Fundaj Derby é reaberta com novos espaços culturais

Cinema, salas de exposição, Escola de Inovação e Políticas Públicas e salas de aula agora fazem parte do Edifício Ulysses Pernambucano

Pátio interno faz parte de nova estrutura do prédioPátio interno faz parte de nova estrutura do prédio - Foto: Arthur de Souza/Folha de Pernambuco

Os holofotes brilharam para além das margens do Rio Capibaribe. É que, logo no começo da noite desta segunda-feira (26), o complexo cultural da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), localizado no Derby, foi reaberto ao som de muita música, aplausos e expectativas. Depois de mais de três anos de reformas e mais de R$ 8 milhões investidos pelo Ministério de Educação, o prédio chega ao público completamente reformado — tecnológica, estrutural e arquitetonicamente.

Da estrutura hidráulica aos vitrais, os três andares do Edifício Ulysses Pernambucano agora englobam cinema, arte, literatura e educação. Ainda no térreo, é possível visitar o jardim interno, a Sala de Leitura, com livros disponibilizados pela Editora Massangana, a galeria Vicente do Rego Monteiro, ocupada pela exposição “Raça, classe e distribuição de corpos”, com curadoria de Moacir dos Anjos. No primeiro andar, a sala de cinema, juntamente com o café Castigliani, vem completamente reformada, com 160 lugares e bilheteria digital; a sala João Cardoso Ayres, que exibe o documentário "Roteiro para construir EUdifícios", e a sala de conferência Aloisio Magalhães. No segundo e último andar, as salas de aula da Escola de Inovação e Políticas Públicas, que toma o novo prédio como sede.

À frente da Fundaj após Luiz Otávio de Melo Cavalcanti entregar o cargo de chefia, a nova presidente, Ivete Lacerda, se apresentou grata e ansiosa ao entregar o complexo à população. “Nada representa mais um trabalho de equipe do que a inauguração deste prédio nesta noite. Quando assumi a Diretoria de Planejamento e Administração da Fundação Joaquim Nabuco, há nove meses, essa obra estava parada. Assumi esse compromisso, mas não teria sido possível sem os que fazem também parte da equipe”, disse.

Apesar de ter pego apenas o fim da obra, Ivete tem a sensação de dever cumprido. “Minha alegria nessa noite é imensurável, por estamos entregando aos pernambucanos um complexo cultural e educacional — o Cinema da Fundação, salas de exposições e a Escola de Inovação e Políticas Públicas. Não é só um prédio. Estamos reabrindo as portas deste edifício com uma programação que foi pensada e executada com muito carinho junto a nossos servidores. Agradeço especialmente ao ministro Mendonça Filho pela confiança em mim. Ministro, missão dada, missão cumprida”, finalizou.

O ministro da Educação, Mendonça Filho, reiterou a importância da Fundaj para a cidade do Recife. “O reabertura deste complexo cultural é algo expressivo para a cultura e educação do Recife e de Pernambuco. Quero dedicar minhas palavras à reflexão sobre a Fundaj, uma instituição séria e respeitada que, durante algum período, me parece que estava de certo modo esquecida e abandonada, que necessitava de algumas iniciativas que buscavam levar adiante projetos importantes para dentro da própria casa”, comentou o político. A poucos dias da entrega do cargo de ministro, Mendonça aproveitou a ocasião para relembrar alguns de seus feitos, acreditando estar deixando o Ministério “melhor do que o encontrou”.

Na ocasião, também foram apresentados os vencedores do Prêmio Geneton Moraes Neto de Jornalismo e um vídeo, estreando a sala de cinema, sobre a história dos prédios e complexos que fazem parte da Fundação Joaquim Nabuco.

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