Um mês é de "outubro ou nada"

Festival de teatro reúne 35 espetáculos de artistas e grupos independentes, que ficam em cartaz em espaços alternativos até o final deste mês

Meus 15 anosMeus 15 anos - Foto: Divulgação

A frase "a união faz a força" pode até ser um clichê absoluto, mas traduz muito bem o espírito do Outubro ou Nada - 1ª Mostra de Teatro Alternativo do Recife. Diante de um momento em que a crise econômica é utilizada como desculpa para o encolhimento dos investimentos em cultura, foi o esforço coletivo que fez um grupo de artistas locais criar seu próprio festival de artes cênicas. De amanhã até o dia 29 de outubro, serão encenados 35 espetáculos, reunindo cerca de 60 nomes da cena teatral independente do Recife.

O circuito de apresentações teve como impulsionador uma ação semelhante - só que de menor vulto - realizada no 26º Festival de Inverno de Garanhuns, em julho. Na capital pernambucana, a programação vai ocupar um total de 14 espaços alternativos. Para Samuel Santos, diretor da companhia O Poste: Soluções Luminosas, o projeto representa um momento histórico para a classe artística. "Antes de tudo, estamos diante de um ato político e de resistência. É importante mostrar para o poder público e para os espectadores em geral que há pessoas se reinventando para poder continuar trabalhando a linguagem cênica na Cidade", afirma. Confira mais sobre algumas das atrações em destaque:

Retomada

O Grupo Totem, referência do teatro independente pernambucano, apresenta o fruto da pesquisa "Rito ancestral, corpo contemporâneo", com sessão no Espaço Experimental, no dia 29, às 19h. Em "Retomada", o coletivo corporifica a sacralidade das terras indígenas e manifesta sua identificação com o sentimento de resistência dos povos. A direção é de Fred Nascimento e o elenco conta com as performers Gabi Cabral, Gabriela Holanda, Inaê Veríssimo, Juliana Nardin, Lau Veríssimo e Taína Veríssimo. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).

"4xHilda"

Com "4xHilda", Fabiana Pirro já circulou por diversos espaços experimentais da capital pernambucana, como o Café Castro Alves, a Casa Acre e o Coletivo Sexto Andar. Desta vez, a série de monólogos poderá ser conferida no Teatro Joaquim Cardozo, no Centro Cultural Benfica, no dia 8, às 20h. Neste trabalho, a atriz e produtora se debruça sobre a tetralogia obscena da escritora paulista Hilda Hilst, ao lado de Silvia Goes, Ninive Caldas e Breno Fittipaldi. As entradas custam R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).

Aaaaaaahhhh! Histórias de Arrepiar!

Em 2014, a atriz Márcia Cruz foi uma das articuladoras do Movimento Teatro em Casa, que mobilizou apresentações de espetáculos em residências de Recife e Olinda. Ao lado da atriz Mayza Dia de Tolêdo, ela integra a Cia. Maravilhas. As duas convidaram a diretora Fátima Aguiar para conduzi-las em "Aaaaaaahhhh! Histórias de Arrepiar!", espetáculo infanto-juvenil que mergulha no universo da tradição oral. A pré-estreia ocorre no dia 16, às 16h, na Galeria Mau Mau. Serão aceitas contribuições espontâneas a partir de R$ 10.

"Sistema 25"

Para proporcionar ao público a sensação de estar dentro de uma cela de prisão, "Sistema 25" coloca 25 espectadores e 25 atores dentro de uma sala escura. Grande premiada da 22ª edição do Janeiro de Grandes Espetáculos, a montagem revela problemáticas presentes na maioria dos presídios nacionais, como tortura, disputa de poder, consumo de drogas e violência sexual. Criada pelos grupos Cênico Calabouço e Teatral Risadinha, a obra pode ser conferida no Espaço O Poste, no dia 26, às 19h30. As entradas R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).

"Tempo menino"

Mostrando que não é só na Capital que os artistas têm se articulado, a mostra Outubro ou Nada abre espaço para um espetáculo produzido em Arcoverde, no Sertão de Pernambuco. "Tempo menino" foi desenvolvido pelo ator Rogério Xavier, que dialogo com a trilha sonora criada por Johsi Guimarães e Renata Cordeiro. Histórias das gerações passadas, presentes e futuras são vividas em cena pelo intérprete. "Tempo menino" é um projeto do Peso Coletivo, com direção de André Chaves. O Espaço Villa recebe o monólogo, no dia 9, às 17h. Os ingressos custam R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada).

"(In)Cômodos"

Três contos do escritor Cícero Belmar deram origem à peça "(In)Cômodos", que estreou em 2014 na Casa Outrora, ateliê e residência do produtor Jorge Clésio. Dois dos solos que integram o espetáculo participaram, no ano passado, no Festival Home Theater, eventto volta para iniciativas de teatro domiciliar, no Rio de Janeiro. Com atuação de Cleyton Cabral, Hilda Torres e Luciana Pontual, três personagens compartilham suas desilusões pelos cômodos de uma casa. A apresentação, que ocorrem no Espaço Fiandeiros, no dia 16, às 18h, custa R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada). Confira a programação completa:

Abertura: 18h-19h30
Local: Área Externa d’O Poste Soluções Luminosas
Lançamento da revista TREMA! Edição O Golpe

NA BEIRA
(TEATRO DE FRONTEIRA/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
03 / segunda / 20h
Capacidade - 60 lugares Duração – 90 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - Plínio Maciel, ator, aderecista, artesão e bonequeiro, dá um mergulho na memória do menino que nasceu em Surubim, veio para o Recife fazer teatro e se enamorou pela contação de “causos”. O espetáculo “Na beira” é conduzido por este artista popular pernambucano, que resgata histórias e lembranças familiares, pessoais, mas também inúmeros personagens/pessoas que marcaram sua vida, criando uma celebração despretensiosa, explorando a teatralidade dos encontros improvisados.
Ficha técnica
Realização - Teatro de Fronteira
Atuação - Plínio Maciel
Direção - Rodrigo Dourado
Imagens - Ricardo Maciel
Iluminação - João Guilherme de Paula
Assistência de Palco e Projeções - Marconi Bispo

NA BEIRA
(TEATRO DE FRONTEIRA/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
04 / terça / 20h
Capacidade - 60 lugares Duração – 90 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - Plínio Maciel, ator, aderecista, artesão e bonequeiro, dá um mergulho na memória do menino que nasceu em Surubim, veio para o Recife fazer teatro e se enamorou pela contação de “causos”. O espetáculo “Na beira” é conduzido por este artista popular pernambucano, que resgata histórias e lembranças familiares, pessoais, mas também inúmeros personagens/pessoas que marcaram sua vida, criando uma celebração despretensiosa, explorando a teatralidade dos encontros improvisados.
Ficha técnica
Realização - Teatro de Fronteira
Atuação - Plínio Maciel
Direção - Rodrigo Dourado
Imagens - Ricardo Maciel
Iluminação - João Guilherme de Paula
Assistência de Palco e Projeções - Marconi Bispo

A ÚLTIMA CÓLERA NO CORPO DE MEU NEGRO
(estreia - CIA EXPERIMENTAL DE TEATRO/Vitória/PE)
Local – Espaço Fiandeiros
05 / quarta / 19h
Capacidade - 60 lugares Duração - 1h
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - O espetáculo fala sobre o racismo, o amor e a subjetiva liberdade acerca do ser humano e o seu sexo, sua sexualidade, a religiosidade, a cultura e a fé.
A história transcorre no século passado e atravessa o tempo para encontrar os fios que ainda ligam os mesmos conflitos. Solo e Dramaturgia do Ator Raphael Gustavo.

Ficha Técnica
Texto - Raphael Gustavo
Direção - César Leão
Preparação Corporal - Cleiton Santiago
Preparação de Ator - O Poste – Soluções Luminosas
Sonoplastia - Fabiano Falcão
Identidade Visual - Ian de Andrade

PEZINHO DE GALINHA
(Nínive Caldas e Eric Valença/Recife/PE)
Local – Casa do Acre
05 / quarta / 20h30
Capacidade - 50 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: 18 anos
Sinopse - Um pastor performático. Uma prostituta bem-sucedida. Um homossexual politicamente engajado. Um marido fugitivo. Esses são os personagens do espetáculo Eu gosto mesmo de Pezinho de Galinha porque “eu como a carninha e limpo o dente com a unhinha.” Em cerca de uma hora, os atores se reversam em seis personagens que contam histórias: o ponto de prostituição, a Igreja evangélica, o presídio, o subúrbio. Com cenas dentro do apartamento e na rua, mas vistas do apartamento, Pezinho de Galinha trata de assuntos polêmicos com apelos e soluções cênicas que provavelmente não poderiam ser executadas nos palcos e pautas dos teatros institucionais.

Ficha Técnica
Atriz – Nínive Caldas
Trilha Sonora – Cássio Bonfim
Produção – Nínive Caldas, Eric Valença e Cássio Bomfim

1 TORTO
(GRUPO MAGILUTH/Recife/Pernambuco)
Local – Ed. Texas/Espaço Magiluth
06 / quinta / 20h
Capacidade – 50 lugares Duração – 1h
Classificação indicativa - livre
Sinopse - Um olhar de fora para as cidades que muitas vezes ficam soterradas pelo banal. A peça trabalha a partir das pequenas coisas, aquelas que volatizam num piscar de olhos deixando marcas mais profundas do que o mais grandioso gesto. O grupo Magiluth apresenta um peça totalmente aberta ao público e à cidade na qual acontece. Radicaliza a experiência teatral dando a plateia um papel ativo, além de levantar reflexões sobre a cidade em que vivemos.
Ficha Técnica
Direção - Pedro Wagner
Dramaturgia - Giordano Castro
Elenco - Giordano Castro
Direção de Arte - Guilherme Luigi
Sonoplastia - Pedro Wagner

UMA ANTÍGONA PARA LÚCIA
(COMPANHIA FIANDEIROS DE TEATRO/Recife/PE)
Local – Espaço Fiandeiros
07 / sexta / 19h30
Capacidade - 70 lugares Duração – 40 minutos
Classificação Indicativa: livre
Sinopse - SINOPSE DO ESPETÁCULO
Uma Antígona para Lúcia foi uma performance criada a partir da proposta de diálogo feita pela Companhia Fiandeiros em 2015, entre a Dramaturgia Clássica e o Teatro Contemporâneo. Trata-se de um poema cênico que poetiza o relacionamento de uma atriz jovem com uma experiente, em torno do universo de Antígona. É a celebração da tradição do teatro e sua transmissão de geração a geração.
Ficha Técnica

Título - Um Antígona para Lúcia
Autoria - Sófocles
Adaptação - Luís Reis
Encenação - Luís Reis e Durval Cristovão
Atuação - Daniela Travassos
Iluminação - João Guilherme de Paula
Direção de Arte - Manuel Carlos
Vozes do Coro - André Filho e Manuel Carlos
Música de Cena - Sandro Júnior
Preparação de Elenco - Durval Cristovão
Fotografias - Morgana Narjara
Direção de Produção - Daniela Travassos
Assistentes de produção - Renata Teles e Jefferson Figueirêdo

HISTÓRIAS BORDADAS EM MIM
(DOCE AGRI/Recife/PE)

Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
07 / sexta / 20h30
Capacidade - 50 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: livre
Sinopse - Um baú, uma borboleta e uma conversa... é assim que se inicia histórias bordadas em mim. Um convite para um chá acompanhado de tareco e um alinhavar de histórias reais, vividas no passado e no presente. A personagem é, por acaso, a própria atriz sentada em um baú contando histórias que viveu em sua vida. A peça bebe da fonte de uma pesquisa no griot, povo ancestral que passava conhecimento através da oralidade. Uma pausa para um chá, uma música e um mergulho nas histórias de alegrias, amor, dor, morte, vida e saudade...

Ficha Técnica

Atuação, Produção, Dramaturgia, Figurino, Cenografia e Direção - Agrinez Melo
Assessoria em Dramaturgia - Ana Paula Sá
Assessoria em Direção - Naná Sodré, Quiercles Santana e Samuel Santos
Concepção Musical e Sonoplastia - Cacau Nóbrega
Assessoria em toadas - Maria Helena Sampaio (YaKêkêrê do Terreiro Ilê Oba Aganju Okoloyá)
Maquiagem - Vinicius Vieira
Execução Figurino - Agrinez Melo e Vilma Uchôa
Aderecista - Álcio Lins
Cenotécnico - Felipe Lopes
Foto, Áudio e Filmagem de teaser campanha do catarse - Lucas Hero
Direção e edição de vídeo teaser campanha catarse - Taciana Oliveira (Zest Artes e Comunicação)
Assistente de produção - Nayara Oliveira
Designer - Curinga Comuniquê
Filmagem do espetáculo na integra - Aratu Produções
Fotografia - Rubens Henrique

O DIÁRIO QUASE RIDÍCULO DE AURORA
(CIA DE TEATRO OMOIÓS/Recife/PE)
Local – Bar Teatro Mamulengo
07 / sexta / 20h30
Capacidade - 60 lugares Duração – 45 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - O texto, prosa poética adaptada para uma linguagem mais teatral, trata da trajetória de uma mulher que, narra através das páginas de um diário, suas buscas, encontros e desencontros, numa eterna tentativa de tentar ser feliz. Numa linguagem confessional, a personagem Aurora se coloca despojada diante das circunstâncias de sua vida, mas aposta que vale a pena todas as tentativas, desde que não perca sua identidade e sua liberdade de poder amar e ser amada com todas as letras do alfabeto.

Ficha Técnica
Produção - Cia de Teatro Omoiós
Texto e direção - Manoel Constantino
Atuação – Rose Quirino e Joao Cabral
Maquiagem - Jô Ribeiro
Sonoplastia - Lígia Vieira
Fotografia - Roberto Soarez


Roda de Diálogo 01: TEATRO ALTERNATIVO + lançamento do livro Teatro Para Crianças no Recife – 60 Anos de História no Século XX (Volume 01)”, de Leidson Ferraz
08 / sábado / 10h
Local: Teatro Joaquim Cardozo

OMBELA (reestreia)
(GRUPO O POSTE SOLUÇÕES LUMINOSAS/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
08 / sábado / 20h
Capacidade - 50 lugares Duração – 45 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - OMBELA (a chuva) após cair, resolve deixar duas gotas que se transformam em duas entidades - a personificação da chuva ganhando corpo e voz. Inventam rios e desdobram ao som do vento. E a cada gota faz nascer ou morrer coisas, gente e sentimentos. Ombela representa arquétipos do universo feminino. É a síntese poética que nos interroga: quem somos nós? e para onde vamos? A peça além de ser interpretada em português, tem partes na língua africana de Angola, UMBUNDO. Que é uma língua banta falada pelos Ovimbundos das montanhas centrais de Angola. O espetáculo é um musical ao vivo com direção musical da reconhecida cantora Isaar.
Ficha Técnica

Texto - Manuel Rui
Encenação - Samuel Santos
Cenografia - Samuel Santos e Douglas Duan
Produção - Grupo O Poste Soluções Luminosas
Atores: Agrinez Melo e Naná Sodré
Consultoria/Estudos em Antropologia: Daniele Perin Rocha Pitta
Preparação Musical e Composição de Trilha Sonora: Isaar França
Indumentária: Agrinez Melo
Plano de Maquiagem: Naná Sodré
Produção O Poste Soluções Luminosas

SALMO 91
(CÊNICAS CIA. DE REPERTÓRIO/Recife/PE)
Local – Espaço Cênicas
08 / sábado / 20h
Capacidade - 70 lugares Duração – 120 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - O espetáculo é uma adaptação para o teatro do livro "Estação Carandiru", best-seller de Drauzio Varella. O livro tem como protagonistas detentos do Carandiru, a extinta Casa de Detenção de São Paulo. Os relatos e histórias do livro são matéria-prima para os dez monólogos que além de contarem o drama de cada personagem, revelam detalhes da vida dos detentos antes do massacre de 02 de outubro de 1992, que terminou com a morte de 111 presos. Vinte e três anos depois, essa reflexão social é atual e pertinente. Para contar a história dos detentos do Carandiru, os personagens ganham voz, Dadá, um sobrevivente do massacre, é quem inicia a narração. Furioso, ele lembra do salmo que sua mãe havia lhe mandado ler, e lamenta não ter lido. Justamente o salmo 91. O texto se segue e aos poucos os outros nove personagens vão revelando e se revelando, expondo feridas e revivendo as cicatrizes.
Ficha Técnica

Texto - Dib Carneiro Neto (adaptação do best-seller ESTAÇÃO CARANDIRU de Dráuzio Varella)
Encenação - Antônio Rodrigues
Preparação de elenco e Assistência de Direção - Sonia Carvalho
Elenco - Álcio Lins, Vitor Lima, Raul Elvis, Rogério Wanderley e Antônio Rodrigues
Figurinos -Alcio Lins, Antônio Rodrigues e Sônia Carvalho
Adereços - Alcio Lins, Felipe Lopes, Sônia Carvalho e o Grupo
Máscaras - Grupo
Cenário - Antônio Rodrigues
Execução de Cenografia - Felipe Lopes
Execução de Figurino - Francis Souza
Maquiagem - Alcio Lins
Sonoplastia - Antônio Rodrigues

Operação de som - Monique Nascimento

Fonoaudióloga - Sandra Carmo
Iluminação - Luciana Raposo.
Operação de luz - Nardonio Almeida
Design Gráfico - Antônio Rodrigues
Contra Regra - Monique Nascimento
Produção Executiva - Sônia Carvalho e Antônio Rodrigues
Apoio de produção e fotografias - Wilson Lima
Realização - Cênicas Cia de Repertório



O PALHAÇO DE PIJAMA
(Flávio Renovatto/Recife/PE)
Local – Teatro Joaquim Cardozo
08 / sábado / 20h
Sinopse - O Palhaço de Pijama com chocalho é uma pequena récita que tem a intenção de abrir as portas para a ludicidade dos afins do fazer teatral. Personagem que conta histórias, recita poesias, canta canções movido pelo carnaval, a transgressão, o desejo de viver intensamente. Criação de Flávio Renovatto
Ficha Técnica
Criação de Flávio Renovatto

4 X HILDA OU QUARTETO OBSCENO
(Duas Companhias/Recife/PE)
Local – Teatro Joaquim Cardozo
08 / sábado / 20h
Capacidade - 50 pessoas Duração – 1h
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - A atriz e produtora Fabiana Pirro dá continuidade ao mergulho na obra de Hilda Hilst. Este projeto de leituras dramatizadas já circulou por diversos espaços alternativos na cidade do Recife, iniciando em 2014 no Café Castro Alves, Acre na Rua da Aurora, Coletivo Sexto Andar e também no Teatro Capiba, são dois anos de experimentos literários. Neste ano de 2016 o projeto segue desbravando novas cidades. Ao debruçarem-se sobre os quatro livros da tetralogia e poesia de Hilda Hilst, os intérpretes destinam cenicamente os elementos textuais, a evolução narrativa e o processo criativo da obra de Hilda Hilst aos espectadores. O cenário é assinado por Nara Menezes enquanto o som fica por conta de Ricardo Brazileiro.
Ficha Técnica
Atriz - Silvia Góes
Atriz e produtora - Nínive Caldas
Atriz e produtora - Fabiana Pirro
Ator - Breno Fittipaldi (substituindo Cláudio Ferrario)
Músico - Ricardo Brazileiro \ musico
Direção de arte - Nara Menenzes

TEMPO MENINO
(Peso Coletivo /Arcoverde/PE)
Local – Espaço Vila
09 / domingo / 17h
Capacidade – 80 lugares Duração – 50 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Sinopse - Em Tempo Menino as janelas são metáforas físicas da memória, elas são uma espécie de moldura para o vislumbre da vida que se modifica e se faz memória logo em seguida. As histórias nascem e se modificam e logo se desfazem para se refazerem. As histórias se repetem o tempo todo, por toda a vida. A partir da recriação e cruzamento de histórias Tempo Menino se apropria da metáfora da “visão da vida pela janela” e vive em cena as histórias das gerações passadas, presentes e futuras. Tempo Menino atiça o inconsciente coletivo.
Ficha Técnica
Concepção, texto e atuação: Rogério Xavier
Direção: André Chaves
Cenotécnica: Guil Cavalcanti
Dramaturgia sonora: Johsi Guimarães e Renata Cordeiro
Música original: Amanda Lopes
Produção/Realização: Peso Coletivo
Produção Local: Marcílio Moraes

SALOBRE
(COMPANHIA FIANDEIROS DE TEATRO/Recife/PE)
Local – Espaço Fiandeiros
09 / domingo / 18h
Capacidade - 70 lugares Duração – 45 minutos
Classificação Indicativa: livre
Sinopse - SALOBRE conta a história de dois artistas moradores de rua: um palhaço velho e uma jovem musicista. As histórias de suas vidas se encontram paralelamente às suas esperanças e seus fracassos, no desejo de ainda manterem viva a arte que os alimenta. O espetáculo, escrito e dirigido por André Filho, teve como ponto de partida a pesquisa sobre a invisibilidade social dos moradores de rua do Recife realizada pela Companhia Fiandeiros de Teatro em 2011, intitulada PARALELAS DO TEMPO - A teatralidade do não ser.
Ficha Técnica
Texto e Direção - André Filho
Elenco - Daniela Travassos e Manuel Carlos
Sonoplastia - Renata Teles
Iluminação - Pedro Vilella
Operação de Luz - André Filho
Apoio técnico - Charly Jadson
Direção de Arte - Manuel Carlos
Direção de Produção - Daniela Travassos
Assistente de Produção - Jefferson Figueiredo e Renata Teles
Fotografias - Rodrigo Moreira

OMBELA
(Grupo O POSTE SOLUÇÕES LUMINOSAS/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
09 / domingo / 19h
Capacidade - 50 lugares Duração – 45 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Sinopse - OMBELA (a chuva) após cair, resolve deixar duas gotas que se transformam em duas entidades - a personificação da chuva ganhando corpo e voz. Inventam rios e desdobram ao som do vento. E a cada gota faz nascer ou morrer coisas, gente e sentimentos. Ombela representa arquétipos do universo feminino. É a síntese poética que nos interroga: quem somos nós? e para onde vamos? A peça além de ser interpretada em português, tem partes na língua africana de Angola, UMBUNDO. Que é uma língua banta falada pelos Ovimbundos das montanhas centrais de Angola. O espetáculo é um musical ao vivo com direção musical da reconhecida cantora Isaar.

Ficha Técnica

Texto - Manuel Rui
Encenação - Samuel Santos
Cenografia - Samuel Santos e Douglas Duan
Produção - Grupo O Poste Soluções Luminosas
Atores: Agrinez Melo e Naná Sodré
Consultoria/Estudos em Antropologia: Daniele Perin Rocha Pitta
Preparação Musical e Composição de Trilha Sonora: Isaar França
Indumentária: Agrinez Melo
Plano de Maquiagem: Naná Sodré
Produção O Poste Soluções Luminosas

TRILOGIA VERMELHA - PA(IDEIA) – PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO
(COLETIVO GRÃO COMUM E GOTA SERENA/Recife/PE)
Local – Escola Pernambucana de Circo (EPC)
10 / segunda / 19h
Capacidade – 300 lugares Duração – 80 minutos
Classificação Indicativa: livre
Sinopse - Segundo espetáculo da TRILOGIA VERMELHA. A prisão do professor Paulo Freire em 1964, o Brasil de hoje e as contradições da educação como temas centrais da obra. Política, dialética e amor para atingir a libertação através das ideias. E o espectador sendo permanentemente colocado a ocupar/desocupar, agir/reagir a cada novo avanço da História. O espetáculo propõe um diálogo - sempre a partir da reflexão social - que não deixa ninguém a margem da vida nacional. Com Daniel Barros e Júnior Aguiar.

Ficha Técnica
Atores - Daniel Barros e Júnior Aguiar
Pesquisa, Roteiro, Encenação E Iluminação - Júnior Aguiar
Música Original - Juliano Muta, Leonardo Vila Nova e Tiago West. Com participações de Glauco César II, Aline Borba, Otiba, Geraldo Maia, Paulo Marcondes, Rodrigo Samico, Publius, Hugo Linnis e Amarelo.
Operação de áudio e luz - Roger Bravo
Identidade Visual - Arthur Canavarro
Terapeuta Corporal - Mônica Maria
Maquiadora - Luana Barbosa
Vídeo - Ricardo Maciel
Teaser - Nilton Cavalcanti
Fotografias - Rogério Alves, Amanda Pietra e Diego di Niglio
Produção executiva - Andrezza Alves
Idealização e produção geral - Coletivo Grão Comum e Gota Serena
Parceiros e Colaboradores - Márcio Fecher (Gota Serena), Asaías Lira (Zaza), Ingrid Farias, Alexandra Jarocki, Amanda Cristal, Isabelle Santos, Daniel Fialho, Charles Firmino, Jeferson Silva, Quiercles Santana, Rafael Amâncio, Espaço Cênicas, Centro Apolo-Hermilo, Teatro Arraial Ariano Suassuna, Galeria MauMau - Sala Monstra.

DEU COM A PLEURA
(ARATU PRODUÇÕES/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
10 / segunda / 20h
Capacidade – 60 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: livre
Sinopse - Deocrécio Gogó de Ganso, Tico Cachacinha e Deco Chupa Prego se reúnem no “Bar do Seu Nado” para colocar as conversas em dia. O humor típico do sertão aparece na prosa que revela o contraste entre a modernidade da capital e a simplicidade do interior, num resgate da “matutice” nordestina que habita em qualquer cidade grande. Situações hilariantes vão acontecendo nesta mesa de bar ao som de canções do universo da boemia local. Entre um copo e outro, os amigos começam a satirizar os costumes modernos da cidade grande. Tudo isso, é claro, com a linguagem típica do nosso nordestinês. Deu Com a Pleura é uma crítica social irreverente. Com muito humor popular nordestino.
Ficha Técnica
Encenação e Roteiro - Benedito Serafim e Eduardo Gomes
Elenco - Alessandro Moura, Eduardo Gomes, Talles Ribeiro e Benedito Serafim
Supervisão Cênica e iluminador - Fábio Calamy
Direção de Arte - Toninho Miranda
Plano de luz - Alessandro Moura
Elétrica - Alexsandro Manoel
Realização - Aratu Produções
Fotos - Rennan Peixe / Divulgação
Apoio - Os Caras de Pau do Vestibular / Duo Designer

O VELHO DIÁRIO DA INSÔNIA
(Alessandro Moura/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
11 / terça / 20h
Capacidade – 50 lugares Duração – 45 minutos
Classificação Indicativa: 12
Sinopse - “O Velho Diário da Insônia” é um espetáculo que fala sobre memórias familiares, lembranças de infância e os sonhos de um jovem casal. Tantos planos, tanto amor, tanta solidão... Teriam feito eles as melhores escolhas? Estariam eternizados apenas em uma foto em preto e branco ou fazem parte da memória das gerações que hão de vir? Seus três filhos. Seus cinco netos. O que resta daquele jovem casal depois do “sim”? Um homem à beira da loucura, uma noite sem sono e um diário podem ser reveladores para contar essa história.
Ficha Técnica
Encenação, texto e interpretação: Alessandro Moura
Supervisão Cênica: Márcia Cruz
Cenografia e Figurino: Toninho Miranda
Produção executiva: Raoni Velozo
Projeto Gráfico: Nathan Lucas
Desenho de luz: Fábio Calamy
Fotos de divulgação: Mylena Freitas e Richard Matias
Teaser: Aratu Produções
Assessoria de imprensa: Cínthia Carvalho
Apoio: Duo Designer, Aratu Produções, Cia Maravilhas, Mel de Engenho Produções, DouxBike, Os Caras de Pau do Vestibular
Realização: Alessa ndro Moura


ACONTECE ENQUANTO VOCÊ NÃO QUER VER
(GRUPO [email protected]/ Recife/PE)
Local – Ed. Texas/Espaço Magiluth
12 / quarta / 20h
Capacidade – 50 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - Acontece enquanto você não quer ver é um projeto que se debruça sobre aquilo que é proibido falar e que diante da moralidade vigente é preciso abafar, tampar, sob a pena dos mais duros julgamentos humanos. É uma expurgação. Um vômito. Uma vingança. Estupro, canibalismo, bullying, violência doméstica, medo, segurança pública, fanatismo e obsessão são alguns dos temas levantados pelo espetáculo.
Ficha Técnica
Realização – Grupo [email protected]
Dramaturgia, Atuação E Direção - Daniel Barros e Fábio Calamy
Dramaturgista - Flávia Gomes
Direção de arte - Kelen Link
Fotografias e Audiovisual - Ricardo Maciel

O MASCATE, A PÉ RAPADA E OS FORASTEIROS
(Diógenes D. Lima/Recife/PE)
Local – Ed. Texas /Espaço Magiluth
13 / quinta / 20h
Capacidade – 50 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa - 16 anos
Sinopse - Espetáculo que se utiliza da linguagem do teatro de objetos para contar uma versão histórica/fictícia sobre as cidades de Olinda e Recife. Na trama, estas cidades são um casal (Olinda, a mulher e Recife, o homem) que com a chegada de forasteiros exploradores (Portugal e Holanda), veem-se corrompidas por sentimentos de ganância e cobiça.
Ficha Técnica
Texto e atuação: Diógenes D. Lima
Supervisão artística: Marcondes Lima e Jaime Santos
Coreografias: Fernando Oliveira
Adereços: Triell Andrade e Bernardo Júnior
Iluminação: Jathyles Miranda
Execução de iluminação: Rodrigo Oliveira
Execução de sonoplastia: Júnior Melo
Programação Visual: Arthur Canavarro
Gerente de produção: Luciana Barbosa
Fotografias/Divulgação: Toni Rodrigues
Produção: AGM Produções


SOLEDAD – A TERRA É FOGO SOB NOSSOS PÉS
(CRIA DO PALCO/Recife/PE)
Local – Escola Pernambucana de Circo (EPC)
14 / sexta / 19h
Capacidade – 300 lugares Duração – 70 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - O espetáculo conta a história de Soledad Barrett Viedma (1945-1973), militante paraguaia que após ter lutado em diversos países da América Latina vem militar no Brasil. No Recife, teve sua trajetória de combate as opressões e busca pela liberdade interrompida, entregue à morte pelo seu então companheiro, o infiltrado da polícia, “Daniel”, que na verdade era o Cabo Anselmo. Contudo, a obra não assume tão somente um caráter memorialista e de denúncia, é sobre algo que se quer contar hoje, traçando uma analogia entre passado e presente.
Ficha Técnica
Atriz, idealizadora e coordenadora do Projeto: Hilda Torres
Direção: Malú Bazán
Dramaturgia: Hilda Torres e Malú Bazán
Pesquisa histórica: Hilda Torres, Márcio Santos e Malú Bazán
Pesquisa cênica: Hilda Torres e Malú Bazán
Concepção de cenário e figurino: Malú Bazán
Execução de cenário e figurino: Felipe Lopes e Maria José Lopes (Lopes Designer)
Iluminação: Eron Villar
Operação de luz: Eron Villar, Gabriel Felix e Nadjecksom Lacerda
Direção musical: Lucas Notaro
Operação de som: Márcio Santos
Arte visual: Ñasaindy Lua (filha de Soledad)
Teaser: Ivich Barrett (neta de Soledad)
Consultoria do idioma guarani: Adrián Morínigo Villalba
Produção geral: Márcio Santos
Produção executiva: Renata Phaelante, Renato Barros.
Realização: Cria do Palco.

NEM TENTE
(Grupo TOTEM/Recife/PE)
Local – Espaço Fiandeiros
14 / sexta / 20h
Capacidade – 70 lugares Duração – 1h
Classificação indicativa: livre
Sinopse - Espetáculo performático construído a partir de uma dramaturgia processual, criada a partir de fragmentos poéticos de Charles Bukowski. O pensamento da performance guia nossa encenação, equilibrando uma base estruturada e a improvisação, numa sequência de cenas, paisagens cênicas, onde temas atuais como a luta do indivíduo contra o sistema, a hipocrisia social, a violência contra a vida, são transportados para o corpo, levando o público a refletir sobre a realidade e a necessidade de sua transformação.

Ficha Técnica
Adaptação/dramaturgia - Totem, a partir de fragmentos poéticos (pré-textos) de Charles Bukowski
Encenação e coordenação geral - Fred Nascimento
Preparação corporal - Lau Veríssimo
Música original - Cauê Nascimento, Fred Nascimento e José Everson
Atrizes-performers - Gabi Cabral, Juliana Nardin, Lau Veríssimo e Taína Veríssimo
Designer de figurino e maquiagem - Totem
Designer de luz - Inaê Veríssimo
Operador de luz - Rodrigo Oliveira
Tratamento de imagens - Eduardo Souza e Uirá Veríssimo
Exibição de imagens - Airton Cardim
Maquiagem e direção de palco - Gabriela Holanda
Fotografia - Fernando Figueiroa
Produção - Totem
Produção executiva - Taína Veríssimo

O DIÁRIO QUASE RIDÍCULO DE AURORA
(CIA DE TEATRO OMOIÓS/ Recife/PE)
Local – Bar Teatro Mamulengo
14 / sexta / 20h30
Capacidade - 60 lugares Duração – 45 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Sinopse - O texto, prosa poética adaptada para uma linguagem mais teatral, trata da trajetória de uma mulher que narra, através das páginas de um diário, suas buscas, encontros e desencontros, numa eterna tentativa de tentar ser feliz. Numa linguagem confessional, a personagem Aurora se coloca despojada diante das circunstâncias de sua vida, mas aposta que vale a pena todas as tentativas, desde que não perca sua identidade e sua liberdade de poder amar e ser amada com todas as letras do alfabeto.

Ficha Técnica
Produção - Cia de Teatro Omoiós
Texto e direção - Manoel Constantino
Atuação – Rose Quirino e Joao Cabral
Maquiagem: Jô Ribeiro
Sonoplastia: Lígia Vieira
Fotografia: Roberto Soarez


OMBELA
(GRUPO O POSTE SOLUÇÕES LUMINOSAS/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
15 / sábado / 20h
Capacidade - 50 lugares Duração – 45 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Sinopse - OMBELA (a chuva) após cair, resolve deixar duas gotas que se transformam em duas entidades - a personificação da chuva ganhando corpo e voz. Inventam rios e desdobram ao som do vento. E a cada gota faz nascer ou morrer coisas, gente e sentimentos. Ombela representa arquétipos do universo feminino. É a síntese poética que nos interroga: quem somos nós? e para onde vamos? A peça além de ser interpretada em português, tem partes na língua africana de Angola, UMBUNDO. Que é uma língua banta falada pelos Ovimbundos das montanhas centrais de Angola. O espetáculo é um musical ao vivo com direção musical da reconhecida cantora Isaar.
Ficha Técnica

Texto - Manuel Rui
Encenação - Samuel Santos
Cenografia - Samuel Santos e Douglas Duan
Produção - Grupo O Poste Soluções Luminosas
Atores - Agrinez Melo e Naná Sodré
Consultoria/Estudos em Antropologia - Daniele Perin Rocha Pitta
Preparação Musical e Composição de Trilha Sonora - Isaar França
Indumentária - Agrinez Melo
Plano de Maquiagem - Naná Sodré
Produção - O Poste Soluções Luminosas

SALMO 91
(CÊNICAS CIA. DE REPERTÓRIO/ Recife/PE)
Local – Espaço Cênicas
15 / sábado / 20h
Capacidade - 70 lugares Duração – 120 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - O espetáculo é uma adaptação para o teatro do livro "Estação Carandiru", best-seller de Drauzio Varella. O livro tem como protagonistas detentos do Carandiru, a extinta Casa de Detenção de São Paulo. Os relatos e histórias do livro são matéria-prima para os dez monólogos que além de contarem o drama de cada personagem, revelam detalhes da vida dos detentos antes do massacre de 02 de outubro de 1992, que terminou com a morte de 111 presos. Vinte e três anos depois, essa reflexão social é atual e pertinente. Para contar a história dos detentos do Carandiru, os personagens ganham voz, Dadá, um sobrevivente do massacre, é quem inicia a narração. Furioso, ele lembra do salmo que sua mãe havia lhe mandado ler, e lamenta não ter lido. Justamente o salmo 91. O texto se segue e aos poucos os outros nove personagens vão revelando e se revelando, expondo feridas e revivendo as cicatrizes.
Ficha Técnica

Texto - Dib Carneiro Neto (adaptação do best-seller ESTAÇÃO CARANDIRU de Dráuzio Varella)
Encenação - Antônio Rodrigues
Preparação de elenco e Assistência de Direção - Sonia Carvalho
Elenco - Álcio Lins, Vitor Lima, Raul Elvis, Rogério Wanderley e Antônio Rodrigues
Figurinos - Alcio Lins, Antônio Rodrigues e Sônia Carvalho
Adereços - Alcio Lins, Felipe Lopes, Sônia Carvalho e o Grupo
Máscaras - Grupo
Cenário - Antônio Rodrigues
Execução de Cenografia - Felipe Lopes
Execução de Figurino - Francis Souza
Maquiagem - Alcio Lins
Sonoplastia - Antônio Rodrigues

Operação de som - Monique Nascimento

Fonoaudióloga - Sandra Carmo
Iluminação - Luciana Raposo.
Operação de luz - Nardonio Almeida
Design Gráfico - Antônio Rodrigues
Contra Regra - Monique Nascimento
Produção Executiva - Sônia Carvalho e Antônio Rodrigues
Apoio de produção e fotografias - Wilson Lima
Realização - Cênicas Cia de Repertório

O PALHAÇO DE PIJAMA
(Flávio Renovatto/Recife/PE)
Local – Galeria Mau Mau (Sala Monstra)
16 / domingo / 16h
Capacidade – 50 lugares Duração – 15 minutos
Classificação Indicativa – livre
Sinopse - O Palhaço de Pijama com chocalho é uma pequena récita que tem a intenção de abrir as portas para a ludicidade dos afins do fazer teatral. Personagem que conta histórias, recita poesias, canta canções movido pelo carnaval, a transgressão, o desejo de viver intensamente. Criação de Flávio Renovatto
Ficha Técnica
Criação de Flávio Renovatto

AAAAAAAAAAAAH! HISTÓRIAS DE ARREPIAR (ensaio aberto – espetáculo infantil)
(CIA. MARAVILHAS/Recife/PE)
Local – Galeria Mau Mau (Sala Monstra)
16 / domingo / 16h
Capacidade - 40 lugares Duração – 40 minutos
Classificação Indicativa: a partir de 5 anos
Sinopse - Duas meninas, bizarras, estão fugindo, não se sabe de quê ou de quem. Nesta fuga, elas passam por um portal mágico e se perdem. O tempo também parece não colaborar com a fuga, afinal, parece que ao invés de ir pra frente, as meninas estão sendo passadas para dentro. Ao longo desta aventura, as meninas se cruzam com algumas velhinhas, todas com uma cara ótima, até que finalmente um encontro surpreende acontece.
Ficha Técnica
Direção: Fátima Aguiar
Elenco: Mayza Dias de Tolêdo, Johann Brehmer e Márcia Cruz
Dramaturgia: Márcia Cruz
Música: Johann Brehmer
Figurino: Agrinez Melo
Fotografia: Matheus Melo

(IN)CÔMODOS
(COLETIVO 4 NO ATO/Recife/PE)
Local – Espaço Fiandeiros
16 / domingo / 18h
Capacidade – 60 pessoas Duração – 55 minutos
Classificação indicativa - 14 anos
Sinopse - Um funcionário público abandonado por seus três amantes. Uma escritora ignorada pelo marido. Uma pedinte que chama a atenção dos transeuntes. Três personagens que desfilam suas desilusões pelos cômodos de uma casa.
Ficha Técnica

Dramaturgia - construída a partir de três contos de Cícero Belmar.
Elenco e direção - Cleyton Cabral, Hilda Torres e Luciana Pontual
Produção - O grupo

OMBELA
(GRUPO O POSTE SOLUÇÕES LUMINOSAS/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
16 / domingo / 19h
Capacidade - 50 pessoas Duração – 45 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
Sinopse - OMBELA (a chuva) após cair, resolve deixar duas gotas que se transformam em duas entidades - a personificação da chuva ganhando corpo e voz. Inventam rios e desdobram ao som do vento. E a cada gota faz nascer ou morrer coisas, gente e sentimentos. Ombela representa arquétipos do universo feminino. É a síntese poética que nos interroga: quem somos nós? e para onde vamos? A peça além de ser interpretada em português, tem partes na língua africana de Angola, UMBUNDO. Que é uma língua banta falada pelos Ovimbundos das montanhas centrais de Angola. O espetáculo é um musical ao vivo com direção musical da reconhecida cantora Isaar.
Ficha Técnica

Texto - Manuel Rui
Encenação - Samuel Santos
Cenografia - Samuel Santos e Douglas Duan
Produção - Grupo O Poste Soluções Luminosas
Atores - Agrinez Melo e Naná Sodré
Consultoria/Estudos em Antropologia - Daniele Perin Rocha Pitta
Preparação Musical e Composição de Trilha Sonora - Isaar França
Indumentária - Agrinez Melo
Plano de Maquiagem -Naná Sodré
Produção - O Poste Soluções Luminosas

A RECEITA
(GRUPO O POSTE SOLUÇÕES LUMINOSAS/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
17 / segunda / 20h
Capacidade - 60 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - A RECEITA é uma obra tragicômica e descreve um universo feminino e particular. Naná Sodré encarna uma mulher anônima e invisível de aproximadamente 48 anos que vive em situação de total abandono e dependência emocional, casada e com filhos a personagem passa a maior parte do tempo na cozinha tentando temperar suas ilusões e seus inúmeros cenários imaginários com sal, alho e coentro com cebolinha.... A personagem, assim como as pessoas comuns, se deixa cair em situações que levam ao trágico. O espetáculo funciona como um espelho, no qual, muitas vezes, vemos refletir nossas atitudes e a partir daí refletimos sobre os comportamos mediante aos momentos desatinados.
Ficha Técnica
Direção, dramaturgia, encenação e figurino - Samuel Santos
Atuação, maquiagem e efeitos sonoros - Naná Sodré
Plano luz, operação de luz e sonoplastia - O Poste Soluções Luminosas
Técnica de rolamento - Mestre Sifu Manoel Francisco
Fotografia - Thaís Lima
Programação visual e designer gráfico - Vicente Simas
Produção - Grupo O Poste Soluções Luminosas

JR.
(OPERÁRIOS DE TEATRO – OPTE/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
18 / terça / 19h
Capacidade - 60 pessoas lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - A peça conta a história de uma travesti que, num fluxo de consciência, conta sua trajetória desde o ventre da mãe à vida adulta. O texto é estruturado como um monólogo (primeiro texto dramatúrgico do escritor Marcelino Freire). Os conflitos contados pela personagem evidenciam e nos fazem refletir sobre a condição social das pessoas as quais subvertem o pensamento hegemônico da sociedade moderna ocidental, centrado nas relações de poder heterocentristas.
Ficha Técnica
Texto - Marcelino Freire
Encenação - Alexsandro Souto Maior
Interpretação -Tatto Medinni
Cenário, Figurinos, Sonoplastia e Produção executiva - Alexsandro Souto Maior e Tatto Medinni
Designer de Luz - Eron Villar
Designer Gráfico - Java Araújo
Direção musical e mixagem de som - Kleber Santana
Criação e execução da maquiagem - Gerailton Salles (Gera Cyber)
Arranjos - Leandro Almeida e Nielson Muniz
Confecção de figurinos - Sara Paixão

PEZINHO DE GALINHA
(Nínive Caldas e Eric Valença/Recife/PE)
Local – Casa do Acre
19 / quarta / 20h30
Capacidade - 50 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: 18 anos
Sinopse - Um pastor performático. Uma prostituta bem sucedida. Um homossexual politicamente engajado. Um marido fugitivo. Esses são os personagens do espetáculo Eu gosto mesmo de Pezinho de Galinha porque “eu como a carninha e limpo o dente com a unhinha”. Os atores se reversam em seis personagens que contam histórias: o ponto de prostituição, a Igreja evangélica, o presídio, o subúrbio. Com cenas dentro do apartamento e na rua, mas vistas do apartamento, Pezinho de Galinha trata de assuntos polêmicos com apelos e soluções cênicas que provavelmente não poderiam ser executadas nos palcos e pautas dos teatros institucionais.

Ficha Técnica
Atriz – Nínive Caldas
Trilha Sonora – Cássio Bonfim
Produção – Nínive Caldas, Eric Valença e Cássio Bomfim

OPHÉLIA
(CIA. DE TEATRO E DANÇA PÓS – CONTEMPORÂNEA D'IMPROVIZZO GANG/Jaboatão/PE)
Local – Ed. Texas /Espaço Magiluth
20 / quinta / 20h
Capacidade - 50 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - Ophélia é uma peça sobre a beleza e fragilidade da juventude. Shakespeare escreveu duas belas peças sobre jovens: Romeu e Julieta & Hamlet. Jovens no meio do caos político. A Inglaterra não era exatamente um caos, mas certamente não era nada fácil ser jovem nos tempos de Elizabeth. Em Elsinore também não. Shakespeare fez de Ophélia apenas uma jovenzinha, futura Rainha e certamente votada ao extermínio pelo novo rei. A juventude é sempre esse estado de coragem para enfrentar sua fragilidade. Ophélia é o lado mais belo da vida. Hamlet não teve essa sorte, é ferido, torna-se mau, torna-se adulto cedo. Preferimos Ophélia para conversarmos com jovens, sobre jovens. E política.
Ficha Técnica
Texto - Paulo Michelotto, Pollyanna Monteiro & W. Shakespeare
Pesquisa e concepção - Cia. de Teatro e Dança Pós- Contemporânea d'Improvizzo Gang
Direção - Paulo Michelotto & Pollyanna Monteiro
Elenco - Pollyanna Monteiro, Paulo Michelotto & o Público
Design de cena, corpo e voz - Paulo Michelotto & Pollyanna Monteiro
Design de maquiagem - Pollyanna Monteiro
Design de moda - Ilza Marie, Paulo Michelotto & Pollyanna Monteiro
Design de luz - Cleison Ramos
Trilha musical - Paulo Michelotto
Texto em off - William Shakespeare Tradução & Adaptação: Paulo Michelotto
Voz off - Pollyanna Monteiro (Rainha Gertrudes)
Operação de luz e som - Cleison Ramos

A ÚLTIMA CÓLERA NO CORPO DE MEU NEGRO
(CIA EXPERIMENTAL DE TEATRO/Vitória/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
21 / sexta / 19h
Capacidade - 60 lugares Duração - 1h
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - O espetáculo fala sobre o racismo, o amor e a subjetiva liberdade acerca do ser humano e o seu sexo, sua sexualidade, a religiosidade, a cultura e a fé.
A história transcorre no século passado e atravessa o tempo para encontrar os fios que ainda ligam os mesmos conflitos. Solo e Dramaturgia do Ator Raphael Gustavo.

Ficha Técnica
Texto - Raphael Gustavo
Direção - César Leão
Preparação Corporal - Cleiton Santiago
Preparação de Ator - O Poste – Soluções Luminosas
Sonoplastia - Fabiano Falcão
Identidade Visual - Ian de Andrade

VIVA LA VIDA (estreia)
(COLETIVO MULTUS/Recife/PE)
Local – Escola Pernambucana de Circo (EPC)
21 / sexta / 20h
Capacidade - 300 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: livre
Sinopse - Espetáculo de teatro performático, pensado para espaços alternativos, cuja estrutura se deu a partir do universo da pintora mexicana Frida Kahlo e a Festa de Los Muertos. Num salão imaginário, Frida e amigos reunidos em festa, falam de suas lutas por um mundo melhor e celebram a vida. Viva La Vida também presta uma homenagem aos nossos mortos, tão vivos. “Não deixem nossos mortos morrerem”. A cenografia remete à Festa dos Mortos do México, com altares e oferendas, bebidas e comidas, o figurino faz aluzão à obra de Frida Kahlo. Os textos tocam em questões como a luta das mulheres por seus direitos e mais respeito, a luta da população negra, e questionamentos de diversas mazelas sociais como a pobreza e a infância abandonada.
Ficha Técnica
Dramaturgia - Fred Nascimento a partir de recortes de textos de Antonin Artaud, Eduardo Galeano, Pablo Neruda, Vladimir Maiakóvski, Victória Santa Cruz e outros autores.
Direção, sonoplastia e cenografia - Fred Nascimento
Aux. de direção - Juliana Nardin e Lau Veríssimo
Direção de palco - Juliana Nardin e Lau Veríssimo
Direção de elenco - Lau Veríssimo
Preparação corporal - Juliana Nardin
Iluminação - Ronaldo Pereira / Taína Veríssimo
Maquiagem e Figurino - Samuel Siebra
Fotografia - Fernando Figueiroa.


A MULHER MONSTRO
(S.E.M. CIA DE TEATRO/Natal/RN-Recife/PE)
Local – Ed. Texas/Espaço Magiluth
21 / sexta / 20h30
Capacidade - 50 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - Uma burguesa perseguida pela própria visão intolerante da sociedade, sem saber lidar com a solidão e as relações num tempo de ódio e golpe vistos sem vergonha. A peça trata a atualidade político-social do Brasil: colagem de opiniões da internet, ruas e posturas de figuras públicas. Baseado no conto "Creme de Alface" de Caio Fernando Abreu, escrito na ditadura militar e ainda tão atual.

Ficha Técnica
Dramaturgia, encenação e atuação - José Neto Barbosa
Iluminação - Sergio Gurgel Filho e José Neto Barbosa
Maquiagem - Diógenes e José Neto Barbosa
Cenografia - José Neto Barbosa
Assistência de cenografia - Diego Alves
Sonoplastia - Diógenes, Mylena Sousa e José Neto Barbosa
Registro - Mylena Sousa
Produção – S.E.M. Cia de Teatro

RODA DE DIÁLOGO 2: GESTÃO DE ESPAÇOS ALTERNATIVOS
DATA - 22 / sábado
HORÁRIO: 10h
LOCAL: Teatro Joaquim Cardozo

O PALHAÇO DE PIJAMA
(Flávio Renovatto/Recife/PE)
Local – Casarão da Várzea
22 / sábado / 18h
Sinopse - O Palhaço de Pijama com chocalho é uma pequena récita que tem a intenção de abrir as portas para a ludicidade dos afins do fazer teatral. Personagem que conta histórias, recita poesias, canta canções movido pelo carnaval, a transgressão, o desejo de viver intensamente. Criação de Flávio Renovatto

Ficha Técnica
Criação de Flávio Renovatto

BRUFFA!
(Bruna Florie/Recife/PE)
Local – Casarão da Várzea
22 / sábado / 18h
Sinopse - Dispondo de alguns dos princípios do jogo do bufão: ironia, denúncia e a paródia, a performance Bruffa! problematiza a violência física e psicológica que as mulheres sofrem desde a infância, sobretudo no que diz respeito ao conservadorismo que sempre impôs e impõe parâmetros que reforçam o machismo. A performance tem duração de 30 minutos e classificação de 16 anos.

Ficha Técnica
Concepção e desenvolvimento da Oficina e da Performance: Bruna Florie
Sonoplastia: Alberto Marques
Produção: Cllau Soares
Local: Casarão da Várzea - Praça da Várzea
Capacidade do Local: 200 pessoas
Classificação indicativa: 16 anos

OMBELA
(GRUPO O POSTE SOLUÇÕES LUMINOSAS/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
22 / sábado / 20h
Capacidade - 50 lugares Duração – 45 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - OMBELA (a chuva) após cair, resolve deixar duas gotas que se transformam em duas entidades - a personificação da chuva ganhando corpo e voz. Inventam rios e desdobram ao som do vento. E a cada gota faz nascer ou morrer coisas, gente e sentimentos. Ombela representa arquétipos do universo feminino. É a síntese poética que nos interroga: quem somos nós? e para onde vamos? A peça além de ser interpretada em português, tem partes na língua africana de Angola, UMBUNDO. Que é uma língua banta falada pelos Ovimbundos das montanhas centrais de Angola. O espetáculo é um musical ao vivo com direção musical da reconhecida cantora Isaar.
Ficha Técnica

Texto - Manuel Rui
Encenação - Samuel Santos
Cenografia - Samuel Santos e Douglas Duan
Produção - Grupo O Poste Soluções Luminosas
Atores - Agrinez Melo e Naná Sodré
Consultoria/Estudos em Antropologia - Daniele Perin Rocha Pitta
Preparação Musical e Composição de Trilha Sonora - Isaar França
Indumentária - Agrinez Melo
Plano de Maquiagem - Naná Sodré
Produção - O Poste Soluções Luminosas

SALMO 91
(CÊNICAS CIA. DE REPERTÓRIO/Recife/PE)
Local – Espaço Cênicas
22 / sábado / 20h
Capacidade - 70 lugares Duração – 120 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - O espetáculo é uma adaptação para o teatro do livro "Estação Carandiru", best-seller de Dráuzio Varella. O livro tem como protagonistas detentos do Carandiru, a extinta Casa de Detenção de São Paulo. Os relatos e histórias do livro são matéria-prima para os dez monólogos que além de contarem o drama de cada personagem, revelam detalhes da vida dos detentos antes do massacre de 02 de outubro de 1992, que terminou com a morte de 111 presos. Vinte e três anos depois, essa reflexão social é atual e pertinente. Para contar a história dos detentos do Carandiru, os personagens ganham voz, Dadá, um sobrevivente do massacre, é quem inicia a narração. Furioso, ele lembra do salmo que sua mãe havia lhe mandado ler, e lamenta não ter lido. Justamente o salmo 91. O texto se segue e aos poucos os outros nove personagens vão revelando e se revelando, expondo feridas e revivendo as cicatrizes.
Ficha Técnica

Texto - Dib Carneiro Neto (adaptação do best-seller ESTAÇÃO CARANDIRU de Dráuzio Varella)
Encenação - Antônio Rodrigues
Preparação de elenco e Assistência de Direção - Sonia Carvalho
Elenco - Álcio Lins, Vitor Lima, Raul Elvis, Rogério Wanderley e Antônio Rodrigues
Figurinos - Alcio Lins, Antônio Rodrigues e Sônia Carvalho
Adereços - Alcio Lins, Felipe Lopes, Sônia Carvalho e o Grupo
Máscaras - Grupo
Cenário - Antônio Rodrigues
Execução de Cenografia - Felipe Lopes
Execução de Figurino - Francis Souza
Maquiagem - Alcio Lins
Sonoplastia - Antônio Rodrigues

Operação de som - Monique Nascimento

Fonoaudióloga - Sandra Carmo
Iluminação - Luciana Raposo.
Operação de luz - Nardonio Almeida
Design Gráfico - Antônio Rodrigues
Contra Regra - Monique Nascimento
Produção Executiva - Sônia Carvalho e Antônio Rodrigues
Apoio de produção e fotografias - Wilson Lima
Realização - Cênicas Cia de Repertório

OMBELA
(GRUPO O POSTE SOLUÇÕES LUMINOSAS/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
23 / domingo / 19h
Capacidade - 50 lugares Duração – 45 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - OMBELA (a chuva) após cair, resolve deixar duas gotas que se transformam em duas entidades - a personificação da chuva ganhando corpo e voz. Inventam rios e desdobram ao som do vento. E a cada gota faz nascer ou morrer coisas, gente e sentimentos. Ombela representa arquétipos do universo feminino. É a síntese poética que nos interroga: quem somos nós? e para onde vamos? A peça além de ser interpretada em português, tem partes na língua africana de Angola, UMBUNDO. Que é uma língua banta falada pelos Ovimbundos das montanhas centrais de Angola. O espetáculo é um musical ao vivo com direção musical da reconhecida cantora Isaar.

Ficha Técnica
Texto - Manuel Rui
Encenação - Samuel Santos
Cenografia - Samuel Santos e Douglas Duan
Produção - Grupo O Poste Soluções Luminosas
Atores - Agrinez Melo e Naná Sodré
Consultoria/Estudos em Antropologia - Daniele Perin Rocha Pitta
Preparação Musical e Composição de Trilha Sonora - Isaar França
Indumentária - Agrinez Melo
Plano de Maquiagem - Naná Sodré
Produção - O Poste Soluções Luminosas

NA BEIRA
(TEATRO DE FRONTEIRA/Recife/PE)
Local – Escola Pernambucana de Circo (EPC)
24 / segunda / 20h
Capacidade - 300 lugares Duração - 90 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - Plínio Maciel, ator, aderecista, artesão e bonequeiro, dá um mergulho na memória do menino que nasceu em Surubim, veio para o Recife fazer teatro e se enamorou da contação de “causos”. O espetáculo “Na beira” é conduzido por este artista popular pernambucano, que resgata histórias e lembranças familiares, pessoais, mas também inúmeros personagens/pessoas que marcaram sua vida, criando uma celebração despretensiosa, explorando a teatralidade dos encontros improvisados.
Ficha técnica
Realização - Teatro de Fronteira
Atuação - Plínio Maciel
Direção - Rodrigo Dourado
Imagens - Ricardo Maciel
Iluminação - João Guilherme de Paula
Assistência de Palco e Projeções - Marconi Bispo

ANDARTE ANDARILHO
(GOTA SERENA/Recife/PE)
Local – Espaço Cênicas
25 / terça / 20h
Capacidade - 70 pessoas Duração – 1h
Classificação indicativa: livre
Sinopse - O Espetáculo narra a história de um personagem que é abandonado pelo autor no início de sua criação. Ao ser abandonado, sem rumo e sem saber o que fazer dali pra frente, ele se vê na condição de criador de seu próprio destino e, por esse motivo, responsável pelas suas próprias escolhas. O personagem passa por diversas situações, descobre um passado para si, cria um futuro e através da imaginação e da criatividade edifica sua personalidade andarilhando pelo mundo.
Ficha técnica
Criação Cênica, Atuação - Márcio Fecher
Cenários, Figurino E Adereços - Rebeka Barros e Danilo Mota

Plano De Luz, Operador De Luz E Sonoplastia - Felipe Silva

Preparação Corporal - Alan Jones - Professor Pezão e Dalvan Ferreira

Pesquisa Sonora - Felipe Silva e Márcio Fecher
Identidade Visual - Danilo Mota e Márcio Fecher

Fotografia - Allan Jones

Assesoria De Comunicação – ABBC por Fernando Fagundes
Apoios/Parcerias – ABBC COmunicação, FUAH ATELIÊ, ART HUNTER, GRUPO CAPOEIRA POSITIVA
Colaboradores – Junior Sampaio, Otiba e Júnior Aguiar
Realização - GOTA SERENA PRODUÇÕES

SISTEMA 25
(Grupo Cênico Calabouço/Grupo Teatral Risadinha/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
26 / quarta / 19h30
Capacidade - 25 lugares Duração – 120 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
SINOPSE
A montagem tem como ponto de partida a visita a um presídio em um dia de rebelião. O público é convidado a vivenciar, interagindo com 25 atores, questões como tortura, solidão, disputa de poder, saudades, drogas, companheirismo, violência sexual, entre outras problemáticas sociais. Para provocar a sensação de estar num presídio, cada sessão será destinada a 25 espectadores.
FICHA TÉCNICA

Encenação José Manoel Sobrinho
Assistente Direção Breno Fiitipaldi e Neemias Dinarte
Dramaturgia Beto Nery, Breno Fittipaldi, Billé Ares, Bruno Britto, Cláudio Siqueira, Edinaldo Ribeiro, Eddie Monteiro, Emanuel David D´Lúcard, Geraldo Cosmo, José Manoel Sobrinho, Marcílio Moraes, Neemias Dinarte, Robson Queiroz, Samuel Bennaton, Will Cruz
Direção Musical Samuel Lira
Músicas André Filho, Eduardo Espinhara e Geraldo Maia
Letras André Filho, Eduardo Espinhara, Emanuel David D´Lúcard, Marcílio Moraes, Romildo Luis, Samuel Bannaton, Thyago Ribeiro e Will Cruz
Coreografia do Tango Rogério Alves
Elenco Alberto Braynner, André Xavier, Beto Nery, Breno Fittipaldi, Bruno Britto, Cláudio Siqueira, Eddie Monteiro,Edinaldo Ribeiro, Emanuel David D´Lúcard, Flávio Santos, Geraldo Cosmo, Guto Kelevra, Hypolito Patzdorf, Marcílio Moraes, Neemias Dinarte, Nelson Lafayette, Nildo Barbosa, Normando Roberto Santos, Otacilio Júnior, Paulo André Viana, Pedro Dias, Ricardo Andrade, Robson Queiroz, Samuel Bennaton e Will Cruz
Design e operação de iIuminação Luciana Raposo
Assistente de Operação Júnior Brow
Arte Visual Beto Saulo
Produção Executiva Carminha Lins, Virginia Grécia e Paulo Ferrera

TRILOGIA VERMELHA – h(EU)stória – o tempo em transe
(Coletivo Grão Comum e Gota Serena/Recife/PE)
Local – Espaço Cênicas
26 / quarta / 20h
Capacidade - 70 lugares Duração – 75 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - Primeiro Espetáculo da TRILOGIA VERMELHA. Desde o encontro regado a Tchai (bebida indiana) na entrada do teatro, aos incensos e o altar-oferenda, com santos e protetores, fogo, água perfumada, ao branco vestido pelos atuantes, tudo em h(EU)stória – o tempo em transe desvela o universo apocalíptico, caótico e profético do personagem central do trabalho, descortinando-o documento a documento. O trabalho tem verdades desconcertantes. Um campo em transe que vaza do palco para a plateia. A história ainda narra as relações do cineasta baiano Glauber Rocha com Pernambuco através das cartas escritas para o poeta e educador Jomard Muniz de Brito e o ex-Governador Miguel Arraes. O primeiro espetáculo da TRILOGIA VERMELHA impressiona pela atualidade do discurso e com a revelação desta importante personagem nacional. Ganhou dois prêmios APACEPE – Melhor Espetáculo e Trilha Sonora. Com Júnior Aguiar e Márcio Fecher.
Ficha Técnica
Atores - Júnior Aguiar e Márcio Fecher
Pesquisa, roteiro, encenação e iluminação - Júnior Aguiar
Música Original - Juliano Muta, Leonardo Vila Nova e Geraldo Maia
Audiovisual – Gê Carvalho Galego
Operação de áudio e luz – Felipe Hellslaught
Identidade Visual - Arthur Canavarro
Terapeuta Corporal - Mônica Maria
Maquiadora - Luana Barbosa
Vídeo – Ricardo Maciel
Fotografias – Arthur Canavarro, Igor Souto, Moacir Lago
Produção executiva - Andrezza Alves
Idealização e produção geral - Coletivo Grão Comum e Gota Serena
Parceiros e Colaboradores – Daniel Barros, Asaías Lira (Zaza), Ingrid Farias, Quiercles Santana, Samarah Mayra, Marisa Santanafessa, Soraya Silva, Rebeka Barros, Espaço Cênicas, Centro Apolo-Hermilo, Teatro Arraial Ariano Suassuna.

TRILOGIA VERMELHA – pa(IDEIA) – pedagogia da libertação
(Coletivo Grão Comum e Gota Serena/Recife/PE)
Local – Espaço Cênicas
27 / quinta / 20h
Capacidade – 70 lugares Duração – 80 minutos
Classificação Indicativa: livre
Sinopse - Segundo espetáculo da TRILOGIA VERMELHA. A prisão do professor Paulo Freire em 1964, o Brasil de hoje e as contradições da educação como temas centrais da obra. Política, dialética e amor para atingir a libertação através das ideias. E o espectador sendo permanentemente colocado a ocupar/desocupar, agir/reagir a cada novo avanço da História. O espetáculo propõe um diálogo - sempre a partir da reflexão social - que não deixa ninguém a margem da vida nacional. Com Daniel Barros e Júnior Aguiar.

Ficha Técnica
Atores - Daniel Barros e Júnior Aguiar
Pesquisa, Roteiro, Encenação E Iluminação - Júnior Aguiar
Música Original - Juliano Muta, Leonardo Vila Nova e Tiago West. Com participações de Glauco César II, Aline Borba, Otiba, Geraldo Maia, Paulo Marcondes, Rodrigo Samico, Publius, Hugo Linnis e Amarelo.
Operação de áudio e luz - Roger Bravo
Identidade Visual - Arthur Canavarro
Terapeuta Corporal - Mônica Maria
Maquiadora - Luana Barbosa
Vídeo - Ricardo Maciel
Teaser - Nilton Cavalcanti
Fotografias - Rogério Alves, Amanda Pietra e Diego di Niglio
Produção executiva - Andrezza Alves
Idealização e produção geral - Coletivo Grão Comum e Gota Serena
Parceiros e Colaboradores - Márcio Fecher (Gota Serena), Asaías Lira (Zaza), Ingrid Farias, Alexandra Jarocki, Amanda Cristal, Isabelle Santos, Daniel Fialho, Charles Firmino, Jeferson Silva, Quiercles Santana, Rafael Amâncio, Espaço Cênicas, Centro Apolo-Hermilo, Teatro Arraial Ariano Suassuna, Galeria MauMau - Sala Monstro.



ALGUÉM PARA FUGIR COMIGO (ensaio aberto)
(RESTA 1 COLETIVO DE TEATRO/Recife/PE)
Local – Escola Pernambucana de Circo
28 / sexta / 19h
Capacidade – 300 lugares Duração – 90 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos
SINOPSE
Alguém pra fugir comigo é um espetáculo de viés político que coloca no palco assuntos na ordem do dia. É desenvolvido em fragmentos, em uma narrativa aberta, não-linear, inspirada em diversas matrizes: textos políticos, líricos, filosóficos, retratos de fatos verídicos e imaginários, ocorridos recentemente ou há décadas, no Brasil de hoje e na Europa do século XIX. A questão é colocar em evidência a crise ética, social e humana, que está presente desde sempre na história. É um espetáculo sobre urgências.
Ficha Técnica
Assistência Dramatúrgica - Ana Paula Sá
Encenação - Analice Croccia e Quiercles Santana
Desenho de luz - Elias Mouret
Direção musical - Katarina Menezes e Kleber Santana
Desenho de som - Kleber Santana
Direção artística - O grupo
Preparação de corpo e movimento - Patrícia Costa
Elenco - Analice Croccia, Ane Lima, Caíque Ferraz, Ludmila Pessoa, Luís Bringel, Nataly Oliveira, Pollyanna Cabral e Wilamys Rosendo

LUZIR É NEGRO! (estreia)
(TEATRO DE FRONTEIRA/Recife/PE)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
28 / sexta / 20h
Capacidade – 50 pessoas Duração – 90 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos
Sinopse - Teatro de Fronteira, um dos grupos de teatro mais atuantes do Recife, estreia seu mais novo espetáculo luzir é negro! Solo autobiográfico do ator e cantor Marconi Bispo, dirigido por Rodrigo Dourado. No solo, o grupo investiga o racismo e suas manifestações na vida de um homem negro, gay, candomblecista e periférico.

Ficha Técnica

Realização - Teatro de Fronteira.
Atuação - Marconi Bispo.
Direção - Rodrigo Dourado.
Dramaturgia - Marconi Bispo e Rodrigo Dourado
Direção de Arte - Marcondes Lima e Plínio Maciel.
Iluminação - João Guilherme de Paula.
Assessoria de Imprensa - Cleyton Cabral.
Músicos - Kiko Santana e Basílio Queiroz.
Vídeos - Ricardo Maciel.
Identidade Visual - Arthur Canavarro

SANTO GENET E AS FLORES DA ARGÉLIA
(GRUPO CÊNICO CALABOUÇO/Recife/PE)
Local – Espaço Experimental
28 / sexta / 20h
Capacidade – 40 pessoas Duração – 90 minutos
Classificação Indicativa: 18 anos
Sinopse - Inspirado a partir de relatos dos relacionamentos amorosos, narrados por Jean Genet, no romance auto-biográfico, Diário de Um Ladrão. O espetáculo aborda três pilares, que também são condutores das ações de Genet no livro, que são: pederastia, furto e traição. Esses três elementos também trazem a tona outros pontos cruciais no universo genetiano: relação de poder – opressores e oprimidos; religiosidade e santificação; violência e miséria.
Ficha Técnica
Elenco - Alcides Córdova, Alexia Silva, André Xavier, Diogo Gomes, Diôgo Sant’ana, Fábio Alves, Guto Ferraz, Hypolito Patzdorf, Ito Soares, Lucas F, Luiz Carlos Filho, Marcos Pergentino, Natália Oliveira e Shica Farias
Dramaturgia, encenação e sonoplastia – Breno Fittipaldi
Assistentes de encenação – Hypólito Patzdorf e Nelson Lafayette
Preparação corporal – Hypolito Patzdorf
Assistente de preparação corporal – Hálison Santana
Preparação vocal e execução de sonoplastia – Nelson Lafayette
Trilha sonora original – Rodrigo Riszla
Figurino – Paulo Pinheiro
Assistente de figurino – Natália Oliveira
Maquiagem – Vinícius Vieira
Assistente de maquiagem – Sabrina França
Iluminação – Dom Dom Almeida e Tomaz Mazzi
Identidade visual/Plano de mídia artística – Alberto Saulo e Alcides Córdova
Ações formativas – Alberon Lemos
Produção executiva - Binha Lemos e Luiz Carlos Filho
Produção geral – Grupo Cênico Calabouço

RETOMADA
(Grupo TOTEM/Recife/PE)
Local – Coletivo Lugar Comum
29 / sábado / 19h
Capacidade – 80 lugares Duração – 1h
Classificação Indicativa – livre
Sinopse - Com Retomada, o Totem corporifica a sacralidade das terras indígenas e manifesta sua identificação com o sentimento de resistência dos povos. O corpo contemporâneo do grupo é envolvido na força da ‘alma coletiva’, que séculos de colonização não conseguiu anular. A luta pela terra, ancestralidade e cosmologia, é o mote desse trabalho. Sendo este um ato ritual único, que simboliza o espírito coletivo, o sentido de pertencimento e o direito ao bem comum. A energia da atmosfera sagrada se faz presente, formando um corpo expandido entre o físico, o sonoro, o espaço circundante e a metafísica.

Ficha Técnica

Encenação: Fred Nascimento
Atrizes-performers: Gabi Cabral, Gabriela Holanda, Inaê Veríssimo, Juliana Nardin, Lau Veríssimo e Taína Veríssimo
Música original: Cauê Nascimento, Fred Nascimento e Gustavo Vilar
Cenografia: grupo Totem
Figurino: grupo Totem
Maquiagem: grupo Totem
Designer de luz: Natalie Revorêdo
Vj: Bio Quirino
Pintura corporal: Airton Cardim
Assistente técnico: Ronaldo Pereira
Fotografia: Fernando Figueirôa
Designer gráfico: Iara Sales
Preparador vocal: Conrado Falbo
Assessoria de imprensa: Beth Oliveira


OMBELA
(GRUPO O POSTE SOLUÇÕES LUMINOSAS)
Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas
29 / sábado / 20h
Capacidade - 50 pessoas Duração – 45 minutos
Classificação Indicativa: 16 anos
Sinopse - OMBELA (a chuva) após cair, resolve deixar duas gotas que se transformam em duas entidades - a personificação da chuva ganhando corpo e voz. Inventam rios e desdobram ao som do vento. E a cada gota faz nascer ou morrer coisas, gente e sentimentos. Ombela representa arquétipos do universo feminino. É a síntese poética que nos interroga: quem somos nós? e para onde vamos? A peça além de ser interpretada em português, tem partes na língua africana de Angola, UMBUNDO. Que é uma língua banta falada pelos Ovimbundos das montanhas centrais de Angola. O espetáculo é um musical ao vivo com direção musical da reconhecida cantora Isaar.
Ficha Técnica
Texto - Manuel Rui
Encenação - Samuel Santos
Cenografia - Samuel Santos e Douglas Duan
Produção - Grupo O Poste Soluções Luminosas
Atores - Agrinez Melo e Naná Sodré
Consultoria/Estudos em Antropologia - Daniele Perin Rocha Pitta
Preparação Musical e Composição de Trilha Sonora - Isaar França
Indumentária - Agrinez Melo
Plano de Maquiagem - Naná Sodré
Produção - O Poste Soluções Luminosas

• FESTA de ENCERRAMENTO - 22h / ED. TEXAS






Ações Formativas

Roda de Diálogo

1 - Dia 08/10 – Teatro Alternativo
Local: Teatro Joaquim Cardozo
Horário: 10h
Entrada Livre

2 - Dia 22/10 – Gestão de Espaços Alternativos
Local: Teatro Joaquim Cardozo
Horário: 10h
Entrada Livre

Oficinas

“O negro e a dramaturgia no Teatro do Oprimido”
Dias 03, 04, 05, 06 e 07/10
Mediador: Marcílio de Moraes
Local – Atelier 2 Centro Cultural Benfica
Horário: 8h as 12h
Carga horária: 20h
Valor: Gratuito
15 vagas
Público: Atores e não atores Negros.
Inscrições: [email protected]

“Da pele pra dentro” – Qualidades do movimento (Iniciação ao Teatro)
Dia 05/10
Mediadora: Naná Sodré
Local: Espaço O Poste Soluções Luminosas
Horário: 09h as 12h
Carga horária: 03 h
Valor: R$ 10,00
20 vagas
Público: Jovens, adultos e idosos
Inscrições: [email protected]

“Oficina de Interpretação”
Dia 13/10
Mediador: Samuel Santos
Local: Espaço O Poste Soluções Luminosas
Horário: 09h as 12h
Carga horária: 03 h
Valor: R$10,00
20 vagas
Público: Jovens e adultos
Inscrições: [email protected]

“Oficina de figurino” - Customização e Transformação
Dia 19/10
Mediadora: Agri Melo
Local: Espaço O Poste Soluções Luminosas
Horário:09h as 12h
Carga horária: 03 h
Valor: R$10,00
20 vagas
Público: Jovens, adultos e idosos
Inscrições: [email protected]

“Oficina Introdução ao Jogo do Bufão”
Dia 22/10
Mediadora: Bruna Florie
Local: Casarão da Várzea
Horário: 08h as 18h
Carga horária: 8h
Valor: gratuita
20 vagas
Público: jovens e adultos
Inscrições: [email protected]

PROGRAMAÇÃO RESUMIDA
ESPETÁCULOS e RODAS DE DIÁLOGO
• Dia 3 – ABERTURA (18h-19h30) com o lançamento da Revista TREMA! Edição “o golpe”
• Dia 3 - Na Beira (20h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 4 – Na Beira (20h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 5 - A última cólera no corpo de meu negro (19h) / Local – Espaço Fiandeiros / 70 lugares
• Dia 5 - Pezinho de Galinha (20h30) / Local – Casa do Acre / 60 lugares
• Dia 6 - 1 Torto (20h) / Local – Ed. Texas/Espaço Magiluth / 50 lugares
• Dia 7 - Uma Antígona para Lúcia (19h30) / Local – Espaço Fiandeiros / 70 lugares
• Dia 7 - Histórias Bordadas em Mim (20h30) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 7 - O Diário Quase Ridículo de Aurora (20h30) / Local – Bar Teatro Mamulengo / 80 lugares
Dia 8 - Roda de Diálogo: TEATRO ALTERNATIVO 10h Local: Teatro Joaquim Cardozo (CENTRO CULTURAL BENFICA)
• Dia 8 - Ombela ESTREIA(20h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 8 - Salmo 91 (20h) / Local – Espaço Cênicas / 70 lugares
• Dia 8 – O palhaço de pijama (20h) / Local – Teatro Joaquim Cardozo / 50 lugares
• Dia 8 - 4 X Hilda ou Quarteto Obsceno (20h) / Local – Teatro Joaquim Cardozo / 50 lugares
• Dia 9 - Tempo Menino (17h) – Espaço Vila / 50 lugares
• Dia 9 - Salobre (18h) / Local – Espaço Fiandeiros / 70 lugares
• Dia 9 – Ombela (19h) / Local - Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 10 – TRILOGIA VERMELHA – pa(IDEIA) – pedagogia da libertação (19h) / Local: Escola PE de Circo (EPC)
• Dia 10 - Deu com a pleura (20h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 11 - O Velho Diário da Insônia (20h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 12 - Acontece Enquanto Você Não Quer Ver (20h) / Local – Ed. Texas / Espaço Magiluth /50 lugares
• Dia 13 - O Mascate, a Pé Rapada e os Forasteiros (20h) / Local – Ed. Texas / Espaço Magiluth /50 lugares
• Dia 14 - Soledad – A Terra é Fogo Sob Nossos Pés (19h) / Local – Escola PE de Circo / 300 lugares
• Dia 14 -Nem Tente (20h) / Local – Espaço Fiandeiros / 70 lugares
• Dia 14 - O Diário Quase Ridículo de Aurora (2030h) / Local – Bar Teatro Mamulengo / 80 pessoas
• Dia 15 – Salmo 91 (20h) / Local – Espaço Cênicas / 70 lugares
• Dia 15 – Ombela (20h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 16 - O Palhaço de Pijama (16h) / Local – Galeria Mau Mau (Sala Monstra)
• Dia 16 - Aaaaaaah! Histórias de Arrepiar (16h) / Local – Galeria Mau Mau (Sala Monstra)
• Dia 16 - (In)Cômodos (18h) / Local – Espaço Fiandeiros / 70 lugares
• Dia 16 - Ombela (19h) / Local - Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 17 - A Receita (20h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 18 – JR. (19h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 19 – Pezinho de Galinha (20h30) / Local – Casa do Acre
• Dia 20 - Ophélia (20h) / Local – Ed. Texas/Espaço Magiluth / 50 lugares
• Dia 21 - A última cólera no corpo de meu negro (19h) / Local – Espaço O Poste / 70 lugares
• Dia 21 - Viva La Vida (20h) / Local – Escola Pernambucana de Circo / 300 lugares
• Dia 21 - A Mulher Monstro (20h30) / Local – Ed. Texas/Espaço Magiluth / 50 lugares
Dia 22 - RODA DE DIÁLOGO: GESTÃO DE ESPAÇOS ALTERNATIVOS (10h) LOCAL: Teatro Joaquim Cardozo
• Dia 22 - O Palhaço de Pijama (18h) / Local - Casarão da Várzea / livre
• Dia 22 – Bruffa! (18h) / Local - Casarão da Várzea / livre
• Dia 22 - Ombela (20h) / Local - Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 22 - Salmo 91 (20h) / Local – Espaço Cênicas / 70 lugares
• Dia 23 - Ombela (19h) / Local - Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 24 – Na Beira (20h) / Local – Escola PE de Circo / 300 lugares
• Dia 25 - Andarte Andarilho (20h) / Local – Espaço Cênicas
• Dia 26 – Sistema 25 (19h30) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 25 lugares
• Dia 26 - TRILOGIA VERMELHA - h(EU)stória – O tempo em transe (20h) / Local – Espaço Cênicas
• Dia 27- TRILOGIA VERMELHA – pa(IDEIA) – Pedagogia da libertação (20h) / Local – Espaço Cênicas
• Dia 28 – Alguém para fugir comigo (19h) / Local – Escola PE Circo / 300 lugares
• Dia 28 – Luzir é Negro! (20h) / Local – Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares
• Dia 28 - Santo Genet e as Flores da Argélia (20h) / Local – Espaço Experimental / 60 lugares
• Dia 29 - Retomada (19h) / Local – Coletivo Lugar Comum / 60 lugares
• Dia 29 – Ombela (20h) / Local - Espaço O Poste Soluções Luminosas / 60 lugares

Festa de Encerramento (22h) / Local – Ed. Texas

AÇÕES FORMATIVAS
Oficinas
“O negro e a dramaturgia no Teatro do Oprimido”
Dias 03, 04, 05, 06 e 07 / 8h as 12h / Mediador: Marcílio de Moraes / Valor: Gratuito
“Da pele pra dentro” – Qualidades do movimento (Iniciação ao Teatro)
Dia 05 / 09h as 12h / Mediadora: Naná Sodré / Valor: R$ 10
“Oficina de Interpretação”
Dia 13 /09h as 12h / Mediador: Samuel Santos / Valor: R$ 10
“Oficina de figurino” - Customização e Transformação
Dia 19 / 09h as 12h / Mediadora: Agri Melo / Valor: R$ 10
“Oficina Introdução ao Jogo do Bufão”
Dia 22 / 08h as 18h / Mediadora: Bruna Florie / Valor: Gratuito

 

Veja também

Equipe de Raissa Barbosa toma providências após divulgação de imagem íntima
A fazenda

Equipe de Raissa Barbosa toma providências após divulgação de imagem íntima

Whitney Houston se torna a primeira artista negra a conseguir três discos de Diamante
música

Whitney Houston se torna a primeira artista negra a conseguir três discos de Diamante