Eleições 2014

Câmara aprova aumento de repasse do FPM

Publicado por Alex Ribeiro, em 2.09.2014 às 22:45

Agência Brasil (Brasília) – Proposta de emenda à Constituição (PEC) que aumenta o percentual de repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de 23,5% para 24,5 % foi aprovada hoje (2) pela comissão especial da Câmara dos Deputados criada para analisar o mérito da matéria. O parecer do relator, Danilo Forte (PMDB-CE), foi aprovado por unanimidade pela comissão.

Pela proposta, que precisa ser aprovada em dois turnos pela Câmara, o aumento do FPM será parcelado em duas vezes, com percentual de 0,5%. A primeira parcela será repassada em julho do ano que vem e a segunda, em julho de 2016. Hoje, os municípios recebem 22,5% do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados e, nos dez primeiros dias de dezembro, recebem mais 1%, totalizando 23,5% de repasse do fundo.

Segundo Danilo Forte, a aprovação da proposta evitará prolongar o problema dos municípios brasileiros localizados nas regiões mais pobres do Norte e do Nordeste. “Mantive o texto aprovado pelo Senado no meu parecer, devido ao fator tempo, para concluir a votação da PEC a tempo de valer para o ano que vem, em função do princípio da anualidade”, disse ele.

O relator explicou que, se apresentasse um parecer diferente do aprovado pelos senadores, atrasaria ainda mais a votação da PEC. Isso, porque, após aprovada pela Câmara, a matéria teria que retornar ao Senado para novas votações, antes de ser promulgada e passar a valer. Danilo Forte pediu ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), para incluir a votação da PEC na pauta do esforço concentrado.







Prefeito petista de Jaqueira confirma apoio a Câmara

Publicado por Alex Ribeiro, em 2.09.2014 às 22:15

Mais um prefeito do PT, partido que compõe a chapa oposicionista ao Governo Estadual, declarou apoio ao candidato da Frente Popular, Paulo Câmara (PSB). Marivaldo Andrade, do município de Jaqueira, confirmou seu engajamento no último domingo (31), quando o socialista esteve em sua cidade.

O petista justificou a decisão, afirmando que o caminho natural do seu partido deveria ter sido apoiar a Frente Popular, em vez de se juntar ao PTB, cujo candidato sempre divergiu de posições históricas do Partido dos Trabalhadores.

De acordo com o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, o partido não está provocando adversários para ingressar na coligação. “Desde o início estamos tratando a questão com muito cuidado, mostrando nosso programa de governo, nosso projeto que Eduardo (Campos) iniciou. Não é uma coisa que faça parte da estratégia (da campanha o partido), que vai buscar (adversários). Nós estamos respeitando”, relatou o socialista.







Brasil precisa ‘sair do marasmo’, afirma Albuquerque

Publicado por Alex Ribeiro, em 2.09.2014 às 21:42

Brasília (Estadão Conteúdo) – O candidato do PSB à Vice-Presidência, Beto Albuquerque (RS), afirmou nesta terça-feira que o Brasil precisa “retomar o crescimento e sair do marasmo”. Albuquerque discursou como líder da bancada do PSB na sessão solene em homenagem ao ex-governador Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em Santos (SP) no dia 13 de agosto.

A sessão durou três horas e foi marcada por homenagens a Campos de lideranças de todas as legendas. Participaram a viúva Renata Campos; os cinco filhos do casal; o prefeito do Recife, Geraldo Júlio; o governador de Pernambuco, João Lyra Neto; e o candidato do PSB ao governo estadual, Paulo Câmara. Antonio Campos, irmão do ex-governador de Pernambuco, e Rodrigo Valadares, filho do ex-deputado Pedro Valadares, também morto no acidente em Santos, estiveram na solenidade.

“Vamos dividir o legado de Eduardo”, discursou Albuquerque. “Quando disse para não desistirmos do Brasil, ele (Campos) disse: sigamos a nossa caminhada”, acrescentou. Albuquerque fez o discurso mais inflamado da tarde e disse que Campos “estará conosco, inclusive votando nesta eleição”. “Somos a família da mudança e a família de um Brasil melhor”, concluiu. Após sua fala, parlamentares aliados e correligionários gritaram “Eduardo guerreiro do povo brasileiro”.

Renata Campos, por sua vez, afirmou em um breve discurso que Campos e Valadares exerceram na Câmara a “boa política” e defenderam a “justiça social”. “Homens com ideais e sonhos não morrem nunca. Continuaremos firmes na sua luta”, afirmou.

Outro pronunciamento com forte cunho político foi do presidente do PPS, Roberto Freire, sigla que faz parte da coligação liderada pelo PSB. Ele afirmou que é preciso firmar politicamente o legado de Campos e que a nova candidata do PSB à presidência, Marina Silva, representa esse legado. “Não é a comoção pela perda (de Campos) que mudou a trajetória da política atual, mas o fato de ela ter apontado um caminho para a mudança”, disse.

Antes de a sessão ser iniciada, foi exibido um vídeo sobre a carreira política de Campos. A peça continha imagens do político na atual campanha, ao lado de Marina, e em seu discurso quando se descompatibilizou do governo de Pernambuco para concorrer à presidência.

Debate

Um dos coordenadores de campanha de Marina Silva na disputa pela Presidência da República, Pedro Ivo, disse ao Broadcast Político que não há nenhuma estratégia definida da candidatura para rebater a ação dos petistas nas redes sociais. A candidata do PSB vem sofrendo pesadas críticas desde a última sexta-feira (29), quando recuou do programa de governo apresentado para o segmento LGBT. “Vamos manter a linha do debate programático, de não mentir e de não ir para a baixaria”, disse.

Pedro Ivo disse que a campanha está consciente de que existe uma ação para desconstruir a sua candidatura e não de fazer contraposição às propostas da candidata. “Pegam no pé da Marina por preconceito”, disse o aliado, referindo-se ao fato da ex-senadora ser evangélica da Assembleia de Deus.

O secretário nacional da Juventude do PSB, Bruno da Mata, admitiu que o recuo nessa área atingiu a campanha. “Foi muito ruim. Não dá para negar isso”, comentou. Bruno confirmou o discurso de Pedro Ivo de que não há uma estratégia do partido para atuar nas redes sociais. “O que acontece com a Marina é o que fizeram com o Lula: tentam demonizar sua candidatura”, concluiu.

Pedro Ivo anunciou também que as antigas casas de Eduardo e Marina serão retomadas pela campanha com o nome de Beto e Marina. De acordo com ele, o nome do vice da chapa vem primeiro em razão da sonoridade. Até o acidente que matou Eduardo Campos no dia 13 de agosto, a campanha somava 520 comitês domiciliares em todo o País. Pedro Ivo informou também que o nome material de campanha com as imagens de Marina Silva e seu vice Beto Albuquerque ficará pronto amanhã.







Candidatos a governador se enfrentam em debate

Publicado por Branca Alves, em 2.09.2014 às 21:00

A pouco mais de um mês para o primeiro turno, os três candidatos a governador de Pernambuco com representatividade na Câmara Federal se enfrentam, pela primeira vez desde o início oficial da campanha, em debate promovido pela Rádio Liberdade AM, nesta quarta-feira (03). O confronto entre Armando Monteiro Neto (PTB), da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, Paulo Câmara (PSB), da Frente Popular, e José Gomes Neto (PSOL), da Mobilização por Poder Popular, ocorrerá no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic), das 10h às 12h.

O debate será mediado pelo radialista Sócrates da Silva e dividido em seis blocos. No primeiro, cada candidato terá um minuto para fazer sua apresentação. A ordem das falas será definida por meio de sorteio. Em seguida, os postulantes farão perguntas entre si. Cada um perguntará e responderá por uma vez. Os temas das perguntas são: rodovias estaduais, impostos e polo de confecções do Agreste. Neste bloco, haverá direito a réplica e tréplica.

No segundo bloco, haverá a participação de três jornalistas de veículos de comunicação. Por ordem de sorteio, cada profissional fará ao vivo apenas uma pergunta, de tema livre, para determinado candidato que será escolhido também por meio de sorteio. Para cada questionamento ficarão disponíveis 30 segundos e, para a resposta, dois minutos.

O terceiro bloco contará com a participação de três representantes de sindicatos das áreas de saúde, segurança e educação em Pernambuco, que terão 30 segundos para perguntar. Todas as perguntas serão respondidas por todos os candidatos, que terão dois minutos para cada resposta.

No quarto bloco, três jornalistas de veículos de comunicação, por ordem de sorteio, farão ao vivo apenas uma pergunta, de tema livre, para um determinado candidato que será escolhido por meio de sorteio. Estarão disponíveis 30 segundos para cada questionamento e dois minutos para cada resposta.

O debate repetirá no quinto bloco os moldes do primeiro, onde os postulantes farão perguntas entre si pela segunda vez. Cada um perguntará e responderá por uma vez. A ordem das falas será definida por sorteio e os temas das perguntas serão livres. Neste bloco, haverá direito a réplica e tréplica.

No último e sexto bloco os candidatos terão dois minutos para as considerações finais, sem direito a réplica ou tréplica. Um sorteio definirá a ordem das falas dos postulantes.

A data e as regras do debate foram decididos em reunião realizada nessa segunda-feira (28) com representantes dos candidatos Armando Monteiro Neto e Paulo Câmara, além de representantes da Central de Jornalismo Liberdade.

Para a diretora de Programação AM da Rádio Liberdade, Elaine Dias, a expectativa em torno da realização do debate é grande. “Como se trata do primeiro debate a ser realizado em Caruaru com candidatos a governador a expectativa é enorme. Muita gente está ligando para vir. A gente vai ter espaço para que, além de ouvir, as pessoas possam estar perto dos candidatos”, afirmou. Ela também lembrou o simbolismo de se fazer o primeiro debate num veículo de comunicação do Interior de Pernambuco.







Luciana Genro propõe fim de terceirizados

Publicado por Alex Ribeiro, em 2.09.2014 às 20:11

Agência Brasil (Brasília) – A candidata à Presidência da República Luciana Genro (PSOL) recebeu nesta terça-feira (2) documento da Intersindical, central representativa de trabalhadores, com os pontos que a entidade considera importantes para que o próximo presidente do país invista.

Segundo a assessoria de comunicação de Luciana Genro, um dos principais pontos é a luta contra terceirizações no serviço público.

Luciana Genro prometeu adotar mecanismos para combater a prática.

De acordo com a candidata, em seu governo, caso seja eleita, adotará medidas como concurso público e valorização salarial do servidor para combater a terceirização dos trabalhadores.

Ela disse que constrói uma campanha vinculada à luta por direitos sociais e trabalhistas e que a pauta contrária às terceirizações é um ponto importante de seu programa de governo.

Luciana Genro conversou com os dirigentes da Intersindical no Sindicato dos Bancários de Santos e Região.







Marina: nosso programa é vivo, em movimento

Publicado por Alex Ribeiro, em 2.09.2014 às 16:58

São Paulo (Estadão Conteúdo) - A candidata a presidente pelo PSB, Marina Silva, não descartou novas mudanças no seu programa de governo porque, segundo ela, é característica das suas propostas estarem em constante construção. Marina afirmou que desde que lançou o seu programa, na última sexta-feira, ela dizia que o programa estaria em constante “movimento”. “Só as pessoas com pensamento excessivamente cartesiano podem imaginar que um processo complexo como esse não tenha complementações a serem feitas”, disse a candidata durante série de entrevistas do Grupo Estado.

Marina Silva afirmou que, em caso de vitória da sua candidatura em outubro, é muito provável que o programa de governo sofra ajustes até a sua posse, no dia 1º de janeiro de 2015. “Se ganharmos, no período de transição novos ajustes precisarão ser feitos”, disse. A candidata também tentou valorizar o seu programa de governo, mesmo com as polêmicas provocadas por alterações feitas depois da divulgação do documento. “Pior que ter um programa em movimento são aqueles que não apresentaram nenhum programa”, afirmou, em referência aos adversários Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB), que ainda não divulgaram os seus.

Marina afirmou que não é a primeira vez que um programa de governo foi alterado antes das eleições. Ela deu como exemplo Dilma Rousseff na eleição presidencial passada. “Em 2010, a presidente Dilma rubricou folha por folha e depois recolheu o programa inteiro por causa de menções a imposto sobre grandes fortunas, incentivos a invasão de terras e aborto”, disse.

Marina voltou a justificar as mudanças nos pontos referentes à pauta do movimento LBGT e em relação à energia nuclear como um erro de processo e que, ao comparar suas diretrizes com a dos outros candidatos, os direitos civis das minorias estão melhor assegurados no seu programa de governo.

 Feliciano

Deputado declarou apoio a Marina (Foto: Arthur Motta)

O deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) declarou que apoiará a candidata à Presidência da República pelo PSB, Marina Silva. O motivo para a adesão é à saída do coordenador do núcleo LGBT, Luciano Freitas, da equipe da socialista.

“Deixo de lado as pequenas diferenças por um grande projeto, afinal venho profetizando há tempos o Governo dos Justos! Por um Brasil melhor”, disse o social-cristão, em sua conta no Twitter, nesta terça-feira (2).







Dilma parte para desconstruir Marina

Publicado por Márcio Didier, em 2.09.2014 às 15:34

Tava demorando, mas eles apareceram. Os ataques que pareciam ter abandonado as propagandas eleitorais na TV começaram a ocupar o seu espaço. Após o avanço da candidata do PSB, Marina Silva, nas pesquisas, a equipe da presidente e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, decidiu tentar descontruir a imagem da adversária.

No programa da tarde desta terça-feira, o programa da petista contabilizou o número de aliados da socialista na Câmara e fez um paralelo com os ex-presidentes Jânio Quadros e Fernando Collor de Mello. Lembra a propaganda que ambos foram eleitos como “salvadores da pátria” e que enfrentaram problemas de governabilidade pela falta de base política.

Lembrou que Marina, atualmente, conta com 33 deputados em sua base, quando o mínimo necessário para aprovar um projeto é de 129. “Como é que você acha que ela vai conseguir esse apoio sem fazer acordos? E será que ela quer? Será que ela tem jeito para negociar?”, indaga a propaganda.

“E a gente sabe como isso acabou. Sonhar é bom, mas eleição é hora de botar o pé no chão e voltar à realidade”, acrescenta o locutor da propaganda.

Hoje aliado da petista, Collor é lembrado por meio de uma manchete de jornal, mas seu nome não é citado. É o clima esquentando, a 33 dias da eleição.







Armando pede que militância ocupe as ruas

Publicado por Márcio Didier, em 2.09.2014 às 14:32

(Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação)

Dois dias antes da vinda do ex-presidente Lula e a presidente Dilma ao Recife, nesta quinta-feira, para um ato conjunto com a coligação Pernambuco Vai Mais Longe, o candidato Armando Monteiro Neto promoveu fez uma convocação à militância para a reta final da campanha.

Ao lado do vice na chapa, Paulo Rubem, da vereadora Marília Arraes e de outras lideranças da aliança, o petebista se reuniu com a militância jovem e fez o pedido para que eles ocupem as ruas para convencer os indecisos a votar nos candidatos da coligação.

“Estamos prontos para o debate com o candidato adversário. Quero convocar todos vocês a encher as ruas de azul, não apenas nas camisas e bandeiras, mas transformar o azul em um estado de espírito”, afirmou o petebista.

Sempre presente nos eventos da coligação Pernambuco Vai Mais Longe depois que rompeu com a Frente Popular, a vereadora Marília Arraes (PSB) questionou o uso eleitoral da morte do ex-governador Eduardo Campos em um acidente aéreo, no último dia 13.

“Homenagem não se faz com voto. Esta é uma campanha para ganhar bonito e não ganhar com comoção, o que é altamente desonesto com o povo de Pernambuco”, disparou Marília, que é prima do ex-governador. Paulo Rubem aproveitou para reforçar o apelo da socialista: “O que temos hoje foi conquistado lá atrás. Temos 33 dias para impedir que a vontade do povo seja transformada na ditadura de uma imposição”, provocou.







Aécio anuncia programa na próxima semana

Publicado por Branca Alves, em 2.09.2014 às 13:20

Tucano vai aprofundar as diretrizes encaminhadas ao TSE (Foto:Reprodução/Internet)

Candidato do PSDB à Presidência da República, o senador Aécio Neves apresentará na próxima semana seu programa de governo, aprofundando as diretrizes encaminhadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O programa apresentará as propostas defendidas pela candidatura da coligação Muda Brasil, que foram debatidas com vários setores da sociedade.

Entre os pontos que constarão no programa, o capítulo sobre segurança pública, que engloba medidas “para corrigir a omissão do atual governo em relação à área, como a transformação do Ministério da Justiça no Ministério da Segurança Pública e da Justiça”.

Além disso, o programa vai apoiar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que abre a possibilidade de a Justiça aplicar o Código Penal a crimes cometidos por menores entre 16 e 18 anos.

De acordo com o senador Aloysio Nunes (PSDB), vice na chapa de Aécio, em casos de crimes considerados extremamente graves ou cometidos de forma repetida pelo menor, o juiz pode decidir pela responsabilização penal do adolescente, depois de ouvido o Ministério Público e de exames criteriosos feitos por especialistas, atestando que o jovem tem discernimento sobre o ato que cometeu.







PT quer usar o pré-sal para ‘desconstruir’ Marina Silva

Publicado por Branca Alves, em 2.09.2014 às 11:30

O PT quer usar o pré-sal, uma das bandeiras do Governo Federal, como arma para minar o crescimento da ex-senadora Marina Silva (PSB), candidata à Presidência da República. De acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo, animada por pesquisas internas, a presidente Dilma Rousseff (PT) venderá a ideia de que a socialista põe riquezas do País em risco ao deixar a exploração do petróleo em segundo plano.

O tema foi citado por Dilma na sexta-feira e repetido no debate dessa segunda-feira (1º), promovido pelo SBT. Os petistas apostam no pré-sal para ‘desconstruir’ Marina Silva, afirma a publicação.

Além disso, diz a coluna, em testes feitos pela equipe de João Santana, marqueteiro responsável pela campanha petista, eleitores questionaram a consistência das ideias de Marina ao ouvir que ela não dá valor ao pré-sal.







Decreto ainda rende troca de provocações

Publicado por Branca Alves, em 2.09.2014 às 08:42

Por Anderson Bandeira
Da Folha de Pernambuco

A polêmica envolvendo o decreto de concessão de benefícios fiscais para a Bandeirantes Companhia de Pneus, que aparece entre as compradoras do avião que caiu com o ex-governador Eduardo Campos, continua rendendo polêmica. Ontem, os candidatos ao Governo Estadual, Armando Monteiro Neto (PTB) e Paulo Câmara (PSB), voltaram a divergir sobre o assunto. O socialista afirmou que os adversários buscam factoides ao repercutirem o caso. Câmara avaliou ainda que a concessão que ele assinou, quando era secretário da Fazenda, teve o aval de um colegiado que contava com a Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), que é presidida pelo deputado federal Jorge Corte Real (PTB).

“Nossos adversários, mais uma vez, não têm o que falar sobre nós e ficam buscando dentro de factoides, essa questão. Há todo um trâmite, toda uma burocracia na apresentação de projetos. Esse processo é feito dentro de um colegiado que a Fiepe, que o nosso adversário presidiu, faz parte junto com o deputado federal Jorge Corte Real, que é presidente. Se passou pelo colegiado, o beneficio fiscal é dado”, explicou Paulo Câmara, durante entrevista à Rádio JC News.

A justificativa veio em resposta às declarações do candidato a vice-governador Paulo Rubem (PDT), que na semana passada lembrou que a empresa, em 2009, já respondia por crimes de sonegação fiscal e ainda assim obteve o benefício do Governo Estadual. Na ocasião, o pedetista chegou a pedir esclarecimentos de Paulo Câmara e se ele tinha usado o avião. Endossando o coro do aliado e rebatendo o adversário, Armando Neto ressaltou que os conselhos – colegiado – só têm poder de homologar, enquanto a concessão é da responsabilidade do Governo.

Armando também fez questão de esclarecer que não tinha vínculo com a Fiepe na época da concessão. No entanto, fez questão de frisar que Corte Real “é um homem de grande conceito e responsabilidade, que sempre estará pronto para responder sobre o assunto”.

O petebista afirmou ainda que o “ex-secretário não pode tergiversar” sobre o assunto. “Quando ele diz que o conselho aprovou, é como se ele quisesse dizer que, se algo de errado existiu, ele compartilha responsabilidade. Essa história de dizer que é factoide, não foi Paulo Rubem que inventou, chegou pela mídia nacional. E se é factoide foi à imprensa que inventou”, disse Armando, após conceder entrevista no programa Opinião Pernambuco, da TV Universitária.







PSB diz que estava alheio a negociações do Cessna

Publicado por Alex Ribeiro, em 1.09.2014 às 22:28

O PSB lançou uma nota oficial nesta segunda-feira (1) sobre o acidente com o avião Cessna que vitimou o ex-governador Eduardo Campos no último mês de agosto. No texto, o partido comentou que estava alheio as negociações que envolveram a compra da aeronave.

O comunicado ainda informa que o uso do jato foi autorizado pelos Srs. João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira, dos grupos empresariais BR-Par Participação Ltda. e Bandeirantes Cia. Pneus Ltda. de Pernambuco. Ainda de acordo com o texto, a utilização da aeronave está sendo incluída na prestação de contas de Eduardo Campos da Justiça Eleitoral.

Confira a nota na íntegra:

O Partido Socialista Brasileiro (PSB) vem a público prestar os seguintes esclarecimentos a respeito do acidente ocorrido em 13/08/14, com a aeronave prefixo PP-AFA, que vitimou o seu presidente e então candidato à Presidência da República,  Eduardo Henrique Aciolly Campos.

O uso da aeronave foi autorizado pelos Srs. João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira, dos grupos empresariais BR-Par Participação Ltda. e Bandeirantes Cia. Pneus Ltda. de Pernambuco;

  • Apurou-se que tais empresários haviam negociado o mencionado avião com a empresa AF Andrade, de Ribeirão Preto, que era sua arrendatária junto à Cessna Finance;
  • A transferência de leasing ao Grupo de Pernambuco foi comunicada pela AF Andrade à ANAC, por petição datada de 15 de maio de 2014;
  • Referida transferência de leasing, segundo nota à imprensa, não foi ainda concretizada, porque a Cessna  Finance não aprovou as garantias oferecidas;
  • Como também informou o grupo Andrade à ANAC, os empresários pernambucanos pagaram, no dia 08 de maio, oito parcelas do leasing da aeronave.

O Partido Socialista Brasileiro presta esses esclarecimentos para deixar patente que esteve alheio às negociações efetuadas entre os empresários de Pernambuco e a empresa AF de Ribeirão Preto.

Cumpre ainda esclarecer que a utilização da aeronave está sendo incluída na prestação de contas de Eduardo Campos ao Tribunal Regional Eleitoral.

Roberto Amaral

Presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB)

 







Armando ataca proposta “demagógica” de Câmara

Publicado por Alex Ribeiro, em 1.09.2014 às 22:20

Senador criticou promessas do seu adversário para o setor (Anderson Bandeira/Folha de Pernambuco)

Ao participar da sabatina do programa Opinião Pernambuco, da TV Universitária, nesta segunda-feira (1), o candidato ao Governo do Estado pela coligação Pernambuco Vai Mais Longe, Armando Monteiro Neto (PTB), criticou as promessas feitas pelo seu adversário Paulo Câmara (PSB) para a área de educação. Segundo o senador, o socialista fez uma proposta demagógica ao dizer que iria aumentar o salário dos professores da rede estadual de Pernambuco para quatro mil reais.

“Ele (Paulo Câmara) foi secretário da Fazenda quando a receita do Estado crescia extraordinariamente. Se neste momento que o Estado teve um grande espaço fiscal, o Estado não fez (o aumento), como é que agora ele está dizendo que vai dar quatro mil reais?”, questionou Armando.

O petebista aproveitou o debate e falou sobre sua proposta para os docentes do Estado. “É possível fazer um plano de cargos e carreiras para que num prazo de quatro anos o professor tenha um aumento a mais do salário atual”, relatou.

Com informações de Anderson Bandeira, da Folha de Pernambuco.







TRE-SP indefere candidatura de Paulo Maluf

Publicado por Alex Ribeiro, em 1.09.2014 às 21:40

Agência Brasil (São Paulo) – O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) indeferiu nesta segunda-feira (1) a candidatura do deputado Paulo Maluf (PP) para um novo mandato na Câmara dos Deputados. Ele foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa por uma condenação sofrida no Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP). Como ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Maluf pode continuar em campanha, inclusive no horário eleitoral gratuito de rádio e televisão.

Em novembro de 2013, a 10ª Câmara de Direito Público do TJSP manteve condenação Maluf por ato de improbidade administrativa. O tribunal considerou que houve irregularidades nos contratos para construção do Complexo Viário Ayrton Senna, quando o deputado era prefeito da cidade.

O julgamento da inelegibilidade de Maluf começou na última sexta-feira (29), quando a sessão terminou empatada em três votos contrários e três favoráveis no plenário do TRE-SP. Somente hoje, o presidente do tribunal,  desembargador Antônio Carlos Mathias Coltro, proferiu o voto que decidiu pelo indeferimento da candidatura.

Em nota, Maluf disse que respeita a decisão do TRE-SP, mas, recorrerá ao TSE, “mantendo sua candidatura à Câmara dos Deputados e continuará a fazer normalmente todos os atos de campanha”, diz o comunicado.







Levy Fidelix chama jornalista de “língua de trapo”

Publicado por Alex Ribeiro, em 1.09.2014 às 20:10

O debate eleitoral que aconteceu agora a pouco no SBT teve um episódio no mínimo curioso entre um candidato à Presidência da República e um jornalista que participou do programa. O repórter da Folha de São Paulo Kennedy Alencar perguntou ao postulante Levy Fidelix (PRTB) se a sua legenda era um partido de aluguel. Irritado, o presidenciável disse que o comunicador era “a personificação da mídia golpista”.

“Você se comporta como jornalista de aluguel. Você é representante da mídia vendida”, disparou o candidato.

Escolhido para comentar a resposta de Fidelix, o candidato Eduardo Jorge (PV) recuou, e preferiu não entrar na discussão entre o representante do PRTB e o jornalista. “Não tenho nada a ver com isso. O PV adora politica participativa, mas também queremos resgatar o prestígio representativa”, disse.

No decorrer do debate Levy Fidelix soltou farpas a Kennedy Alencar o chamando de “língua de trapo”. Até mesmo nos agradecimentos finais o postulante não esqueceu do repórter da Folha de São Paulo.

“Eu quero ser a consciência cívica do povo, gente, não estou aqui para ganhar nada, seu Kennedy de Alencar, estou aqui para defender o povo, mesmo que não venha ganhar, porque dos 213 milhões de habitantes, estou aqui entre. Mudar e mudar”, concluiu o candidato.