Nova geração de musas na televisão

Séries e novelas apostam tanto em atrizes que cresceram diante da telinha quanto em novos rostos para protagonista

Congresso NacionalCongresso Nacional - Foto: reprodução / internet

 

A tevê tem a constante necessidade de se renovar. A importância de novos rostos para papéis - de destaque ou não - é provada a cada nova série ou novela. Jovens protagonistas são necessárias em praticamente todas as produções. No­mes como Bruna Marque­zine, Isabelle Drummond e Marina Ruy Barbosa, que começaram ainda crianças na tevê, se fundem com outros como Thaís Melchior, Giulia Buscaccio e Julia Dalavia, que têm uma trajetória mais recente, para formar o time das novas musas da atual geração da teledramaturgia. Para Isabelle, que recentemente interpretou a ver­são jovem de Cláudia A­breu em “A Lei do Amor” e es­tá na reprise de “Cheias de Charme”, crescer na televisão não foi fácil. “Comecei na brin­cadeira e não tinha ideia de co­mo isso impactaria na minha vida. Tive de deixar de fazer muita coisa, mas é o que eu gosto de fazer”, define.

Trajetória parecida experimentou Bruna Marquezine, que teve seu “début” no “Gen­te Inocente”. Aos 21 anos, Bruna interpreta a dançarina Beatriz, em “Nada Será Como Antes”, sua primeira personagem com ares sensuais. “No início, foi bem complicado. Porque ninguém nunca tinha me visto assim. Nem eu, nem o público”, argumenta.

O mesmo caminho seguiu Thaís Melchior. Hoje, com 25 anos, ela estreou aos 19 em “Ca­ras & Bocas”, da Globo. Após algumas participações sem muita relevância na emissora, migrou para a Record, onde ganhou “status” de protagonista em “Vitória”. Em “A Terra Prometida”, interpreta a guerreira Aruna. “Ter um papel de destaque dá um frio na barriga enorme, é muita responsabilidade. Mas estou confiante e o resultado está sendo incrível”, celebra.

Outros nomes, como Cami­la Queiroz, não têm uma trajetória tão intensa na tevê, mas ganham notoriedade após um grande sucesso. A atriz chamou a atenção como a inocente Angel, em “Verda­des Secretas”. Depois de um papel menor em “Êta Mundo Bom!”, ela vai protagonizar “Pega Ladrão”, folhetim que substitui “Rock Story” no horá­rio das sete. “Vai ser meu maior desafio porque a perso­nagem é uma carioca de Co­pacabana. Vou ter de falar ‘por­ta’ sem muitos ‘erres’”, di­verte-se. A história se repete com Giulia Buscacio e Júlia Dalávia, que tiveram maior re­percussão após “Velho Chi­co”. “Foi um divisor de águas na minha carreira e espero que abra portas para outros trabalhos”, diz Júlia, que recentemente esteve na série “Justiça”.

 

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