Ministro decide dar seguimento a ação sobre inelegibilidade de Haddad

Bolsonaro acusa Haddad de campanha irregular por abuso de poder político praticado pelo governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB)

Fernando Haddad (PT), em coletiva de imprensa em São Paulo, nesta quinta (25)Fernando Haddad (PT), em coletiva de imprensa em São Paulo, nesta quinta (25) - Foto: Reprodução/Facebook

O ministro Jorge Mussi, corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu dar seguimento a uma ação da campanha de Jair Bolsonaro (PSL) contra Fernando Haddad (PT). A informação foi publicada pelo site Uol. Assim, a campanha de Bolsonaro pede que Haddad e sua vice, Manuela D'Ávila (PCdoB), sejam declarados inelegíveis por oito anos. A ação terá de ser julgada pelo TSE, mas ainda não há data prevista.

O deputado acusa Haddad de campanha irregular por abuso de poder político praticado pelo governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB). A campanha de Bolsonaro afirma que Coutinho utilizou jornal vinculado a órgão da administração do estado para publicar reportagens favoráveis a Haddad, além de ter utilizado na campanha a estrutura da Universidade Estadual da Paraíba e de ter coagido servidores públicos a votar no candidato do PT

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Ao dar seguimento a ação, o ministro notificou a campanha de Haddad e Manuela para apresentar defesa. O ministro ainda fará uma segunda análise sobre se há elementos para o prosseguimento ou não do processo. 

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