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DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Canal Brasil estreia série com abordagem que ajuda a explicar a violência de gênero contra a mulher

Série documental "Estopim" estreia 8 de março, data em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher

Por Germana Macambira24/02/26 às 17H35 atualizado em 25/02/26 às 15H18
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Série documental "Estopim" estreia no Canal Brasil no próximo 8 de março, Dia Internacional da MulherSérie documental "Estopim" estreia no Canal Brasil no próximo 8 de março, Dia Internacional da Mulher - Foto: Divulgação

Cinco episódios, a partir de casos conhecidos, sob o viés da investigação mas também - e talvez, principalmente - em busca dos porquês da violência de gênero contra a mulher seguir (ainda) tão presente no País.

Este é o mote de "Estopim", nova série documental que estreia no Canal Brasil (streaming e TV por assinatura) no próximo dia 8 de março, data em que é celebrado o Dia Internacional da Mulher.

Em cena, vozes potentes como Maria da Penha, Anielle Franco e Mônica Benício, entre outros nomes, integram o elenco de entrevistas da produção que, aliás, é realizada predominantemente por mulheres.
 

Leilane Menezes, Wihssipó Isabel Dessano e Benedita da Silva | Crédito: Divulgação

 

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"True Crime"
Fatores históricos, assim como culturais, que contribuem para a continuidade da violência contra a mulher serão abordados na série, dirigida por Ana Teixeira, com produção da Escafandra Transmedia.

Para além da investigação policial, "Estopim" busca por explicações que passam pelo contexto social, cultural e também institucional, saindo do óbvio e narrando vários tipos de crime contra a mulher: político, conjugal, sexual, de ódio e o invisibilizado.

"E se buscassem os culpados para além dos que apertaram o gatilho? Se o feminicídio é o grau máximo de violência contra mulher, rebobinar a fita e questionar o caminho que leva até essas agressões poderia ajudar a evitar novas mortes", ressalta a diretora Ana Teixeira, sobre a produção, que nasceu exatamente sob inspiração do chamado gênero "true crime" (crime real).

 

Vítimas preservadas
Em meio às narrativas, os episódios contam com animações e imagens metafóricas, com recursos que ajudam a contar os casos de maneira que as vítimas sejam preservadas evitando, com isso, a exposição direta.

Crédito: Lívia Serri


Com direção de arte e ilustração assinada por Lívia Serri Francoio e Luma Flôres, "Estopim" vai revisitar histórias que movimentaram o Brasil, ao mesmo tempo em que traz outras narrativas que foram recebidas com uma certa indiferença pela mídia.

 

O primeiro episódio - Crimes Políticos
Para a estreia, a série embarca em crimes com cunho político que tiveram mulheres no alvo, a exemplo do caso de Marielle Franco, Patrícia Acioli e Dora Barcellos.

No primeiro capítulo, são apontadas falhas das instituições, assim como a evidência de que não se tratavam de casos isolados.

Já na história seguinte - vale destacar que os cinco episódios da temporada serão apresentados no decorrer de toda a semana, de 8 a 12 de março - os "Crimes Conjugais" trata de relações afetivas, trazendo à tona os casos de Eloá Pimentel, Ângela Diniz e Sanda Gomide, colocando em xeque a cultura de posse sobre o corpo feminino.

Ainda no episódio, que vai ao ar no dia 9 de março, Maria da Penha traz seu depoimento e reflexão sobre os avanços da lei.

Na terça-feira, 10 de março, é a vez dos "Crimes Sexuais" serem abordados, a partir dos casos de Aída Curi e Mônica Granuzzo, rememorando como os abusos, estupros e assassinatos são costumeiramente tratados de forma sensacionalista, redirecionando o foco da origem da violência sexual.

Os "Crimes de Ódio" vêm no episódio seguinte, na quarta-feira (11), com os casos de Gisberta Salce, Dandara, Luana Barbosa e Carol Campêlo, vitimadas por preconceito e intolerância.

Gênero, identidade de gênero, orientação sexual, raça e classe social ganham destaque como pontos cruciais das histórias de cada uma delas.

E, encerrando a temporada, na quinta-feira, 12 de março, os "Crimes Invisibilizados" traz abordagem de feminicídios que seguem fora do debate público, ora por causa da origem, da classe e/ou etnia das mulheres que foram vítimas.

No episódio, a Marcha das Margaridas ganha destaque, como símbolo de resistência coletiva em razão da mobilização social, especialmente em crimes por vezes recebem pouca atenção.

PROGRAMAÇÃO

Série documental "Estopim" - Canal Brasil, 21h

Domingo, 8 de março: Episódio 1 "Crimes Políticos", 
Segunda, 9 de março: Episódio 2 "Crimes Conjugais"
Terça, 10 de março: Episódio 3 "Crimes Sexuais"
Quarta, 11 de março: Episódio 4 "Crimes de Ódio"
Quinta, 12 de março: Episódio 5 "Crimes Invisibilizados"

SINOPSES:

Episódio 1 - Crimes Políticos 

O assassinato da vereadora carioca Marielle Franco, em 2018, gerou uma onda de protestos no Brasil e no mundo.

Marielle personificava muitas lutas: de classe, gênero, raça, entre outras. Ela e a juíza Patrícia Acioli, duas mulheres que ocuparam espaços de poder e enfrentaram os abusos da milícia, acabaram assassinadas.

Nesse episódio será analisado por que as mulheres com projeção política e social sofrem constantes ataques machistas e qual a origem dessa violência.

Episódio 2 - Crimes Conjugais
Elevados espetáculos, os crimes praticados pelos namorados, maridos ou companheiros das vítimas ganham os holofotes e são audiência garantida. Um dos casos mais chocantes foi o da adolescente Eloá Pimentel, que teve seu sequestro televisionado em tempo real no ano de 2008.

Alguns anos antes, Sandra Gomide perdeu seu prestígio profissional e também sua vida nas mãos de Pimenta Neves, então editor-chefe de um dos maiores jornais de São Paulo. Ao rebobinar ainda mais essa fita, chega-se ao assassinato de Ângela Diniz, na década de 1970, quando a imprensa fez um folhetim com uma história real.
 

Crédito: Lívia Serri


Cada capítulo era estampado em capas de revistas. Não importa a mídia nem o tempo histórico, a associação de romance com violência sempre prejudicou as mulheres em uma narrativa majoritariamente contada pelo ponto de vista masculino.

Episódio 3 - Crimes Sexuais
Mônica Granuzzo e Aída Curi foram mortas e jogadas do alto de dois prédios no Rio de Janeiro, porque resistiram às investidas dos seus agressores sexuais nos anos de 1980 e 1950, respectivamente. Décadas depois, em 2016, uma adolescente foi violentada por 33 homens.

Apesar da distância temporal entre os crimes, todas foram questionadas a respeito de suas posturas e o motivo de estarem na companhia de seus agressores. Por que a sociedade segue culpando a vítima? Por que, em mais de 70 anos, pouca coisa mudou na opinião pública em casos que envolvem crimes sexuais?

Episódio 4 - Crimes de Ódio
Gisberta Salce cresceu no interior de São Paulo, lugar em que sentia medo de sofrer violência por ser uma mulher trans, já que o Brasil é o País que mais mata transexuais no mundo. Ela, então, mudou-se para Portugal.

Ali, na cidade do Porto, um grupo de meninos espancou e a atirou em um poço ainda viva. Alguns anos depois, Dandara, transexual cearense, também foi torturada e morta por um outro grupo de homens que, além disso, filmou a dor e desespero da vítima.

 

Crédito: Lívia Serri


Se por um lado, mulheres trans são mortas por transfobia, por outro, mulheres lésbicas sofrem por não corresponderem ao ideal masculino de "feminilidade". Luana Barbosa, mulher periférica e negra, morreu depois que dois policiais a espancaram.

Ao ser abordada em sua moto, ela se recusou a ser revistada por eles e pediu por uma policial mulher, por conhecer os seus direitos. Carol Campelo também foi brutalmente assassinada no Maranhão, em um crime motivado por lesbofobia.

Episódio 5 - Crimes Invisibilizados
Esse último capítulo trata sobre os feminicídios invisibilizados pela origem, classe ou raça das vítimas e o porquê de muitos deles serem banalizados pela mídia.

O episódio abordará crimes que acontecem no interior, com mulheres rurais, indígenas ou negras e que dificilmente se tornam estopim de grandes mudanças. O desafio dessa problemática é buscar meios de combater a violência em contextos e realidades diferentes.

SERVIÇO
"Estopim", série documental do Canal Brasil

Quando: estreia em 8 de março, Dia Internacional da Mulher
Classificação 14 anos
Informações: @canalbrasil
 

 




 

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