Eleições 2014

Pesquisa CNT: Dilma tem 34,2%; Marina, 28,2%; e Aécio, 16%

Publicado por Branca Alves, em 27.08.2014 às 11:52

Agência Brasil (Brasília) – Pesquisa da Confederação Nacional do Transporte (CNT)/MDA divulgada hoje (27) mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) liderando a corrida presidencial com 34,2% das intenções de voto para a Presidência da República. Em segundo lugar está a candidata pelo PSB, Marina Silva, com 28,2% das intenções de voto, e, em terceiro, Aécio Neves (PSDB), com 16%.

De acordo com a pesquisa, no caso de um segundo turno, Marina Silva venceria um embate contra Dilma Rousseff, obtendo 43,7% das intenções de voto, ante 37,8% da adversária. Nesse cenário, votos brancos e nulos somam 12,4%, e não sabem ou não responderam à pesquisa 6,1%. Os resultados são semelhantes à pesquisa do Instituto Ibope divulgada ontem (27).

Se o embate no segundo turno fosse disputado entre Dilma e Aécio, a candidata do PT obteria 43% dos votos, e o tucano 33,3%. Brancos e nulos somariam 16,7%; não sabem ou não querem responder, 7%. Em um embate entre Marina Silva e Aécio, em um eventual segundo turno, Marina seria eleita presidente com 48,9% das intenções de votos, enquanto Aécio teria 25,2%. Brancos e nulos somariam 17,2%; não souberam ou não quiseram responder, 8,7%.

Com relação aos demais candidatos, Pastor Everaldo (PSC) obteve 1,3% das intenções de votos no primeiro turno; Eduardo Jorge (PV) obteve 0,4%; Luciana Genro 0,3%; e Levy Fidelix (PRTB) 0,2%. Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC) e Rui Costa Pimenta (PCO) obtiveram 0,1% cada; e Mauro Iasi (PCB) 0%. Votos nulos ou brancos somam 8,7%. Não sabem ou não responderam 10,4% dos pesquisados.

Em pesquisa espontânea, quando se pergunta a intenção de voto do eleitor sem mostrar a lista com os nomes dos candidatos, Dilma tem 26,4% das intenções de votos no primeiro turno; Marina chega a 18,6% e Aécio tem 11,3%. Os demais candidatos ficaram com menos de 0,5% dos votos. Brancos e nulos somariam 9,5%; não souberam ou não quiseram responder, 32,9%.

A avaliação do governo Dilma foi considerada positiva para 33,1% dos entrevistados, contra 28,8% que o consideram negativo. A aprovação do desempenho pessoal da presidente ficou em 47,4% – exatamente o mesmo percentual que o desaprova. Para 6,8% dos entrevistados, o governo Dilma é avaliado como ótimo; 26,3% como bom; 37,4% como regular; e 11,8% como ruim; e 17% avaliam o governo dela como péssimo.

Para a pesquisa da CNT foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios localizados em 24 unidades da Federação, entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro é 2,2 pontos percentuais, para cima ou para baixo, e o nível de confiança é 95%. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR400/2014.







Socialista promete criar FEM Social

Publicado por Branca Alves, em 27.08.2014 às 09:57

A proposta do candidato é que a medida seja gradativa, com um cronograma de implantação ao longo dos próximos quatro anos (Foto: Wagner Ramos/Divulgação)

Candidato a governador pela Frente Popular, o ex-secretário da Fazenda Paulo Câmara (PSB) prometeu, na noite dessa terça-feira (26), instituir o FEM Social a partir de 2015, caso seja eleito. O programa – inspirado no Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal (FEM) – se propõe a repassar às prefeituras recursos para que os municípios invistam em áreas como educação, saúde, segurança, juventude e políticas de gênero. A proposta é que a medida seja gradativa, com um cronograma de implantação ao longo dos próximos quatro anos.

“Não vamos querer um serviço público diferenciado entre o do Estado e o que o município vai oferecer. Estaremos juntos, integrados; para que haja uma cadeia de desenvolvimento. Você ajudando os municípios na saúde, por exemplo, estará ajudando o Estado. A rede de alta e média complexidade, que é do Estado, estará mais controlada se a ação preventiva funcionar melhor”, justificou o socialista.

De acordo com Câmara, “não adianta ter uma educação de nível médio e fundamental de qualidade se o município não tem creche, não tem uma pré-escola adequada”. “Tudo isso é para estruturar, é para que a educação de Pernambuco seja integrada. Na saúde também. As ações preventivas são de responsabilidade dos municípios, então eles precisam de recursos para alcançar melhoras na área”, disse.

Assim como o FEM atual, os prefeitos também teriam que apresentar projetos ao governo indicando o que pretendem realizar. A ideia é desburocratizar, por meio do modelo de repasse fundo a fundo.

O FEM já existente, que permite a realização de obras de infraestrutura, em cada uma de suas duas edições, liberou R$ 228 milhões aos municípios.







Eduardo Jorge rouba a cena no debate

Publicado por Márcio Didier, em 27.08.2014 às 01:13

(Foto: Expedito Lima/Folha de Pernambuco)

O candidato do PV à Presidência da República, Eduardo Jorge, foi um capítulo à parte durante o primeiro debate presidencial, promovido pela Band na noite dessa terça-feira. Nas poucas intervenções a que teve direito, acabou chamando a atenção, ora por suas propostas polêmicas, ora pelas suas intervenções prolixas.

Logo no princípio, ao ser indagado sobre os seus projetos para a área de segurança, lembrou que o Brasil perde “um Vietnã por ano” em vítimas da violência. E foi direto na sua proposta para resolver a questão: “A medida mais importante seria e será a legalização e regularização da drogas ilícitas, que é daí que sai o dinheiro para financiar o crime.”

Em uma outra participação, ao ser instado a escolher um candidato para responder à sua pergunta, indicou Marina Silva (PSB). Começou, então a fazer uma longa e confusa pergunta. A socialista ouviu, com um semblante que demonstrava estar sem saber ao certo sobre do que se tratava a pergunta.

Na melhor parte, ao ser indagado sobre a intenção do PT de adotar o controle da mídia, e a posição contrária ao partido da presidente Dilma, ele não precisou dos 45 segundos a que tinha tinha direito. “Concordo com a presidente Dilma… Acabei”, avisou. E só.

Nas suas considerações finais citou John Lennon e Tolstoi e se disse adepto à cultura da paz. Na entrevista após o debate, disse que tinha “tanta coisa falar’, que nem sentiu que foram três horas de confronto. Eduardo Jorge pode não ter apresentado as melhores propostas, mas foi, sem dúvida, um destaque no debate.







Um debate com provocações e ataques

Publicado por Márcio Didier, em 27.08.2014 às 00:40

(Foto: Expedito Lima/Folha de Pernambuco)

O primeiro debate entre os candidatos a presidente da República cujos partidos têm representação na Câmara teve espaço para provocações, embates e ataques, com destaque para os embates entre a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) e o tucano Aécio Neves. Pelo menos em quatro oportunidades eles se enfrentaram. Dos 11 postulantes, sete participaram do debate.

No primeiro bloco, os candidatos responderam a pergunta única, sobre as propostas para a segurança. Enquanto uns aproveitaram o tempo para se apresentar, como foi o caso de Luciana Genro (PSOL), sobraram propostas para todos os gostos. De Ministério da Segurança Pública (feita pelo Pastor Everaldo – PSC), à redução da maioridade penal de 18 anos para 16 (Levy Fidelix – PRTB), passando pela legalização das drogas (Eduardo Jorge – PV), houve espaço para que todos falassem sobre a questão. Os três principais candidatos – Dilma Rousseff (PT), Marina Silva (PSB) e Aécio Neves (PSDB) – foram mais comedidos nas propostas.

A presidente defendeu um maior envolvimento da União na segurança pública, uma atribuição dos Estados. Já Marina Silva defendeu a implantação do Pacto pela Vida, programa que foi carro-chefe de Eduardo Campos em Pernambuco. Em sua fala, Aécio defendeu uma política nacional de segurança que permita uma profunda e rápida reforma do código penal.

No segundo bloco, houve o esperado confronto entre os três, com perguntas entre os candidatos. Primeira a perguntar, Marina escolheu Dilma como alvo, e questionou as promessas feitas pela petista durante as manifestações de junho do ano passado, e que não foram cumpridas, segundo a socialista. A presidente-candidata contestou as afirmações da adversária. Listou cinco pontos prometidos e disse que apenas a reforma política não foi cumprida, porque o Congresso Nacional não a aprovou.

Em seguida, a presidente provocou Aécio, dizendo que durante o governo FHC a taxa de desemprego no País era mais do que o dobro do que a atual. Em sua resposta, o tucano disse que “quem fala olhando pra trás tem o receio de olhar o presente e debater o futuro”.

Na sua vez de perguntar, Aécio questionou sobre a nova política e classificou a adversária de contraditória, ao dizer que não sobe no palanque de Geraldo Alckmin, em São Paulo, e disse que vai governar ao lado de pessoas como ex-ministro José Serra. A socialista disse que a nova política “é combater a polarização PT-PSDB que leva o atraso o País há 20 anos”. Disse que Serra não faz a política mesquinha de oposição por oposição, por isso iria governar ao lado dele.

Os embates entre os três principais candidatos continuaram no terceiro bloco, em que os jornalistas faziam uma pergunta, escolhiam que iria responder e o que iria comentar. Nas três primeiras perguntas, eles foram protagonistas.

O principal confronto ocorreu no quarto bloco, quando mais uma vez o candidato pôde perguntar para candidato. Primeiro a perguntar, Aécio questionou a presidente Dilma sobre os casos de corrupção na Petrobras. Demonstrando irritação, a petista defendeu na gestão da empresa, lembrou da questão do pré-sal e disse que não foi durante as gestões do partido que tentaram mudar o nome da Petrobras para Petrobrax, “que soava melhor para os ingleses”. E classificou de “leviandade” envolver o nome da estatal nas denúncias. “Uso o mesmo termo da senhora. Leviandade é o que estão fazendo com a Petrobras. É a Polícia Federal quem diz que há uma organização criminosa atuando nela”, atacou o tucano.

No quinto bloco, os dois voltaram a enfrentar, ao debater a questão do plebiscito da reforma política.

No balanço do debate, a presidente Dilma despejou uma série de números do seu Governo, mas hesitou algumas vezes na sua fala. Já Marina Silva mostrou firmeza nas suas intervenções, mas não apresentou bem as suas propostas. O tucano Aécio Neves, por sua vez, se mostrou o mais seguro entre os três e conseguiu apresentar algumas ideias. Já os candidatos com menor percentual nas pesquisas ocuparam o seu tempo com alguns projetos e muitas tiradas bem humoradas. Destaque para o candidato do PV, Eduardo Jorge, que, com as suas intervenções por vezes confusas, acabou roubando a cena.







Maioria do TSE barra candidatura de Arruda

Publicado por Márcio Didier, em 27.08.2014 às 00:39

A maioria dos ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou no final da noite dessa terça-feira (26) o registro de candidatura de José Roberto Arruda (PR) ao governo do Distrito Federal. Os ministros decidiram manter decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) que negou o registro com base na Lei da Ficha Limpa, norma que impede a candidatura de condenados pela segunda instância da Justiça. A sessão foi suspensa e deve ser retomada na próxima semana com o voto do presidente do tribunal, Dias Toffoli. Apesar da decisão, Arruda pode continuar a campanha normalmente e recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

No dia 9 de julho, Arruda foi condenado por improbidade administrativa pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT). A condenação é referente à Operação Caixa de Pandora, que investigou o esquema de corrupção que ficou conhecido como Mensalão do DEM.

A maioria dos ministros concordou com o voto do relator do recurso, ministro Henrique Neves, que votou pela rejeição da candidatura de Arruda devido à condenação em segunda instância. “O acórdão que confirmou a condenação foi publicado no dia 21 de julho. A partir desta data, a inelegibilidade deve ser contada.”, afirmou. O voto do relator foi seguido pelos ministros Admar Gonzaga, Luiz Fux, Laurita Vaz e João Otávio de Noronha.

O ministro Gilmar Mendes votou a favor do recurso por defender a jurisprudência do TSE, cuja definição é que as condições de elegibilidade são aferidas no momento da apresentação do registro, momento no qual Arruda não tinha sido condenado. Segundo o ministro, a regra serve para evitar casuímos políticos e a manipulação da pauta de julgamento para condenar políticos. Mendes também criticou a política da capital federal. “Talvez o Distrito Federal não tenha dignidade para ter autonomia política”, disse.

Durante o julgamento, o procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, defendeu a rejeição à candidatura de Arruda. Segundo Janot, o candidato não está apto a concorrer por ter sido condenado por ato doloso de improbidade administrativa. “Reconhecido ato de improbidade, o candidato é apanhado em qualquer período de transição do processo eleitoral, antes do registro, depois do registro ou na diplomação”, disse.

O advogado de Arruda alegou que a condenação ocorreu após a apresentação do pedido de registro do TRE-DF. Segundo Francisco Emerenciano, a decisão da Justiça do Distrito Federal foi proferida no dia 9 de julho e o registro foi protocolado no TRE-DF no dia 4 de julho.

Dessa forma, segundo Emerenciano, o candidato está apto para concorrer, pois as condições de elegibilidade são aferidas no momento da apresentação do pedido de registro e não na data do julgamento. De acordo com o advogado, Arruda não é alcançado pela Lei da Ficha Limpa pelo fato da condenação ter ocorrido após o pedido de registro. “Quando se formalizou o oficio, o recorrente [Arruda] reunia todas as condições de elegibilidade e não pesava qualquer causa de inelegibilidade”, disse.







Câmara afirma que receptividade cresceu

Publicado por Márcio Didier, em 26.08.2014 às 22:07

O candidato da Frente Popular ao governo do estado, Paulo Câmara (PSB), festejou o resultado da nova pesquisa Ibope, divulgada na noite desta terça-feira, na qual apresentou crescimento de 18 pontos percentuais, saindo de 11%, em julho, para 29%. O seu principal adversário, o senador Armando Monteiro Neto (PTB), da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, caiu de 43% para 38%.

“É uma tendência que não vai parar por aqui, porque as pessoas vão saber quem é a continuidade do legado de Eduardo Campos e (o governador) João Lyra Neto (PSB)”, afirmou o socialista, durante evento na noite desta terça.

Câmara afirma que a receptividade ao seu nome “cresceu muito”. “Sabíamos que quando começasse o guia, nosso nome iria crescer. As pessoas estão curiosas para saber quem é Paulo Câmara, quem é o candidato de Eduardo”, afirmou o candidato.

Na avaliação de Câmara, “essa curiosidade está se transformando em intenção de votos”. “Nosso grau de desconhecimento continua alto e é algo que vamos intensificar nos próximos dias”, finalizou Câmara.







Armando diz não ter ficado surpreso com a pesquisa

Publicado por Márcio Didier, em 26.08.2014 às 21:53

O candidato da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, Armando Monteiro Neto (PTB), disse não ter ficado surpreso com a queda da diferença entre ele e o seu principal adversário, Paulo Câmara (PSB), na disputa pelo Governo do Estado. De acordo com a pesquisa Ibope divulgada na noite desta terça-feira, o petebista caiu de 43% para 38%, enquanto que o socialista subiu de 11% para 29%.

“Vivenciamos nas duas últimas semanas um clima de comoção jamais registrado na história política de Pernambuco, amplificado pela intensa cobertura da mídia”, disse, em nota, Armando, se referindo à morte do ex-governador Eduardo Campos.

“Tornou-se inevitável a associação das homenagens póstumas ao candidato adversário e seu grupo político. De agora em diante, resta saber o que passará a se constituir, verdadeiramente, em capital político próprio do candidato”, acrescentou o petebista.

Ainda na nota, Armando disse ver como positiva a “cristalização” das suas intenções de voto em “elevado patamar”, garantindo “a manutenção da liderança, mesmo nesse cenário atípico”. “Registre-se ainda que continuamos a ser o candidato que apresenta o menor índice de rejeição’, finalizou a nota o petebista.







Ibope para o Senado: João Paulo tem 35%; Bezerra Coelho, 22%

Publicado por Branca Alves, em 26.08.2014 às 19:16

A pesquisa Ibope encomendada pela Rede Globo e divulgada pelo NETV 2ª edição, também fez levantamento sobre a disputa pelo Senado. O deputado federal João Paulo (PT), candidato da coligação Pernambuco Vai Mais Longe, oscilou negativamente em dois pontos, de 37% para 35% das intenções de voto, mas lidera a disputa. O postulante da Frente popular, Fernando Bezerra Coelho (PSB), saiu de 16% para 22%.

Na terceira posição aparece Simone Fontana (PSTU), com 2%, seguida por Albanise Pires (PSOL) e Oxis (PCB), ambos com 1%. Indecisos somam 24% e brancos e nulos somam 15%.

A pesquisa Ibope foi feita entre os dias 23 e 25 de agosto. Foram entrevistados 1.512 eleitores em 69 municípios de Pernambuco. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.







Ibope: Armando 38%; Paulo, 29%

Publicado por Branca Alves, em 26.08.2014 às 19:03

(Fotos: Arquivo Folha)

A segunda pesquisa Ibope divulgada na noite desta-terça-feira (26) pelo NETV 2ª edição, da Rede Globo, mostrou que o candidato da coligação Pernambuco Vai Mais Longe ao Governo do Estado, Armando Monteiro Neto (PTB) caiu cinco pontos percentuais e está com 38% das intenções de voto, enquanto que o postulante da Frente Popular ao Governo do Estado, Paulo Câmara (PSB), cresceu 18 pontos e atingiu 29% das preferências do eleitorado. Os candidatos Jair Pedro (PSTU), Miguel Anacleto (PCB), Pantaleão (PCO) e Zé Gomes (PSOL) aparecem com 1% cada.

No levantamento anterior, divulgado no dia 30 de julho, Armando aparecia com 43% e Paulo Câmara, com 11%. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos. Brancos e nulos somam 13%, enquanto outros 16% estão indecisos.

Rejeição

O levantamento também aferiu o índice de rejeição. O candidato do PSOL, Zé Gomes, lidera o quesito, com 33% das citações. Ele é seguido por Pantaleão, 32%; Jair Pedro, 24% e Miguel Anacleto, 23%. Paulo Câmara tem índice de rejeição de 19%, contra 17% de Armando. Dos ouvidos 12% disseram que poderiam votar em todos, enquanto que 27% não souberam ou não responderam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 23 e 25 de agosto. Foram entrevistados 1.512 eleitores em 69 municípios do Estado. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) sob o número 00019/2014 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR00424/2014.







Ibope: Dilma tem 34%, Marina, 29%, e Aécio, 19%

Publicado por Márcio Didier, em 26.08.2014 às 18:08

A primeira pesquisa realizada pelo Ibope, e divulgada na noite desta terça-feira (26), após a substituição do candidato do PSB aponta a candidata Marina Silva com 29% das intenções de voto. A presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT), lidera a disputa, com 34% das citações, enquanto que o tucano Aécio Neves aparece em terceiro, com 19%.

Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, não há empate técnico entre a petista e a socialista. O candidato do PSC, Pastor Everaldo (PSC) atingiu 1% das intenções de voto, mesmo porcentual de Luciana Genro (PSOL). Os outros candidatos não chegaram individualmente a 1%, mas juntos somam 1%.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no último dia 7, o candidato do PSB ainda era Eduardo Campos, que morreu em acidente aéreo no último 13. Naquela pesquisa, Dilma tinha 38%; Aécio Neves (PSDB), 23%; e Eduardo Campos (PSB), 9%.

Foram feitas duas simulações do segundo turno. Na primeira, Marina lidera com 45%, contra 36% de Dilma. Brancos/nulos/nenhum somam 9% e Não sabe, 11%. No outro cenário, a presidente com 41%, contra 33% de Aécio Neves. Brancos/nulos/nenhum atingem 12%
e não sabe, 12%

De acordo com o levantamento, 7% de eleitores pretendem anular ou votar em branco, e outros 8% estão indecisos. A soma dos adversários de Dilma dá 51%, 17 pontos a mais do que os 34% da presidente, o que configura a disputa em dois turnos.

Rejeição

A presidente Dilma lidera o quesito rejeição. De acordo com a pesquisa Ibope, nesse quesito a presidente aparece com 36%, seguida por Aécio Neves, com 18%; Pastor Everaldo, com 14%; Zé Maria (PSTU), 11%; Eymael (PSDC), 9%; Levy Fidelix (PRTB), 9%; e Rui Costa (PCO), 7%. Marina Silva aparece em oitavo no ranking da rejeição, com 10%. Após ele vem Luciana Genro (PSOL), 8%; Mauro Iasi (PCB), 6%; e Eduardo Jorge (PV), com 7%.

O Ibope ouviu 2.506 eleitores em 175 municípios brasileiros entre os últimos sábado (23) e segunda-feira (25). A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00428/2014.







PSB divulga nota pouco esclarecedora sobre avião

Publicado por Branca Alves, em 26.08.2014 às 17:42

O PSB divulgou nota oficial, na tarde desta terça-feira (26), sobre as cobranças que vem recebendo em relação ao avião Cessna que caiu provocando a morte do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) e mais seis pessoas, no dia 13 de agosto. O posicionamento havia sido prometido para hoje e reforçado pela candidata à Presidência pelo PSB, Marina Silva.

De acordo com o texto, assinado pelo presidente nacional da legenda, Roberto Amaral, o uso da aeronave “foi autorizado pelos pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira” e que só ao final da campanha seria emitido o recibo eleitoral.

Acrescenta, ainda, que “a tragédia impôs alterações na direção partidária e na estrutura da campanha, o que ocasionou na dificuldade no levantamento das informações necessárias para o esclarecimento das dúvidas”.

Confira, abaixo, a nota na íntegra:

Nota Oficial do Partido Socialista Brasileiro

O Partido Socialista Brasileiro esclarece:

A aeronave de prefixo PR-AFA, em cujo acidente faleceu seu presidente, Eduardo Henrique Aciolly Campos, nosso candidato à presidência da República, teve seu uso — de conhecimento público — autorizado pelos empresários João Carlos Lyra Pessoa de Mello Filho e Apolo Santana Vieira.

Nos termos facultados pela legislação eleitoral, e considerando o pressuposto óbvio de que seu uso teria continuidade até o final da campanha, pretendia-se proceder à contabilização ao término da campanha eleitoral, quando, conhecida a soma das horas voadas, seria emitido o recibo eleitoral, total e final.

A tragédia, com o falecimento, inclusive, de assessores, impôs conhecidas alterações tanto na direção partidária quanto na estrutura e comando da campanha, donde as dificuldades enfrentadas no levantamento de todas as informações que são devidas aos nossos militantes e à sociedade brasileira.

Brasília, 26 de agosto de 2014
Roberto Amaral, presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro







Armando defende maior investimento na educação

Publicado por Branca Alves, em 26.08.2014 às 16:05

Para que isso ocorra, o petebista declarou que vai desenvolver um modelo cooperativo do Estado com as prefeituras (Foto: Bruno Campos)

Candidato a governador pela coligação Pernambuco Vai Mais Longe, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) defendeu maior investimento na educação para que os índices educacionais do Estado dê uma guinada nas redes estadual e municipal. Para que isso ocorra, o petebista declarou que vai desenvolver um modelo cooperativo do Estado com as prefeituras e adotar matriz curricular única, com o intuito de melhorar a formação dos alunos já na base.

As declarações foram dadas em entrevista ao programa TV Jornal Meio Dia, nesta terça-feira (26). Armando Monteiro Neto disse também que pretende atuar para estabelecer a conexão entre os ensinos médio e profissionalizante. Além disso, o petebista quer implantar uma política para minimizar a evasão escolar. Essas medidas visam reverter os atuais índices de Pernambuco no Ideb.

“Se o Estado não fizer uma virada na educação, não poderemos chamar de desenvolvimento o que houve nos últimos anos. A educação é o grande desafio de Pernambuco”, resumiu Armando Monteiro, ao sublinhar que, atualmente, no Ideb, o Estado está na 18ª nos anos iniciais do ensino fundamental e na 22ª posição nos anos finais. Já no ensino médio, o Estado ocupa a 16ª.

“É preciso reduzir o nível de evasão escolar do ensino fundamental para o ensino médio e conectar o ensino médio com o profissional, para os jovens terem uma profissão e devolver para a sociedade o que recebeu ao longo da formação”, disse.

Durante entrevista, Armando Monteiro Neto afirmou que, caso seja eleito, seu governo vai por em prática políticas públicas para minimizar os transtornos com a mobilidade urbana. Entre as iniciativas, implantar novos corredores exclusivos de transporte para dar mais espaço para o BRT e melhorar e ampliar o metrô, modernizando as composições e ajustando a frequência. A ideia é saltar de 300 mil passageiros por dia para 500 mil.

Além disso, Armando acredita que é preciso combinar a concessão de incentivos fiscais com a maior oferta de qualificação profissional para alavancar o desenvolvimento. Para isso, o petebista defende um maior investimento em infraestrutura, ao passo que também amplia a oferta de qualificação das pessoas.







TSE decide hoje futuro da candidatura de Arruda no DF

Publicado por Branca Alves, em 26.08.2014 às 14:40

Agência Brasil (Brasília) – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) define nesta terça-feira (26) o futuro político do candidato ao governo do Distrito Federal (DF), José Roberto Arruda (PP). Na sessão marcada para as 19h, sete ministros da Corte vão decidir se confirmam o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que negou o registro da candidatura do ex-governador às eleições de outubro, com base na Lei da Ficha Limpa.

No TSE, o advogado de Arruda, Francisco Emerenciano, disse à Agência Brasil que vai sustentar que a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) – confirmando a suspensão dos direitos políticos dele por oito anos por improbidade administrativa, enriquecimento ilícito e dano ao patrimônio público – é posterior ao pedido de registro de candidatura e, por isso, não poderia impedi-lo de entrar na disputa. Ainda segundo o advogado, Arruda solicitou à Justiça Eleitoral seu registro no dia 4 de julho e a decisão do TJDFT foi tomada em 9 de julho.

“Não sabemos o que levou os ministros do TRE a tomar essa decisão, mas hoje vamos conseguir reverter esse entendimento. Arruda está otimista e confiante em relação ao resultado desta noite”, disse o advogado.

Emereciano não quis adiantar o que vai fazer caso Arruda, que lidera as pesquisas de intenção de voto no DF, tenha uma decisão desfavorável no TSE. Entre as possibilidades, a defesa poderá apresentar à Justiça Eleitoral embargos de declaração, que não modificam a decisão, mas podem ser solicitados para esclarecer pontos considerados obscuros no julgamento e, consequentemente, protelar o cumprimento da decisão.  Leia Mais







Em inserção, Romário esquece o PSB e Marina Silva

Publicado por Branca Alves, em 26.08.2014 às 12:45

Em meio às confusões internas e dissidências envolvendo o PSB, o deputado federal Romário, candidato a senador pelo partido, omitiu sua filiação partidária no programa da propaganda eleitoral exibida na noite dessa segunda-feira (24), que trata do tema esportes e seu legado. Nele, o socialista divulga apenas o seu número na urna (400). Quem também ficou de fora da inserção foi a candidata à Presidência do seu partido, a ex-senadora Marina Silva, apesar de sua ascensão.

Durante a inserção, Romário fala de obras superfaturadas e sem planejamento e questiona os gastos milionários em estádios e centros esportivos e a falta de investimento na formação de atletas.

“Eles falam de legado, mas qual legado que fica senão o deles que querem ser lembrados pelos grandes feitos? É uma mania de grandeza com obras de pouca utilidade para a nossa população”, questiona o candidato.







Reserva para mulheres não traz resultado nas urnas, dizem especialistas

Publicado por Branca Alves, em 26.08.2014 às 12:00

Agência Brasil (Brasília) – Quase 20 anos depois de os partidos políticos serem obrigados a criar uma cota mínima de 30% de candidaturas femininas, defensores da medida ainda lamentam que ela não tenha trazido resultados nas urnas. Atualmente, as mulheres ocupam menos de 10% dos assentos no parlamento brasileiro. Entretanto, 52,1% do eleitorado do país (74,4 milhões) é composto pelo sexo feminino, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para especialistas, a subrepresentação feminina no cenário político está ligada a barreiras impostas dentro dos partidos e não a uma descrença do eleitorado na capacidade da mulher.

O demógrafo e professor da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (ENCE/IBGE) José Eustáquio Diniz Alves diz que o eleitorado vê com bons olhos a mulher na política. “As eleições de 2010 foram a prova de que o eleitorado não discrimina o sexo feminino, pois as duas mulheres [Dilma Rousseff e Marina Silva], entre nove candidatos, tiveram dois terços (67%) dos votos no primeiro turno. E uma mulher foi eleita presidenta da Republica, com mais de 54% dos votos”, analisou, acrescentando que não considera o Brasil um país de forte tradição patriarcal e machista.

O demógrafo ainda lembrou que países com tradição democrática consolidada há mais tempo, como os Estados Unidos e a França, nunca tiveram mulheres na Presidência. O problema, segundo ele, está “fundamentalmente” no Legislativo. “Por uma prática misógina dos partidos políticos que são dominados pelos homens e não querem abrir mão do poder. Ou seja, a discriminação de gênero não está no eleitorado, mas principalmente nos partidos políticos”, destacou.  Leia Mais