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Marcelo Chamusca não devia nem ter vindo para o Náutico

O treinador só passou seis jogos à frente do elenco timbu. Demonstrou fraqueza e um espírito de perdedor - Foto: Tiago Caldas/CNC

Assim que terminou a coletiva do então técnico do Náutico, Marcelo Chamusca, após a derrota de 2x1 para o Londrina, em pleno Aflitos, eu pensei cá comigo: “O Timbu tá é lascado! Não vai subir nem a pau!”. Também pudera. O cara veio com um discurso pessimista, dizendo que já havia tentado de tudo e que, praticamente, jogava a toalha em relação ao G4. Meu Deus do céu! Para chegar a esse ponto em apenas seis jogos era melhor não ter nem vindo para os Aflitos.

Um treinador de verdade não abandona o navio enquanto estiver “tripulado”. Afinal, o comandante tem que fazer jus à sua posição de chefe. Ele demonstrou fraqueza e um espírito de perdedor, o que acaba afetando todo o elenco. Tenho certeza que os jogadores se sentiram “órfãos” nessa hora. E com razão.

Há alguns dias, eu cravei que o Náutico não ia mais subir. Continuo com esse posicionamento, mas agora coloco uma condição para mudar de opinião: tudo vai depender do próximo treinador, já que o clube pode contratar um novo nome porque a saída de Chamusca foi acordada pelos dois lados. Mas tem que ser um técnico líder. Ou seja, alguém que saiba gerenciar crises e que tenha uma ótima relação com os atletas, mas sem perder o comando. É esperar pra ver.

 

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