A volta ao formato clássico de folhetim

"A Lei do Amor" estreia nesta segunda, na Globo, e coloca os desencontros da vida como tema central

Ministros da Cultura, Roberto Freire, e da Defesa, Raul Jungmann, participaram de reunião do partido neste domingoMinistros da Cultura, Roberto Freire, e da Defesa, Raul Jungmann, participaram de reunião do partido neste domingo - Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Depois de apostar em algumas novelas que buscavam inovação, a Globo parece ter voltado aos clássicos. Pelo menos, é essa a impressão que a emissora passa com a estreia de “A Lei do Amor”, nesta segunda, na faixa das 21 horas. A trama de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, com direção de Denise Saraceni, pode ser resumida como uma história de amor. E das mais tradicionais.

Afinal, o casal protagonista é separado por conta de uma armação, mas muitos anos depois tem a chance de reviver o amor. Isso tudo, é claro, às custas de muitos percalços. “A novela é uma história de amor em todas as suas formas: paixão, amor romântico, amores passados, amores que morreram ou se transformaram. Os que se quebraram. Os que foram vividos precariamente ou nunca chegaram a ser vividos”, define Maria Adelaide.

Na primeira fase, Isabelle Drummond e Chay Suede interpretam os protagonistas Helô e Pedro. Com a passagem de 20 anos na trama, período em que o casal ficou separado, Cláudia Abreu e Reynaldo Gianecchini assumem os personagens. “A Helô e o Pedro tiveram um amor raro, resistente a muitas desilusões e ao tempo. Ela, Helô, já está calejada pela vida, mas o reencontro reacende um sentimento genuíno. É como se o tempo não tivesse passado”, adianta Cláudia.

Os dois se conhecem em um momento difícil da vida da jovem. Sua mãe está com leucemia em um estágio avançado e seu pai, alcoólatra, acaba de ser demitido. Tudo fica mais complicado porque o pai de Pedro é quem foi o responsável pela demissão. Algo que marca Helô tragicamente e ela ameaça destruir a família Leitão. Mas, mesmo assim, se apaixona por Pedro. E eles só não ficam juntos por causa de uma armação de Mág, personagem de Vera Holtz, madrasta de Pedro, que resolve separar o casal por considerar arriscado ter o enteado tão próximo a alguém que deseja acabar com sua família.

Vinte anos depois, Helô está casada com Tião Bezerra, vivido por Thiago Martins na primeira fase e por José Mayer na segunda, com quem teve dois filhos, Edu, de Matheus Fagundes, e Letícia, de Isabella Santoni. E Pedro volta para sua cidade natal depois de viver anos morando em um barco. “Eu e Chay tivemos muito tempo juntos para conversar e chegar nesse personagem, que tem um jeito comum a nós dois”, diz Reynaldo Gianecchini.

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