Economia

BC aumenta projeção para preços da eletricidade

Publicado por Branca Alves, em 24.07.2014 às 11:00

Agência Brasil (Brasília) – O Banco Central (BC) aumentou a projeção para o reajuste do preço da eletricidade de 11,5% para 14%, este ano. A previsão está na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, divulgada nesta quinta-feira (24).

Para as tarifas de telefonia fixa, o BC projeta redução de 3,8%, este ano, contra a previsão anterior de 4,2%, divulgada em maio.

A estimativa para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados, a estimativa é 5% em 2014, mesmo valor considerado na reunião do Copom de maio. Segundo a ata, essa projeção considera variações ocorridas, até junho, nos preços da gasolina (0,7%) e do gás de bujão (0,7%).

Para 2016, a projeção para os preços administrados é 6%, em 2015, ante 5% considerados em maio; e 4,8% em 2016.







Saída de dólares do país chega a US$ 4 bilhões

Publicado por Branca Alves, em 23.07.2014 às 13:33

Agência Brasil (Brasília) – As saídas de dólares do país superaram as entradas em US$ 4,039 bilhões, neste mês, até o último dia 18, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados nesta quarta-feira (23). Na semana passada, o saldo positivo em US$ 1,388 bilhão não foi suficiente para mudar o resultado negativo parcial do mês.

A maior parte do saldo negativo de julho, até o dia 18, veio do segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações), com registro de US$ 3,617 bilhões. Já o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) apresentou saldo negativo de US$ 422 milhões.

De janeiro até a semana passada, o fluxo cambial está positivo em US$ 108 milhões. Nesse período, o fluxo financeiro registrou saldo negativo de US$ 2,361 bilhões, e o comercial, positivo em US$ 2,468 bilhões.







IPCA-15 fecha julho com variação de 0,17%

Publicado por Branca Alves, em 22.07.2014 às 11:00

Agência Brasil (Rio de Janeiro) – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) fechou o mês de julho, mais uma vez, em queda. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice fechou o mês de julho com variação de 0,17%, com resultado 0,30 ponto percentual inferior aos 0,47% relativos a taxa de junho. Em julho do ano passado, porém, o IPCA-15 fechou em 0,07%.

Com o resultado, o IPCA-15 passou a acumular de janeiro a julho uma variação de 4,17%, acima dos 3,52% de igual período do ano passado; com a taxa dos últimos 12 meses (a taxa anualizada) fechando em 6,51%, neste caso fechando acima dos 6,41% dos 12 meses anteriores.

Os dados apurados pelo IBGE indicam que o grupo transportes (que passou de uma inflação de 0,50% em junho para uma deflação (inflação negativa de 0,85% em julho) foi o principal responsável pela queda do índice, detendo menos 0,16 ponto percentual de impacto no IPCA-15 do mês.

Alimentação e bebidas (de 0,21% para -0,03% em julho) também contribuíram com -0,01 para variação do IPCA-15. Segundo o IBGE, entre os alimentos muitos produtos ficaram mais baratos de um mês para o outro, especialmente: batata-inglesa (-13,23%), tomate (-11,63%), feijão-fradinho (-8,04%), cenoura (-7,67%), feijão-carioca (-7,44%), cebola (-6,36%), hortaliças (-5,33%), feijão-preto (-5,32%) e farinha de mandioca (-4,60%).

Dos nove grupos pesquisados, apenas habitação (que subiu de 0,29% em junho para 0,48% em julho); e despesas pessoais (de 1,09% para 1,74%) registraram alta entre junho e julho. No caso da alta do grupo habitação, a pressão foi exercida pelas diárias de hotéis, cuja alta de 28,63% liderou o ranking dos principais impactos, com 0,13 ponto percentual – o mais elevado resultado por grupo.







Preços ao consumidor sobem menos na 1ª quinzena

Publicado por Branca Alves, em 16.07.2014 às 14:34

Agência Brasil (São Paulo) – O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve alta de 0,24% na primeira quinzena de julho. Essa variação ficou 0,04 ponto percentual inferior ao registrado na pesquisa passada, segundo a Fundação Getulio Vargas. Seis dos oito grupos de despesas apurados apresentaram quedas com destaque para educação, leitura e recreação (de 0,28% para -0,01%), resultado que reflete redução no ritmo de reajuste das diárias em hotéis (de 6,21% para 4,88%).

No grupo saúde e cuidados pessoais, o índice passou de 0,57% para 0,52% por causa dos artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,97% para 0,84%). Em vestuário, houve alta de 0,16% bem menor do que na apuração anterior, quando a variação havia atingido 0,37%. Os preços das roupas tiveram recuo médio de 0,10%, ante alta de 0,35% na quinzena anterior.

Nas despesas com comunicação, a taxa ficou em 0,04% ante 0,21%, e entre os principais motivos está a tarifa de telefone móvel (passou de 0,58% para 0,01%). No grupo despesas pessoais, ocorreu decréscimo de 0,30% ante 0,40% provocado, principalmente, pelo valor do jogo lotérico. Já o grupo alimentação teve leve recuo no ritmo de alta (de 0,13% para 0,11%). A alimentação fora de casa teve correção de 0,84%, taxa abaixo da medição passada (0,92%).

Nos demais grupos foram constatadas as seguintes elevações: transportes (de 0,04% para 0,13%) com alta na tarifa de ônibus urbano (de -0,33% para 0,27%) e habitação (de 0,42% para 0,44%) como efeito do aumento na tarifa de energia residencial (de -0,07% para 0,69%).

Os cinco grupos que mais pressionaram a inflação foram: refeições em bares e restaurantes (0,83%); aluguel residencial (0,62%); plano e seguro saúde (0,70%); hotel (4,88%) e mão de obra para reparos em residência (1,25%).







Banco Central anuncia hoje taxa básica de juros

Publicado por Branca Alves, em 16.07.2014 às 10:05

Agência Brasil (Brasília) – Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anuncia nesta quarta-feira (16), após o fechamento do mercado financeiro, a decisão sobre a taxa básica de juros, a Selic. Essa é a quinta reunião do ano do Copom.

A expectativa do mercado financeiro é de manutenção da Selic em 11% ao ano. A taxa básica passou por um ciclo de nove altas seguidas, até abril, quando foi ajustada para o atual patamar. Em maio, o Copom decidiu interromper o aperto monetário.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo. Ao manter a Selic no mesmo patamar, a sinalização é que as elevações anteriores foram suficientes para provocar os efeitos esperados na economia. O BC tem reiterado que os efeitos de alta da taxa básica se acumulam e levam tempo para aparecer.

O BC tem que perseguir a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional. Essa meta é 4,5%, com limite superior em 6,5%. A projeção do mercado financeiro aponta a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), bem próxima desse teto (6,48%).







Copom deve manter Selic em 11% ao ano

Publicado por Branca Alves, em 15.07.2014 às 11:17

Agência Brasil (Brasília) – A quinta reunião do ano do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) tem início na tarde desta terça-feira (15). Amanhã, o comitê – formado pelos diretores e presidente do órgão, anuncia a decisão sobre a taxa básica de juros, a Selic.

A expectativa do mercado financeiro é de manutenção da Selic no atual patamar (11%). A taxa básica passou por um ciclo de nove altas seguidas, até abril, quando foi ajustada para 11% ao ano. Em maio, o Copom decidiu interromper o aperto monetário.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo.

Ao manter a Selic no mesmo patamar, a sinalização é que as elevações anteriores foram suficientes para provocar os efeitos esperados na economia. O BC tem reiterado que os efeitos de alta da taxa básica se acumulam e levam tempo para aparecer.

“Com a atividade econômica em baixa e a inflação [no varejo] pressionada, o mercado não tem dúvidas de que na reunião desta quarta, o Copom vai optar pela manutenção da Selic”, diz a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), no Informativo Semanal de Economia Bancária.

Para a Febraban, o quadro da atividade econômica em recuo abriria espaço para algum afrouxamento da política monetária. “Mas para isso ocorrer é necessário que o comportamento da inflação aponte sinais claros de recuo, ampliando o raio de manobra da autoridade monetária”, acrescentam os economistas no informativo.

O BC tem que perseguir a meta de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional. Essa meta é 4,5%, com limite superior em 6,5%. A projeção do mercado financeiro aponta a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), bem próxima desse teto (6,48%).

No primeiro dia das reuniões do Copom, os chefes de departamento apresentam uma análise da conjuntura doméstica, com dados sobre a inflação, o nível de atividade econômica, as finanças públicas, a economia internacional, o câmbio, as reservas internacionais, o mercado monetário, entre outros assuntos.

No segundo dia, participam da reunião os diretores e o presidente do BC. O chefe do Departamento de Estudos e Pesquisas também participa, mas sem direito a voto. Após análise da perspectiva para a inflação e das alternativas para definir a Selic, os diretores e o presidente definem a taxa. Assim que a Selic é definida, o resultado é divulgado à imprensa. Na quinta-feira da semana seguinte, o BC divulga a ata da reunião, com as explicações sobre a decisão.







PCR e MPPE se unem para impedir sonegação de impostos

Publicado por Branca Alves, em 10.07.2014 às 10:30

A Prefeitura do Recife (PCR) e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) vão unir forças para coibir os crimes contra a ordem tributária. Auditores do Tesouro Municipal vão passar a repassar ao Ministério Público informações e elementos materiais que servirão de base para eventuais ações penais movidas pela promotoria. O corpo técnico da Secretaria de Finanças deverá acionar o MP quando encontrar indícios de atos ou fatos que possam configurar crime contra a ordem tributária.

Para que isso ocorra, o prefeito do Recife, Geraldo Julio (PSB), e o procurador-geral da Justiça, Aguinaldo Fenelon, assinam, nesta quinta-feira (10), às 11h, um Termo de Cooperação Técnica oficializando o Programa Permanente de Combate ao Crime Contra a Ordem Tributária.







Receita libera consulta a 2º lote de restituição do IR

Publicado por Branca Alves, em 8.07.2014 às 09:30

Agência Brasil (Brasília) – A consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2014 estará disponível nesta terça-feira (8), a partir das 9h, no site da Receita Federal. O lote contempla 1.060.473 contribuintes, somando R$ 1,6 bilhão. O crédito será depositado no dia 15 de julho.

Além de acessar a página da Receita para saber se terá a restituição liberada nesse lote, o contribuinte pode também ligar no Receitafone, número 146. Na consulta à internet, no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), é possível ter acesso ao extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

Além da restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2014, será liberada nesta terça-feira a consulta a seis lotes residuais (declarações que estavam retidas na malha fina) de exercícios entre 2013 e 2008. Com esses lotes, o valor total a ser liberado no dia 15 será R$ 1,8 bilhão e abrangerá 1.122.154 contribuintes.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate no prazo, deverá requerê-la pela internet, por meio do Formulário Eletrônico Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no Portal e-CAC.







Projeção de crescimento cai pela 6ª semana seguida

Publicado por Branca Alves, em 7.07.2014 às 10:10

Agência Brasil (Brasília) – A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia este ano continua em queda. Pela sexta vez seguida, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi reduzida. Desta vez, a projeção passou de 1,10% para 1,07%. Para 2015, a expectativa é de crescimento um pouco maior: 1,5%, a mesma da semana passada. Essas projeções são do boletim Focus, resultado de pesquisa semanal do Banco Central (BC) com instituições financeiras.

Para a produção industrial, a projeção de retração passou de 0,14% para 0,67%. No próximo ano, as instituições financeiras esperam por recuperação da produção industrial, com crescimento de 2,10%, contra 2,20% previstos na semana passada.

A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 2,40, neste ano, e em US$ 2,50, em 2015.

As instituições financeiras também mantiveram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao fim de 2014, no atual patamar de 11% ao ano. Para o fim de 2015, a expectativa segue em 12% ao ano.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a estimativa permanece em 6,46%, este ano, e em 6,10%, em 2015.

A pesquisa semanal do BC também traz a mediana (desconsidera os extremos) das expectativas para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que passou de 5,45% para 5,33%, em 2014, e segue em 5,50%, em 2015. Para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa foi ajustada de 5,44% para 5,35%, este ano, e de 5,50% para 5,57%, em 2015.

A estimativa da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) passou de 6,04% para 5,77%, em 2014, e de 5% para 4,79%, em 2015.







Receita libera na 3ª consulta ao 2º lote de restituição do IR

Publicado por Maurício Júnior, em 5.07.2014 às 20:15

Agência Brasil – A consulta ao segundo lote de restituição do Imposto de Renda de Pessoa Física de 2014 estará disponível a partir das 9h da próxima terça-feira (8), no site da Receita Federal. O lote contempla 1.060.473 contribuintes, somando R$ 1,6 bilhão. O crédito será depositado no dia 15 de julho.

Além de acessar a página da Receita Federal para saber se terá a restituição liberada neste lote, o contribuinte pode também ligar no Receitafone, no número 146. Na consulta à internet, no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC), é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

Além da restituição do Imposto de Renda de Pessoa Física de 2014 também será liberado na terça-feira a consulta aos seis lotes residuais (declarações que estavam retidas na malha fina) de exercícios entre 2013 e 2008. Com esses lotes, o valor total a ser liberado no dia 15 será R$ 1,8 bilhão e abrangerá 1.122.154 contribuintes.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate no prazo, deverá requerê-la pela internet, por meio do Formulário Eletrônico Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no Portal e-CAC.







Atividade no comércio recua 3,2% em junho

Publicado por Branca Alves, em 3.07.2014 às 13:30

Agência Brasil (São Paulo) – A redução do expediente do comércio durante a Copa do Mundo e a decretação de feriados em algumas cidades reduziu o movimento de consumidores em lojas de todo o país, aponta pesquisa da empresa de consultoria Serasa Experian. Houve redução de 3,2% na atividade do comércio em junho na comparação com o mês anterior. Em relação a junho do ano passado, no entanto, o indicador do movimento no varejo revela 0,7% de aumento.

Além do impacto do Mundial, os economistas da Serasa destacam outros fatores, como “a elevação das taxas de juros; a menor geração de empregos no mercado de trabalho; o baixo índice de confiança dos consumidores e as incertezas com relação à economia”. De janeiro a junho, o indicador acumula alta de 3,6% na comparação com igual período de 2013.

Apenas o segmento de tecidos, vestuário, calçados e acessórios manteve-se estável em relação a junho. Os demais setores registraram queda na movimentação, com destaque para os setores de material de construção (-13,1%) e combustíveis e lubrificantes (-12,3%). Também registraram queda os setores de veículos, motos e peças (-6,4%); supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (-4,2%) e móveis, eletroeletrônicos e informática (-3,0%).







Expectativa sobre inflação volta a aumentar

Publicado por Branca Alves, em 3.07.2014 às 11:10

Agência Brasil (Rio de Janeiro) – Depois de ter caído de 7,5% para 7,2% de abril para maio deste ano, o Indicador de Expectativas Inflacionárias dos Consumidores voltou a subir em junho, chegando a 7,4%, consolidando-se em patamar elevado em termos históricos. Observado em médias móveis trimestrais, o Indicador de Expectativas Inflacionárias divulgado nesta quinta-feira (3), pela Fundação Getulio Vargas (FGV), manteve a tendência de aumento gradual da inflação prevista, segundo o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre).

Na avaliação do economista Angelo Polydoro, do Ibre/FGV, “o aumento em junho reverte a queda observada no mês anterior e aproxima a leitura atual do maior valor já observado na série do indicador, que foi exatamente os 7,5% do mês de abril”. Segundo o economista, a tendência é que haja “manutenção das expectativas de inflação em níveis elevados acompanhando o índice acumulado do IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Ampliado] em 12 meses.”

A previsão da distribuição dos valores citados pelos consumidores para os 12 meses seguintes, em síntese, acusa diminuição das taxas relativamente menores, como 5% ou 6%, e um consequente aumento das de valores maiores como 7%, 10%, 12% ou até mesmo acima de 12%.







Preços ao consumidor têm leve queda em 4 capitais

Publicado por Branca Alves, em 2.07.2014 às 11:00

Agência Brasil (Rio de Janeiro) – A queda de 0,01 ponto percentual no Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), entre as semanas encerradas nos dias 22 e 30 de junho (de 0,34% para 0,33%), reflete retração nos preços em quatro das sete capitais pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas.

Mais uma vez, a principal alta do mês foi registrada em Salvador, onde os preços subiram 0,54%. Ainda assim, na capital baiana, houve retração de 0,08 ponto percentual em relação à semana imediatamente anterior.

Recife continua como a capital com a segunda maior variação de preços, com alta de 0,40%, embora também tenha registrado recuo entre uma semana e outra. A queda foi 0,13 ponto percentual em relação ao 0,53% da semana anterior.

Também tiveram desaceleração nos preços o Rio de Janeiro (de 0,40% para 0,39%) e Brasília (de 0,49% para 0,34%), nesse caso a maior queda entre uma semana e outra: 0,15 ponto percentual.

As três capitais onde os preços subiram entre as semanas encerradas nos dias 22 e 30 foram Belo Horizonte (de 0,10% para 0,17%), Porto Alegre (0,16% para 0,21%) e São Paulo (de 0,28% para 0,32%)







Gastos de brasileiros no exterior registram recorde

Publicado por Branca Alves, em 24.06.2014 às 13:15

Agência Brasil (Brasília) – Os gastos de brasileiros no exterior registraram novo recorde em maio. De acordo com dados do Banco Central (BC), no mês passado essas despesas chegaram a US$ 2,266 bilhões, o maior resultado para o período já verificado pelo BC. Em maio de 2013, os gastos somaram US$ 2,221 bilhões.

De janeiro a maio, os gastos de brasileiros em viagens ao exterior chegaram a US$ 10,484 bilhões, acima dos US$ 10,301 bilhões registrados no mesmo período de 2013.

As receitas deixadas por estrangeiros no Brasil ficaram em US$ 531 milhões em maio de 2014, contra US$ 522 milhões no mesmo mês do ano passado. De janeiro a maio, essas receitas chegaram a US$ 2,849 bilhões, contra US$ 3,027 bilhões nos cinco primeiros meses de 2013.

Com o resultado dos gastos dos brasileiros e a receita dos estrangeiros, o saldo negativo da conta de viagens ficou em US$ 7,635 bilhões, de janeiro a maio, e em US$ 1,735 bilhão somente no mês passado.

Hoje (24), o BC informou que revisou a projeção para o déficit em viagens internacionais este ano, de US$ 18,5 bilhões para US$ 18 bilhões.







Analistas reduzem para 1,16% previsão de crescimento

Publicado por Branca Alves, em 23.06.2014 às 12:00

Agência Brasil (Brasília) – Pela quarta semana seguida, as instituições financeiras reduziram as estimativas de crescimento da economia brasileira neste ano. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal com analistas de mercado divulgada pelo Banco Central, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) caiu para 1,16% em 2014, contra 1,24% registrado na semana passada.

As projeções para o próximo ano também pioraram. A previsão de crescimento do PIB para 2015 passou de 1,73% para 1,5%. A indústria deve ser um dos principais fatores que puxarão a desaceleração da economia. De acordo com a pesquisa, a estimativa de variação da produção industrial ficou em -0,14% para 2014. No boletim anterior, as instituições financeiras projetavam alta de 0,51%.

Para a inflação, a estimativa do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi mantida em 6,46%. Em relação à Selic (juros básicos da economia), as instituições apostam que a taxa continuará em 11% ao ano até o fim de 2014. Fixada pelo Comitê de Política Monetária do Banco Central, a taxa Selic está nesse nível desde abril.