Kombi do bem: produtos vendidos serão doados para ONGs

A PicPay abriu um pop-up store em Recife e vai doar integralmente o valor para ONGs

Os produtos são vendidos por uma quantia simbólica, que varia de R$ 4 até R$ 12Os produtos são vendidos por uma quantia simbólica, que varia de R$ 4 até R$ 12 - Foto: Divulgação

O verão já chegou com tudo no Brasil. E com ele, a praia é sinônimo de fim de semana. Pensando nisso que a PicPay colocou em algumas capitais espalhadas pelo Brasil, uma Kombi com venda de alguns produtos praieiros. No Recife, o veículo ficará no parque Dona Lindu, no bairro de Boa Viagem, durante os fins de semana do mês de janeiro, das 14h30 às 20h30. Os produtos são vendidos por uma quantia simbólica, que varia de R$ 4 até R$ 12. A causa? Vai muito além do verão.

É que a venda dos mais de 76 mil itens distribuídos nas cidades serão utilizados por uma razão nobre. Todo o valor será revertido para três ONGs: AACD, Amigos do Bem e Instituto Luisa Mell. O objetivo é que sejam arrecadados uma cifra de quase R$ 500 mil para as instituições. “A gente viu oportunidade de explorar território e aproveitar o verão para promover essa experiência de pagamento para os banhistas”, explica a Head de Branding da PicPay, Cristianne Alves.

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Quem quiser ir até a lojinha, precisa, no entanto, na hora da compra, ter instalado em seu smartphone o aplicativo da PicPay. Ao escolher o produto desejado, como um óculos de sol, bola de vôlei ou outro item, o consumidor aponta a câmera do celular para um dos três QR Codes para concluir a compra, coloca o valor e realiza o pagamento. Cada QR Code tem uma destinação para uma das três ONGs. Caso o cliente deseje, também pode doar para mais de uma.

“O mais interessante é que trabalhamos com o empoderamento do consumidor a não mais utilizar a tradicional carteira com dinheiro e cartões de crédito. Mas sim, usar o celular para fazer pagamentos e além disso incentivar o cliente para que ele escolha a causa que deseja apoiar”, acrescenta.

Ainda de acordo com ela, nas cidades participantes, cerca de 12% dos produtos já foram vendidos. “É importante frisar que o cliente pode comprar o que ele quiser e na quantidade que desejar. Ao comprar, o dinheiro já cai automaticamente na conta da ONG que escolher”, destaca Cristianne que pretende postergar a presença das Kombis, caso haja autorização das Prefeituras nas cidades participantes.

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