissionados.

De acordo com a presidente do sindicato, Elizangela da Silva Costa, o prefeito estaria ainda demitindo os funcionários e contratando empresas terceirizadas.

Os servidores devem se reunir com o prefeito nesta quarta-feira (17), ainda sem horário definido. A informação sobre o encontro foi confirmada pelo gestor em conversa com o Blog da Folha.

Por meio de nota, a Prefeitura esclareceu as mudanças promovidas pela gestão. De acordo com o texto, a administração municipal está seguindo as orientações do TCE para atingir o limite constitucional e reduziu em 22% as despesas no quadro de comissionados. “Entre os comissionados foram exonerados dois secretários municipais, 5 secretários executivos, além de gerentes, coordenadores e assistentes de gabinete. Com a redução, o número atual de comissionados é de 132. Destes, 14 são efetivos que recebem representação pelo cargo que desempenham”, diz a nota.

Confira, abaixo, a nota da gestão municipal:

“A Prefeitura do Moreno recebeu um alerta do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) através do ofício de número 286/2014, que trata do relatório de controle externo. No documento, o órgão destacou que o limite máximo do percentual do comprometimento da receita municipal com servidores foi ultrapassada e atingiu no último quadrimestre 70%.

Seguindo as orientações do Tribunal, para atingir o limite constitucional, a administração municipal está tomando as medidas necessárias e reduziu em 22% (o documento pedia 20%) as despesas no quadro de comissionados. Entre os comissionados foram exonerados dois secretários municipais, 5 secretários executivos, além de gerentes, coordenadores e assistentes de gabinete. Com a redução, o número atual de comissionados é de 132. Destes, 14 são efetivos que recebem representação pelo cargo que desempenham.

Foi necessário também rescindir os contratos temporários dos cargos lotados na Secretaria de Educação, Cultura e Esportes e da Secretaria de Saúde QUE NÃO estejam vinculados ao recebimento de recursos do fundo nacional de saúde através dos programas específicos do Governo Federal (PSF, NASF, SAMU, CAPS, VIGILÂNCIA EM SAÚDE, CTA, FARMÁCIA BÁSICA, FARMÁCIA POPULAR) e os que complementam o serviço de urgência e emergência, planejamento, regulação e gestão administrativa.

Essas medidas são necessárias até para que não sejam comprometidos os recursos de investimentos para atender as necessidades de todo o município. Não haverá prejuízo nos trabalhos da administração, pois as pastas que estão sem titulares foram absorvidas temporariamente por outros secretários.”







Família cobra prova sobre atentado

Publicado por Branca Alves, em 16.09.2014 às 09:45

Por Amanda Seabra
Da Folha de Pernambuco

O advogado Antônio Campos, irmão do ex-governador Eduardo Campos, falecido no dia 13 de agosto, entrou, na tarde de ontem, com um requerimento no Ministério Público Federal de Santos para que o delegado federal e deputado federal Protógenes Queiroz seja intimado a fazer esclarecimentos a respeito da afirmação feita ao colunista Cláudio Humberto, publicada no último fim de semana, de que o acidente que vitimou o ex-governador teria sido, na verdade, um atentado.

O deputado teria afirmado que há indícios de que o desastre com a aeronave de Eduardo Campos não foi um acidente e Antônio Campos quer que ele prove o que está dizendo, apresentando esses indícios e depoimentos que ele alega ter sobre a tragédia. Em nota divulgada em seu blog, Campos revela a iniciativa e afirma que a família tem acompanhado todo o trabalho de investigação de forma “firme e serena” e que “tudo legalmente fará para que as causas do acidente sejam esclarecidas”.

Conforme a nota divulgada no site Diário do Poder, Protógenes teria dito a colegas da Polícia Federal que chegou em Santos logo após a tragédia e colheu indícios e depoimentos que serão encaminhados, segundo ele, para a Procuradoria-Geral da República, para aprofundar as investigações. O deputado teria externado aos policiais que ficou intrigado com o fato de o local do acidente não ter sido preservado. Entre o objetos recolhidos, Protógenes teria achado um livro do piloto com a capa intacta, mas sem as páginas internas.







Volta do exílio de Arraes é lembrada

Publicado por Márcio Didier, em 15.09.2014 às 14:30

(Foto: Eduardo Braga/SEI)

Uma cerimônia no Instituto Miguel Arraes (IMA), no Poço da Panela, marcou a passagem pelos 35 anos do retorno do exílio do ex-governador. Depois de passar 14 anos na Argélia, Arraes retornou ao Brasil 1979, com a entrada em vigor da Lei da Anistia. Durante o ato, foi inaugurado, também, o Espaço Cultural Eduardo Campos.

“O maior legado de Miguel Arraes de Alencar foi o compromisso com a redução das desigualdades sociais. A trajetória do ex-governador de Pernambuco foi realmente exemplar, mas posso aqui destacar a criação do Movimento de Cultura Popular (MCP), quando Arraes foi prefeito do Recife”, destacou o governador João Lyra Neto.

O legado de Eduardo Campos também foi destacado por Lyra. “Acredito que todos clamam por uma educação de qualidade e, apesar de ter muito ainda a ser feito, hoje nós temos o reconhecimento, com o quarto lugar no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica”, disse, lembrando que em 2007, Pernambuco ocupava a 21ª posição no ranking nacional.

Após a cerimônia oficial, que contou com a presença da viúva de Miguel Arraes, Magdalena Arraes, os presentes plantaram uma muda de Pau-Brasil no jardim do instituto, em homenagem ao ex-governador Eduardo Campos. “Em meio à tristeza da perda de um amigo e de uma jovem liderança, renovo aqui o meu compromisso de fazer um Brasil melhor”, finalizou Lyra Neto.







Segundo turno antecipado

Publicado por Branca Alves, em 15.09.2014 às 09:20

Por Renata Bezerra de Melo
Da Coluna Folha Política

A disputa mais dura pela Presidência da República ocorre entre duas mulheres, mas nem por isso está sendo conduzida com luvas de pelica. A presidente Dilma Rousseff e Marina Silva travam, há duas semanas, um duelo com “luvas de boxe”. Antes mesmo de chegar ao segundo turno, o PT partiu para ataques constantes à presidenciável socialista como forma de conter eventual chance de a corrida ser encerrada no primeiro turno. A estratégia deu resultado e Marina, nas últimas amostras, passou a oscilar negativamente, ainda que dentro da margem de erro. Apesar disso, o núcleo da campanha socialista lê o desempenho da ex-ministra como positivo. “Depois de um bombardeio desse, durante dez dias…é sinal de que a Marina está muito consistente”, pondera Sérgio Xavier, que tem percorrido o País ao lado da candidata. Confiam que o favoritismo dela no segundo turno se mantém, entre outras coisas, porque as pesquisas apontam migração maciça do eleitorado de Aécio Neves para ela.

A estratégia deu resultado e Marina, nas últimas amostras, passou a oscilar negativamente







Por ‘reputação’ de Campos, PSB quer acesso a caso

Publicado por Branca Alves, em 14.09.2014 às 11:00

Campos, que morreu em um acidente aéreo na cidade de Santos (SP) com outras seis pessoas no dia 13 de agosto, não será alvo de investigação (Divulgação/PSB)

O PSB protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de acesso aos depoimentos do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, alvo maior da Operação Lava Jato. O partido alega que precisa ter acesso à longa série de depoimentos do executivo – no âmbito de delação premiada – para poder rebater a informação de que o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) estaria entre os beneficiários de esquemas de corrupção na estatal petrolífera.

Campos, que morreu em um acidente aéreo na cidade de Santos (SP) com outras seis pessoas no dia 13 de agosto, não será alvo de investigação. Mesmo que seu nome tenha sido citado por Costa, o ex-candidato a presidente pelo PSB não pode mais ser punido. O ex-governador chegou a ser arrolado como testemunha de defesa de Costa, assim como outros ex-integrantes do governo de Pernambuco. Mas os advogados do ex-diretor da Petrobras desistiram do depoimento de Campos.

Segundo a revista Veja, em sua edição da semana passada, Costa citou o ex-governador de Pernambuco entre os envolvidos nos esquemas da Petrobras ao lado de outros governadores de estados onde a estatal possui investimentos em refinarias. A revista não cita detalhes sobre o suposto envolvimento de Campos.

“O leitor desavisado não percebe que nenhum fato concreto, nem sequer um mero indício ou pálidos sinais de corrupção emergem da matéria (publicada na revista)”, argumenta o advogado do PSB, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, no pedido encaminhado ao ministro Teori Zavascki, do STF. Zavascki é o relator do caso no Supremo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Fonte: Estadão Conteudo)







Só na base das explicações

Publicado por Branca Alves, em 14.09.2014 às 10:40

Por Ricardo Dantas Barreto
Da Coluna Folha Política

Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) são favoritas a disputar o segundo turno das eleições e tentam aproveitar os últimos dias para apresentar suas propostas e se mostrarem diferentes. No entanto, passaram os últimos dias apresentando justificativas sobre denúncias envolvendo aliados no caso da Petrobras. Quando candidatos ficam se defendendo ou trocando acusações, o tempo passa e as explicações continuam sem convencer. Tanto Dilma como Marina querem virar a página, criar novas agendas, mas é preciso que tudo fique, se não bem explicado, mais claro sobre os acontecimentos negativos na maior empresa brasileira. Aécio Neves (PSDB) até tenta se aproveitar deste momento, mas o revés que sofreu com a entrada de Marina na disputa, praticamente o tirou do páreo. Contudo há quem ainda considere a chance de o tucano chegar ao segundo turno. O presidente do Instituto Sensus, Ricardo Guedes, na passagem pelo Recife, disse que os próximos 20 dias poderão mudar muita coisa.

Caso da Petrobras acuou as principais concorrentes na disputa presidencial. Ambas querem mudar a agenda, mas ainda há muitas interrogações.







Deputado federal Augusto Coutinho perde a mãe

Publicado por Branca Alves, em 13.09.2014 às 19:57

A mãe do deputado federal candidato à reeleição Augusto Coutinho (SDD-PE), Carmen Coutinho de Melo, morreu neste sábado (13), aos 82 anos. Ela teve septicemia (infecção generalizada) decorrente de problemas pulmonares.

O velório acontece no Cemitério Morada da Paz, em Paulista. O corpo de Carmen Coutinho de Melo será cremado às 11h do domingo (14).







PT paga para silenciar chantagistas, diz revista

Publicado por Branca Alves, em 13.09.2014 às 13:44

A fim de escapar do escândalo da Petrobras às vésperas das eleições, o Partido dos Trabalhadores (PT) teria pago, em dólares, pelo silêncio de um grupo de chantagistas. É o que revela reportagem publicada na edição desta semana da revista Veja.

Segundo a matéria, um grupo de criminosos teve acesso a um documento e informações que comprovam a participação de líderes petistas em um desfalque milionário nos cofres da estatal e, então, procuraram a direção do PT e ameaçaram contar o que sabiam sobre o golpe, caso não fossem devidamente remunerados. Tal revelação levaria nomes importantes para o epicentro do escândalo, entre eles o ex-presidente Lula e o ministro Gilberto Carvalho (Casa Civil).

(Fonte: Estadão Conteudo)







CPI pode ouvir ex-diretor da Petrobras, diz STF

Publicado por Branca Alves, em 13.09.2014 às 12:10

O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), concluiu que a CPI da Petrobras tem o poder de convocar o ex-diretor Paulo Roberto Costa, preso na Operação Lava Jato. O ministro também indicou que ainda não estão na Corte os depoimentos prestados pelo ex-diretor no âmbito da delação premiada, com acusações contra políticos. Nos bastidores, integrantes da CPI da base governista acreditam que o depoimento na comissão produzirá “mais luz do que calor” e que é um “alívio” que as declarações bombásticas de Costa ainda estejam em sigilo.

“A convocação de pessoas para prestar depoimento perante Comissões Parlamentares de Inquérito constitui prerrogativa constitucional dessas comissões, razão pela qual a sua implementação independe de prévia autorização judicial”, disse o ministro em despacho assinado no início da noite de sexta-feira (12). Zavascki chegou à conclusão ao examinar um ofício no qual a CPI da Petrobrás havia comunicado a decisão de convocar Paulo Roberto Costa para prestar depoimento no próximo dia 17.

Garantias. No final do despacho, o ministro ressaltou que devem ser assegurados ao ex-diretor da Petrobrás direitos constitucionais. Entre essas garantias está a de não se auto incriminar. Com base em jurisprudência consolidada do STF, convocados por CPIs podem ficar em silêncio, o que tem ocorrido com frequência nos últimos tempos.

Assessores do STF preveem que podem ocorrer confusões por causa do despacho de Zavascki. Como o ex-diretor da Petrobrás está preso, havia a expectativa de que o ministro desse uma autorização ou não para ele sair da cadeia e ir à CPI. No entanto, isso não ocorreu. O próprio juiz da 13a. Vara Federal de Curitiba, onde tramita a Lava Jato, havia recomendado que o tema fosse encaminhado ao STF. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Fonte: Estadão Conteudo)