Aplicativo Unir, uma doação que cabe no bolso
Startup Ponte Social lançou aplicativo Unir para arrecadar doações para crianças, jovens e pessoas com necessidades especiais
Ao pensar em um projeto que pudesse gerar um lucro e ao mesmo tempo ajudar quem precisa, a Ponte Social, startup criada no Recife, desenvolveu um aplicativo para doações. Através da tecnologia, a empresa lançou o app “Unir”, ferramenta online para que seja possível o público realizar doações a sete instituições que cuidam de crianças, jovens e pessoas com necessidades especiais. Com investimento na ordem de R$ 100 mil, o aplicativo gratuito está disponível há uma semana.
Para o empreendedor social e CEO do Projeto Unir, Leandro Penedo, o projeto é capaz de ajudar 1435 crianças ao contabilizar todas as instituições. “A Ponte Social surgiu como startup de impacto social. Então, viabilizamos esse primeiro projeto em que é possível se monetizar, já que somos empresa, mas também ser uma ferramenta de transformação social”, defendeu Penedo, ao complementar que a monetização para a startup será através das doações, mas em parcelas bem menores.
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O investimento foi possível após a apresentação do projeto a um empresário. “Apresentamos o aplicativo a um empresário e depois ele cuidou de viabilizar administrativamente e financeiramente. O valor foi próximo a R$ 100 mil que serão pagos em 18 meses”, explicou Penedo. As instituições que serão ajudadas são: Fundação Perrone, Instituto de Assistência Social Dom Campelo, ONG Amar, Integrart, Creche Nossa Senhora da Piedade, Instituto Cervac e Instituto Batista Cristã.
Para as pessoas que desejam fazer as doações, o aplicativo “Unir” está disponibilizado nas plataformas Android e iOS. Depois de baixar, a pessoa realiza o cadastro e pode escolher as instituições que deseja doar. “O valor mínimo para doação é R$ 10 e não tem limite. A pessoa pode escolher doar uma única vez ou colocar no cartão ou por boleto durante meses”, explicou Penedo. Pelo app, é possível a pessoa curtir, comentar e compartilhar as atividades das instituições em outras redes sociais, além de assistir a vídeos e ações.
“É importante que tenhamos garantido um valor mensalmente, então as pessoas precisam se sentir parte desse projeto. É um modelo tecnológico que estamos estudando a possibilidade de preparar parceiros para trabalhar em prol do app”, disse Penedo.

