Economia

Receita começa a receber nesta segunda declarações do IR 2015

Publicado por Márcio Didier, em 1.03.2015 às 16:00

O prazo para entrega da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física 2015 começa amanhã (2) e termina no dia 30 de abril. As pessoas que entregam a declaração no início do prazo têm prioridade para receber a restituição, caso não preencha a declaração com erros ou omissões. Na mesma siutção estão incluídas pessoas com mais de 60 anos, portadoras de moléstia grave ou com deficiência física ou mental.

Este ano, cerca de 27,5 milhões de contribuintes devem prestar contas ao Fisco. A multa por atraso de entrega será de 1% ao mês-calendário, até 20%. O valor mínimo é R$165,74. Um passo a passo com cada etapa da entrega está disponível na página da Receita.

A declaração poderá ser preenchida no próprio computador, com a utilização do programa gerador, ou em dispositivos móveis, como tablets ou smartphones utilizando o aplicativo m-IRPF ou diretamente no site da Receita Federal, por meio do Centro Virtual de Atendimento (e-CAC). Neste último caso, haverá necessidade de uma certificação digital.

O contribuinte poderá salvar ou compartilhar dos computadores da Receita Federal informações online do programa gerador da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para usar em diversos dispositivos e não apenas no adotado para preenchimento do documento.

Isto facilitará a vida do usuário, que poderá usar a chamada computação em nuvem (acesso a computador remoto). Será possível começar o preenchimento utilizando uma forma e continuar em outra, sempre salvando as informações online.

O contribuinte que optar pela instalação do programa gerador do Imposto de Renda terá de aguardar até 2 de março, a partir das 8h, para fazer o download . “A partir deste horário, quem baixar o programa poderá transmitir a declaração”, conforme informou o supervisor nacional do Imposto de Renda, Joaquim Adir.

Entre os obrigados a declarar estão os contribuintes que receberam, em 2014, rendimentos tributáveis superiores a R$ 26.816,55 ou rendimentos isentos – não tributáveis ou tributados somente na fonte –, cuja soma seja superior a R$ 40 mil.

Também deve declarar quem recebeu, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos sujeito à incidência de imposto, realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias e futuros, auferiu ganhos e tem bens ou propriedade rurais de acordo com valores estabelecidos pela Receita.

(Fonte: Agência Brasil)







Para economistas, desafio de Levy vai além do ajuste fiscal

Publicado por Márcio Didier, em 1.03.2015 às 12:20

(Foto: Wilson Dias/ Agência Brasil)

O desafio da equipe econômica chefiada pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, vai além do ajuste fiscal franqueado pelo superávit primário de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. A questão é que para muitos a tal missão, atribuída a si mesma pela área econômica conforme vem falando o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, parece ainda não estar clara. Deste universo de duvidosos é que surgem questionamentos sobre a capacidade de o primário proposto recolocar a economia na trajetória do crescimento sustentável.

Segundo o economista da Brasil Investimentos – as contas públicas e o balanço de pagamentos. “E o Levy já disse que o segundo passo serão as reformas microeconômicas. É exatamente o que o Lula e o Palocci fizeram”, emenda o economista.

A economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif, também entende que o desequilíbrio macroeconômico é a primeira frente a ser atacada para depois partir para a arrumação da microeconomia. É o desarranjo macroeconômico, segundo ela, que gera a inflação e retira competitividade das empresas e renda das famílias. “É importante ressaltar que o potencial de crescimento do Brasil encolheu”, diz. E isso aconteceu pelas distorções causadas pelos estímulos fiscais concedidos pela equipe econômica anterior sem o acompanhamento da inflação.

As contas públicas desorganizadas, de acordo com a economista da XP Investimentos, desestimulam o ganho de produtividade da economia, problema este de ordem estrutural. No campo conjuntural, de curto prazo, segundo Zeina, o que se tem a fazer é o ajuste fiscal para tirar das costas do Banco Central a responsabilidade de controlar sozinho os preços, já que o instrumento clássico mais rápido e eficiente de combate à inflação é a taxa Selic.

“Estamos crescendo abaixo do potencial (1,5% a 2%) porque a macroeconomia está desorganizada”, avalia Zeina. Para ela, a meta de superávit primário, se for atingida, vai ajudar muito. “Mas é preciso fazer as reformas porque o mundo fez as suas e o Brasil ficou para trás”. Por isso, segundo Zeina, a agenda do ministro Levy está na direção correta. O juro alto, na avaliação da economista XP Investimentos, não é a causa do desequilíbrio fiscal. É a consequência de um País que não tem poupança, de um governo que gasta muito e que não estimula a poupança do setor privado.

De acordo com o coordenador do curso de economia do Ibmec, Márcio Salvato, o ajuste fiscal é “necessário e imprescindível”, pois ele vai definir o patamar dos juros. “E juros elevados inibem investimentos. E se eu quero fazer com que retorne o crescimento via investimento só consigo fazer com juros menores” afirma, ponderando que não vê no cenário atual a possibilidade de que a Selic caia, “sendo otimista”, antes do fim deste ano por causa do cenário inflacionário. O coordenador do Ibmec diz que o governo precisa “pensar em outras coisas além de do superávit primário”.

Para Salvato, o Brasil precisaria enfrentar problemas estruturais e investir em reformas urgentes, como a trabalhista e a tributária, que ajudariam o País a ganhar competitividade. “São problemas antigos de difícil solução, mas fundamentais para que o País cresça de forma saudável”, afirmou.

Salvato diz ainda que agora “não é o momento de baixar juros” e que esse é um problema criado pelo governo. “É um problema que a gente criou com inflação e déficit público elevados. Primeiro temos de atacar a causa e os juros vêm na sequência”, disse. “Se não atacar a causa não posso reclamar dos juros”, reforça.

Para o vice-presidente do Insper, Marcos Lisboa, o desequilíbrio fiscal é resultado de uma política equivocada nos últimos cinco ou seis anos. “É grave, mas é apenas a ponta do problema. É preciso desfazer o que foi feito nos últimos anos, com uma política de controle nacional dos preços, expansão do crédito subsidiado e regras de desonerações que beneficiaram apenas alguns setores”, diz. Lisboa, que foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda na gestão do petista Antonio Palocci, afirma que no ano passado o descontrole das contas do governo foi ainda maior que o esperado e, por sua vez, o quadro econômico ficou pior que o projetado. “A economia desacelerando ainda mais fortemente e a piora nos gastos públicos trazem desafios ainda maiores do que há dois meses, quando a equipe econômica anunciou o ajuste”, afirma.

Lisboa diz ainda que o problema que o País vive hoje é reflexo de um “adiamento” nos ajustes necessários. “Em 2008, quando houve a crise mundial, o Brasil tinha de ter feitos ajustes moderados e passar por uma transição. Mas, na tentativa de evitar fazer ajuste simples e moderado há cinco anos foi-se criando uma série de intervenções, remendos para tentar evitar o problema e tudo isso agravou o quadro atual”, afirma. Agora, na avaliação do vice-presidente do Insper, “a realidade impôs um ajuste mais severo e prolongado”. “É uma agenda difícil, que vai muito além do fiscal, mas se o fiscal não for enfrentado o problema vai ser muito maior”, completa.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Danilo Cabral: “Pernambuco vai continuar crescendo”

Publicado por Alex Ribeiro, em 27.02.2015 às 20:27

Secretario disse que o Estado vai continuar crescendo dois pontos percentuais(Foto: Peu Ricardo/Folha de Pernambuco)

Apesar da possível recessão econômica nacional, o secretário de Planejamento e Gestão, Danilo Cabral, garantiu, durante coletiva de imprensa após a primeira reunião do secretariado, no Palácio do Campo das Princesas, nesta sexta-feira (27), que Pernambuco vai continuar crescendo. Segundo ele, os empreendimentos realizados no Estado nos últimos anos irão ajudar no avanço, e isso já será perceptível ainda no ano de 2015.

Danilo ainda afirmou que o Estado tem R$ 1 bilhão em caixa para serem investidos no Estado este ano. “A gente tem uma previsão que aponta uma recessão técnica de 0,5% na economia brasileira (para este ano). Temos uma expectativa, de tudo que foi feita no Estado nos últimos oitos anos, que a gente vai continuar crescendo 2 pontos percentuais no ano de 2015, e isso vai ter reflexo nas contas dos municípios e do Estado, sobretudo no ano de 2015 e 2016”, relatou o secretário.

“Esse conjunto de empreendimentos que a gente tem aqui, e que está se materializando como o da própria FIAT, de Suape, da Petroquímica. É um conjunto de iniciativas que já está consolidada independente da situação econômica e do que vai acontecer em 2016”, completou.

Mesmo com o possível avanço, Danilo declarou que o tamanho do investimento realizado no Estado vai depender da expectativa econômica e das medidas executadas pelo Governo Federal.

“O cenário está numa dinâmica fundamental e por isso vamos estar constantemente em avaliação para corrigir os rumos (dos investimentos no Estado)”, disse.







Armando e Lóssio celebram parceria em Petrolina

Publicado por Branca Alves, em 27.02.2015 às 15:41

(Foto: Divulgação)

Uma semana depois de o prefeito de Petrolina, Julio Lóssio (PMDB), ter se encontrado com o governador Paulo Câmara (PSB), o gestor celebrou com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro Neto (PTB), na noite desta quinta-feira (26), a implantação de um call center no município. A empresa tem sede em Minas Gerais e deve gerar, no município sertanejo, algo em torno de 3 mil empregos diretos. Serão investidos cerca de R$ 26 milhões na implantação da filial.

Durante a solenidade de assinatura do termo de cessão do terreno, doado pela prefeitura à empresa AeC, o ministro disse que o Governo Federal está reequilibrando a economia do País. “Estamos reequilibrando a economia para que o Brasil retome o crescimento e isso vai acontecer logo, eu estou seguro”, garantiu o ministro.

Ele ainda defendeu que os pessimistas estão condenados a perder. “O nosso Brasil é muito maior do que qualquer dificuldade que se apresente. Algumas vozes ficam insistindo em querer impregnar um clima de pessimismo e de desalento no Brasil. Mas eu costumo dizer que os pessimistas no Brasil estão condenados a perder”, afirmou.

O ministro, junto com o prefeito e dirigentes da empresa, ressaltou que o investimento feito no município é um exemplo de crença na retomada do crescimento. “Esse ato é uma demonstração de crença no nosso país, esse ato é a afirmação da força e da capacidade empreendedora do povo brasileiro”, disse.







Nova diretoria de Governança da Petrobras foi subdividida em três gerências

Publicado por Branca Alves, em 27.02.2015 às 14:59

A nova diretoria da Petrobras – de Governança, Risco e Conformidade – foi dividida em três gerências-executivas: de governança, organização e gestão; de riscos empresariais; e de conformidade. A divisão da diretoria foi apresentada na última terça-feira, dia 24, informou a Petrobras, em comunicado oficial.

Ao todo, a diretoria de Governança conta com 362 funcionários e tem como missão identificar e analisar “o que está de acordo ou em conformidade com os requisitos e as regras de cada negócio da companhia”.

A Petrobras, no comunicado, ressaltou a afirmação do diretor João Elek ao assumir o cargo, em janeiro deste ano, de que o objetivo é “levar a empresa a se tornar referência em governança risco e conformidade, assim como ela sempre foi referência técnica, reconhecida mundialmente, na indústria de óleo e gás”.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Governo suspende programa Minha Casa Melhor

Publicado por Alex Ribeiro, em 26.02.2015 às 21:10

Com problemas de falta de recursos, o governo federal decidiu suspender o programa Minha Casa Melhor, linha de crédito especial para os beneficiários do Minha Casa, Minha Vida adquirirem móveis, eletrodomésticos e eletrônicos a taxas de juros subsidiadas.

Para operar o programa, a Caixa Econômica Federal recebeu do governo uma capitalização de R$ 8 bilhões em junho de 2013. Do valor total, R$ 3 bilhões foram direcionados para os financiamentos do programa – o restante foi usado em outra operação.

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a Caixa desembolsou até o fim do ano passado mais do que esses R$ 3 bilhões. Até dezembro, 18 meses após o lançamento do programa, 640 mil famílias tinham recebido os cartões do Minha Casa Melhor. Foram oferecidos R$ 3,2 bilhões – dos quais R$ 2,4 bilhões foram realmente contratados.

“Novas contratações do Minha Casa Melhor estão sendo discutidas no âmbito da terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida”, informou, em nota, a Caixa. “Os cartões referentes a contratos já realizados continuam operando normalmente”.

Pelo canal oficial de comunicação que mantém com os beneficiários do programa, a atendente da Caixa afirmou que o Minha Casa Melhor está suspenso desde o dia 20 deste mês. “A Caixa está reavaliando o programa antes de realizar novas contratações no Brasil inteiro”, afirmou a atendente, que não quis se identificar.

No lançamento do programa, o governo divulgou que a expectativa era de que 3,7 milhões de famílias fossem beneficiadas, em um total de R$ 18,7 bilhões. O Minha Casa Melhor oferece crédito a juros mais baixos que os praticados no mercado para as famílias atendidas pelo programa Minha Casa Minha Vida comprarem 14 tipos de eletrodomésticos e móveis. Os juros são de 5% ao ano contra 16,5% que são cobrados pelo mercado para financiar esses produtos.

O presidente da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL), Honório Pinheiro, lamentou o “congelamento” do programa por ter certeza que a medida terá impacto no setor varejista. “O Brasil está diante do desafio de fazer funcionar esse novo modelo econômico imposto pelo ministro Joaquim Levy “, afirmou.

A CNDL, que representa 1,2 milhão de lojistas, estima que o programa injetou R$ 1,4 bilhão no setor no ano passado. De acordo com o governo, desde o lançamento do programa, os donos dos imóveis do Minha Casa, Minha Vida compraram TV digital, computador, geladeira, fogão e móveis, entre outros produtos, em 28 mil lojas espalhadas pelo País.

Ao entregar os imóveis do conjunto em Feira de Santana (BA), a presidente Dilma Rousseff assegurou a continuidade do programa de habitação popular. Segundo ela, a terceira fase será lançada em março, com a meta de contratar mais 3 milhões de moradias.

Depois de dizer que faz ajustes fiscais “como uma mãe, uma dona de casa faz na casa”, a presidente garantiu que o governo não paralisaria programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida. Ela não citou, porém, o Minha Casa Melhor. A cerimônia foi planejada para ser a primeira parada em um roteiro de viagens que a presidente planeja fazer para recuperar sua popularidade.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Dilma nega ter promovido ‘tarifaço’ nos combustíveis

Publicado por Alex Ribeiro, em 25.02.2015 às 18:15

A presidente Dilma Rousseff (PT) negou nesta quarta-feira (25) que tenha promovido um “tarifaço” nos preços dos combustíveis, cujo recente reajuste desencadeou uma onda de protestos de caminhoneiros pelo País. “O que fizemos foi recompor a Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Não elevamos em uma vírgula o preço dos combustíveis”, afirmou. Sobre a principal demanda dos caminhoneiros que bloquearam estradas por todo o País, a presidente disse que o governo não tem como baixar o preço do diesel. Dilma Rousseff esteve em Feira de Santana, na Bahia.

Aconselhada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a presidente usou Feira de Santana como primeiro destino de uma série de viagens marcadas com o intuito de recuperar sua popularidade, que despencou em meio ao aumento de preços, especialmente dos combustíveis e da energia, e às denúncias de corrupção na Petrobras. A escolha da cidade não foi ao acaso. Nas últimas eleições presidenciais, Dilma obteve 66,71% dos votos válidos de Feira de Santana.

Acompanhada do ex-governador da Bahia e ministro da Defesa, Jaques Wagner, ela foi ovacionada pelo público. Também acompanharam a presidente o governador Rui Costa e o ministro das Cidades, Gilberto Kassab (PSD). Ela aproveitou seu discurso para defender as medidas de contenção de gastos empreendidas por sua equipe econômica. Disse que as correções que vêm sendo feitas são mais do que necessárias.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Serasa registra uma tentativa de fraude a cada 16 segundos

Publicado por Márcio Didier, em 23.02.2015 às 13:30

O Indicador Serasa Experian registrou em janeiro 168.944 tentativas de fraude, ou seja, uma tentativa a cada 15,9 segundos no país. A tentativa de fraude é o roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios ou para obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos.

Entre as principais tentativas de golpe apontadas pelo Indicador Serasa Experian estão a emissão de cartões de crédito obtidos com identificação falsa ou roubada; financiamento de eletrônicos no varejo, no qual o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, além da compra de celulares, abertura de conta em banco, compra de automóveis e abertura de empresas com a apresentação de documentos falsos ou roubados. Em todos os casos quem arca com a conta é a vítima ou a instituição financeira.

A telefonia foi responsável por 71.478 registros, totalizando 42,3% do total de tentativas de fraude registradas no mês. O setor de serviços (construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral, salões de beleza, pacotes turísticos) teve 47.356 registros, equivalente a 28% do total. O setor bancário foi o terceiro da lista, com 34.826 tentativas, 20,6% do total. O segmento varejo teve 12.251 tentativas de fraude, registrando 7,3% das investidas contra o consumidor.

Segundo a Serasa Experian, é comum que pessoas forneçam dados pessoais em cadastros na Internet sem verificar a idoneidade e a segurança dos sites. “Além disso, os golpistas costumam comprar telefone para ter um endereço e comprovar residência, por meio de correspondência, e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas”, informa a entidade.

Para evitar golpes, a Serasa orienta as empresas a pedir sempre dois documentos originais (como RG, CPF, Carteira de Habilitação), além de verificar a autenticidade. A Serasa Experian responde diariamente 6 milhões de consultas, auxiliando 500 mil empresas de diversos portes e segmentos a tomar decisões em qualquer etapa de negócio.

(Fonte: Agência Brasil)







Investidores esperam queda de 0,5% no PIB de 2015

Publicado por Branca Alves, em 23.02.2015 às 12:20

Agência Brasil (Brasília) – Os investidores e analistas do mercado financeiro esperam retração de 0,5% no Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e riquezas produzidos em um país) em 2015. A expectativa piorou em relação à semana anterior, quando era prevista queda de 0,42%. Para 2016, é esperado que a economia volte a crescer, com elevação de 1,5% do PIB.

Os dados, divulgados nesta segunda-feira (23) pelo Banco Central (BC), estão no boletim Focus, pesquisa semanal feita com instituições financeiras. Os analistas também estão mais pessimistas em relação à inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O mercado espera que ela encerre 2015 em 7,33% contra 7,27% da projeção anterior. O teto da meta estabelecido pela equipe econômica é 6,5%. Para os preços administrados, que são regulados pelo governo, a estimativa é que haja alta de 10,4%. A projeção anterior era 10%.

Com relação à taxa básica de juros, a Selic, a previsão é que feche 2015 em 12,75% ao ano. A projeção de câmbio permanece R$ 2,90. A estimativa da dívida líquida do setor público ficou em 37,9% do PIB. A produção industrial deve recuar 0,35% na avaliação do mercado financeiro.

A projeção do déficit em conta-corrente, que mede a qualidade das contas externas, ficou em US$ 78,4 bilhões – aumento em relação aos US$ 78 bilhões da semana anterior. O saldo projetado para a balança comercial caiu de US$ 5 bilhões para US$ 4,4 bilhões. Os investimentos estrangeiros estimados são US$ 60 bilhões.







Levy repete que governo deve rever benefícios fiscais

Publicado por Branca Alves, em 23.02.2015 às 11:45

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, voltou a dizer nesta segunda-feira (23), em São Paulo, que é muito importante a estratégia de se rever alguns benefícios fiscais no arcabouço econômico que a nova equipe econômica está propondo. Segundo ele o custo de R$ 100 bilhões de benefícios fiscais por ano é muito dinheiro.

“O ajuste que vamos fazer agora está absolutamente dentro da nossa capacidade”, disse o ministro, em evento em São Paulo. De acordo com o ministro, “temos condições de fazer uma reengenharia da nossa economia sem dificuldades”. Ainda segundo ele, o ajuste vai exigir “certa imaginação” e “esforço”, mas ele salientou que não há nada de problemático na economia.

Para o ministro, o seguro-desemprego, por exemplo, visa o inesperado e não é para garantir um sistema de suporte. “Mudanças foram feitas para tornar estes instrumentos mais focados e mais fortes”, disse.

Contas públicas
O ministro da Fazenda reiterou que o desequilíbrio fiscal de 2014 tem sido corrigido. Disse que o déficit fiscal de 7% do Produto Interno Bruto (PIB) não é muito sustentável e que 2% do PIB de primário é um nível aceitável. “Nossa dívida bruta reflete a aquisição de ativos como as reservas internacionais”, disse o ministro, citando as reservas como exemplo dos ativos.

Parte da dívida brasileira, segundo Levy, tem como lastro empréstimos do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “Pode se dizer que trata-se de um lastro bastante sólido”, afirmou, ressaltando que é importante que as dívidas bruta e líquida do País entrem numa trajetória mais segura. Para ele, a diminuição da dívida pública tende a favorecer o crédito privado. “Mas é muito importante termos estratégias alternativas”. O ministro voltou a afirmar que para uma participação maior do mercado é importante a sinalização do lado fiscal.

(Fonte: Estadão Conteúdo)







Mercado avalia que economia deve encolher em 2015

Publicado por Branca Alves, em 18.02.2015 às 15:02

Agência Brasil (Brasília) – Investidores e analistas do mercado financeiro estimam que a economia deve encolher 0,42% em 2015. Os números estão no Boletim Focus divulgado semanalmente pelo Banco Central. A produção industrial deve encolher 0,43%, informa a publicação.

Para a inflação apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o mercado elevou a taxa de 7,15% para 7,27%. A expectativa é que o dólar feche o ano cotado a R$ 2,90 e a taxa básica de juros fique em 12,75% ao ano. Os preços administrados, que são controlados pelo governo como as tarifas de luz e a gasolina, têm elevação estimada em 10% ante os 9,48% previstos anteriormente.

O mercado financeiro não está otimista em relação à Dívida Líquida do Setor Público, que deve passar de 37,2% para 38% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todas as riquezas do país.

O déficit em conta corrente, um dos principais indicadores das contas externas, deve permanecer em US$ 78 bilhões, segundo a estimativa do mercado, com o saldo da balança comercial previsto em US$ 5 bilhões e os investimentos estrangeiros diretos, em US$ 60 bilhões.







Receita deposita lote residual do Imposto de Renda

Publicado por Branca Alves, em 18.02.2015 às 11:40

Agência Brasil (Brasília) – A Receita Federal deposita nesta quarta-feira (18) R$ 300 milhões em restituições do lote residual do Imposto de Renda Pessoa Física das declarações de 2008 (ano-base 2007) a 2014 (ano-base 2013). Ao todo, foram contemplados 160.715 contribuintes.

As consultas ao lote residual podem ser feitas pelo site da Receita Federal, pelo telefone 146 ou pelos aplicativos da Receita Federal para tablets e smartphones.

Caso o valor não seja creditado nas contas informadas na declaração, o contribuinte deverá receber o dinheiro em qualquer agência do Banco do Brasil.

Também é possível ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, no nome do declarante, em qualquer banco.







Itamaracá à espera da prometida revitalização

Publicado por Branca Alves, em 11.02.2015 às 10:05

Por Tatiana Notaro
Da Folha de Pernambuco

Todo o sistema prisional do Estado fica ainda mais comprometido pela demora da conclusão da obra do Centro Integrado de Ressocialização (CIR) de Itaquitinga, na Zona da Mata Norte, mas a vítima maior da ineficiência dessa Parceria Público Privada (PPP) é Itamaracá. Forte no turismo há décadas, hoje a ilha vê sua principal atividade econômica definhar e o que se diz nas ruas é evidente: abandono, propriedades invadidas e mais um mundo de promessas que não passam disso. Os presídios – Professor Barreto Campelo, Agroindustrial São João e o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico – não são necessariamente um problema unânime, mas a redução da população carcerária está na lista de prioridades que não saíram do papel.

Andando pela Ilha, a reportagem encontrou uma cidade maltratada e uma gestão municipal que não atendeu nem retornou ligações. Por 15 dias a Folha ligou para o prefeito de Itamaracá, Paulo Batista Andrade, e para seu secretário de Turismo, Pepito Acevedo. Enquanto isso, quem ainda tem negócios sobrevive e reclama de descaso. Embora essa simbiose de presídios e turismo não seja um caso unitário no mundo, donos de hotéis e pousadas dizem que a vizinhança prejudica. “Não tivemos nenhum retorno sobre esse ‘adiamento’ da saída dos presos daqui”, diz o dono da pousada Capixaba, Irineu Justino. Ele conta que arrendou a pousada há oito meses, depois que os dois donos anteriores desistiram do negócio.

Empreendedores dizem que janeiro foi um bom mês para o turismo, mas, de uma forma geral, o setor hoteleiro anda sofrendo com a falta de investimentos públicos. “Acredito que as rebeliões tenham atrapalhado também, porque o movimento de janeiro nem foi tão bom quanto planejamos. Acho que colocaram tudo em um balaio só”, diz o auxiliar de gerente da pousada Vento Leste, Dayvson Chaves. “O movimento poderia ser melhor, mas a ilha não tem investimentos do governo e o prefeito é totalmente ausente”, afirmou. Segundo Chaves, o que salva o negócio é a hospedagem de trabalhadores de indústrias vizinhas.

No setor imobiliário, a lamúria é ainda maior. Enquanto alguns corretores não quiseram falar com a reportagem, outros aceitaram em anonimato. Em resumo, a ilha é uma grande vila popular cercada de Minha Casa, Minha Vida. Imóveis antes valorizados perderam valor de mercado. Na praia de Jaguaribe, um dos pontos mais importantes da ilha, uma casa avaliada por R$ 300 mil pode ser negociada a R$ 200 mil. As histórias dão conta que veranistas que passam muito tempo fora da ilha acabam tendo suas propriedades invadidas, inclusive por famílias de detentos. “Isso é de conhecimento público. O fórum da cidade está cheio de processos por uso capião”, comenta uma fonte.







Sada detalha centro de distribuição da Jeep em PE

Publicado por Branca Alves, em 10.02.2015 às 19:05

Perspectiva da Sada em Goiana (Foto: Divulgação)

Os veículos produzidos no Polo Automotivo da Jeep em Pernambuco serão distribuídos pela Sada Transportes, operadora logística de automóveis, contratada, em 2013, pela Fiat Chrysler Automobiles (FCA). A novidade foi anunciada nesta terça-feira (10) pelo diretor do Grupo Sada, Edson Pereira, e pelo gerente do Grupo Sada, Marcelo Loureiro. Serão três unidades de operação: uma em Goiana, na Zona da Mata Norte; a segunda na fábrica da Jeep; e a terceira em Ipojuca, no Litoral Norte.

A operação da Sada em Pernambuco tem investimento estimado em R$ 120 milhões e deve gerar 420 empregos diretos e indiretos, entre técnicos, mecânicos, motoristas e conferentes, além de profissionais da construção civil. Quem quiser se candidatar a uma vaga deve encaminhar currículo para o site www.sada.com.br. Até o final deste mês, cerca de 100 pessoas terão seus contratos homologados e serão encaminhados para treinamento.

O modelo definido para a unidade da Jeep em Pernambuco tem como objetivo reduzir a emissão de gases poluentes e os impactos nas estradas. A estratégia será de enviar, desde Betim, em Minas Gerais, modelos Fiat. No retorno à cidade mineira, os mesmos veículos transportarão os modelos Jeep, que devem ser distribuídos nas cidades do Sudeste, Centro-Oeste e Sul. Esse modelo deverá poupar 23 mil viagens por ano.

Para o Norte e Nordeste, o percentual terá uma logística diferente, demandando mais profissionais. Inicialmente, 12 motoristas devem ser contratados pela Sada. O número pode chegar a 40 profissionais à medida em que a produção avançar.

Toyota
Além da Sada, Pernambuco ganhará um Centro de Distribuição de veículos da Toyota, próximo ao Porto de Suape, em Ipojuca. O empreendimento começará a funcionar no primeiro trimestre de 2016. O protocolo de intenções para a implantação da empresa será assinado nesta quarta-feira (11), no Palácio do Campo das Princesas, pelo governador Paulo Câmara (PSB), e contará com a presença do presidente da montadora japonesa no Brasil, Koji Kondo. A Toyota vai ocupar uma área de 50 mil metros quadrados com capacidade para receber 30 mil veículos por ano.

Com informações de Isabela Alves, da Folha de Pernambuco.







Banco do Brasil nomeia dois vice-presidentes

Publicado por Branca Alves, em 10.02.2015 às 12:59

O Banco do Brasil anuncia a nomeação de dois vice-presidentes. Em Gestão Financeira e Relações com Investidores, no lugar de Ivan Monteiro assume José Maurício Pereira Coelho. A outra nomeação é para a vice-presidência de Negócios de Varejo, agora com Raul Francisco Moreira. Ambos são funcionários de carreira, com 27 anos de casa. José Maurício Pereira Coelho, 48 anos, era diretor de finanças. Já Raul Francisco Moreira, 43 anos, atuava como diretor de Cartões.

Na última sexta-feira (6), deixaram o BB rumo à Petrobras Aldemir Bendine, como presidente, e que no banco foi substituído por Alexandre Corrêa Abreu, e Ivan Monteiro, que assumiu a diretoria financeira da petroleira.

(Fonte: Estadão Conteúdo)