CARNAVAL 2024

''Além de Paolla Oliveira'': veja outras musas que já usaram fantasias com máscaras mecânicas

Técnica já foi vista no carnaval do Espírito Santo e no Festival de Parintins

Paolla Oliveira  virou onça ao usar uma fantasia como rainha de bateriaPaolla Oliveira virou onça ao usar uma fantasia como rainha de bateria - Foto: Grande Rio/Instagram

No primeiro dia de desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro, um dos momentos mais surpreendentes foi protagonizado pela atriz Paolla Oliveira. Em um look verdadeiramente inusitado, ela se transformou em uma onça, o que conferiu um ar de mistério à fantasia. A roupa de Paolla representava o enredo da escola "Transformação: nosso destino é ser onça", criado pelos carnavalescos Leonardo Bora e Gabriel Haddad, inspirado no livro "Meu destino é ser onça", de Alberto Mussa.

A rainha de bateria da Grande Rio incorporou um efeito especial: uma máscara que descia, revelando os olhos iluminados do felino, para logo em seguida retornar e mostrar o rosto de Paolla novamente. A tricolor de Duque de Caixias foi a quarta escola a entrar na avenida, já na madrugada de segunda-feira (12).

No Sambão do Povo, em 2019, Rose Oliveira, então rainha de bateria da Piedade, também fez história ao se fantasiar de tigre com uma cabeça móvel. A diferença estava na execução manual do movimento, o que não diminuiu em nada o impacto da apresentação. Naquele ano, a Piedade trouxe para a avenida a história dos felinos, em um enredo memorável.

Após o desfile, em uma entrevista à TV Globo, Paolla compartilhou um pouco dos bastidores da sua performance inesquecível. Ela disse que controlava o mecanismo da máscara via controle remoto.

Esse tipo de fantasia com efeito prático já havia sido usado também pela participante do Big Brother Brasil e cunhã-poranga do boi Garantido, Isabelle Nogueira. Na ocasião, a amazonense se transformou em uma arara vermelha.

Um vídeo no Twitter mostrou a transformação de Isabelle no ano passado em arara, quando uma grande cabeça da ave apareceu sobre a sua, no meio da dança. Em conversa com Raquele no Quarto Magia, a competidora já disse que "adora virar bicho no festival".

— Ano passado eu tive transformação, que é virar bicho. Por exemplo, estou dançando aqui de cunhã-poranga. Aí, geralmente, eu viro de costas, quando eu faço uma transformação, e volto de algum bicho". Ano passado eu voltei de arara — contou a sister.

Ao ser perguntada sobre como é a técnica de transformação, Isabelle respondeu:

—Tem uns segredos que eu faço. Tipo assim, ano passado eu coloquei na boca, foi uma máscara... Um ano eu virei uma pantera. Fiquei de joelho, virei uma pantera. Virei de costas, virei uma onça. Aí virei de costas, virei um gavião.

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