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Carreira em processo de desenvolvimento

Depois de trabalhar na minissérie “Amorteamo”, Arianne Botelho estreia em novela

“Aprendo coisas novas todos os dias”, diz a atriz paulista que vive Aline em “A Lei do Amor”“Aprendo coisas novas todos os dias”, diz a atriz paulista que vive Aline em “A Lei do Amor” - Foto: Divulgação

 

Arianne Botelho evita o romantismo ou o “glamour” ao falar de seu trabalho na tevê. A intérprete da venenosa Aline de “A Lei do Amor” tem uma visão bem direta e objetiva das engrenagens que envolvem a complexa rotina de gravação. Em sua estreia nas novelas e no horário nobre, a atriz reconhece que se deparou com uma nova forma de trabalho, mais intensa e complexa, por conta do volume e ritmo de cenas que tem pela frente.

“Aprendo coisas novas todos os dias. Nosso elenco é muito parceiro. Todos me dão dicas essenciais para a minha carreira e desenvolvimento. Naturalmente, me cobro bastante quando o assunto é trabalho”, explica ela, que também tenta se manter tranquila nesse início de trajetória televisiva. “Procuro relaxar, entregar e compreender que tudo é um processo de aprendizagem e que a vivência é uma boa ferramenta para o ator”, completa.

Na trama escrita por Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, Aline é filha de Yara e Misael, interpretados por Emanuelle Araújo e Tuca Andrada. Invejosa, ela é a vilã e busca ascensão social de qualquer forma. Para isso, vê em Tiago, papel de Humberto Carrão, uma forma de crescer socialmente.

Com uma paixão obsessiva, faz de tudo para conquistar o jovem empresário. “É um papel muito complexo e que me tira da zona de conforto. A personagem realmente acredita que dinheiro e status podem dar a ela a real felicidade que tanto procura”, defende.

Para compor a ambiciosa Aline, Arianne teve a ajuda do célebre preparador de elenco Eduardo Milewicz. “Ele falou sobre a importância da limpeza para atuar. Nada precisa ser carregado, com a atuação pesada”, afirma. Além disso, buscou inspirações na vilã Maria de Fátima, interpretada por Gloria Pires em “Vale Tudo”, de 1988, e também assistiu ao filme “Atração Fatal”, protagonizado por Glenn Close. “Comprei o box de DVD’s da novela e prestei muita atenção na atuação da Gloria. Sou muito fã da atriz, além de excelente, ela é muito natural”, elogia.

A escolha pela carreira artística surgiu aos 14 anos, quando decidiu que seria atriz. “Tive no meu caminho pessoas que me ensinaram e inspiraram. Passei por alguns desafios antes do primeiro ‘sim’, mas desistir nunca foi uma opção”, aponta.

 

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