Sex, 13 de Março

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Energia

Aneel aciona bandeira verde e contas de luz ficarão mais baratas em janeiro

Agência anunciou mudança da bandeira amarela para bandeira verde

Aneel, no entanto, reforça que, mesmo que as condições de geração de energia sejam favoráveis, é necessário manter hábitos de consumo consciente para evitar desperdíciosAneel, no entanto, reforça que, mesmo que as condições de geração de energia sejam favoráveis, é necessário manter hábitos de consumo consciente para evitar desperdícios - Foto: Freepik

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta terça-feira que a cobrança da conta de luz em janeiro será com bandeira verde, ou seja, sem custo extra para o consumidor. Segundo a agência, apesar das chuvas abaixo da médica histórica, houve manutenção do nível dos reservatórios, sem necessidade de acionar as usinas termelétricas na mesma quantidade.

O sistema de bandeiras tarifárias serve para refletir o custo variável da produção de energia elétrica. Quando há necessidade, por exemplo, do acionamento de mais usinas termelétricas, por exemplo, a bandeira é alterada, incluindo um custo adicional na tarifa. Até o último mês, a bandeira tarifária era amarela.

A Aneel, no entanto, reforça que, mesmo que as condições de geração de energia sejam favoráveis, é necessário manter hábitos de consumo consciente para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor.

Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo.

Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 1,885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos.

Bandeira vermelha - Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 4,463 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Bandeira vermelha - Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 7,877 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

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