Música

Avoada promove live neste domingo (13)

O coletivo recifense Avoada lança a live/doc “Viveiro”, com participação de Juba e apoio da Lei Aldir Blanc

Marília, Marcelo, Juvenil e Julião formam o supergrupo AvoadaMarília, Marcelo, Juvenil e Julião formam o supergrupo Avoada - Foto: Juvenil Silva/Divulgação

A Avoada, coletivo pernambucano formada por Marília Parente, Marcelo Cavalcante, Feiticeiro Julião e Juvenil Silva lança, neste domingo (13), às 13h, “Viveiro”, uma entrevista musical que traz imagens do cotidiano do grupo, suas canções e a participação de Juba.

Em imagens ‘caseiras’, produzidas por conta própria - cada um dos integrantes do fez suas imagens - eles falam sobre sua relação com a musicalidade da Avoada e mostram um pouco de seu cotidiano no contexto pandêmico atual. Entre um depoimento e outro, o grupo apresenta singles já lançados e um ainda inédito, O céu é dos malditos.

WhatsApp Image 2021 06 11 at 11.26.40Live irá acontecer no canal do Youtube do grupo

Marília Parente explica que a Avoada já realizou algumas lives durante essa pandemia, mas a proposta de “Viveiro” é completamente diferente. “Assim nós nunca fizemos e eu nunca vi ninguém fazer, na verdade, durante a pandemia fizemos algumas no modelo tradicional”, disse. ““Viveiro” é como se fosse um registro das nossas inquietações na pandemia e como tá a nossa casa, nossa vida. Então é um convite pra que as pessoas entrem na casa da gente e na cabeça da gente também enquanto artista nesse país desgovernado”, completou.

Avoada lançou um EP de estreia em 2019 e um single em 2021, lançando um som que  faz uma simbiose entre o folk de Bob Dylan e pela psicodelia nordestina dos anos 1970. Com a pandemia, as turnês do grupo se tornaram impossíveis e, por meio da live “Viveiro”, eles pretendem ampliar a conexão com o público nesses tempos de isolamento social.

“Viveiro” contou com apoio da Lei Aldir Blanc (PE) e teve a montagem assinada pelo diretor Jean Santos, da Vicioclipes, que já havia trabalhado com o grupo anteriormente em clipes da banda, como O Fantasma e Avoada “Já é um ano e meio sem a possibilidade de shows e é tudo muito difícil, aí tivemos a lei Aldir Blanc, essa luta da classe artística, uma verdadeira vitória do setor e foi essa lei que possibilitou o trabalho”, ressalta a cantora.

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