Economia

PIB registra queda de 0,6% no segundo trimestre

Publicado por Branca Alves, em 29.08.2014 às 10:49

Agência Brasil (Rio de Janeiro) – O Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve queda de 0,6% no segundo trimestre de 2014, em relação aos primeiros três meses do ano. O valor ficou em 1,27 trilhão. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira (29) o indicador, que havia caído 0,2% no trimestre anterior.

Já em 12 meses, com o dado do segundo trimestre, há um crescimento acumulado de 1,4%.

O melhor desempenho neste trimestre foi registrado pelo setor de agropecuária, que cresceu 0,2% em relação aos últimos três meses. O PIB da indústria caiu 1,5% e o de serviços, 0,5%, no período.

Quando a comparação dos dados divulgados nesta sexta-feira ocorre com o segundo trimestre do ano passado, a queda atinge 0,9%, com agropecuária sem crescimento e indústria com recuo de 3,4% e serviços com alta de 0,2%.

O único subsetor da indústria que teve resultado positivo no período foi o de extrativismo mineral, com avanço de 3,2%. Entre as quedas nas outras áreas, destacam-se a da indústria de transformação (-2,4%), a de construção civil (-2,9%) e a de eletricidade e gás, água esgoto e limpeza urbana (-1%).

Já o setor de serviços teve recuo puxado pela queda do comércio, que chegou a 2,2%, e pelo resultado negativo do segmento de outros serviços (-0,8%). Serviços de informação tiveram o melhor desempenho, com alta de 1,1%, e também contribuíram positivamente o de atividades imobiliárias e aluguel, que subiu 0,6%.







Cai projeção para crescimento da economia

Publicado por Branca Alves, em 25.08.2014 às 10:48

Agência Brasil (Brasília) – A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, continua em queda. Pela 13ª vez seguida, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi reduzida. Desta vez, a projeção passou de 0,79% para 0,70%. Para 2015, a expectativa é um crescimento de 1,2%, há duas semanas seguidas. Essas projeções fazem parte do boletim Focus, resultado de pesquisa semanal do Banco Central (BC) a instituições financeiras.

Para a produção industrial, a projeção de retração permanece em 1,76%. No próximo ano, as instituições financeiras esperam por recuperação da produção industrial, com crescimento de 1,70%.

A projeção para a cotação do dólar segue em R$ 2,35, neste ano, e em US$ 2,50, em 2015.

As instituições financeiras também mantiveram a projeção para a taxa básica de juros, a Selic, ao final de 2014, no atual patamar de 11% ao ano. Para o fim de 2015, a expectativa voltou para 12% ao ano. Na semana passada, estava em 11,75% ao ano.

Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a estimativa foi ajustada de 6,25% para 6,27%, este ano, e de 6,25% para 6,28%, em 2015.

A pesquisa semanal do BC também traz a mediana (desconsidera os extremos) das expectativas para a inflação verificada pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), que passou de 3,89% para 3,63%, em 2014, e se mantém em 5,50%, em 2015. Para o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), a estimativa foi ajustada de 3,98% para 3,87%, este ano, e de 5,59% para 5,54%, em 2015.

A estimativa da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) passou de 5,38% para 5,41%, em 2014, e permanece em 4,91%, para 2015.







Prévia da inflação oficial fica em 0,14% em agosto

Publicado por Branca Alves, em 20.08.2014 às 10:17

Agência Brasil (Rio de Janeiro) – A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), ficou em 0,14% em agosto deste ano. A taxa é inferior às observadas em julho deste ano (0,17%) e em agosto do ano passado (0,16%). Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (20) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA-15 acumula taxas de 4,32% no ano e de 6,49% no período de 12 meses.

O principal responsável pelo recuo da taxa foram os alimentos, que tiveram deflação (queda de preços) de 0,32% na prévia de agosto. Segundo o IBGE, muitos produtos alimentícios ficaram mais baratos no período, como a batata-inglesa (-20,42%), o tomate (-16,47%), o feijão-carioca (-5,49%), as hortaliças (-5,13%), o óleo de soja (-3,17%) e o feijão-preto (-3,11%).

Também contribuíram para a inflação menor na prévia de agosto, as deflações dos grupos de despesas pessoais (-0,67%), comunicação (-0,84%) e vestuário (-0,18%).

Por outro lado, o aumento das despesas com habitação (1,44%) e transportes (0,2%) evitaram uma queda maior da taxa de inflação. No grupo habitação, a inflação foi puxada pelo aumento de preços dos artigos de limpeza (1,47%), taxa de água e esgoto (1,37%), condomínio (1,36%), aluguel residencial (0,66%) e mão de obra para pequenos reparos (0,66%).

O IPCA-15 de agosto foi calculado com base em preços coletados entre os dias 15 de julho e 13 de agosto.







Instituições reduzem projeção para crescimento

Publicado por Branca Alves, em 18.08.2014 às 10:46

Agência Brasil (Brasília) – Analistas do mercado financeiro esperam por crescimento da economia cada vez menor. Pela 12ª semana seguida, houve redução na estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Desta vez, a projeção passou de 0,81% para 0,79%. Essa é a mediana das expectativas (desconsidera os extremos nas projeções) de instituições financeiras consultadas todas as semanas pelo Banco Central (BC) sobre os principais indicadores econômicos.

Para 2015, a projeção para o crescimento do PIB segue em 1,2%. Para a produção industrial, a expectativa é de retração este ano, com projeção em 1,76%. Na semana passada, a estimativa de queda era 1,53%. No próximo ano, deve haver recuperação da produção industrial, com crescimento estimado em 1,7%.

Na última sexta-feira, o BC informou que a atividade econômica apresentou queda de 1,2% no segundo trimestre do ano, comparado com o período de janeiro a março deste ano. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) é uma forma de avaliar a tendência do desempenho econômico. No final deste mês, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) vai divulgar o resultado do PIB do segundo trimestre do ano.

Enquanto piora a projeção para a atividade econômica, a expectativa do mercado financeiro para a inflação está recuando há cinco semanas seguidas. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) é 6,25%, contra 6,26% na pesquisa da semana passada. Para 2015, a estimativa também é 6,25%.

Mesmo com as estimativas menores, a projeção para a inflação ainda está longe do centro da meta (4,5%) e um pouco abaixo do limite superior (6,5%). Cabe ao BC perseguir essa meta de inflação, estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional.

A taxa básica de juros, a Selic – usada pelo BC para influenciar a economia e consequentemente, a inflação – deve fechar 2014 sem novas alterações, de acordo com as expectativas das instituições financeiras. Atualmente a Selic está em 11% ao ano. Já em 2015, as instituições financeiras alteraram a projeção para o final do período de 12% para 11,75%. A expectativa para a Selic em 2015 havia permanecido inalterada por 11 semanas consecutivas.

Na pesquisa do BC também está a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que passou de 5,39% para 5,38%, este ano, e de 5,08% para 4,91%, em 2015. A estimativa para o IGP-M passou de 4,05% para 3,98%, este ano, e de 5,60% para 5,59%, em 2015. A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) foi ajustada de 3,98% para 3,89% neste ano, e segue em 5,50%, em 2015.







Inadimplência do consumidor cresce 4% em julho

Publicado por Branca Alves, em 12.08.2014 às 10:10

Agência Brasil (São Paulo) – A inadimplência do consumidor registrou alta de 4% em julho, em relação a junho, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (12) pela empresa de consultoria Serasa Experian. Na comparação com julho de 2013, houve alta de 11%. No acumulado de janeiro a julho, a inadimplência subiu 0,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os protestos foram os principais responsáveis pelo avanço do indicador, que registrou variação de 21,2%. Cheques sem fundos subiram 11,6% e dívidas não bancárias (de cartões de crédito, financeiras, lojas, contas de telefone, energia elétrica e água) tiveram alta de 6,1%. A inadimplência com os bancos cresceu 0,3%.

O valor médio das dívidas com os bancos teve queda de 6,8% nos primeiros sete meses deste ano, na comparação com o mesmo período em 2013. A inadimplência não bancária, os cheques sem fundos e os títulos protestados tiveram alta de 14,1%, 4,6% e 3,1%, respectivamente.

Segundo os economistas da Serasa, as dificuldades com o cenário econômico atual – juros altos, inflação e enfraquecimento do mercado de trabalho – levam ao quadro de elevação moderada da inadimplência. “O fim dos feriados e paralisações, que predominaram em junho durante a primeira fase da Copa do Mundo, também impactaram o resultado da inadimplência em julho, especialmente os cheques devolvidos e títulos protestados”, diz a divulgação da Serasa.







Projeção de crescimento este ano cai para 0,81%

Publicado por Branca Alves, em 11.08.2014 às 10:00

Agência Brasil (Brasília) – A projeção de instituições financeiras para o crescimento da economia, este ano, caiu mais uma vez. Na 11ª revisão seguida, a estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, caiu de 0,86% para 0,81%. Também houve ajuste na projeção para 2015, que registrou queda de 1,5% para 1,2%.

Essas projeções fazem parte do boletim Focus, resultado de pesquisa semanal do BC a instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos.

A estimativa para a retração da produção industrial foi mantida em 1,53%, este ano. Para 2015, a expectativa é expansão de 1,70%.

A previsão para o superávit comercial (saldo positivo de exportações menos importações) segue em US$ 2 bilhões, este ano, e passou de US$ 8,5 bilhões para US$ 9 bilhões, em 2015.

A estimativa para o saldo negativo em transações correntes (registros de compra e venda de mercadorias e serviços do Brasil com o exterior) foi ajustada de US$ 81,45 bilhões para US$ 81,2 bilhões, este ano, e de US$ 74,1 bilhões para US$ 75 bilhões, em 2015.

Para o investimento estrangeiro direto, que vai para o setor produtivo da economia, a projeção continua em US$ 60 bilhões, em 2014, e em US$ 55 bilhões, no próximo ano.

A projeção para a cotação do dólar permanece em R$ 2,35, este ano, e em R$ 2,50, em 2015.







Petrobras diminui investimentos em 2014

Publicado por Branca Alves, em 7.08.2014 às 11:30

Do Contas Abertas

Os investimentos das 18 empresas que compõem o Grupo Petrobras foram reduzidos no primeiro semestre de 2014. As aplicações em obras e na compra de equipamentos da companhia somaram apenas R$ 39,1 bilhões nos seis primeiros meses deste exercício. O montante é 12,1% menor do que os R$ 44,5 bilhões aplicados em igual período do ano passado. Os valores foram atualizados pela inflação (constantes).

O levantamento do Contas Abertas levou em consideração os dados disponibilizados pelo Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, do Ministério do Planejamento. A Pasta divulga a execução do Orçamento de Investimento das Empresas Estatais bimestralmente, bem como a execução da política de aplicação dos recursos das agências financeiras oficiais de fomento.

O percentual de execução da estatal também foi reduzido, apesar de desde pelo menos o ano 2000, a dotação liberada é a menor dos últimos seis anos. Do total de R$ 84,4 bilhões previstos nos orçamentos de investimentos de 2014, 46,3% foram aplicados efetivamente. No ano passado, por exemplo, o orçamento anual atualizado no fim do primeiro semestre previa que R$ 95,3 bilhões. No primeiro semestre de 2013, 46,7% da previsão havia sido executada.

A execução geral reflete o desenvolvimento das ações da Petrobras. Para a iniciativa de exploração de petróleo e gás natural em bacias sedimentares marítimas, que possui R$ 10,2 bilhões de investimentos previstos este ano, apenas 50,6% (R$ 5,2 bilhões) foram aplicados. No Brasil, as bacias sedimentares marginais, localizadas no litoral e na plataforma continental, são as que possuem condições mais favoráveis à ocorrência do petróleo e do gás natural.  Leia Mais







Inflação continua sob controle no país, diz Tombini

Publicado por Branca Alves, em 5.08.2014 às 12:10

Agência Brasil (Brasília) – A inflação continua sob controle e vai encerrar 2014 dentro dos limites da meta, na avaliação do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, que participa nesta terça-feira (5) de audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado.

A meta de inflação tem como centro 4,5% e limite superior de 6,5%. Para o mercado financeiro, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), deve encerrar o ano próxima do teto, em 6,39%.

Segundo Tombini, desde março, há desinflação para o consumidor principalmente nos preços do atacado.

Em apresentação na CAE, Tombini também ressaltou que não há “contradição ou incompatibilidade” entre as medidas do BC de injeção de até R$ 45 bilhões para bancos emprestarem aos clientes e a ação de controle da inflação.

Tombini também avaliou que a economia brasileira e os investimentos devem apresentar ritmo de expansão em 2014 menor do que no ano passado.







Instituições financeiras projetam inflação em 6,39%

Publicado por Branca Alves, em 4.08.2014 às 11:12

Agência Brasil (Brasília) – A projeção de instituições financeiras para a inflação caiu pela terceira semana seguida. É o que mostra a pesquisa semanal, feita pelo Banco Central (BC), sobre os principais indicadores econômicos. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 6,41% para 6,39%, este ano. Em relação a 2015, a projeção subiu de 6,21% para 6,24%.

As estimativas para 2014 e o próximo ano estão acima do centro da meta de inflação (4,5%), que deve ser perseguida pelo BC, e próximas do teto (6,5%).

A taxa básica de juros, a Selic – usada pelo BC para influenciar a economia e consequentemente, a inflação – deve fechar 2014 sem novas alterações, de acordo com as expectativas das instituições financeiras. Atualmente a Selic está em 11% ao ano. Mas em 2015, as instituições financeiras esperam por elevação da taxa, que deve encerrar o período em 12% ao ano.

Na pesquisa do BC também consta a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que passou de 5,56% para 5,49%, este ano, e foi mantida em 4,97%, para 2015. Em relação ao IGP-M, a estimativa foi ajustada de 4,87% para 4,40%, este ano, e segue em 5,61%, em 2015. A projeção para o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) passou de 4,34% para 4,33%, este ano, e de 5,52% para 5,53%, em 2015.







BC: atingir meta de superávit primário mais difícil

Publicado por Branca Alves, em 31.07.2014 às 15:40

Agência Brasil (Brasília) – Os resultados das contas públicas em maio e em junho tornam mais difícil atingir a meta de superávit primário – economia para o pagamento de juros da dívida, este ano. A avaliação é do chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Tulio Maciel.

Segundo dados do BC divulgados nesta quinta-feira (31), o setor público consolidado – governos Federal, estaduais e municipais e empresas estatais – registrou déficit primário de R$ 2,1 bilhões, em junho, o primeiro para o mês, e de R$ 11,046 bilhões, em maio. Em 12 meses encerrados em junho, o superávit primário chegou a R$ 68,528 bilhões, o que corresponde a 1,36% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A meta para o setor público, este ano, é 1,9% do PIB.

“Obviamente o déficit de maio e junho tornam o atingimento da meta mais distante, mais difícil. Exigirá um esforço maior do governo para obtê-la, mas não significa que não será atingida”, disse Maciel. Para o chefe do Departamento Econômico, o Tesouro Nacional – responsável pela execução do orçamento, está trabalhando no sentido de atingir a meta.

Maciel acrescentou que em maio e em junho houve menor arrecadação de receitas pelo governo e o impacto de desonerações feitas pelo governo foi cerca de R$ 50 bilhões. Outro fator é a moderação na atividade econômica, que reduz a arrecadação de impostos. Maciel argumentou ainda que o governo aumentou gastos com investimentos, o que também causou impacto no resultado das contas públicas.







Empresa apresenta novo shopping de Olinda

Publicado por Branca Alves, em 29.07.2014 às 16:51

O Patteo será instalado entre as avenidas Getúlio Vargas e Governador Carlos de Lima Cavalcanti, em Bairro Novo, e abrigará 355 lojas, espalhadas em mais de 130 mil metros quadrados (Foto: Divulgação)

Por Isabela Alves
Da Folha de Pernambuco

Foi apresentado, na manhã desta terça-feira (29), o projeto completo do Patteo Olinda Shopping, novo centro de compras da cidade e que deve abrir as portas até outubro de 2017. Sob responsabilidade do grupo pernambucano CM e da paulistana HBR Realty, o mall, que terá um investimento de R$ 500 milhões, abrigará 355 lojas que estarão espalhadas em mais de 130 mil metros quadrados. O Patteo será instalado entre as avenidas Getúlio Vargas e Governador Carlos de Lima Cavalcanti, em Bairro Novo, próximo ao Hiper Bompreço.

O terreno total, que pertencia ao grupo Walmart, foi vendido às empresas responsáveis pelo novo shopping no final de 2012 e abrigará, ainda, um hotel e um empresarial, que serão instalados em uma área de, aproximadamente, 12 mil metros quadrados em frente ao centro de compras. O Patteo terá quatro pisos, sendo um térreo e mais três andares, dos quais serão dois de lojas e um para restaurantes e fast-food. Também serão disponibilizadas 2.300 vagas de estacionamento, divididas em subsolo e três pavimentos-garagens.

O entretenimento é outro destaque do projeto, que levará para Olinda o cinema digital. Serão seis salas de cinema, administrados pela Cinépolis, sendo três delas dispondo de tecnologia 3D e proporcionando, ao todo, 1,6 mil lugares. Com relação à mobilidade, o mall disponibilizará um bicicletário para quem quiser deixar o carro em casa.

O Patteo Olinda tem como público-alvo os moradores dos principais bairros da cidade. A estimativa é de que 45% do público que o shopping receber pertençam à classe C, enquanto 25% esteja entre as classes A e B. Já com relação à faixa etária dos clientes do novo mall, os empreendedores avaliam que os consumidores terão, em sua maioria (58,7%), de 20 a 59 anos, seguidos por jovens de até 19 anos (30,6%) e por pessoas acima de 60 anos (10,7%).

Às 20h desta terça-feira, será realizada a festa de lançamento do Patteo Olinda Shopping para lojistas e autoridades. A festividade acontecerá no Chevrolet Hall, em Olinda, e contará com show de Gilberto Gil.







BC aumenta projeção para preços da eletricidade

Publicado por Branca Alves, em 24.07.2014 às 11:00

Agência Brasil (Brasília) – O Banco Central (BC) aumentou a projeção para o reajuste do preço da eletricidade de 11,5% para 14%, este ano. A previsão está na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, divulgada nesta quinta-feira (24).

Para as tarifas de telefonia fixa, o BC projeta redução de 3,8%, este ano, contra a previsão anterior de 4,2%, divulgada em maio.

A estimativa para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados, a estimativa é 5% em 2014, mesmo valor considerado na reunião do Copom de maio. Segundo a ata, essa projeção considera variações ocorridas, até junho, nos preços da gasolina (0,7%) e do gás de bujão (0,7%).

Para 2016, a projeção para os preços administrados é 6%, em 2015, ante 5% considerados em maio; e 4,8% em 2016.







Saída de dólares do país chega a US$ 4 bilhões

Publicado por Branca Alves, em 23.07.2014 às 13:33

Agência Brasil (Brasília) – As saídas de dólares do país superaram as entradas em US$ 4,039 bilhões, neste mês, até o último dia 18, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados nesta quarta-feira (23). Na semana passada, o saldo positivo em US$ 1,388 bilhão não foi suficiente para mudar o resultado negativo parcial do mês.

A maior parte do saldo negativo de julho, até o dia 18, veio do segmento financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações), com registro de US$ 3,617 bilhões. Já o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) apresentou saldo negativo de US$ 422 milhões.

De janeiro até a semana passada, o fluxo cambial está positivo em US$ 108 milhões. Nesse período, o fluxo financeiro registrou saldo negativo de US$ 2,361 bilhões, e o comercial, positivo em US$ 2,468 bilhões.







IPCA-15 fecha julho com variação de 0,17%

Publicado por Branca Alves, em 22.07.2014 às 11:00

Agência Brasil (Rio de Janeiro) – O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) fechou o mês de julho, mais uma vez, em queda. Segundo dados divulgados nesta terça-feira (22), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice fechou o mês de julho com variação de 0,17%, com resultado 0,30 ponto percentual inferior aos 0,47% relativos a taxa de junho. Em julho do ano passado, porém, o IPCA-15 fechou em 0,07%.

Com o resultado, o IPCA-15 passou a acumular de janeiro a julho uma variação de 4,17%, acima dos 3,52% de igual período do ano passado; com a taxa dos últimos 12 meses (a taxa anualizada) fechando em 6,51%, neste caso fechando acima dos 6,41% dos 12 meses anteriores.

Os dados apurados pelo IBGE indicam que o grupo transportes (que passou de uma inflação de 0,50% em junho para uma deflação (inflação negativa de 0,85% em julho) foi o principal responsável pela queda do índice, detendo menos 0,16 ponto percentual de impacto no IPCA-15 do mês.

Alimentação e bebidas (de 0,21% para -0,03% em julho) também contribuíram com -0,01 para variação do IPCA-15. Segundo o IBGE, entre os alimentos muitos produtos ficaram mais baratos de um mês para o outro, especialmente: batata-inglesa (-13,23%), tomate (-11,63%), feijão-fradinho (-8,04%), cenoura (-7,67%), feijão-carioca (-7,44%), cebola (-6,36%), hortaliças (-5,33%), feijão-preto (-5,32%) e farinha de mandioca (-4,60%).

Dos nove grupos pesquisados, apenas habitação (que subiu de 0,29% em junho para 0,48% em julho); e despesas pessoais (de 1,09% para 1,74%) registraram alta entre junho e julho. No caso da alta do grupo habitação, a pressão foi exercida pelas diárias de hotéis, cuja alta de 28,63% liderou o ranking dos principais impactos, com 0,13 ponto percentual – o mais elevado resultado por grupo.







Preços ao consumidor sobem menos na 1ª quinzena

Publicado por Branca Alves, em 16.07.2014 às 14:34

Agência Brasil (São Paulo) – O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) teve alta de 0,24% na primeira quinzena de julho. Essa variação ficou 0,04 ponto percentual inferior ao registrado na pesquisa passada, segundo a Fundação Getulio Vargas. Seis dos oito grupos de despesas apurados apresentaram quedas com destaque para educação, leitura e recreação (de 0,28% para -0,01%), resultado que reflete redução no ritmo de reajuste das diárias em hotéis (de 6,21% para 4,88%).

No grupo saúde e cuidados pessoais, o índice passou de 0,57% para 0,52% por causa dos artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,97% para 0,84%). Em vestuário, houve alta de 0,16% bem menor do que na apuração anterior, quando a variação havia atingido 0,37%. Os preços das roupas tiveram recuo médio de 0,10%, ante alta de 0,35% na quinzena anterior.

Nas despesas com comunicação, a taxa ficou em 0,04% ante 0,21%, e entre os principais motivos está a tarifa de telefone móvel (passou de 0,58% para 0,01%). No grupo despesas pessoais, ocorreu decréscimo de 0,30% ante 0,40% provocado, principalmente, pelo valor do jogo lotérico. Já o grupo alimentação teve leve recuo no ritmo de alta (de 0,13% para 0,11%). A alimentação fora de casa teve correção de 0,84%, taxa abaixo da medição passada (0,92%).

Nos demais grupos foram constatadas as seguintes elevações: transportes (de 0,04% para 0,13%) com alta na tarifa de ônibus urbano (de -0,33% para 0,27%) e habitação (de 0,42% para 0,44%) como efeito do aumento na tarifa de energia residencial (de -0,07% para 0,69%).

Os cinco grupos que mais pressionaram a inflação foram: refeições em bares e restaurantes (0,83%); aluguel residencial (0,62%); plano e seguro saúde (0,70%); hotel (4,88%) e mão de obra para reparos em residência (1,25%).