Holística

Mariomar Teixeira

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Telma Mota e peças de orgonites
Telma Mota e peças de orgonitesFoto: @lidifotos e @yellowfotografia

Definitivamente estamos mais conectados do que nunca. A tecnologia trouxe avanços que há alguns anos pareciam inalcançáveis e nos fez encurtar distâncias, vencer doenças, abranger conhecimentos, acessar novos mundos. Mas por que nos sentimos tão cansados, doentes, ansiosos, deprimidos, isolados? Por que tanta agitação, dor de cabeça, pânico?

Tudo é energia e isso foi teorizado por Albert Einstein em 1908. Cem anos depois, outros cientistas conseguiram comprovar essa teoria de que toda massa tem origem a partir de uma energia. Custamos a entender como isso funciona na prática, mas a verdade é que tudo o que existe no mundo físico foi construído energeticamente e possui um campo energético que o envolve. Isso inclui pessoas, plantas, animais, sua casa, seu carro, etc. E é esse campo que é afetado diretamente por todos os equipamentos eletrônicos que utilizamos diariamente, produzindo esses sintomas físicos e psíquicos.  

Em se tratando do nosso campo energético, há milhares de anos ele já era conhecido e trabalhado em muitas culturas e recebia diversos nomes: aura para os espíritas, chi para os chineses, ka para os egípcios, prana para os yogis, campo morfogenético para a ciência. A conexão que existe entre a tecnologia e a distorção desse campo reside no fato de que os equipamentos eletrônicos, como tv, computadores, micro-ondas, redes de transmissão, wi-fi, torres de energia e muitos outros equipamentos, são poderosos emissores de íons positivos. Esses íons, conhecidos como cátions, penetram facilmente em nosso campo eletromagnético e em nossos corpos, produzindo esses sintomas, que podem levar a doenças mais graves como o câncer.

Muitos estudos científicos comprovam isso e você pode dar uma breve busca no google e se inteirar sobre esses trabalhos, seus autores e resultados obtidos, mas existe um estudo específico que achei interessante trazer aqui. O médico austríaco, psicanalista e seguidor dissidente se Freud, Whilhelm Reich, mudou-se para Nova York no final dos anos 30 e lá ampliou seus estudos sobre a energia à qual deu o nome de Orgônio. Uma energia que estava em tudo e em todos e que é absorvida através da respiração, levando as pessoas à cura de várias doenças, inclusive o câncer. Autor de vários livros, Reich sempre foi um cientista dedicado à muitas áreas de pesquisa que incluíram psicologia, psicanálise, biologia, sociologia, educação, química, física, sexologia, filosofia e outras. Fez pesquisas sobre o ser humano e as plantas até as galáxias e a atmosfera, colocando sua multiplicidade dentro de uma ciência que criou denominada Orgonomia.

No decorrer desses estudos, já residente nos Estados Unidos da América e sendo sempre muito perseguido por suas ideias, Reich criou uma câmara acumuladora de orgônio. Essa câmara consistia em várias camadas de matéria orgânica (algodão) e metal, revestidas com madeira. Conhecida como Caixa Orgônica, essa caixa era grande o suficiente para conter uma pessoa sentada em uma cadeira. Como parte do tratamento que ministrava aos seus pacientes, Reich ministrava períodos de tempo, em torno de 45 minutos, com frequência variada durante a semana, para que cada paciente permanecesse na Caixa Orgônica enquanto o médico registrava as alterações ocorridas nos sintomas que esses pacientes apresentavam em suas queixas. Esses sintomas variavam desde dores de cabeça crônicas, dores nas articulações, transtornos psíquicos como ansiedade, depressão e eventos de tentativa de suicídio. De maneira geral eram pacientes que apresentavam eventos físicos e psíquicos que não respondiam a tratamentos convencionais da época.

Os resultados foram tão positivos que conta-se que naqueles anos 50 um número sempre crescente de pacientes vindo de muitos lugares do mundo que procuravam o Doutor Reich, na busca por um tipo de cura inquestionável, porém cada vez mais investigado pelo Food and Drugs Department (Órgão Federal regulador de produção de alimentos e drogas dos Estados Unidos).

O princípio da Caixa Orgônica parece hoje muito simples e já foi estudado por dezenas de cientistas no mundo todo, após a prisão e morte de Whilhelm Reich no ano de 1957. Estudos mostram que dentro da Caixa Orgônica há baixíssima concentração de íons positivos. Uma alta concentração desses íons é considerada poluição eletromagnética. Uma forma de poluição silenciosa, inodora, imperceptível pelos nossos cinco sentidos clássicos, mas que deixa uma sensação de estarmos em um “ambiente pesado”. Essa sensação, longe de ser algo místico, deve-se tão somente pelo fato de que há, com a presença em excesso desses de carga positiva, uma desaceleração na atividade do campo vibracional dos seres e do próprio ambiente. Conseguimos perceber esse “peso” por causa da quantidade de energia eletromagnética que percorre nosso corpo que é composto de aproximadamente 70% de água, um poderoso condutor de energia. Nosso cérebro funciona com pulsos elétricos que são inclusive medidos com aparelhos antigos e atuais, como o utilizado nos exames de Eletroencéfalografia (ECG).

Esses íons de carga positiva tem a capacidade de interferir nas ondas eletromagnéticas do nosso campo vibracional. Até agora, nada místico, como vocês podem perceber. Negar a existência de um campo vibracional que está em todos os seres e lugares é como tentar negar a lei da gravidade. Você desconhecer os princípios e comprovações científicas a respeito dessa lei, mas nem por isso sai flutuando por aí. Seu campo eletromagnético existe, mesmo que você nunca tenha ouvido falar nele ou mesmo que duvide de sua existência. Muitas técnicas de alinhamento energético desse campo tem surgido e se popularizado no mundo todo por seus inegáveis efeitos positivos na saúde física e mental de quem aplica e de quem recebe tais recursos. Muitas são conhecidas há bastante tempo no oriente e era parte dos estudos médicos no mundo todo, antes do grande advento da expansão da indústria farmacêutica nos Estados Unidos que passou a rotular como charlatães os médicos que curavam sem prescrição de drogas industrializadas. Uma ideia que foi aceita pela sociedade ocidental de maneira geral com muita facilidade e que tornou a medicina moderna voltada para eliminação de sintomas e não necessariamente voltada à origem da doença e sua cura definitiva. Deve-se a essa forma de pensamento o fato de milhares de pessoas no mundo todo consumirem uma imensa quantidade de drogas de uso continuado, sem nunca obterem cura para seus problemas de saúde. Com essas observações não quero aqui culpabilizar a medicina ou os médicos, mas sim lançar luz para o fato de que essas práticas energéticas complementares tem sido estudadas por grandes centros de pesquisa em vários países e tem sua eficácia comprovada e atestada por grandes cientistas, mas são ainda pouco divulgadas para a sociedade.

Dentro desse universo de cura energética proposto pelo Dr. Reich e com a eficácia da Caixa Orgônica comprovada ao longo desses anos, os cientistas Don e Carla Croft e também, separadamente Karl Welz, criaram o gerador de energia orgônica, a quem deram o nome de ORGONITE. Um equipamento formado de resina, metal e quartzo, que é capaz de transformar a energia nociva dos ambientes em energia limpa e benéfica, captando os íons que nos fazem mal, transmutando sua carga elétrica de positiva para negativa e enviando de volta esses íons transmutados para o ambiente. Assim, com esses componentes simples, com esse princípio igualmente simples, foi criado um dos grandes aliados do bem-estar de lares e ambientes de trabalho da modernidade.

Uma peça de orgonite pode ter tamanhos variados e o alcance de atuação também varia de acordo com o tamanho, a quantidade de material e o tipo de ambiente em que está. Pode ter formato piramidal, octogonal, em disco, em bastões, colares, medalhas, esferas, cubos e aparecem também como quadros e outros utensílios de casa. Há ainda os orgonites que contém outras pedras naturais, além do quartzo. Para os que acreditam na capacidade das pedras de atuar no corpo humano, promovendo benefícios à saúde de órgãos, tecidos e ossos, essas pedras tem seu poder de cura potencializado por estarem dentro do orgonite. Para os que não acreditam nessa capacidade de cura das pedras, podem estudar mais a fundo essas propriedades, pesquisando sobre os milhares de estudos científicos, e também os não ortodoxos, realizados no mundo inteiro sobre como a presença de minerais e metais alteram o campo energéticos de lugares e pessoas.

Como utilizar o Orgonite

O ideal é que você possa calcular o alcance de atuação de cada peça através dos instrumentos disponíveis, principalmente o mais confiável que identifiquei até agora que são instrumentos de Radiestesia, tais como pêndulos e Dual Rod. Assim você será capaz de saber quantas peças de orgonite serão necessárias para atuar em cada ambiente específico. Uma sala de trabalho com cinco computadores, provavelmente tem uma carga de emissão de íons positivos bem superior a um quarto de criança que não tem equipamentos eletrônicos, mas que recebe influência da comodidade mais requisitada do momento: cobertura wi-fi. Talvez seja necessário que você receba ajuda para identificar quantas peças serão necessárias para manter o campo eletromagnético da sua casa e das pessoas da sua família equilibrado.

Estando no ambiente o orgonite funciona sem necessidade de ser ligado ou recarregado. Tampouco precisa da limpeza clássica com sal grosso e luz solar dedicada às pedras naturais. É um equipamento que dura pra sempre, não tem prazo de validade e que, dependendo de quem os fabrica, ainda podem servir como peças lindas de decoração na sua casa ou trabalho. Geralmente há uma identificação com a estética de cada peça, o que vai ajudar você a escolher as peças que farão parte do visual dos seus ambientes.

Efeitos dos Orgonites

Como há um equilíbrio do campo eletromagnético das pessoas com a presença dos orgonites nos ambientes, é natural que sintomas como dor de cabeça, mal-estar sem motivo aparente, angústia, depressão e medos inexplicáveis, bem como distúrbios do sono, como interrupção do sono durante a noite e sono leve, sejam gradativamente aplacados e diminuam. Já recebi vários testemunhos de clientes meus que ao passarem as primeiras horas com os orgonites por perto, já referem melhora imediata desses sintomas. Sempre oriento para que as pessoas que fazem uso de medicação regularmente, conversem com seus médicos sobre as alterações nos sintomas clássicos que os levaram ao uso dos medicamentos. Alguns já reduziram, com supervisão médica, a dosagem de medicação para dormir, por exemplo. O acompanhamento médico é fundamental e fortemente recomendado por mim, isso também me ajuda a ter certeza de que os orgonites estão realmente contribuindo para o processo de equilíbrio desse campo, reduzindo sintomas.

Quem pode usar

Qualquer pessoa pode ter orgonites por perto, em qualquer idade ou condição. Apesar de ser feito em resina, após o tempo necessário para o endurecimento, esta não é mais tóxica e pode estar presente como qualquer outra peça em casa. No entanto se você tem vontade de fazer seus próprios orgonites eu recomendo fortemente o uso de equipamento de proteção pessoal de alta qualidade, recomendável para manipulação de produtos químicos e um espaço bastante arejado para esse propósito. Uma vez endurecida e polida a peça não apresenta nenhum risco à sua saúde. Na dúvida, procure comprar orgonites de pessoas que já tem experiência e conhecimento sobre esses equipamentos, bem como pedras naturais e atuação das energias no campo eletromagnético.

Um mundo de infinitas possibilidades se revela a todo instante. Estamos todos no caminho do desenvolvimento e é sempre bom poder contar com novas tecnologias para isso. Pesquise, pergunte, conheça. Uma excelente jornada pra todo mundo!

 Telma Mota – Psicóloga, Reikiana, Terapeuta Quântica e fabricante de orgonites. Contato: (81) 99998-8498 - Instagram:  @eusoutelmamota / @orgonitesluavermelha

* A Folha de Pernambuco não se responsabiliza pelo conteúdo das colunas.

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