Home Office e alimentação

Home office e alimentação - Foto: Pixabay

Considerando a circunstância de exercer o trabalho na modalidade home office, elaboramos as dicas abaixo, para a adoção da alimentação saudável como pauta cotidiana.

- valorize os alimentos in natura e minimamente processados como a base da sua alimentação, conforme preconiza o Guia Alimentar para a População Brasileira, publicado pelo Ministério da Saúde, em 2014:  Guia alimentar para a população brasileira (saude.gov.br) ;

- faça um plano de abastecimento de alimentos, com tipos e quantidades condizentes com os hábitos e preferências da família, e o ajuste à logística do momento;

- envolva, de forma assertiva, os demais integrantes da unidade doméstica nas tarefas de compra e preparo de alimentos, respeitando as habilidades e preferências de cada um;

- dê à alimentação o espaço e o valor que merece, inserindo as tarefas a ela pertinentes na rotina da família;

- se você não aprecia cozinhar, mas reconhece a utilidade e seu valor agregado como prática de autocuidado para com a saúde, comece com receitas de preparações triviais, evitando ingredientes ricos em sal, açúcar e gorduras;

- racionalize o tempo, a mão de obra e os ingredientes, cozinhando preparações para vários dias, quando possível, de maneira a ter sempre opções para compor refeições saudáveis;

- tenha à sua disposição frutas da estação ou frutas secas, para aquela horinha da “fome emocional”;

- prepare vegetais crus e os acondicione em potes separados, para montar e finalizar saladas diretamente no prato. Isto dá um alívio na sequência de tarefas mais complexas e garante o equilíbrio nutritivo das refeições;

- evite as compras de alimentos por impulso, elaborando uma lista de itens necessários, previamente;

- evite os balcões de degustação de guloseimas, disponíveis nos locais de abastecimento de comestíveis;

- incentive crianças e adolescentes a pesquisarem sobre alimentação saudável, e a testarem receitas simples e rápidas que combinem com os cardápios do dia a dia; 

- evite deixar alimentos no ambiente onde se desenvolvem as tarefas do teletrabalho. Cumpra um intervalo regular destinado a lanche ou refeição maior, no lugar de sua casa onde se realizam as refeições, sem compartilhar com outras distrações;

- beba água à vontade, pelo menos 2 litros ao dia. Tenha à mão uma garrafa com água na estação de trabalho;

- priorize a ingestão diária de alimentos ricos em fibras (cereais integrais, frutas com casca, vegetais crus, etc.) que propiciam, dentre outros efeitos, a saciedade e o adequado funcionamento intestinal;

- mastigue bem os alimentos, usufruindo dos inúmeros benefícios que resultam, dentre eles a saciedade, a digestão e, consequentemente, a absorção dos nutrientes;

- exclua de sua alimentação cotidiana as bebidas adoçadas do tipo refrigerantes, sucos artificiais, molhos e demais preparações gordurosas, frituras, salgadinhos, biscoitos recheados e doces;

- quando a “vontade de comer” for frequente, sem os sinais de fome fisiológica, dê uma paradinha e observe suas emoções – raiva, medo, culpa, tristeza? Relaxe de forma ativa (caminhando e respirando ritmadamente, p. ex.) e reexamine o padrão da fome. Caso persista, sacie com alimentos saudáveis, de preferência.

Enfim, engaje-se em estratégias de vida ativa e gerenciamento de emoções, bem como no aconselhamento nutricional, estabelecendo metas realistas no autocuidado com a alimentação e inseridas no contexto da qualidade de vida. Em todo caso, não é hora de acrescentar mais estresse à vida; aja com resiliência, criatividade e leveza. Tudo passa!

 

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