Banda Sage Act segue firme em seu propósito musical

Recifenses lançam dois singles em plataformas digitais e preparam o terreno para desenvolver repertório

Henrique Xavier, Matheus Alvim e Mauro Mota compõem o grupoHenrique Xavier, Matheus Alvim e Mauro Mota compõem o grupo - Foto: Divulgação

Por obra do destino, os recifenses Henrique Xavier, 21, Matheus Alvim, 21, e Mauro Mota, 22, só concretizaram a montagem da banda Sage Act quando estavam longe da terra natal, em São Paulo, no ano passado. Decididos a lançar uma música diferente, com uma vibe eletrônica, os amigos pegaram ao pé da letra a expressão "Ato Sábio", transformaram no nome da banda e tentam, com o seu trabalho, expressar toda a sabedoria que se pode adquirir através da música. Assim, lançaram recentemente os singles "Hunt" e "Time", disponíveis em plataformas digitais como YouTube e Spotify.

Cheios de influências internacionais, os amigos procuram, acima de tudo, autenticidade. "Acho que temos três grandes referências, todos de música eletrônica: Darkside, uma banda de live americana, Bob Moses, um projeto também americano, e Zhu, que tem uma pegada underground que nos inspiramos um pouco", comenta o baixista e produtor Henrique Xavier.



O visual da banda é outro passo importante para o trio: “Queremos criar uma paleta de cores, uma imagem autêntica que lembre nossa marca e esteja presente em tudo que a gente faz. A cor principal está sendo o vermelho, que queremos inserir como parte do projeto - tipo Coca-Cola, que quando você vê tais cores você lembra a marca”, explica o recifense. Entre os conceitos buscados pelo grupo estão os de um visual urbano, noturno e jovem, palavras que referem à marca do projeto.

O curioso da banda também está em suas letras: as composições vêm na língua inglesa. "É uma língua universal, que você acaba conseguindo conquistar mais público. Mas também temos letras em português, só que não lançamos ainda”, adianta o baixista.

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"A nossa proposta é ter a maioria em inglês, mas não só, até porque é legal ter algumas na nossa língua", diz Xavier. As inspirações são as mais diversas possíveis. "Normalmente nós pensamos em algum tema que queremos desenvolver para compor ou surge de algum insight que acaba fluindo", compartilha Xavier, que explica o desejo da banda de continuar produzindo de forma independente e lançando, em média, uma música a cada mês e meio. "Estamos dando uma segurada quanto a fazer shows porque pretendemos fazer um totalmente autoral, só quando tivermos 14 ou 15 músicas", desenvolve.

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