No ar em “A Lei do Amor”, Reynaldo Gianecchini encara passado e presente

No mês em que completa 44 anos, Reynaldo ator garante estar em uma fase confortável da sua vida

Paulo Câmara (PSB) reclamou de atraso de recursos do Governo FederalPaulo Câmara (PSB) reclamou de atraso de recursos do Governo Federal - Foto: Folhape|Arquivo

 

No mês em que completa 44 anos, Reynaldo Gianecchini garante estar em uma fase confortável da sua vida. Na pele de Pedro, de “A Lei do Amor”, ele fala com maturidade que enxerga a atual novela das nove como um processo terapêutico. Na história de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari, Giane completa sua 12ª novela em 16 anos de contrato com a Globo. “Não sabia que eram tantas (risos). Tenho muito carinho por essa trajetória e sou grato por ter feito tantos personagens de destaque”, celebra.

Na primeira fase da novela, Pedro, seu personagem, foi interpretado por Chay Suede. Como vocês se prepararam para isso?
Ficamos muito juntos. Fizemos uma preparação com o Eduardo Milewicz e o termo que ele usava era “se contagiar”. O tempo todo precisávamos estar contagiados um com as energias e trejeitos do outro. Porque a ideia era que não fosse um personagem meu ou dele, mas que fosse o tempo todo nosso. Então passamos muito tempo juntos, olhando para nós mesmos e para o Pedro. E a conclusão que eu cheguei era que o Pedro dele era muito mais desafiador do que o meu.
Essa é uma reflexão pessoal de quem acaba de fazer 44 anos?
Com certeza (risos)! O jovem ainda brinca com as armadilhas do ego, quer conquistar tudo e todos. Agora esses jogos não me interessam mais. Não tenho a necessidade de provar mais nada para ninguém e nem para mim. Chega de perder tempo. Sinto que, depois dos 40, a gente entra naturalmente em outro trilho. Parece que a vida realmente começa aos 40 e antes foi um ensaio para que eu pudesse viver de verdade quem eu sou.
E como vocês chegaram a esse visual do personagem?
Era necessário que ele tivesse essa cara de quem passou anos velejando, pegando sol no sal do mar. Mas demorou meses para chegarmos nele. Durante o tempo de preparação, fiquei quase incógnito na rua. Tem toda uma técnica para pintar o cabelo. A barba tem de ser retocada semanalmente. É bem trabalhoso e desgastante, às vezes fico três horas no salão para encontrar o tom exato.

Então você ficou satisfeito com o resultado?
Esse visual tem tudo a ver comigo, se encaixa com o meu jeito despojado. Mas percebo que tem muita gente que não gosta. Muitas pessoas ficam presas ao conceito da minha cara certinha, de menino bonito, sem pelos. Tem gente que se recusa a olhar para o novo. Olham para o novo com o olho velho e tomam um choque. Mas eu fiquei, sim, muito satisfeito.

 

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