Jackie Chan revela em livro agressões ao filho e traição

No livro 'Never grow up', lançado em chinês, em 2015, e que chega agora em inglês, o artista relembra seus excessos no início da carreira, inclusive a revelação de que dirigia bêbado

"De manhã, batia meu Porsche e, à noite, já estava com um Mercedes-Benz", confessa o astro em um dos trechos do livro"De manhã, batia meu Porsche e, à noite, já estava com um Mercedes-Benz", confessa o astro em um dos trechos do livro - Foto: Reprodução/Instagram

Astro de filmes de luta, como "A Hora do Rush" (1998), o ator nascido em Hong Kong Jackie Chan, 64, revela em livro autobiográfico que já bateu no filho quando ele tinha dois anos, que dirigia bêbado o tempo todo e que abusava dos gastos quando mais jovem.

No livro "Never grow up", lançado em chinês, em 2015, e que chega agora em inglês, o artista relembra muitos de seus excessos no início da carreira. Em um dos trechos, diz que "de manhã, batia meu Porsche e, à noite, já estava com um Mercedes-Benz". O astro também conta que não tinha problemas em gastar dinheiro. "Eu entrei [em uma loja] e disse: 'Mostre-me seus dez melhores relógios. São os mais caros? Com mais diamantes? Bom, vou levar sete deles".

E um dos tópicos mais polêmicos da obra, Chan afirma que tinha comportamento violento com os filhos. Uma das agressões mais graves aconteceu quando ele tinha apenas dois anos. "Eu o peguei com uma mão e arremessei do outro lado da sala. Ele bateu no sofá. Com a força que usei, se ele tivesse batido as costas ou os braços, poderia ter sido muito sério", escreveu.

Leia também:
Filha de Jackie Chan diz ter dormido na rua por causa de pais homofóbicos
Jackie Chan e outros recebem Oscar por conjunto da obra em Los Angeles
Livro de Michelle Obama supera 2 milhões de cópias vendidas na América do Norte
Professor lança livro que aborda 'o som do filme'
'Despacito' bate sete recordes do livro Guinness


O ator finaliza contando uma passagem em que traiu sua atual esposa. Com outra mulher, ele teve uma filha. "Ela [atual esposa, Joan Lin] é uma mulher forte, mais forte do que eu em muitos aspectos", disse.

Veja também

Recife Incluído: inscrições do projeto encerram nesta quarta-feira
Audiovisual

Recife Incluído: inscrições do projeto encerram nesta quarta-feira

Orquestra Criança Cidadã celebra 250 anos de Beethoven
Homenagem

Orquestra Criança Cidadã celebra 250 anos de Beethoven