Nathalia Dill completa dez anos de televisão

Aos 30 anos, a atriz carioca encara seus papéis como uma celebração

Vereador do Recife Rodrigo Coutinho (SD)Vereador do Recife Rodrigo Coutinho (SD) - Foto: Arthur Mota/Folha de Pernambuco

Acostumada a papéis de destaque, Nathalia Dill já se mostrou eficiente tanto no posto de mocinha quanto no de vilã. Seguindo pelo caminho diverso que pauta sua carreira, em “Rock Story”, novíssima novela das sete, ela se despe de qualquer traço maniqueísta para viver as gêmeas Julia e Lorena. “As duas têm atitudes boas e más. Tudo depende da situação”, destaca. Aos 30 anos, a atriz carioca encara seus papéis como uma celebração aos seus dez anos de televisão.  

Os dilemas e coincidências de personagens gêmeas já renderam boas histórias para a teledramaturgia. Interpretar esse tipo de personagem era uma pretensão sua?

Já passou pela minha cabeça que seria um trabalho ao mesmo tempo complexo e interessante. Acompanhei algumas novelas icônicas com essa estrutura, mas nunca imaginei que eu teria a chance de entrar em cena de forma dupla. Era algo realmente distante de mim. Não era uma coisa que eu desejava pelo simples fato de não imaginar que um papel desses poderia cair nas minhas mãos.
Você ainda estava gravando “Liberdade, Liberdade” quando foi sondada para “Rock Story”. O que a Julia e a Lorena têm de tão especial a ponto de você adiar suas férias?

Disse “sim” sem pensar duas vezes. Tenho 30 anos, acho que o momento é mesmo de aproveitar oportunidades desse tipo. Porém, estar nessa novela é uma escolha além das personagens. É claro que o roteiro é legal, ambas têm histórias e motivações bem distintas e que vão somar no meu repertório como atriz. Mas foi a chance única de fazer gêmeas que me encantou. Engraçado, na época do convite, eu estava, inclusive, assistindo à reprise de “Mulheres de Areia” no (canal) Viva.
O desempenho da Gloria Pires como Ruth e Raquel norteia sua composição para Julia e Lorena?

De alguma forma, sim. Até pelo fato de Julia ter de se passar pela Lorena durante boa parte da trama. Acho que a inspiração no trabalho da Gloria vem em como ela foi sutil ao misturar as personagens sem tanto apoio de caracterização e outros recursos cênicos. Mas não foi só a teledramaturgia que me serviu de base. Meu pai também tem um irmão gêmeo e essa relação próxima e intrigante sempre fez parte da minha vida.

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