Folha de Pernambuco está presente em várias plataformas

Sede do jornal, em prédio histórico do Bairro do Recife, está renovada e integra as suas mídias: impresso, portal e rádio - Foto: Alfeu Tavares

Em meio a um presente ainda escasso de levezas, há um futuro que aguarda, impávido, em frestas que permanecem abertas e com pressa de serem escancaradas. Alento possível e quiçá, próximo, que há de chegar e é preciso saber recebê-lo - bem e com disposição. E o papel do (bom) jornalismo neste contexto é fundamental, uma vez que é função dos meios de comunicação percorrer trajetos que prezam pela realidade presente e, ao mesmo tempo, não desistem de um porvir. Esse é o caminho que a Folha de Pernambuco trilha há 23 anos – data celebrada hoje. Fundada e comandada pelo empresário Eduardo Monteiro, que dirige o Grupo EQM, o jornal está alicerçado sob os pilares do apreço pela democracia, credibilidade da informação e diligência à liberdade de expressão, focos que desde sempre integram seus conteúdos e se colocam cada vez mais ao alcance de leitores, ouvintes e internautas. 

“Como veículo, como cidadãos, comemoramos porque encontramos avanços, mantivemos a Folha viva, prestando serviço e adaptada, como todo mundo, aos novos tempos. Era o nosso papel seguir mesmo em tempos tão difíceis, sem perder a essência e com nossa atividade de fornecer a melhor informação, com veracidade e apuração fidedigna. É uma forma de contribuir com as autoridades, com os ouvintes, leitores e internautas, que precisam se respaldar pelo jornalismo sério, especialmente sobre assuntos relacionados à pandemia e a tudo que vem em decorrência dela”, ressalta Paulo Pugliesi, diretor executivo do jornal. 

Pautada pela constância em informar com compromisso, a Folha de Pernambuco exerce papel importante e reconhecidamente valoroso quando se pensa em uma imprensa que deve ser aliada da população e que se coloca sempre na busca incessante pelo bem comum. Especialmente nos dias atuais, de uma pandemia sem precedente, elucidar tudo que envolve a maior crise sanitária de todos os tempos é função elementar, seja através da agilidade e imediatismo do formato online do Portal Folha de Pernambuco, seja por meio da Rádio Folha 96,7 FM como instrumento de comunicação em massa que segue atento às realidades ou pela tradição do impresso, que finca nas páginas que chegam aos leitores conteúdos que perduram e permanecem atemporais, porque contam histórias e narram evidências. Tríade de formatos que coloca hoje a Folha como um dos veículos de maior peso na mídia de todo o País.

“O Complexo Folha de Pernambuco tem como um dos seus maiores compromissos a defesa democrática e plural da informação, em qualquer das nossas plataformas. Com isso, entendemos contribuir com os grandes e legítimos interesses de Pernambuco e do Brasil. Porque a agenda do Brasil não é para amadores”, destaca o diretor operacional José Américo Góis, que complementa. “A nossa origem empresarial, familiar e honrada, nos confere histórica autoridade para grandes discussões locais e nacionais. A economia, a política, a vida em suas variadas manifestações estão nas pautas constantes do Grupo Folha de Pernambuco. "É um momento extremamente desafiador, e este não é um aniversário para celebração e sim para constatação do nosso papel junto à sociedade”, enaltece Mariana Costa, diretora administrativa da Folha de Pernambuco, sobre a importância de reconhecer o jornalismo.

O direcionamento dado pelo jornal na produção de conteúdo na pandemia foi servir à sociedade e cuidar das pessoas. Feita em formato híbrido por jornalistas que, em boa parte do tempo, seguem em trabalho remoto, a cobertura não foi menos eficaz. “Ora presencial, ora home office, nós temos o trabalho remoto de forma efetiva sendo produtivo para o resultado, nos reencontramos nesse modelo que veio para ficar. E esse ano ficou muito evidente a importância da Folha como meio de comunicação para salvar vidas também, com informação sobre prevenção e pautando nosso papel principal com as pessoas, com o cuidado com elas. Isso ficou muito forte para nós este ano e é isso que desejamos reafirmar nesta data”, reforça Mariana. 

Ainda dentro da ação de se reinventar, a Folha de Pernambuco se reestruturou fisicamente e passou a sediar em um mesmo prédio suas multiplataformas de notícias, integrando rádio, portal e impresso em um mesmo espaço, assim como a disposição de toda a parte administrativa que também passou a fazer parte de um mesmo ambiente.

“Fizemos muitos avanços, o digital é hoje a menina dos olhos do nosso projeto e estamos crescendo em audiência e seguidores. Unir on-line, rádio e redação foi muito positivo e satisfatório, e sempre com foco na informação com credibilidade”, conclui Mariana. Embora necessário pelas imposições trazidas pela pandemia, vale frisar que não é de hoje que a Folha de Pernambuco conjuga o verbo “reinventar-se” em sua tarefa de levar a informação. Empreender esforços para estender a credibilidade das páginas impressas até as mídias digitais, ampliando possibilidades e facilitando funcionalidades aos leitores virtuais é justificada, como diria a editora-chefe Leusa Santos, pela “vontade de ser essencial à audiência”. 

De fato, desde sua estreia como jornal, a Folha adentrou o universo das grandes mídias inovando no quesito aceitação do público, a partir do foco no jornalismo policial. Desde então, seguindo como um dos grandes meios de comunicação ativos e de sucesso editorial, o sentido de reinventar-se passou a fazer parte do cotidiano e nos tempos atuais, sobretudo, é premissa que antecede todo o jornalismo de credibilidade que tão bem descreve a sua história. 


"O trabalho jornalístico, responsável, com credibilidade é cada vez mais indispensável nesses tempos em que vivemos. Estou na Folha desde sua fundação e o ativo que cultivamos é o principal componente para que estejamos sempre nos reinventando: a vontade de sermos essenciais à audiência. Nós expandimos a credibilidade e força do jornal para todas as suas plataformas. E hoje a Folha é um meio de comunicação multiplataforma, que está na palma da mão, através do smartphone, na rádio e no jornal impresso", destacou Leusa. 


Em paralelo ao desafio de encarar o tempo presente sem se desvincular do futuro, a Folha de Pernambuco se firma, em seus 23 anos, com importância incontestável e como um espaço de apreço para quem a faz, os jornalistas, e para quem a consome, o público. Sob o imperioso princípio de se colocar à frente da verdade dos fatos e, consequentemente, no combate incansável às fake news, ela segue cumprindo seu papel de noticiar os fatos de forma rigorosa em quaisquer dos seus meios tendo a credibilidade como o seu próprio norte.

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