Qual a importância da revisão periódica no veículo?

Motor de carro - FreeImages

Uma revisão automotiva periódica é essencial para evitar imprevistos e garantir a durabilidade do veículo. É importante ficar atento e fazer a checagem de itens e da cobrança realizada. Confira as dicas do gerente de Pós-venda na Pigalle, Egnaldo Ancelmo.

Quando um veículo é projetado, determinadas peças possuem um tempo de vida útil. “A revisão periódica é necessária para que o carro como um todo funcione pelo maior tempo possível e da melhor forma”, comenta. Ou seja, é necessário verificar e garantir que itens como o óleo e os filtros estejam em dia para que o motor funcione bem. 

A revisão deve ser feita levando em consideração dois fatores: quilometragem rodada ou por tempo, o que acontecer primeiro. Para carros de passeio, ela deve ser realizada a cada 10 mil quilômetros ou a cada um ano. “Se preocupar com uma revisão periódica ainda é um determinante de venda. Isso é muito cultural do brasileiro e é muito importante ter esse plano de manutenção”, avalia Egnaldo. 

Durante a revisão são verificados de 15 a 25 itens do carro. “Muitos deles não necessitam de troca, mas a checagem faz parte do processo. As borrachas, portas, fechaduras e limpadores de vidro são alguns exemplos”, relata. Dessa forma, as peças originais devem ser priorizadas. “É sempre bom realizar esses serviços na concessionária ou em uma autorizada, isso traz uma garantia maior. Caso faça no mercado paralelo, deve-se checar a procedência das peças trocadas e se são indicadas para o modelo do veículo”, alerta.

Além disso, Egnaldo chama a atenção na verificação final antes de levar o carro para casa. “Tem que ficar atento para conferir se tudo que foi cobrado no serviço realmente aconteceu, tanto na concessionária como no mercado paralelo”. 

Ainda de acordo com ele, realizar a revisão na concessionária é a melhor saída, mas não a única. “O cliente não é obrigado a fazer na concessionária, mas caso você faça fora e tenha algum problema no futuro, você perde a garantia do veículo. É um risco”, avalia. Deve-se analisar o custo-benefício das duas escolhas, visto que uma economia no mercado paralelo pode colocar em risco a cobertura garantida pelo fabricante.

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