[Crítica] 'O Chamado da Floresta': clássico com contornos tecnológicos

A obra é estrelada por Harrison Ford e Karen Gillan, e tem estreia prevista para 20 de fevereiro nos cinemas brasileiros

Filme "O chamado da floresta" Filme "O chamado da floresta"  - Foto: Divulgação

Com um híbrido de live-action e animação, “O Chamado da Floresta”, adaptação do clássico literário norte-americano “The Call Of The Wild’’ (1903), de Jack London, traz para o cinema efeitos visuais de ponta e tecnologia de animação para tornar os personagens animais totalmente foto-realistas. Dirigido por Chris Sanders, cineasta responsável por Lilo & Stitch (2002), Como Treinar o Seu Dragão (2010) e Os Croods (2013). A obra é estrelada por Harrison Ford e Karen Gillan. O longa tem estreia prevista para 20 de fevereiro nos cinemas brasileiros.

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A história de Buck, um cão grandalhão, desastrado, sempre faminto, mas muito inteligente, Buck é o animal de estimação do juiz Miller (papel de Bradley Whitford), cuja feliz vida doméstica é virada de cabeça para baixo quando, subitamente, é levado do calor da Califórnia para o frio extremo de Yukon, no Canadá, durante a corrida do ouro em 1890. O lugar não só existe na vida real, como tem esse nome em homenagem ao maior rio do território.

Acostumado a viver entre humanos, o cachorro é sequestrado da Califórnia e vendido na gelada Yukon, onde logo vira um cão puxador de trenó. Neste primeiro momento sua tarefa é entregar correspondência por terrenos perigosos. E é neste primeiro trecho que se encontra o maior brilho do filme, em especial ao traduzir com propriedade o “espírito da matilha”, de como funciona a hierarquia animal - não muito diferente da selva humana. Com o tempo, seu lado feroz se desenvolve e ele se torna o grande líder de sua matilha.

A história do fofo Buck e Jack Thornton é baseada em um sucesso escrito por Jack London no ano de 1903. O clássico literário norte-americano já foi adaptado para as telas várias vezes antes de Harrison Ford assumir o papel de John. Porém, essa é a primeira adaptação que retratará Buck da mesma forma que é descrito no livro: uma mistura da raça São Bernardo com Pastor de Shetland. A adaptação do clássico de 1903 também representa um grande marco atual. É a primeira produção que contará com a nova logo da 20th Century Studios após a compra da FOX pela Disney.

O que impressiona é o efeito que traz Buck à vida em tela. O cachorro é completamente gerado por computadores - com uma tecnologia que usa um cão de verdade como molde, capturando seus movimentos e os reproduzindo através de efeitos visuais, tamanho o realismo empregado na técnica.

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