5 dicas para você aumentar sua disposição na rotina diária

Estilo de vida saudável deve ser praticado em qualquer idade

Manter-se ativo é um pilar para vida saudável - Canva

Olá, internautas que acompanham a coluna Saúde e Bem-Estar 

Hábitos saudáveis aumentam a disposição e isso independe da idade. Pense em um estilo de vida em três pontos principais: alimentação, atividade física e relaxamento. Noites mal dormidas podem aumentar o apetite, principalmente por doces. Por outro lado, ao praticar esportes durante o dia, as chances de ter uma ótima noite de sono aumentam. O equilíbrio é a chave para curtir a vida com qualidade! Confira algumas dicas:

Os grãos integrais possuem mais fibras e contribuem para o bom funcionamento do intestino, diminuindo a incidência de doenças como diabetes, regulando os níveis de insulina.

Feijão, soja, lentilha, grão de bico e ervilha ajudam na saciedade, favorecendo o controle do peso, e também, auxiliam no funcionamento do intestino e no controle do colesterol.

Na alimentação, cada cor representa um diferente tipo de fitonutriente, ou nutriente encontrado nas plantas, com diferentes funcionalidades para nosso corpo. Por isso, priorize frutas e legumes da estação. Uma dica de praticidade são os congelados, que ajudam a preservar o alimento, sem perder as propriedades.

Encontre um esporte de que você goste e comece aos poucos. Ao final do dia, reserve um tempo para relaxar através de meditação, leitura ou até um passeio com cachorro.

Com a idade é comum que o nível de água no organismo diminua, provocando a desidratação de forma muito mais rápida. Isso provoca a confusão mental, queda da pressão arterial, aceleração dos batimentos cardíacos e dor no peito. Uma dica é beber cerca de 30 ml de água por quilo de peso corporal ao dia. Ou seja, se você pesa 70 quilos, deve beber 2,1 litros de água. Procure se hidratar pausadamente.

Pratique os princípios para qualidade de vida e viva com mais disposição!

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Rafael Coelho

Notícias

Nódulos da tireoide na mira do mir-Thype

Nódulos da tireóide afetam milhares de pessoas todos os anos. Novas evidências científicas reforçaram a importância do uso de testes moleculares no diagnóstico de nódulos de tireoide indeterminados, que apesar de poderem ser câncer, são majoritariamente benignos.  A Onkos, uma startup de Ribeirão Preto que desenvolveu o exame mir-THYpe® (destaque na última edição da publicação científica The Lancet Discovery Science (eBioMedicine). No estudo, mais de 400 pacientes de todo o Brasil realizaram o exame e observou-se uma redução de 75% nos casos de cirurgias que se enquadram como potencialmente desnecessárias em casos de nódulos de tireoide indeterminados. O estudo mostrou uma influência de 92% na tomada de decisão médica e servirá de base para demonstrar a custo-efetividade do exame na economia de recursos para o sistema de saúde, possibilitando sua cobertura por fontes privadas e pelo sistema público de saúde.

CEE e fundador da Onkos Marcos Santos

Marcos Santos é CEO e fundador da Onkos  - Foto: Divulgação

Tricentenário amplia serviços e oferta odontologia hospitalar para pacientes internados

O Hospital do Tricentenário (HTRI), em Olinda, passa a contar a partir desta segunda-feira (18), com o serviço de odontologia hospitalar, voltada para o atendimento de todos os pacientes internados nos seus mais de duzentos leitos, entre UTIs, pediatria, psiquiatria, crônicos e também os chamados “moradores”, que são os pacientes que estão internados há alguns anos, muitas vezes por falta de identificação e consequente ausência de familiares. Com a novidade, será possível desenvolver um tratamento contínuo dentro do HTRI, realizando a prevenção, tratamento e recuperação odontológica.

“É um trabalho que vai buscar resgatar e devolver a cidadania e qualidade de vida dessas pessoas, visto que é um grupo que apresenta uma grande carga de doenças orais”, afirma Roseli Nascimento, coordenadora de odontologia do HTRI. 

Atualmente, o HTRI já oferece o serviço odontológico emergencial, que funciona 24h, todos os dias.

Afip lança Brasil Apoio, unidade de negócios de medicina diagnóstica, para instituições de saúde

A AFIP - Associação Fundo de Incentivo à Pesquisa lança o Brasil Apoio Medicina Diagnóstica, unidade de negócios voltada para atender em âmbito nacional hospitais, clínica e laboratórios. Acreditada com excelência pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) em nível 3, a Afip possui uma sólida presença em Medicina Diagnóstica, tendo processado em 2021 cerca de sete milhões de exames por mês. O Brasil Apoio possui vários diferenciais como atendimento personalizado, logística rápida, segura e rastreável em tempo real e amplo portfólio.  Sua estrutura permite a retirada diária de amostras em 1.700 pontos no País, que são analisadas no Núcleo Técnico-Operacional (NTO), de 7.500 metros m², em São Paulo, próximo aos aeroportos de Congonhas, Guarulhos e Viracopos (Campinas). Entre seus clientes, destaca-se o Projeto de Brumadinho, para a qual oferece suporte e o acompanhamento técnico às equipes que atuam nas buscas das vítimas do rompimento da barragem, em Minas Gerais, em 2019. 

Palavra do Especialista 

Gestação é momento de alerta duplo quanto à saúde renal: da mãe e do bebê


 Gestação

Saúde renal e gestação - Foto: Canva

Gravidez e problemas renais são temas importantes para serem debatidos. E neste contexto sempre há muitas perguntas e dúvidas: é possível uma mulher com insuficiência renal crônica (IRC) engravidar? O quanto a doença afeta o bebê? Quais são os tratamentos? Para esclarecer algumas dessas questões, a coluna Saúde e Bem-estar do Portal da Folha de Pernambuco ouviu o nefrologista Mário Henriques, diretor da Uninefron.

Sobre a primeira questão, a resposta se aproxima de um não, porém não é impossível.

“As mulheres com insuficiência renal crônica são frequentemente inférteis, assim como os homens. E quando elas concebem, é baixa a probabilidade de boa evolução da gravidez, com alto índice de morbidade materna. São razões cruciais para desencorajar a gravidez nesses casos”, explica o médico.

Estudos apontam que a gravidez ocorre em cada 18 pacientes em 1000 mulheres portadoras de IRC por ano, em idade reprodutiva, principalmente entre 20 a 24 anos de idade em diálise.
Em relação ao bebê, existem sim riscos, como nos nascimentos com baixo peso e antes do tempo previso. No entanto, em casos menos graves, o prognóstico é bom.

“O mais comum, nesses casos, é a gestação em mulheres com função renal com discreto comprometimento funcional e sem hipertensão arterial. Assim, as chances são melhores, inclusive de não afetar o curso natural da doença”, afirma Mário Henriques.

Acrescentando que:

“Na gestante com insuficiência renal grave e hipertensão arterial não controlada, além das possibilidades reduzidas de nascimento, há também mais possibilidade de agravamento da doença renal, além do risco de pré-eclâmpsia”, ressalta o nefrologista.

Ainda de acordo com o Mário Henriques, outro alerta importante são os cálculos renais, com potencial razoável de complicação, tanto para a mãe quanto para o bebê.

“O segundo e terceiro trimestres da gestação são o período mais comum e propício para o surgimento de cálculos renais, que podem contribuir para o surgimento de complicações, incluindo parto precoce, pré-eclâmpsia, hipertensão e até abortamento”, garante o especialista.

Os cálculos estão entre as causas mais comuns de internação das pacientes durante a gestação e estima-se que uma em cada 1,5 mil grávidas apresenta complicações renais que podem ser oriundas de pedras nos rins. Vale ressaltar que a identificação dos cálculos é um procedimento delicado, pela preocupação da exposição da gestante à radiação do exame de imagem.

“Para prevenir as pedras nos rins, é necessário estar sempre hidratado, evitar o consumo excessivo de sal e proteínas animais, cortar refrigerantes e ultraprocessados, estar atento às medicações ingeridas durante a gestação e ter acompanhamento multidisciplinar”, conclui Mário Henriques, da Uninefron.
 

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