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| Tiroteio deixou ainda outros quatro feridos | ||
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O tiroteio entre os bandidos e o policial civil começou na avenida Brasil. Segundo o titular da Delegacia de Paulista, Ivaldo Pereira, que coletou as primeiras informações do crime, os bandidos ao se aproximarem do veículo de Carlos Novaes, perto do Campo de Aviação, iniciaram o confronto. O carro dos criminosos interceptou e trancou o veículo do policial. Três dos quatro suspeitos que vinham no Fiesta prata desceram e começaram a atirar contra Carlos Novaes. Dois homens que estavam em duas motos fizeram a proteção dos comparsas. Em resposta aos tiros, o policial civil puxou sua pistola e revidou, atirando de dentro de seu carro. “Quem fez isso tinha a intenção de matar o policial”, revelou o titular. O carro do policial foi completamente crivado de bala. Pelo menos 15 disparos acertaram o parabrisa e capô do Gol verde. Outros oito tiros atingiram a lataria e vidro no lado do motorista. No local, os fragmentos de munição de pistolas 380 e nove milímetros - esta última de uso exclusivo das Forças Armadas e polícias -, davam a dimensão do confronto armado. As balas atingiram os portões de duas casas da rua 102, transversal à avenida. Em uma das residências, uma idosa foi ferida de raspão. Um motoqueiro e uma técnica de enfermagem foram feridos de raspão na perna, atendidos e liberados na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Paulista. Outro homem - Mibério Galvão de Araújo, 44, foi atingido na perna e passou por cirurgia no Hospital Miguel Arraes, mesma unidade médica que o policial civil recebeu os primeiros atendimentos e teve alta no final da manhã.
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