Boas notícias do Brasil II

Últimos índices destacam o Brasil em 9º lugar dentre economias mundiais

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A economia brasileira está à frente das demais economias do planeta, no que diz respeito à recuperação pós pandemia. Enquanto acompanhamos a zona do euro mergulhar em altas taxas de inflação, desvalorização cambial do euro, redução da atividade econômica, e, os EUA entrando numa recessão técnica inimaginável, observamos o nosso Brasil apresentando índices macroeconômicos mais confortáveis e desempenho da economia surpreendente.

Neste artigo, sequência do anterior, vamos continuar surfando nos números da economia brasileira e constatando o que acontece de verdade na economia brasileira e o que o mercado diz aqui dentro e lá fora deste Brasil que surge no cenário mundial em 2022 como a nona economia do mundo, e crescendo. 

Preço do álcool hidratado cai 23 Estados na semana, média Nacional recua 25,46%. Fonte: Agência Nacional de Petróleo – ANP data: 1 ago 2022- 12h52

Os preços médios do etanol hidratado reduziram em 23 Estados na semana passada, subindo apenas em 03 estados: Alagoas, Maranhão e Mato Grosso, além do Distrito Federal. 

Em São Paulo, principal Estado produtor, consumidor e com mais postos avaliados, a cotação média caiu 2,72%, de R$ 4,050 para R$ 3,940 o litro. 

Minas Gerais foi a unidade da Federação com maior recuo porcentual de preços na semana, de 6,37%, de R$ 4,470 para R$ 4,230 o litro.

O preço mínimo registrado na semana para o etanol em um posto foi de R$ 3,45 o litro, em São Paulo. Já o preço máximo na semana foi registrado em Alagoas e no Rio Grande do Sul, a R$ 6,99 o litro. O menor preço médio estadual foi observado em São Paulo, de R$ 3,94 o litro, enquanto o maior preço médio estadual foi verificado no Amapá, de R$ 5,95.

Na comparação mensal, o preço médio do biocombustível no País caiu 13,61%. O Estado com maior baixa porcentual no período foi Bahia, com 17,15% de desvalorização mensal do etanol.

Portanto, experimentamos não só a queda da gasolina e diesel, mas também do “nosso” combustível verde e amarelo. 

O 2° trimestre de 2022 foi o melhor para pequenas indústrias em 11 anos. Fonte: Confederação Nacional da Industria – CNI. Data 01.08.2022.

Entre abril e junho de 2022, o índice de desempenho para indústria de pequeno porte ficou em 47,4 pontos. No 1° trimestre o índice ficou em 45,5 pontos e no 2° trimestre de 2021 foi de 46,5 pontos.

Ao constatar que 76% do total de empregos gerados em 2022 veio do pequeno negócio, este dado de desempenho acima nos traz, além de uma ótima notícia, uma visão de um futuro promissor. 

Desemprego recua no segundo trimestre, menor taxa para o período desde 2015 / Fonte: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE (29/07).

Vamos nos deter mais sobre este assunto, afinal, é o índice de desempenho da economia mais importante e o mais acompanhado, por ser aquele que afeta diretamente o ser humano. 

No segundo trimestre, a taxa de desemprego recuou para 9,3%. Este foi o menor nível para um segundo trimestre desde 2015, quando tinha chegado a 8,4%. 

Em comparação ao primeiro trimestre deste ano, a taxa de desemprego caiu 1,8 ponto percentual. (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua - Pnad).

Conforme o IBGE, o total de desempregados caiu 15,6% em relação aos três meses anteriores — chegando a 10,1 milhões de brasileiros. Isso representa 1,9 milhão de pessoas a menos em busca por emprego no país.

Segundo a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, o recuo da taxa de desemprego entre abril e junho acompanha o movimento já visto em outros anos.

Apesar disso, neste ano, a coordenadora informa que a queda mais considerável foi causada pelo aumento significativo da população ocupada em comparação ao primeiro trimestre.

O número estimado de brasileiros ocupados é de 98,3 milhões. Este é o maior nível desde o começo da série histórica da pesquisa, em 2012. Em comparação ao trimestre anterior, houve um aumento de 3,1%.

O IBGE revela que são 3,0 milhões de brasileiros a mais no mercado de trabalho — sendo 1,1 milhão na informalidade. Em relação ao mesmo período de 2021, foi observada uma alta de 8,9 milhões de trabalhadores.

Diante deste aumento, o nível de ocupação — percentual de ocupados na população em idade de trabalhar — foi previsto em 56,8%. Em relação ao trimestre anterior, o patamar avançou 1,6 ponto percentual.

Número de trabalhadores informais

O número de trabalhadores informais foi estimado em 39,3 milhões. Este também foi o maior número da série histórica do indicador, que começou em 2015. Em relação aos três meses anteriores, foi visto um aumento de 2,8%. Isto representa mais de 1,1 milhão de brasileiros no período.

Neste grupo, integram os trabalhadores sem carteira assinada, empregadores e conta sem CNPJ, além de trabalhadores familiares auxiliares.

Conforme Beringuy, houve a retomada no segundo trimestre, do aumento do número de trabalhadores por conta própria sem CNPJ.

Além disso, a coordenadora destaca que seguiram aumentando outras categorias principais da informalidade — que são os empregados sem carteira assinada no segmento privado e os trabalhadores domésticos sem carteira.

Apoio ao empreendedorismo. Fonte: banco do Brasil

O Banco do Brasil liberou, até a última sexta-feira, 29, mais de R$ 5 bilhões de reais por meio do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). 

Destes R$ 5 bilhões, o Banco destinou mais de R$ 2 bilhões às empresas dirigidas por mulheres. Esta iniciativa de apoio ao empreendedorismo feminino, está em linha com a campanha Agosto Lilás, pelo fim da violência doméstica. Com este aporte, foram beneficiadas quase 20 mil mulheres. 

O banco tem apoiado iniciativas destinadas ao público feminino. A campanha Agosto Lilás, pelo fim da violência doméstica, que começou nesta segunda-feira, 1º, é promovida em parceria com a Associação dos Magistrados do Brasil (AMB) e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Capital Privado é responsável por alta na relação investimento X PIB em 2022. Fonte: Cemec-Fipe – CNN Brasil Business.

No 1° trimestre de 2022 os investimentos corresponderam a 17,91% do PIB no período. O valor é maior que os 17,55% apurados no mesmo período do ano passado. 

Os dados apontam que a recuperação dos números na relação do investimento X PIB está ligada aos investimentos do setor privado. Este é um dado importante e saudável. Ou seja, o investimento no Brasil está crescendo de forma sustentável e bancado pelo capital privado. 

Vale recordar que o índice em 2017 chegou no fundo do poço da serie história e cravou apenas 14,63% a relação investimento X PIB.

Balança comercial brasileira registra superavit de R$ 5,44 bilhões em julho. Fonte: Ministério da Economia – CNN Brasil

De janeiro a julho o saldo da balança comercial atingiu R$ 39,6 bilhões de reais. 

A corrente de comercio que serve como parâmetro para a atividade econômica, avançou em 30,8% em julho deste ano em comparação a julho de 2021. No total a soma de exportações e importações alcançou US$ 54,47 bilhões.

Resumo Boletim FOCUS 29.07.2022

IPCA projetado para 2022 ficou em 7,15%, queda na previsão de uma semana atrás que era de 7,30%.

Crescimento do PIB para 2022 alcançou 1,97%. Aumento ante os 1,93% da semana anterior.

O câmbio permanece inalterado em relação à semana anterior e com previsão para o final do ano na proporção de US$ 1,00 / R$ 5,20.

Selic também permaneceu inalterada e previsão continua em 13,75% ao final do ano. 

O saldo da balança projetado para final de 2022 está em US$ 67,20 bilhões de dólares. Em 2021 o saldo encerrou em US$ 61 bilhões de dólares. 

O total do investimento direto no país ficou estimado em US$ 56,25 bilhões de dólares. Importante ressaltar que o Brasil ocupou a 6° posição em 2021 no ranking da Organização das Nações Unidas – ONU de atração de investimentos diretos. 

Ao fim e ao cabo, o Brasil vem saindo desses anos de crise mundial, com honra ao mérito. Não são opiniões pessoais ou narrativas elaboradas. São dados dos órgãos oficiais, do mercado, através do Boletim FOCUS, e, da própria imprensa nacional.

Deixando a política eleitoral de lado, o Brasil está no pódio das economias mais fortes do planeta, aliás, em 9° lugar, e todos nós que contribuímos com esta conquista estamos de parabéns, afinal este é o Brasil que queremos: desenvolvimento econômico com sensibilidade e justiça social.  Forte abraço a todos e fiquem com Deus!

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