Uma Série de Coisas

Fernando Martins

ver colunas anteriores
Coluna do FolhaPE foi criada a partir do portal Uma Série de Coisas, de Fernando Martins
Coluna do FolhaPE foi criada a partir do portal Uma Série de Coisas, de Fernando MartinsFoto: Acervo

Nesta sexta-feira (30) não teremos crítica ou apresentação de alguma série nova. Isso porque, no mês de maio, completamos um ano de coluna! Nessa ocasião, reservo a data para agradecer aos leitores que me acompanharam nessas 52 sextas-feiras. O universo das séries de TV é como “Grey’s Anatomy”, parece que nunca vai ter fim. Então, enquanto lançarem histórias novas, eu estarei por perto para indicar produções e ouvir as sugestões de vocês também.

Já que mencionei a série médica, trago um dado curioso: Foi com um texto sobre o programa criado por Shonda Rhimes – renovado para mais duas temporadas – que batemos o recorde de visualizações na coluna. Foram 44.245 acessos no dia 25 de janeiro deste ano, com o tema “Grey’s Anatomy: Derek Sherperd é um embuste?”. Antes disso, os maiores números eram da crítica da minissérie “Dirty John”, com 29.462 visualizações, e o resumo dos últimos acontecimentos de “Vikings”, com 21.581.

Leia também:
‘Chambers’: Vale a pena assistir?
A trajetória das mulheres em ‘Game Of Thrones’

Outro marco na trajetória do Uma Série de Coisas foi a entrevista com o ator americano Alex Blue Davis, que interpreta o interno Casey Parker em “Grey’s”. Os mais próximos sabem que a série é uma das minhas queridinhas, logo, ter a oportunidade de conversar com alguém ligado à produção foi realmente importante. Ele até mandou um recado muito simpático chamando os fãs para lerem as indicações que ele deu para essa coluna. O ator também falou – dessa vez para o portal do Uma Série de Coisas – sobre preconceito aos LGBTs e a importância de seu personagem no programa.

O caminho até aqui foi gratificante, graças a vocês, leitores. Continuem de olho nas nossas redes sociais (Instagram, Twitter e Facebook), tem novidade chegando em breve!



E para não dizer que terminei essa publicação sem indicar nenhuma série, já que hoje eu celebro o apoio de quem me acompanha, compartilho o pedido de uma de nossas leitoras, Luísa Lima, que mandou a seguinte mensagem: “Queria alguma indicação de séries com jovens na década de 1990 e início de 2000, amo a atmosfera de romance adolescente, me dá aquele friozinho na barriga”, disse.

Luísa contou que já maratonou séries como “Dawson's Creek” (1998-2003), "One Tree Hill" (2003-2012), "The O.C" (2003-2007), "Gilmore Girls" (2000-2007) e muitas outras, mas que assistiu produções mais recentes, como “Pretty Little Liars” (2010-2017) e sentiu falta do romantismo tão próprio das histórias mais antigas.

Foi difícil pensar em alguma série que Luísa não tenha visto, ela provou ser uma grande fã desse gênero televisivo. Vejamos a seguir algumas histórias com romance adolescente. Lembrando que se você também quiser sugerir ideias ou indicações de série, é só me procurar nos links das redes sociais do Uma Série de Coisas.

Full House

Famosa no Brasil pelo nome de “Três é Demais”, Full House estreou no final da década de 1980 e durou oito temporadas antes de ser finalizada em maio de 1995. A série conta a história de um pai viúvo que precisa da ajuda de dois amigos para criar suas três filhas. O sucesso do programa foi tanto que, em 2016, a Netflix resgatou a série para um revival, 21 anos depois de seu término. Com a nova fase, a produção passou a se chamar “Fuller House”, mostrando a vida adulta das crianças da história original. Então não estranhem se avistarem “Full” e “Fuller” House no catálogo do streaming. Veja o trailer da versão adulta.

Twin Peaks

Um clássico bastante elogiado pela crítica especializada, “Twin Peaks” foi lançada em 1990 e teve, inicialmente, duas temporadas. Dirigida por David Lynch e Mark Frost, a série começa quando o corpo de uma jovem é encontrado na beira de um lago, ela foi assassinada e a identidade do criminoso é o grande mistério em que a produção se estrutura. Mesmo o foco sendo no gênero investigativo, já que acompanhamos a trajetória do agente Cooper (Kyle MacLachlan) nas buscas por pistas, “Twin Peaks” é um prato cheio para quem curte produções antigas, a série se tornou referência antes mesmo de “The Sopranos” (1999). Em certos momentos, a trama passeia entre os gêneros de drama, suspense e até comédia.

Após duas temporadas, houve um filme chamado “Twin Peaks: Fire Walk with Me” que mostrou os últimos dias da vítima Laura Palmer (Sheryl Lee) antes de morrer. Em 2017, a série retornou para a terceira temporada pela emissora Showtime, com os mesmos criadores e elenco original. Veja o trailer.

Sex Education” e “Stranger Things

Embora mais atuais do que as citadas, quando isolamos o figurino e a fotografia em “Sex Education” e “Stranger Things”, ambas originais Netflix, somos transportados automaticamente para a década de 1980. Mas calma, enquanto “Stranger Things”, de fato, é ambientada naquela época, “Sex Education” usa elementos nostálgicos, como roupas e acessórios, ao mesmo tempo em que insere a tecnologia atual, transportando o público para os tempos de hoje.

De qualquer forma, se percebe o clima “high school” nas duas séries. Mais presente em “Sex Education”, como falei na crítica. Em “Stranger Things”, essa representatividade dos jovens e seus dilemas ficam para o triângulo amoroso entre Nancy (Natalia Dyer), Steve (Joe Keery) e Jonathan (Charlie Heaton). Veja os trailers aqui e aqui.

*Fernando começou a assistir a séries de TV e streaming em 2009 e nunca mais parou. Atualmente ele acompanha mais de 200 produções e já assistiu mais de 6 mil episódios. A série mais assistida - a favorita - é 'Grey's Anatomy', à qual ele reassiste com qualquer pessoa que esteja disposta a começar uma maratona. Facebook: Uma série de Coisas. Instagram: @umaseriedecoisas. Twitter: @seriedecoisas_ YouTube: Uma Série de Coisas. Portal: umaseriedecoisas.com.br.

*A Folha de Pernambuco não se responsabiliza pelo conteúdo das colunas.

veja também

comentários

comece o dia bem informado: