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Um Leão no paraíso e uma Cobrinha queimando no inferno

Mikael (E), que vinha batendo cabeça o tempo todo, por ironia, fez de cabeça o gol da vitória do Sport - Foto: Anderson Stevens/Sport Club do Recife

O Leão e a Cobra Coral viveram, neste domingo, sentimentos opostos. Enquanto o Sport derrotou o Bahia por 1x0, fora de casa; o Santinha amargou mais uma derrota na Série C (2x1 para o Manaus). Com isso, os rubro-negros chegam à 15ª colocação na tabela, com 14 pontos; e os tricolores continuam sem vencer, segurando a lanterninha do grupo A e veem cada vez mais perto o abismo da Série D.

A nova diretoria deu novo ânimo aos jogadores e à comissão técnica do Leão. Se não têm muita categoria em campo, os caras estão se virando com a raça. Até o antes criticado Paulinho Moccelin está hoje mais para ‘Messelin’. Isso mesmo. No lance do gol, por exemplo, o lançamento dele para Hayner, na direita, pegar a bola e cruzá-la na cabeça de Mikael foi uma pintura, digna dos grandes craques. Que venha o Bragantino na próxima sexta.

Já no Arruda, parece que a reza do padre não fez tanto efeito. Mas acho que o problema não foi a reza, e sim a falta de fé dos tricolores. A situação é pra lá de infernal. Dos oito jogos que faltam, o Santinha precisa vencer nada menos que seis. A parada é duríssima. Acho que só quem teve fé mesmo, neste domingo, foi o atacante Pipico, que voltou a marcar depois de um tempão. Pelo menos ele tirou a 'inhaca'.

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