Galo que era preparado para briga ilegal, na Índia, mata o próprio dono

Imagem ilustrativa. - Pixabay

O feitiço virou contra o feiticeiro. Um homem morreu, na Índia, após ser atingido na virilha por uma faca que havia amarrado no pé de um galo que estava sendo preparado por ele para um rinha ilegal. O caso aconteceu no vilarejo de Lothunur, no estado de Telengana, ao sul do país. 

No momento em que estava sendo preparada para uma briga de galos, a ave tentou escapar e o dono a agarrou, sendo atingido pela arma, de aproximadamente sete centímetros. 

O homem morreu ainda a caminho do hospital, após perder uma grande quantidade de sangue. Cerca de 15 pessoas estariam envolvidas no evento ilegal e são procuradas pela polícia local, segundo informações da rede BBC.

Eles serão acusados de homicídio culposo, de organizar rinhas ilegais e apostas irregulares, disse a agência de notícias AFP.

Leia também:

Whindersson Nunes e Maria Lina adotam cão resgatado que sobreviveu por milagre

Primeiros seres humanos chegaram à América do Norte acompanhados de cães, afirmam cientistas

Delivery de produtos pet, Zee.Now chega ao Grande Recife 

Veja outras notícias no Folha Pet

 

O galo ficou mantido em uma delegacia, mas já foi transferido para uma fazenda. Quando o caso prosseguir na Justiça, o animal será levado ao tribunal como evidência, de acordo com o jornal The New Indian Express. 

Brigas de galo são ilegais na Índia desde 1960, mas ainda são comumente praticadas em áreas rurais do país, como Telangana, sobretudo durante o festival hindu de Sankranti.

Esta não é a primeira vez que o dono de um galo de briga é morto pelo próprio animal, na Índia. No ano passado, um homem foi morto depois de ser atingido no pescoço por um lâmina que havia amarrado à ave, no estado de Andhra Pradesh. No Brasil, as rinhas são proibidas desde 1934.

Veja também

Em meio a pandemia, vetos ao Orçamento cortam recursos para saúde, educação e obras
Cortes

Em meio a pandemia, vetos ao Orçamento cortam recursos para saúde, educação e obras

Só 2% das instituições de ensino superior têm nota máxima em avaliação federal
Educação Superior

Só 2% das instituições de ensino superior têm nota máxima em avaliação federal