Luiz Antônio Sacco
Luiz Antônio SaccoFoto: Divulgação

Muito além de desenvolver produtos novos e únicos, a empresa de solução de pagamento para o comércio eletrônico SafetyPay acredita que inovar no mercado é oferecer uma experiência simplificada e segura ao consumidor. É como o diretor geral da empresa na América Latina, Luiz Antônio Sacco, categoriza sua prioridade. Vendo que quase um quarto da população brasileira (48 milhões de pessoas) comprou pela internet no ano passado e que isso representa um crescimento de 22% ante 2015, a companhia entende que se reinventar todos os dias é necessário para acompanhar a tendência natural da sociedade: a migração para o digital. O e-commerce, por ano, gera mais de R$ 50 bilhões, mas o espaço a ser ocupado ainda é grande.

Quem opta pela compra online, entretanto, procura comodidade. E para fazer valer a pena a espera pela chegada do produto, os sites diversificam as formas de pagamento. Uma delas, através da SafetyPay, é a opção de transferência bancária. "Até então era algo possível somente nas lojas físicas. Modernização significou atrair mais clientes", comentou o diretor Sacco.

No entanto, mais de 55 milhões de consumidores brasileiros não possuem conta em banco ou cartão de crédito. Isso dificulta o acesso às compras online, mas a empresa trouxe outra novidade: uma alternativa ao boleto. Funciona com um código que é gerado na hora da compra e, com ele, a pessoa pode pagar em uma casa lotérica normalmente. O dinheiro cai imediatamente na conta do lojista. O diretor da instituição explicou que isso é possível por causa de uma parceria exclusiva com a Caixa Econômica Federal, que permite uma conexão dedicada das lotéricas.

A última novidade não traz apenas essa facilidade aos comerciantes. Com as novas mudanças anunciadas pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban), que cobrarão uma taxa por cada boleto emitido e entrarão em vigor a partir de julho, acaba sendo duplamente benéfico. Sacco justifica que muitas pessoas compram, emitem o boleto e só pensam se vão pagar ou não depois. “Se a pessoa não efetuar o pagamento, a loja arca com o custo em vão”, reclama. “Com o código, a lotérica não precisará mais de boleto e o lojista não vai mais aumentar seus custos”, completa.

Para Luiz Sacco, com essa evolução, a própria empresa economiza e torna o negócio rentável. "Tudo isso nos mantém competitivos", relatou Sacco.

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