'Sofri assédio e sinto nojo ao lembrar disso', diz Patricia Marx sobre época do Trem da Alegria

"As pessoas queriam me tocar, me beijar, algumas me beijaram à força", disse a artista

Ex-presidente Lula e a vereadora do Recife Marília Arraes, em São PauloEx-presidente Lula e a vereadora do Recife Marília Arraes, em São Paulo - Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação

Integrante do Trem da Alegria durante a década de 1980, a cantora Patrícia Marx, 42, disse ter sofrido assédio enquanto fez parte do grupo infantil. Ela ficou na banda até 1987, quando tinha 13 anos de idade. "Eu sofri assédio. De produtores, de adultos, de diretores, de artistas. As pessoas queriam me tocar, me beijar, algumas me beijaram à força", disse a artista em entrevista ao "Domingo Show", que vai ao ar neste domingo (13), às 11h, na Record.

"Falaram coisas chulas para mim: 'senta no meu colo, me dá um beijinho, deixa eu beijar você'. Sinto nojo quando me lembro disso", acrescentou. Ela afirmou que aos poucos começou a entender o que estava acontecendo e aprendeu a se defender.
Patrícia surgiu em 1983, no "Clube da Criança", programa apresentado pela extinta TV Manchete. Em 1987, deixou o Trem da Alegria para seguir carreira solo.

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