Sem cair em estereótipos

Débora viu no projeto a chance perfeita de voltar à tevê.

Espetáculo 'Navalha na Carne - Uma homenagem a Tônia Carrero'Espetáculo 'Navalha na Carne - Uma homenagem a Tônia Carrero' - Foto: Divulgação

O jeito doce e a fala baixa de Débora Falabella se transformam quando ela entra em cena. Ao contrário de muito intérpretes, a atriz não se deixa levar por papéis que reforcem seu estereótipo e está sempre interpretando tipos diferentes. Em “Nada Será Como Antes“, ela é Verônica, uma grande estrela do rádio. Longe da teledramaturgia desde “Dupla Identidade”, de 2014, Débora viu no projeto a chance perfeita de voltar à tevê. Para ela, além de confiar na história e na equipe, a oportunidade de contracenar de novo com Murilo Benício – com quem é casada – foi um dos motivos que a levou a abraçar o trabalho.

Fazer par romântico com Murilo Benício, seu marido, em algum momento chegou a assustar você?

Muito! Morri de medo no início. E a gente ficou tentando imaginar como seria. Mas logo na primeira semana a gente viu que compartilha a mesma paixão pela profissão. Somos colegas de trabalho acima de tudo. Claro que é mais confortável contracenar com ele, não dá para negar. E mesmo que a gente não perceba, a princípio, a influência de ser um casal, acho que em cena não dá para negar.
Existe uma preocupação de não levar o trabalho para casa?
De jeito nenhum! Eu adoro levar trabalho para casa, mas no melhor dos sentidos. Acho que faz parte da nossa vida e é natural que a gente carregue isso para fora dos estúdios.

Adoramos falar dos personagens, discutir a relação deles, ensaiar a cena. Aliás, a gente já chegava meio ensaiado no “set” para as nossas cenas. Isso facilitava muito o trabalho (risos).
E o que chamou sua atenção em relação à sua personagem?
Verônica é uma mulher do interior que trabalha na rádio e vai para o Rio de Janeiro com seu grande amor para se tornar uma estrela do rádio. Depois de famosa, ela vai para a tevê, para as novelas ao vivo. É uma mulher forte, decidida, à frente do seu tempo e muito ligada às questões feministas em uma época que isso era impensável.
De jeito nenhum! Eu adoro levar trabalho para casa, mas no melhor dos sentidos. Acho que faz parte da nossa vida e é natural que a gente carregue isso para fora dos estúdios.

Adoramos falar dos personagens, discutir a relação deles, ensaiar a cena. Aliás, a gente já chegava meio ensaiado no “set” para as nossas cenas. Isso facilitava muito o trabalho (risos).

E o que chamou sua atenção em relação à sua personagem?
Verônica é uma mulher do interior que trabalha na rádio e vai para o Rio de Janeiro com seu grande amor para se tornar uma estrela do rádio. Depois de famosa, ela vai para a tevê, para as novelas ao vivo. É uma mulher forte, decidida, à frente do seu tempo e muito ligada às questões feministas em uma época que isso era impensável.

 

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