Finalistas do MasterChef sonham poder mostrar sua cozinha do Brasil

O carioca Rafael Gomes, 35, e o gaúcho Willian Peters, 33, disputam o título de melhor cozinheiro do Brasil e a bolada de R$ 200 mil

Finalistas da terceira temporada do MasterChef Profissionais Finalistas da terceira temporada do MasterChef Profissionais  - Foto: Carlos Reinis/Band

Finalistas da terceira temporada do MasterChef Profissionais (Band), que termina nesta terça-feira (11), o carioca Rafael Gomes, 35, e o gaúcho Willian Peters, 33, têm como maior meta de vida se estabelecerem como grandes cozinheiros pós-reality. De acordo com eles, que disputam o título de melhor cozinheiro do Brasil e a bolada de R$ 200 mil, fazer o nome fora do programa é o primeiro objetivo.

"Em 2019, eu tenho duas grandes metas. Uma é monetizar ao máximo minha participação no programa. A outra é conseguir ser relevante tanto quanto o nome MasterChef. Não é a questão de desvincular ou não, mas sim de ser tão importante quanto o programa. Quero que as pessoas saibam que eu sou bom, que elas queiram comer minha comida. Eu não quero ser aparência, eu quero ser realidade", afirma Peters. O cozinheiro já trabalhou em restaurantes renomados e estrelados da Espanha, onde estudou. Atualmente, mora e trabalha em São Paulo.

Dono de restaurante em Paris, na França, Gomes também busca fincar raízes em terras brasileiras. Ele trabalha desde os 19 anos fora do Brasil. "Quero abrir meu segundo restaurante na cidade francesa e, se Deus quiser, conseguir alguma parceria aqui no Brasil para poder também trabalhar com o mercado brasileiro. E poder crescer nesse país que é tão lindo, com uma gastronomia tão única", almeja.

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No acirrado duelo final, os dois cozinheiros deverão fazer um menu degustação completo para impressionar o trio de jurados composto por Paola Carosella, Erick Jacquin e Henrique Fogaça. Eles terão de preparar duas entradas, dois pratos principais e duas sobremesas. O melhor menu garante ao cozinheiro a vitória.

"Sendo bem sincero, ganhando ou perdendo eu acho que não terá nenhuma diferença, a não ser os R$ 200 mil. Acho que a exposição já foi suficiente para me ajudar a poder fazer minhas próprias coisas, a poder ser o cozinheiro Willian e não ser o cozinheiro dos outros", define o gaúcho.

Para Gomes, é um privilégio poder chegar em primeiro depois de tantas provas e concorrentes. "Ganhar o MasterChef Profissionais é uma conquista muito importante, tantos competidores muito experientes também e que cozinham muito bem. Eu acho que acabar como o número 1 é uma vitória pessoal."

Se depender da exposição e do número de seguidores nas ruas e nas redes sociais, ambos os cozinheiros já estão bem na fita. "A exposição da TV faz as pessoas me pararem na rua para tirar foto, abraçar, dizer que me conhecem, que gostam do meu jeito etc. Eu ganhei 203 mil seguidores depois de entrar no programa. O que mais eu ganho com isso é: 'Willian existe, ele é relevante agora, pelo menos por agora'", conclui Peters.

"Realmente tem muito carinho dos fãs. As pessoas me reconhecem na rua, vem falar que adoram a gente. É um reconhecimento muito legal", finaliza Gomes.

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