Maquiador é morto e tem cabeça e pênis decepados em Moreno; amiga é presa

Segundo informações iniciais, ele foi esfaqueado pelo menos 59 vezes

Henrique de Deus tinha 24 anosHenrique de Deus tinha 24 anos - Foto: Reprodução/Instagram

O maquiador e cabeleireiro Henrique Antônio Alves de Deus, 25 anos, foi encontrado morto na madrugada desta terça-feira (21), no bairro do Xingú, município de Moreno, Região Metropolitana do Recife (RMR). De acordo com a Polícia Civil, o corpo do rapaz estava separado da cabeça e com vários ferimentos provocados possivelmente por arma branca. Ainda segundo a corporação, a cabeça da vítima foi localizada a cerca de 50 metros de distância de onde o resto do cadáver despido foi achado e a aproximadamente 100 metros de onde Henrique morava. As investigações iniciais apontam que o maquiador foi assassinado porque seria informante da polícia.

No fim da manhã desta terça, uma suposta amiga do maquiador foi presa por policiais do 20º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e do Grupo de Apoio Tático Itinerante (Gati). Em entrevista ao Portal FolhaPE, o sargento José Francisco informou que a suspeita foi encontrada na casa dela. Ainda segundo o sargento, em depoimento ela disse ter telefonado para Henrique, por volta das 22h30 de segunda-feira (20), e o convidou para consumir drogas, visando atraí-lo para um local ermo e matá-lo.

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O sargento José Francisco informou que no local do crime estariam três homens supostos amigos do maquiador, que iniciaram as dezenas de facadas. Ainda segundo relato do policial, nesse momento a amiga se afastou e foi surpreendida com o trio exibindo a cabeça de Henrique e tirando fotos dos restos mortais. Um dos autores das facadas inclusive teria sido preso após Henrique entregá-lo à polícia.

O corpo de Henrique de Deus foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) do Recife. Ainda não há informações sobre velório e sepultamento do rapaz. As investigações prosseguirão sob responsabilidade do delegado Cláudio Neto, titular da 13ª Delegacia de Polícia de Homicídios (DPH), do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). Em nota, a Polícia Civil informou que se pronunciará sobre o caso em momento oportuno.

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