João Campos diz que "blocos extremistas perderam força" e ressalta aliança com PDT, Rede, PCdoB e PV para 2022

Rodolfo Loepert

Cumprindo uma agenda de várias entrevistas, João Campos reforçou à Rádio Bandeirantes, ontem, que a montagem do seu secretariado se dará com o “compromisso de capacidade técnica”, sem excluir a sensibilidade social e sensibilidade política. Na conversa, ele também falou sobre sobre as eleições presidenciais de 2022.

Questionado sobre o ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), como um liderança nordestina para disputar o pleito, João destacou que tanto recebeu o apoio de Ciro, como do governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), e da ex-presidenciável Marina Silva (Rede), além de diversas lideranças que têm nome em âmbito nacional. Ele afirmou  que todos os nomes que compõem o arco nacional de alianças com o PSB (PDT, Rede, PCdoB, PV) têm credenciais para a disputa. 

“O que eu vejo de resultado da eleição foi o enfraquecimento da polarização. Os extremos perderam força”, disse. “Nacionalmente, temos esse bloco que citei. Penso que é chegada a hora de fazermos uma discussão sobre o que queremos para 2022. Todos nomes que reuni em nossa campanha têm condições, inclusive Ciro.”Ainda de acordo com João, “blocos mais extremistas perderam força”.

“Colocaria como tema prioritário analisar o que cada partido pode fazer para construir com a discussão nacional. Essas grandes lideranças que citei têm condições de ter essa importante atuação", complementou.

Veja também

Presidente da Eletrobras troca empresa pela BR Distribuidora
Economia

Presidente da Eletrobras troca empresa pela BR Distribuidora

Com um reforço de 100 veículos, Grande Recife amplia a frota de ônibus
Transporte

Com um reforço de 100 veículos, Grande Recife amplia a frota de ônibus