Bárbara Paz no Festival de Veneza, em protesto pela Amazônia
Bárbara Paz no Festival de Veneza, em protesto pela AmazôniaFoto: Divulgação

O filme “Babenco - Alguém tem que ouvir o coração e dizer: Parou”, dirigido por Bárbara Paz, conquistou o Bisato d'Oro, prêmio da crítica independente do 76º Festival Internacional de Cinema de Veneza. O documentário traça um paralelo entre a arte e a doença de Hector Babenco, revelando medos, ansiedades e reflexões do cineasta.

Famoso por filmes como “O beijo da mulher aranha” (1985) e “Pixote: a lei do mais fraco” (1980), Babenco faleceu aos 70 anos, em julho de 2016, vítima de câncer. Casado com Bárbara desde 2010, ele pediu que a companheira registrasse seus últimos anos de vida.

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Ao justificar a escolha do longa-metragem, o júri do festival divulgou a seguinte declaração: “porque o cinema está filmando a memória, porque o cinema está contando a história daqueles que vivem, daqueles que viveram, porque o cinema está comemorando o amor, porque o cinema é amor”. Primeiro trabalho de Bárbara como diretora e produtora, o filme deve estrear no Brasil em outubro.

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