Ministro da Educação escreve ‘paralização’ 2 vezes e internet não perdoa

O ministro já cometeu outros deslizes que não passaram despercebidos

Ministro da Educação, Abraham WeintraubMinistro da Educação, Abraham Weintraub - Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, enviou um ofício a Paulo Guedes, chefe da pasta da Economia, ressaltando que faltam recursos para a prestação de serviços públicos em 2020.

Um dos detalhes do texto que chamam a atenção é o português. Por duas vezes, o documento assinado por Weintraub (e obtido pelo Estadão) grafa "paralização" -em vez de paralisação.

"Com a redução de bolsistas de mestrado e doutorado, há paralização (sic) de pesquisas e risco de evasão de pesquisadores para atuação no exterior, comprometendo o desenvolvimento da ciência e tecnologia no país", diz o ministro em documento com a data de 15 de agosto deste ano.

Leia também:
Ministro da Educação ataca Lula e Dilma em piada sobre drogas em avião
MEC libera R$ 60 milhões para internet nas escolas rurais


"O referencial monetário apresentado ao MEC impossibilita a destinação de menos da metade do orçamento que as universidades e institutos possuem atualmente. Com isso, haverá a paralização (sic) de cursos, campi e possivelmente instituições inteiras, comprometendo a educação superior e a educação profissional e tecnológica (EPT)", continua o texto.

O ministro já cometeu outros deslizes que não passaram despercebidos. É o caso de quando trocou o nome do escritor Franz Kafka pelo tradicional prato da culinária árabe, a cafta.

Na internet, a nova gafe do chefe do MEC obviamente já começou a ser comentada e virou motivo de chacota, inclusive de famosos.

Veja também

"Acho perigoso chamar críticos de detratores", diz jornalista pernambucano citado em lista polêmica
Governo Federal

"Acho perigoso chamar críticos de detratores", diz jornalista pernambucano citado em lista polêmica

Humberto elogia campanha de Marília e diz que urnas colocaram PT como oposição a João Campos
PT x PSB

Humberto elogia campanha de Marília e diz que urnas colocaram PT como oposição a João Campos