Sem pódio nos 4x100m, Brasil torce por veterano no Mundial

Nos 50m borboleta, o veterano Nicholas Santos, de 39 anos (atleta mais velho do torneio), se classificou para a final

Nadador Nicholas SantosNadador Nicholas Santos - Foto: AFP

No primeiro dia da natação no Mundial de Esportes Aquáticos de Gwangju, na Coreia do Sul, a seleção brasileira teve as expectativas frustradas no coletivo e viu um veterano chegando forte para a final no individual. Após a vice colocação no mundial de 2017 em Budapeste, na Hungria, depositou-se grande esperança no time masculino do revezamento 4 x 100 m livre. Porém, a suspensão do titular Gabriel Santos, flagrado no antidoping pelo uso do clostobol, forçou uma mudança na escalação que trouxe a prata, que também contava com Marcelo Chierighini, Pedro Spajari, Breno Correia.

Na semifinal o substituto de Santos foi André Calvelo, jovem de 18 anos convocado como reserva. Ele marcou a parcial de 48s44 na eliminatória que classificou o Brasil em sexto lugar para a final, com tempo agregado de 3m12s97. Na decisão, Bruno Fratus subistuiu o novato e fez o melhor tempo da equipe (47s78).

Já nos 50 m borboleta, o veterano Nicholas Santos, de 39 anos (atleta mais velho do torneio), se classificou para a final com o segundo melhor tempo (22s77) e aparece com um dos favoritos na briga pelo ouro, que ocorrerá às 8h (horário de Brasília) da próxima segunda-feira (22, já terça-feira, 23, na Coreia). Na primeira eliminatória, ele fez o tempo de 23s48 (11º lugar) Vinicius Lanza, com tempo de 23s91, foi eliminado ainda na mesma prova ainda na primeira etapa.

Nos 100 m peito masculino, João Gomes parou na semifinal. Ele chegou à etapa com o tempo de 59s25, mas os 59s32 na fase sequinte não foram suficientes para levá-lo à decisão. Na mesma modalidade, Felipe Lima, com o tempo de 1m00s00, foi eliminado ainda na primeira etapa.

Entre os outros destaques da competição, o britânico Adam Peaty bateu o recorde mundial dos 100 m peito com o tempo 56s88 registrado durante a semifinal. O recorde anterior, de 57s10, também era dele. No feminino, a surpresa ficou por conta de Katie Ledecky. Ela perdeu a invencibilidade na prova dos 400 m livre após 7 anos. Com 3m59s97, a norte-americana foi derrotada pela australiana Ariarne Titmus, que garantiu o ouro com o tempo de 3m58s76.

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