Trabalho em alta voltagem na TV

Maria Flor estreou na televisão na temporada de 2003

Para a composição de sua personagem, Maria Flor cortou o cabelo bem curtinhoPara a composição de sua personagem, Maria Flor cortou o cabelo bem curtinho - Foto: Divulgação

O jeito decidido de Maria Flor se mistura com a necessidade de estar sempre em movimento. E isso se reflete em sua carreira. Atualmente no ar como a Flávia, de “A Lei do Amor”, ela vive uma fase mais intensa nas novelas. Tanto que, nos últimos três anos, esteve em “O Rebu”, “Sete Vidas” e na atual trama das 21 horas. Aos 33 anos, Maria Flor estreou na televisão na temporada de 2003 de “Malhação”. De lá para cá, acumulou papéis de destaque em produções como “Cabocla”, de 2004, “Eterna Magia”, de 2007, e “Aline”, de 2009, entre outras.

Na trama de “A Lei do Amor”, recentemente, Flávia descobriu ser filha de Tião, vilão interpretado por José Mayer. Como tem sido a repercussão de sua personagem?
Acho que agora é que a personagem realmente “pegou”, porque sinto que, nas ruas, as pessoas estão muito mais empolgadas com o conflito dela. Outro dia, foi até engraçado, eu estava no mercado, veio um cara que trabalhava lá e falou para mim: “O conflito da sua personagem é muito forte e eu estou muito tocado porque tenho um irmão que é adotado e a gente não sabe de onde ele veio, ele nunca quis procurar”. Achei muito bonito ele me abordar falando sobre uma história verídica. E como isso toca as pessoas, elas acabam reconhecendo conflitos próprios.

O que mais chamou sua atenção em relação a Flávia?
O fato de ela ser filha do vilão e isso só ser descoberto muito na frente. No começo, você não entende muito aquela personagem bem-resolvida que está em um núcleo com Claudia Raia, apoiando a mãe, sendo boa filha. Claro, ela é adotada, então, de algum jeito, tem uma gratidão e um amor enormes por essa mulher que a adotou. Então, a Flávia sempre tentou não mexer nisso, se fazer de bem-resolvida e não querer procurar suas origens. Mas depois tem a necessidade de entender de onde veio. Isso foi o que me motivou mais a fazer a personagem.

Na pele de uma “DJ”, você aparece em cena com uma caracterização mais moderna, inclusive no corte de cabelo. Como chegaram no visual da Flávia?
Eu já estava com cabelo curtinho porque tinha vindo de uma série de trabalhos que tinham acabado com meu cabelo, mas estava mais com um estilo “retrô”. Esse corte mais moderno da Flávia foi o Neandro Ferreira que fez, ele é meu cabeleireiro há anos e é uma pessoa que eu adoro. Falei para ele que ia fazer uma “DJ”, uma menina mais moderninha de São Paulo, então esse corte foi para a personagem.

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