Fundação Gilberto Freyre terá prédios e acervos recuperados

Obras estão divididas em três fases; a primeira já começa em março. A previsão é de que o patrocínio do BNDES aconteça por três anos

Lei Rouanet vai poupar museus e programas clássicos, mas exclui diversas produções artísticasLei Rouanet vai poupar museus e programas clássicos, mas exclui diversas produções artísticas - Foto: Cristiana Dias/Acervo Folha de Pernambuco

A Fundação Gilberto Freyre (FGF) vai passar por uma completa recuperação física e documental. As obras patrimoniais começam já no mês de março, restaurando a casa onde o sociólogo morou, no bairro de Apipucos, e que hoje funciona como museu; o espaço cultural, o laboratório e o sítio ecológico no entorno dos prédios.

Segundo a gerente de acervos da FGF, Jamille Barbosa, que também é coordenadora desse projeto de restauro, o processo será custeado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). "Será um contrato de patrocínio de três anos", adianta Jamille.

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As fases dois e três, previstas para iniciar em 2020, vão beneficiar os acervos museológico, documental e bibliográfico. "Na verdade, serão três momentos sequenciados. Precisamos do espaço físico recuperado para poder colocar a equipe para trabalhar os acervos", diz a gerente, explicando ainda que o financiamento das duas últimas fases está condicionado à aprovação através da Lei Rouanet, que ainda se encontra em análise.

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