Verão: fique atento à hidratação

A água compõe no corpo: aproximadamente 60% nos homens e 50% a 55% nas mulheres. O desequilíbrio entre a perda de água e sua reposição pode levar a quadros de desidratação

Rafael Coelho,  e-mail: contato@rafaelcoelho.med.br | Instagram: @drrafaelcoelho | Facebook: /rafaelcoelho |Rafael Coelho, e-mail: [email protected] | Instagram: @drrafaelcoelho | Facebook: /rafaelcoelho | - Foto: Netto Juvino

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Estamos no verão e a hidratação do organismo merece ainda mais atenção nesta estação. A água compõe no corpo: aproximadamente 60% nos homens e 50 a 55% nas mulheres e o desequilíbrio entre a perda de água e sua reposição pode levar a quadros de desidratação, que causam sintomas como fraqueza, tontura, dor de cabeça e fadiga.

Além da água fresca e pura, você pode se hidratar com:

Água de coco,

Frutas,

Água aromatizada (água com limão, água com laranja). Essas águas aromatizadas não são as industrializadas.

Chás


Durante a atividade física, a atenção deve ser redobrada com a hidratação, seja ao ar livre ou na academia.

E atenção: nada substitui a água pura. As outras fontes de hidratação devem ser complementares.

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*Rafael Coelho (CRM: 23943/PE) é médico. Pautas para Jademilson Silva – Jornalista - DRT: 3468. E-mail: [email protected]

Pílulas

Estudo afirma que uso contínuo de maconha aumenta o índice de câncer no testículo

Médico Filipe Tenório

Médico Filipe Tenório - Foto: Vinícius Ramos/divulgação


Um recente estudo publicado no Journal of the American Medical Association, periódico especializado em saúde dos Estados Unidos, afirma que o uso continuado de cigarro de maconha por mais de 10 anos aumenta em 36% o índice de câncer testicular em comparação com os homens que nunca utilizaram a droga. “O uso frequente de maconha está associado ao desenvolvimento de tumores de células testiculares”, explica o especialista em saúde sexual do homem Filipe Tenório. E não para por aí, ela também é prejudicial na questão da fertilidade masculina. “A maconha é pior que o cigarro para a questão da fertilidade. Se compararmos os homens que fumam maconha e os que utilizam cigarro comum, os primeiros tem pior desempenho relativo a fertilidade”, completa o especialista.

Colônia de férias do Instituto do Movimento

Acontece, até dia 30 de janeiro, a colônia de férias do Instituto do Movimento (IM), com o tema: “De volta ao passado”. O IM está localizado em Boa Viagem e Madalena. Informações pelo telefone: 81 3019-4409.

Edital para capacitação médica na Fundação Ação Visual

As inscrições para os cursos de Fellowship 2020 do Instituto de Olhos do Recife seguem até o dia 14 deste mês. Sob a coordenação dos oftalmologistas Marcelo Valença e Roberto Galvão Filho, além da preceptoria do staff do IOR, os médicos selecionados vão estudar e se capacitar na Fundação Ação Visual, braço filantrópico do Instituto, que atende pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital está disponível no site www.ior.com.br. Para concorrer, o candidato deve ser graduado em medicina e apresentar declaração autenticada de conclusão de curso de residência médica ou curso de especialização em oftalmologia. Mais informações: (81) 2122.5091 e 99841.4849.

Câncer de pele também pode ser tratado com radioterapia

Até o fim de 2019, mais de 171 mil pessoas foram diagnosticadas com câncer de pele, segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca). O número diz respeito a dois tipos de câncer: o câncer de pele não melanoma e o câncer de pele melanoma, somados. A radioterapia pode ser uma opção para tratamento para ambos os casos. Ela utiliza radiações ionizantes para inibir o crescimento ou destruir as células anormais que formam o tumor. “A radioterapia alivia os sintomas causados pela disseminação da doença, principalmente para o cérebro ou ossos. A chamada radioterapia paliativa reduz alguns sintomas da doença”, explicou o radio-oncologista da Oncoclínicas Radioterapia Felipe Coelho.

 

Palavra do Especialista

Cai pela primeira vez número de fumantes no mundo


O terceiro relatório global da Organização Mundial de Saúde (OMS) lançado em 19 de dezembro de 2019 sobre tendências do uso do tabaco, entre 2000 e 2025, aponta pela primeira vez queda no número de fumantes no mundo, apesar do crescimento da população. Em 2000, 1, 397 bilhão de pessoas fumavam. Em 2015, o número caiu para 1,351 bilhão. A estimativa de fumantes em 2025 é de 1,299 bilhão. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), embora tenha havido progresso nos números, a diminuição do tabaco no mundo é desigual e alguns países estão ficando para trás, o que reforça a necessidade de continuidade das ações e políticas de prevenção ao fumo em todo o mundo. Além disso, novas formas de entrega de nicotina, diferente de cigarro tradicional, foram criadas como o cigarro eletrônico, que traz uma quantidade de nicotina ainda maior nos vaporizadores. De acordo com o Plano de Ação Global da OMS para Prevenção e Controle de Doenças Não Transmissíveis no período de 2013 e 2020, a única região da OMS com redução relativa de 30% no uso atual de tabaco até 2025 é a América, com queda da taxa média de consumo de 23%, em 2010, para 15%, em 2025, presumindo a continuidade das ações de prevenção e combate ao cigarro. Entre os homens, haverá 30% de redução do fumo até 2025 apenas entre os do continente americano. Em outros continentes, exceto no Pacífico Ocidental, as taxas de decréscimo vão variar entre 19% e 22%. O fumo é responsável no Brasil por mais de 13 tipos de cânceres. O fumo causa 90% dos casos de câncer no pulmão e 30% das mortes decorrentes de outros tipos de tumores como de boca, laringe, faringe, esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rim, bexiga, colo de útero e leucemia.

Luiz Augusto Maltoni Jr é diretor-executivo da Fundação do Câncer

ERRATA: No artigo intitulado "Janeiro Branco: alimentos importantes para uma boa saúde mental", publicado no dia 06.01.2020, corrigimos a informação que a pesquisa sobre alimentos e redução na tendência de depressão, no caso não foi realizada pela Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), mas pela Universidade de Melbourne, na Austrália. Pedimos desculpas pelo equívoco.

**A Folha de Pernambuco não se responsabiliza pelo conteúdo das colunas
 

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