Política

Aluísio Lessa: ‘Estamos fazendo o dever de casa, diferente de Dilma’

Publicado por Alex Ribeiro, em 1.07.2015 às 22:02

Socialista também teceu críticas ao deputado Silvio Costa Filho (Foto: Alfeu Tavares/Folha de Pernambuco)

Deputado estadual pelo PSB, Aluísio Lessa fez comparações entre o momento vivido na política e economia do País com o Governo do Estado. Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, nesta quarta-feira (1º), o socialista disse que enquanto a gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) trouxe a inflação de volta ao Brasil, o governador Paulo Câmara (PSB) consegue trazer investimentos para o Estado.

“Enquanto o governo de Dilma trouxe de volta a inflação, outros escândalos, como o da Petrobrás, Banco do Brasil vendendo dólar falso, apagão, desemprego voltando em massa, Pernambuco é uma ilha. Inauguramos a fábrica da Fiat, a fabrica da Shineray, reativamos a usina Pumaty que gerou quatro mil empregos e vamos reativar mais duas, que é a Pedrosa e Cruangi. Estamos fazendo o dever de casa, diferente de Dilma”, relatou o parlamentar.

Lessa também teceu críticas as declarações do deputado e líder da oposição da Assembleia Legislativa do Estado, Silvio Costa Filho (PTB), sobre a administração de Paulo Câmara. Segundo o petebista, até o momento o gestor ainda não mostrou sua “marca” em Pernambuco.

“Nós precisamos torcer para que o deputado Silvio Costa filho possa curar uma doença que impregnou na cabeça dele que é a ideia fixa de ser candidato a prefeito do Recife. Ele não é a melhor pessoa para falar de gestão pública e do papel finanças. A tarefa da bancada de oposição é fiscalizar.(…) Ele deve ir mais vezes no Palácio do Governo para ver fazer alguém que faz mais e gasta menos”, disparou.







Humberto pede que Dilma lidere virada do Governo

Publicado por Alex Ribeiro, em 1.07.2015 às 21:49

Petista diz que o clima de crise do Brasil está sendo criado superficialmente pela mídia, oposição e as elites (Foto: Alessandro Dantas/Liderança do PT)

O senador Humberto Costa (PT) fez um apelo nesta quarta-feira (1º), em discurso no plenário da Casa, para que a presidenta Dilma Rousseff (PT) lidere um movimento de virada do pessimismo que atinge a maioria dos brasileiros para retomar o crescimento do país e o otimismo.

“Esse clima construído artificialmente por parte da mídia, pela oposição e pelas elites só será desfeito se a presidenta Dilma assumir a liderança, como animadora do desenvolvimento do país. Ela deve fazer isso em nome dos milhões de brasileiros que acreditam no projeto do PT e do Brasil, mesmo que estejam insatisfeitos momentaneamente”, declarou.

Para o senador, está na hora da área social voltar a ser a protagonista das políticas do Governo Federal e da área econômica retornar ao trabalho, fundamental, nos bastidores. “Presidenta Dilma, sei que as coisas não mudam por decreto e por palavra, mas proíba os ministros de falar sobre ajuste fiscal. Nós temos que sair dessa pauta defensiva que só interessa a quem torce contra o Brasil. Vamos mostrar a perspectivas de futuro que estamos apontando”, afirmou.

Segundo o parlamentar, o País, que passou por tantas crises na sua história contemporânea e ficou marcado pela forte inclusão social promovida na última década, já superou todas as adversidades sob a liderança de uma pessoa. “Faço esse apelo, agora, para que Dilma assuma essa função de ser a grande animadora do crescimento da nação”, disse.
Humberto lembrou que é preciso que um líder mundial de outro país, como o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, chame a atenção dos brasileiros e afirme que o Brasil é uma potência mundial. “Enquanto ele diz isso lá, nós estamos aqui com esse pessimismo. Temos vigor e musculatura para crescer. O Brasil é grande, em que pese muitos quererem diminuí-lo”, observou.

Humberto também conclamou o PT, os aliados e a militância a ajudarem a virar a pauta. “É importante que todos nós reajamos a essa onda negativa, que passemos a pautar o país e a opinião pública com uma postura proativa, de trabalho, para levar o Brasil a crescer e a avançar nessa agenda de desenvolvimento inclusivo em que ele se inseriu e da qual jamais deve se separar”, acredita.







Dilma evita responder às críticas feitas por Lula

Publicado por Alex Ribeiro, em 1.07.2015 às 21:11

Presidente visitou o complexo do Google, nos Estados Unidos, nesta quarta (1º) (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

Em entrevista após visitar o complexo da Google, a presidente Dilma Rousseff (PT) não quis responder às críticas feitas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no início da semana de que seu governo enfrenta uma crise “preocupante” e “dramática”. “Meu querido presidente Lula tem todo direito de fazer críticas que ele quiser, especialmente a mim”, afirmou Dilma, acrescentando que “não responde” às afirmações dele. Perguntada sobre as alfinetadas dele, insistiu: “não respondo às críticas não”.

As declarações de Dilma foram dadas depois de ela andar em um carro autônomo, que pode se locomover sem motorista, durante 20 minutos, pelo complexo da empresa norte-americana, tomando conhecimento do funcionamento do “carro do futuro”. Dilma disse que foi “uma experiência fantástica” e brincou: “acabei de voltar do futuro”. Apesar de ser um carro autônomo, havia um motorista nele e a presidente andou no banco de trás, fazendo questão de mostrar que estava colocando o cinto de segurança.

Na entrevista, ao ser lembrada da realidade atual, Dilma foi perguntada pelos últimos resultados das pesquisas CNI Ibope que apontam que sua popularidade está em 9%. “Não comento pesquisa. Nem quando sobe, nem quando desce”, limitou-se a dizer, repetindo a estratégia adotada durante o período de campanha.

Perguntada sobre se voltava ainda nesta quarta à dura realidade do Brasil, quando enfrentará problemas políticos e econômicos, a presidente ironizou: “Vai ser difícil porque são 11 horas de viagem, mas gosto muito do meu País e o clima faz parte da realidade brasileira”. Dilma disse ainda que “o clima político” só a faz “ficar mais atenta ainda” e se “dedicar ainda mais a resolver os problemas, que necessariamente existem em um governo”.

Sobre os problemas com o Congresso, a presidente Dilma comentou que, muitas vezes, os jornalistas “criam um clima que não existe”. “O Congresso, como a democracia, é assim, tem dia que você ganha, tem dia que você perde”, prosseguiu. Para ela, os resultados das votações ocorrem para os dois lados. “Tem hora que a gente perde. Tem hora que a gente ganha. Nós temos várias coisas a reconhecer que os deputados federais e senadores aprovaram, como, por exemplo, pontos importantes do ajuste fiscal”. Por isso, emendou: “não concordo com visão pessimista”.

Ao ser questionada sobre a delação de Milton Pascowitch, lobista que denunciou pagamentos de propina ao PT e ao ex-ministro José Dirceu, Dilma limitou-se a dizer que não respondia porque não conhecia o tema.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Lessa ironiza visita de Dilma aos Estados Unidos

Publicado por Alex Ribeiro, em 1.07.2015 às 18:38

Deputado disse que presidente foi buscar o apoio de Obama (Foto: Alfeu Tavares/Folha de Pernambuco)

O deputado Aluísio Lessa (PSB) ironizou a visita da presidente Dilma Rousseff (PT) aos Estados Unidos. Em entrevista à Rádio Folha FM 96,7, nesta quarta-feira (1º), o socialista disse que a líder petista perdeu o apoio no Brasil por deixar de falar a verdade para a população. A majoritária cumpre uma agenda intensa no território norte-americano nesta semana.

“Ela foi buscar o apoio lá em Obama. Porque no Brasil ela perdeu esse apoio e deixou de falar a verdade para o Brasil. A campanha eleitoral foi isso. O governo da presidente Dilma foi, na verdade, um engodo vendido para o povo do Brasil. Ela acha que indo pra Nova Iorque, São Francisco e Washington ela pode reagir. Mas não reage, porque o problema do Brasil não está lá fora, está aqui dentro”, afirmou Lessa.

Segundo o parlamentar, a diferença da crise que ocorreu nos Estados Unidos para o momento turbulento da economia brasileira é que a política norte-americana não funciona centralizada por um único partido.

“Não é um partido que governa os Estados Unidos. Quem governa os Estados Unidos é a constituição que foi criada há
mais de 200 anos e que o cidadão americano preza muito por isso e exige e cobra do governante que os Estados Unidos não pertence a ninguém e sim ao povo norte-americano”, declarou.

De acordo com Lessa, as últimas declarações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre o governo de Dilma, comprovam que ele está arrependido de tê-la indicado para ser sua sucessora.

“A presidente Dilma teve a orelha puxada e muito puxada por Lula, na semana que se passou, e alguém está com raiva de Lula porque ele falou a verdade. Ele inventou Dilma, então ele está arrependido da invenção que ele fez”, disse.







Wanderson diz ser cedo falar em eleições

Publicado por Branca Alves, em 1.07.2015 às 14:00

Por Anderson Bandeira
Da Folha de Pernambuco

Em meio aos rumores de que o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) estaria costurando uma aliança com o PSDB para disputar as eleições 2016, o tucano Wanderson Florêncio avaliou ser muito cedo em falar nas articulações. Segundo ele, falar de eleição a pouco mais de um ano, “é uma coisa precipitada”. “Evidentemente que Jarbas é uma grande liderança do nosso estado e tem que ser ouvido. O governador Geraldo Alckmin está preparando terreno para uma disputa mais na frente é porque certamente Jarbas é um dos poços de honestidade desse País”, avaliou o vereador ao tomar conhecimento do encontro com Jarbas e o governador paulista na última segunda-feira.

Nos bastidores, o encontro foi visto como mais uma etapa de negociação em torno do apoio mútuo. Alckmim apoiaria a candidatura de Jarbas à PCR e estimularia nas hostes tucana a adesão do deputado Daniel Coelho (PSDB) a chapa majoritária e, em contrapartida, o peemedebista apoiaria o governador nas suas pretensões de chegar a Presidência da República em 2018.

Para Wanderson, 2016 se discute em 2016. O tucano recifense reiterou ainda a informação do presidente municipal do PSDB, vereador André Régis, que não existe nenhuma conversa nesse sentido. “No PSDB do Recife não há nenhuma discussão nesse sentido. É uma movimentação que ainda não se iniciou”, despistou.







Dilma é incapaz de manter a governabilidade, diz Bruno Araújo

Publicado por Alex Ribeiro, em 30.06.2015 às 21:33

Tucano disse que administração da presidente causa um dano para a população brasileira (Foto: Divulgação/Assessoria)

O deputado Bruno Araújo (PSDB), afirmou nesta terça-feira (30) que a presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu o a capacidade de governar o País e que sua presença à frente do Executivo representa um dano para a população brasileira por ter perdido “a capacidade de discernimento e não conseguir mais dizer coisa com coisa”.

“A presidente, nitidamente, dá sinais da incapacidade de manter a governabilidade do Brasil com discursos pouco compreensíveis que vão desde a mandioca a algo estarrecedor quando procurou, nos Estados Unidos, desqualificar o instituto da delação premiada, resultado de uma lei sancionada pela própria presidente”, disparou o tucano.

Para ele, Dilma repete o mesmo procedimento de organizações criminosas que se especializam em procurar desqualificar aqueles que trazem informações que levam a fatos criminosos imputados ao seu governo.

Araújo lembrou que a delação premiada baseia-se em critérios rígidos definidos pela Lei 12.850, de 2013. “A colaboração premiada, ou delação, é uma forma democrática de se desvendar esquemas fraudulentos, como o do Petrolão”, especificou.

Misturar

O deputado advertiu ainda que “é importante que a presidente não confunda os dedos-duros que entregavam pessoas que lutavam pela liberdade durante a ditadura com o delator que é protegido por lei e entrega criminosos na democracia”.

“A decepção que os brasileiros sofrem hoje é clara, coagidos pela conta de energia, pela conta de combustível, mas, sobretudo, pela desmoralização do o governo Dilma”, definiu o líder.







Dilma diz que conversou com Obama sobre Venezuela

Publicado por Alex Ribeiro, em 30.06.2015 às 19:39

Líder petista esteve reunida com o presidente norte-americano na segunda (29) (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

A presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou que um outro assunto tratado no encontro com o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi a situação da Venezuela, que marcou suas próximas eleições para o dia 6 de dezembro. “Conversamos sobre isso e isso foi muito comemorado”, disse a presidente, ao afirmar que tanto ela quanto Obama “ficaram felizes” com a marcação das eleições venezuelanas.

A declaração foi dada na chegada da presidente à Câmara Americana de Comércio, onde participa de reunião com empresários para mais uma vez falar dos projetos que o governo brasileiro tem na área de infraestrutura. Dilma fez o trajeto de cerca de 200 metros da Blair House – casa de hóspedes do governo norte-americano – até a Câmara a pé. Ela estava acompanhada dos ministros Jaques Wagner (Defesa), Nelson Barbosa (Planejamento), Renato Janine (Educação), Mauro Vieira (Relações Exteriores), Armando Monteiro Neto (Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior) e Aldo Rebelo (Ciência e Tecnologia).

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, também foi a pé da Blair House para o local do evento, mas chegou antes da presidente Dilma. Ele se recusou, no entanto, a responder qualquer pergunta sobre os reflexos da crise grega na economia brasileira.

A presidente faz mais uma palestra nesta terça-feira (30), que é o último compromisso oficial em Washington. A previsão é de que, às 19h (horário local), ela embarque para São Francisco.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Jarbas e Alckmin discutem Lava Jato

Publicado por Alex Ribeiro, em 29.06.2015 às 16:50

Peemedebista e o governador de São Paulo se reuniram nesta segunda-feira (29) (Foto: Divulgação/Assessoria)

O encontro entre o deputado federal Jarbas Vasconcelos (PMDB) e o governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) teve como pauta principal as últimas delações premiadas da Operação Lava Jato. Eles almoçaram nesta segunda-feira (29) no Palácio dos Bandeirantes, na sede da administração paulista.

O convite para o deputado ir a São Paulo partiu de Alckmin ainda em maio deste ano. E só não ocorreu antes por falta de espaço na agenda de ambos. De São Paulo, Jarbas seguiu direto para Brasília, onde espera uma semana movimentada de votações no Congresso.







Festa de Antonio Campos tem homenagem a Eduardo

Publicado por Branca Alves, em 28.06.2015 às 18:20

(Foto: Mirella Araújo/Folha de Pernambuco)

A festa de comemoração do aniversário do escritor e economista Antonio Campos (PSB), realizada neste domingo (28), na Casa da Rabeca, em Olinda, contou com uma homenagem ao ex-governador e ex-presidenciável Eduardo Campos (PSB), irmão do anfitrião. O ex-gestor ganhou um estandarte com a sua foto e os dizeres “Nosso eterno comandante”. Eduardo Campos morreu em agosto de 2014, durante a campanha presidencial, vítima de um acidente aéreo fatal, em Santos (SP).

Com informações de Mirella Araújo, da Folha de Pernambuco.







Parlamentares organizam frente de oposição à política econômica de Dilma

Publicado por Branca Alves, em 28.06.2015 às 15:40

No momento em que a tensão política se agrava no PT, com críticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a petistas e ao governo, políticos de diferentes partidos se organizam em frente de esquerda que pretende reagir à política econômica da presidente Dilma Rousseff, capitaneada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e à “onda conservadora” no parlamento. O grupo também se opõe à aliança com o PMDB, por considerar que o partido deu “guinada à direita”, sob a liderança do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).

Após reuniões iniciadas em março, líderes como o ex-governador do Rio Grande do Sul Tarso Genro (PT), o ex-presidente do PSB Roberto Amaral – ambos ex-ministros do governo Lula -, os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e os deputados Alessandro Molon (PT-RJ) e Glauber Braga (PSB-RJ) decidiram redigir carta-manifesto com os principais pontos da agenda que a frente pretende apresentar à sociedade.

Genro é o relator do esboço do documento, que será apresentado em reunião marcada para 6 de julho, no Rio. “Os pontos centrais que pediram para abordar giram em torno, principalmente, da natureza dos ajustes recessivos que estamos sofrendo. O que nos move é colocar propostas de quadros políticos dos distintos partidos – não os partidos como instituições – para serem examinadas pelo conjunto da sociedade, colaborando para a formação de uma futura frente política com um programa de mudanças democráticas, na economia e na política. Não temos a pretensão de sermos o ‘centro’ desta frente, nem que algum dos nossos partidos o seja”, afirmou ele.

Segundo Genro, o grupo não está ligado a Lula, embora integrantes sejam próximos a ele. Lula e Genro deverão se reunir provavelmente em 7 de julho. No início da semana, Lula pregou a “revolução interna” no PT, que “só pensa em cargos” e “perdeu a utopia”. No fim de semana passado, pesquisa do Datafolha mostrou que a popularidade de Dilma só não é pior que a do presidente Fernando Collor de Melo em setembro de 1992, pouco antes do impeachment. O governo dela teve avaliação ruim ou péssima de 65% dos entrevistados.

Na definição de Randolfe Rodrigues, o futuro manifesto será a “resposta de setores progressistas de esquerda à onda conservadora que temos no Brasil e que tem como grande representante o deputado Eduardo Cunha”. Ele defende que, além das críticas ao ajuste, o primeiro documento da frente rejeite a redução da maioridade penal, em discussão na Câmara, e o fim da obrigatoriedade de que a Petrobrás participe com o mínimo de 30% dos consórcios de exploração do petróleo no pré-sal, projeto que tramita no Senado.

“As forças progressistas, ditas democrática populares, têm estado na defensiva. A ideia é organizar ações de caráter político, não eleitoral, com os movimentos sociais, a classe artística, intelectuais, para que sejam ainda mais amplas”, afirmou o senador do PSOL.

Integrante da dissidência do PSB que não apoiou o tucano Aécio Neves no segundo turno da disputa presidencial, após a derrota da Marina Silva, Glauber Braga diz que o grupo “não tem ideia de sustentação de projeto político eleitoral para 2016, 2018 ou 2020″. “A frente não tem influência do ex-presidente Lula ou de qualquer outro presidenciável. A política econômica permeia a discussão, mas nos propomos a pensar a política brasileira, dialogar com os que têm ideias progressistas e o que se quer a partir de agora.”

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Antonio Campos reúne socialistas em comemoração

Publicado por Branca Alves, em 28.06.2015 às 14:32

Antonio Campos chegou ao local acompanhado do governador Paulo Câmara (Foto: Mirella Araújo/Folha de Pernambuco)

Em uma festa digna de candidato, o escritor e economista Antonio Campos (PSB), irmão do ex-governador Eduardo Campos (PSB), comemora, neste domingo (28), aniversário, rodeado de correligionários e lideranças pernambucanas. A celebração acontece na Casa da Rabeca, em Olinda, cidade a qual deseja concorrer à prefeitura municipal.

Antonio Campos chegou ao local no início da tarde acompanhado do governador Paulo Câmara (PSB). Também marcam presença no evento os secretários estaduais Felipe Carreras (Turismo), Antonio Figueira (Casa Civil) e Milton Coelho (Administração), além do prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB).

Mãe do aniversariante, ministra Ana Arraes, também marca presença (Foto: Mirella Araújo/Folha de Pernambuco)

A mãe do aniversariante, a ministra do Tribunal de Contas da União (TCU) Ana Arraes, também está presente, assim como o ex-governador João Lyra Neto (PSB) e a deputada estadual Raquel Lyra (PSB).

Para acomodar o grande número de convidados, que incluem militantes que chegam de ônibus ao local, o trânsito para a subida da rua que dá acesso à Casa da Rabeca foi interditado.

Com informações de Mirella Araújo, da Folha de Pernambuco.







Clãs prometem briga das boas, em 2016

Publicado por Branca Alves, em 28.06.2015 às 14:20

O deputado estadual estadual Miguel Coelho (PSB) pode estar entre os postulantes (Foto: Roberto Soares /Divulgação)

Por Alex Ribeiro
Do Blog da Folha

As eleições de Petrolina quase sempre são caracterizadas por disputas oligárquicas entre as famílias da região. O clã que mais se destaca historicamente no poder local são os Coelho. No pleito do próximo ano, eles devem, mais uma vez, lançar um candidato à prefeitura. O deputado federal Fernando Filho (PSB) e seu irmão, o deputado estadual Miguel Coelho (PSB), podem disputar o cargo. Contra eles, provavelmente, estará o postulante indicado pelo atual prefeito reeleito Julio Lóssio (PMDB). Ao lado do peemedebista deve estar outro ramo da família, o liderado por Osvaldo Coelho e pelo atual vice-prefeito, Guilherme Coelho (PSDB). O deputado federal Adalberto Cavalcanti (PTB) também poderá á entrar no páreo. Outro nome cotado é o deputado estadual Odacy Amorim (PT), que já administrou o município.

O petista disse que está aberto ao diálogo com todos os partidos, inclusive, com o próprio PSB. “Eu tenho um projeto para a cidade. Estou disponível para conversar com todas as forças políticas. A gente também pode conversar com o PSB. Sentar na mesa para conversar”, confessou Odacy, que completou: “Quero também melhorar a infraestrutura do nosso município com a duplicação da BR-232. Quero discutir um projeto para que a via seja duplicada de Petrolina até Lagoa Grande. Não podemos esperar a duplicação vinda do Recife”.

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) – que disputou por três vezes o cargo, mas não conseguiu se eleger em nenhuma das disputas – , defende uma aliança dos socialistas com Odaçy, que já foi filiado ao próprio PSB.

“Ele é um político respeitado em Petrolina. Eu acho que uma junção do PSB com Odacy Amorim pode ser viável. Ele pode fazer coligação do grupo dele para ser vice na chapa do PSB e, ao mesmo tempo, ter o compromisso desse socialista (candidato à Prefeitura) em eleger ele para deputado federal”, analisou Patriota.

Ele não descartou uma possível candidatura à Prefeitura, mas disse que seria apenas a terceira opção do partido. “Já tive a oportunidade de disputar. Inclusive, acho que teria ganho de Lóssio, em 2012, mas Eduardo (Campos) me chamou e disse que eu não era mais candidato, porque eu já tinha sido candidato por três vezes. Como Eduardo mandava em mim, mesmo ele sendo mais novo (eu o considerava como um pai), acabei apoiando Fernando Filho”, relembrou Patriota, sobre o pleito de 2012, onde Fernando Filho acabou em segundo lugar.

Além de Patriota e de Fernando Filho, o PSB de Petrolina ainda conta no Senado com Fernando Bezerra Coelho e na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) com os deputados Miguel Coelho e Lucas Ramos. O número de parlamentares do partido oriundos da cidade faz dos socialistas a sigla com mais representatividade no local.

Apesar da dinamicidade da política, é quase improvável pensar que os socialistas abram mão de disputar o cargo majoritário local. Fernando Bezerra Coelho já chegou a estar à frente da administração da cidade. “Acho muito difícil não acontecer (uma candidatura). O PSB tem quatro deputados. Não tem outra cidade com esse número. Deveremos colocar nossas ideias em prática. O que foi feito nos oitos ano do governo de Eduardo Campos podem ser utilizados também em Petrolina”, afirmou Fernando Filho.







Site de Silas Malafaia é hackeado

Publicado por Branca Alves, em 27.06.2015 às 17:55

Hackers fizeram montagem de fotos com fundo colorido (Foto: Reprodução)

Por Amanda Figueirôa
Do Site Roberta Jungmann

O pastor Silas Malafaia levou um susto nesta manhã (27) quando viu que o seu site, Verdade Gospel, hackeado pelo Anonymous. Ao som de YMCA, do grupo Village People, o canal estampava foto colorida da manifestação “Celebrate Pride”, com vários representantes políticos ao lado do evangélico, além de um enorme texto, na home, enfatizando a separação de religião e política e o fim da exploração da fé e da boa fé.

O pastor se pronunciou nas redes sociais (Foto: Reprodução/Twitter)

Leia o texto dos hackers:
“O ser humano em primeiro lugar”. Esse é o slogan da campanha de alguns líderes fundamentalistas. Porém, curiosamente, essas lindas palavras não se refletem no rastro de intolerância contra aqueles outros seres humanos, que não são contemplados por suas bençãos. Que ser humano? Naturalmente, o ser humano branco, homem, heterossexual e cristão. De preferência com dinheiro.  Leia Mais







PT diz em nota que todas as doações são legais

Publicado por Alex Ribeiro, em 26.06.2015 às 22:52

Após a revelação de que o ex-presidente da UTC Ricardo Pessoa afirmou, em delação premiada, ter repassado R$ 3,6 milhões de caixa dois, entre 2010 e 2014, para o ex-tesoureiro da campanha da presidente Dilma Rousseff, José de Filippi, e o ex-tesoureiro nacional do PT, João Vaccari Neto, o PT divulgou nota afirmando que as doações feitas ao partido são legais.

“A Secretaria de Finanças do PT informa, por intermédio de sua assessoria de imprensa, que todas as doações recebidas pelo partido aconteceram estritamente dentro da legislação vigente e foram posteriormente declaradas à Justiça”.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Senadores se reúnem com Dilma para discutir reforma

Publicado por Alex Ribeiro, em 25.06.2015 às 16:25

Renan Calheiros esteve presente na reunião com a presidente nesta quinta (25) (Foto: Jonas Pereira/ Agência Senado)

Agência Brasil (Brasília) – O presidente do Senado, Renan Calheiros, e os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Romero Jucá (PMDB-RR) se reuniram nesta quinta-feira (25) com a presidenta Dilma Rousseff (PT) para discutir a tramitação da reforma política, aprovada pela Câmara dos Deputados este mês. O Senado instalou uma comissão para conduzir as discussões sobre a reforma e quer votar algumas mudanças antes do recesso parlamentar.

Na quarta (24), os senadores estiveram com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandovski, e ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para tratar do mesmo tema. Segundo Renan, a mobilização entre os Poderes é fundamental para que a reforma política seja levada adiante.

“Trocamos pontos de vista, falamos um pouco do andamento da discussão e pedimos apoio da presidenta, que consideramos importante e fundamental para que a gente possa avançar nesse calendário”, disse. Segundo ele, o grupo também vai ouvir contribuições dos ex-presidentes da República e de entidades da sociedade como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A primeira reunião da comissão do Senado está marcada para a próxima terça-feira (30) e a previsão é votar algumas propostas antes do recesso parlamentar, que começa no dia 17 de julho. Jucá, relator da comissão, disse que a ideia é que algumas mudanças já entrem em vigor nas eleições municipais de 2016.

O ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse que a presidenta recebeu as propostas dos senadores “com muito entusiasmo”, e que o Executivo dará o apoio e subsídios que forem solicitados pela comissão no debate da reforma política no Senado.

“A presidenta Dilma acolheu com muito entusiasmo o que ouviu dos senadores, não só pelo diálogo interpoderes e interinstitucional que eles estão promovendo, mas também por estarem construindo uma proposta suprapartidária, e buscando centrar em aspectos fundamentais que possam baratear o custo das campanhas eleitorais, melhorar a transparência, melhorar a eficiência do sistema eleitoral. São agendas indispensáveis para o aprimoramento da democracia brasileira”, disse o ministro.