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Confira no vídeo cinco dicas que não podem ser deixadas de lado pelos concurseiros. Com planejamento e disciplina, que incluem técnica simples de concentração, o caminho para uma boa classificação torna-se menos tortuoso. Confira as dicas do coach de concursos Charles Rezende.

PASSO 1 – Faça um Planejamento escrito, com todas as atividades do dia. Seguir um roteiro vai evitar que seu cérebro te leve a outros caminhos. Coloque tudo numa agenda. Estudar sem planejamento gera desconcentração.

PASSO 2 – Use a respiração a seu favor. Inspire e conte até quatro, segure o ar contando até quatro e solte o ar também contando até quatro. Faça isso umas quatro vezes. Técnica de respiração gera concentração.

PASSO 3 - Prepare o ambiente para o estudo. Cuidado com o smartphone, com a parte eletrônica. Isso dispersa. Coloque-o no modo avião e busque por um local sem ruído.

PASSO 4 – Busque por metodologias que incentivam seu cérebro a continuar ativo. Evite o estudo monótono, passivo, lendo e assistindo aula durante um longo período. Isso gera desconcentração também. Um estudo ativo é fundamental.

PASSO 5 – Seu cérebro também tem um limite para não cansar e acabar dispersando do foco. Estude em intervalos de 50 minutos, com pausas no final deste tempo. Isso cansa menos e gera concentração.




Em resumo, na hora de sentar para estudar, exercite a respiração, use a sua agenda escrita, busque por exercícios dinâmicos, usando intervalos de 50 minutos em um ambiente silencioso.

Mais vídeos de Charles Rezende estão disponíveis no site www.charlespeterson.com.br.

1. Segundo o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, constitui vedação ao servidor publico.
a) manter-se atualizado com as instruções, as normas de serviço e a legislação pertinentes ao órgão onde exerce suas funções.
b) ter consciência de que seu trabalho é regido por princípios éticos que se materializam na adequada prestação dos serviços públicos.
c) ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração ao Código de Ética de sua profissão.
d) conservar limpo e em perfeita ordem o local de trabalho, seguindo os métodos mais adequados à sua organização e distribuição.
e) zelar, no exercício do direito de gre­ve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva.
Gabarito:
O Decreto 1.171/1994 estabelece o Có­digo de Ética do Servidor Público Ci­vil do Poder Executivo Federal. O anexo I deste decreto traz uma série de normas sobre ética, dentre elas as vedações aos servidores públicos. Es­sas regras estão previstas no item XV.
Dentre as vedações impostas ao servidor público, encontra-se a da alínea c, do item XV, que proíbe “c) ser, em função de seu espírito de solidariedade, conivente com erro ou infração a este Código de Ética ou ao Código de Ética de sua profissão;”
Assim, a respota correta à questão é a letra c. As demais alternativas não são vedações, mas sim deveres, conforme apontado no item XIV do Código de Ética.
2. Considere duas hipóteses:
I. Fernanda, servidora pública civil do Poder Executivo Federal, tem si­do vista embriagada, habitualmente, em diversos locais públicos, co­mo eventos, festas e reuniões.
II. Maria, também servidora pública civil do Poder Executivo Federal, alterou o teor de documentos que deveria encaminhar para providências.
Nos termos do Decreto no 1.171/1994,
a) ambas as servidoras públicas não se sujeitam às disposições previstas no Decreto no 1.171/1994.
b) apenas o fato descrito no item II constitui vedação ao servidor público; o fato narrado no item I não implica vedação, vez que a lei veda embriaguez apenas no local do serviço.
c) apenas o fato descrito no item I constitui vedação ao servidor público, desde que ele seja efetivo.
d) ambos os fatos não constituem vedações ao servidor público, embora possam ter implicações em outras searas do Direito.
e) ambos os fatos constituem vedações ao servidor público.
Gabarito:
Como já afirmado anteriormente, O Código de Ética aplicado ao servidor público estabelece vedações no item XV.
A questão sob comento afirma que uma servidora é vista embrigada em diversos locais públicos, como festas, eventos e reuniões. Ocorre que a aconduta ética deve acompanhar o servidor, dentro e fora da repartição pública. Assim, o item XV, alínea n, do Código de Ética, afirma que é vedado “apresentar-se embriagado no serviço ou fora dele habitualmente;”
Por isso, a servidora Fernanda apesar de não estar embriaga com habitualidade na repartição pública, ainda assim, cometeu inração ética.
A outra conduta citada pela questão é a da servidora Maria, que alterou o teor de documentos que deveria encaminhar para providências. Ao atuar dessa maneira, a aludida servidora também acabou incidindo em vedação. Neste caso, na vedação contida na alínea h, do item XV, do Código de Ética, no qual se afirma ser vedado “alterar ou deturpar o teor de documentos que deva encaminhar para providências.”
Dessa forma, ambas servidoras praticaram atos vedados aos servidores públicos, pelo que a letra e é a afirmativa correta.

3. A comissão de ética de um órgão da administração pública pode aplicar penalidade de suspensão a um servidor, dependendo da gravidade da infração cometida por ele.
Gabarito:
É obrigatória a constituição de comissão de ética em cada órgão e entidade da Administração. Essas comissões serão compostas por servidores, ocupantes de cargos ou empre­gos efetivos na Administração.
Essas comissões possuem competência para: orientar servidores quanto à aplicação do Código de Ética, forne­cer aos encarregados da execução do quadro de carreiras dos servidores informações sobre a conduta ética de servidores e aplicar penalidade.
Ocorre, no entanto, que a única penalidade que pode ser aplicada pela Comissão de Ética é a pena de censura. A aludida comissão não possui competência para aplicação de qualquer outra penalidade. Assim, não se pode falar em aplicação de advertência, suspensão ou demissão. Apenas a censura é que poderá ser aplica­da pela comissão. Sempre respeita­da a ampla defesa e o contraditório.
Por isso, a afirmativa está ERRADA.
4. Nos termos do Decreto no 1.171/1994, a pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e sua fundamentação
a) não é necessária para a aplicação da pena; no entanto, exige-se ciência do faltoso.
b) constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso.
c) constará do respectivo parecer, assinado apenas pelo Presidente da Comissão, com ciência do faltoso.
d) não é necessária para a aplicação da pena, sendo dispensável também a ciência do faltoso.
e) constará do respectivo parecer, assinado apenas pelo Presidente da Comissão, sendo dispensável a ciência do faltoso.
Gabarito:
Como já visto, compete à Comissão de Ética a aplicação da pena de censura. Essa aplicação deve ser precedida de ampla defesa e contraditório. Evidentemente, a decisão que aplicar a pena de censura deve ser fundamentada, assinada por todos os membros da comissão e comunicada ao servidor.
Neste sentido, encontra-se o item XXII do Código de Ética que determina: “A pena aplicável ao servidor público pela Comissão de Ética é a de censura e sua fundamentação constará do respectivo parecer, assinado por todos os seus integrantes, com ciência do faltoso.”
Assim, a alternativa correta é a letra b.

Gilson Sotero, primeiro lugar na OAB/PE em 2016, aluno de Direito da Universo,  dá dicas de estudos aos internautas do Blog dos Concursos.  Entre os macetes, o primeiro citado é a organização dos assuntos a serem estudados, com a divisão de temas, estabelecendo dias e horários para determinada matéria, segundo a sequência do que foi combinado e seus respectivos assuntos. Uma hora por dia para Direito Administrativo, outro momento para Direito Constitucional, e assim por diante, com determinação e disciplina.

Outra dica destacada por Sotero é o exercício de provas anteriores do certame e comparar as respostas. “É preciso estudar provas passadas de acordo com o tema que está sendo estudado”, destaca. Confira o vídeo.


Hoje vamos trabalhar uma questão da Covest que envolve três assuntos que se complementam entre si: regência verbal, emprego dos artigos e o uso do sinal indicativo de crase. Vejamos:

Considerando a regência dos verbos e o uso adequado do artigo definido, o acento indicativo da crase está correto na alternativa:


A) Os estrangeirismos entraram no Brasil já à partir da colonização. À quem responsabilizar?
B) De 15 à 20 do próximo mês, estarão abertas as inscrições do concurso. Estejamos atentos à essa data.
C) Daqui à três meses, teremos novos candidatos à concursos. Estamos à procura de oportunidades.
D) Não é à toa que a função de formar o cidadão tem sido atribuída à educação. Todos têm direito à conquista de sua autonomia.
E) De janeiro à junho, a visita à cidades do interior é bem mais acentuada.

Como sempre fazemos, vamos destrinchar letra a letra para entendermos os erros e acertos:

Letra a: Sabemos que diante de locuções prepositivas com palavra femininas, o uso do sinal indicativo de crase é obrigatório. Mas vejamos que, na letra A, o núcleo da locução é um verbo, e: NÃO EXISTE CRASE DIANTE DE VERBO. Na sequência, outro erro, NUNCA HÁ CRASE DIANTE DO PRONOME “QUEM”.

Letra b: Temos um intervalo em que a palavra diante do primeiro numeral (15) é uma preposição (DE), logo o “A”, diante do segundo numeral (20), tem que ser apenas uma preposição, portanto não haverá crase.

Letra c: O “A” está diante de um numeral (três), que, além de tudo, está no plural. Lembremo-nos: “A” SINGULAR DIANTE DE PLURAL à CRASE FAZ MAL! A única coisa que está correta é a locução “À procura de” à locução prepositiva.

Letra d: Essa é a única alternativa correta! A locução com palavra feminina: à toa; Atribuída a a educação: o primeiro “A” provém de atribuída; o segundo “A” pertence ao substantivo “educação”, logo “à educação” está correta; por fim “à conquista de” à locução prepositiva com palavra feminina.

Letra e: Novamente, outro intervalo: “de janeiro à junho”à preposição diante do primeiro substantivo, só preposição diante do segundo. Na continuação, “à cidades” à “A” singular diante de plural à CRASE FAZ MAL!

*Li­cen­cia­da em Língua Portuguesa e Espanhola pela UFPE, especialista em Gramática Normativa e professora de Português do Nuce.

Foi publicado no Diário Oficial da Bahia, nesta quarta-feira (10), edital de concurso com 2.750 vagas na área de segurança pública no estado. Serão duas mil vagas destinadas ao Curso de Formação de Soldado da Polícia Militar e 750 voltadas ao Curso de Formação de Soldado do Corpo de Bombeiros Militar. As inscrições começam na segunda-feira (15) e vão até o dia 19 de junho.

O concurso contará com duas etapas, com provas objetivas e discursiva, previstas para o mês de agosto. Os candidatos devem ter entre 18 e 30 anos, ter nacionalidade brasileira ou portuguesa e ensino médio ou formação técnica profissionalizante de nível médio concluído.

As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet, no site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação – IBFC (http://www.ibfc.org.br/) e custam R$ 70.

O concurso foi elaborado conjuntamente pela Secretaria da Administração (Saeb) e pelos comandos gerais da Polícia Militar da Bahia e do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia.

A prática, a tentativa, refazer aquilo que te demonstra estar conseguindo sucesso, pouco a pouco, traz a segurança necessária
A prática, a tentativa, refazer aquilo que te demonstra estar conseguindo sucesso, pouco a pouco, traz a segurança necessáriaFoto: Reprodução/Internet

É comum se sentir inseguro perante mudanças e desafios, em especial, diante de alguma prova ou concurso importante. A falta de autoconfiança pode ser a pior inimiga para o êxito. Aquela dúvida constante: “Será que eu vou conseguir?”. Os pensamentos negativos: “É muito difícil”. E até mesmo a autodepreciação: “Não vou conseguir porque tem gente melhor que eu”. Esses pensamentos acabam se transformando em um ciclo vicioso, que sempre impedem de seguir adiante e obter sucesso.

O Professor de Técnicas de Estudo e especialista em concursos públicos, Charles Peterson, conta que acreditar em si próprio é o primeiro passo para a realização. Ele confessa que é procurado diariamente por seus alunos por conta da falta de autoconfiança. “É uma matemática simples: a baixa de autoconfiança se torna autodestrutiva, negativa. E quando nos tornamos confiantes, acreditamos em nós mesmos, em nossas habilidades, nos tornamos positivos. Nós sabotamos nossa autoconfiança e temos medo de confiar em nós mesmos. Mas a autoconfiança pode ser trabalhada, construída e consolidada. É um esforço que vale a pena, pois faz toda a diferença na vida", explica o professor.

O especialista revela uma abordagem que utiliza frequentemente com seus alunos. Charles pergunta se essa insegurança é apenas em relação à prova ou concurso, ou também funciona assim em outras áreas da vida. Geralmente a resposta mais comum é que a insegurança está presente em diversas áreas. No que isso tudo tem valor? Charles explica. "Eles relatam que essa insegurança em iniciar a jornada de estudar para um concurso público existe porque é algo desconhecido no início. É como dirigir um carro: no início a insegurança reina. Mas com o tempo as coisas mudam", explica Charles, que acrescenta, "A confiança vai crescendo gradualmente, à medida que o indivíduo enxerga que é capaz, que aquilo pode dar certo, aos poucos se torna natural e conquista a confiança no que antes temia”.

Essa analogia se encaixa perfeitamente no processo de conquistar ou aumentar a autoconfiança para qualquer desafio. "A segurança vem com a prática, com a tentativa, o erro e com a preparação. A pergunta que deve ser feita é: Como eu posso confirmar que estou dominando tal situação? É por meio de provas? Testes? Então é exatamente nesse ponto que é importante dedicar a sua atenção", aconselha o professor. Charles ainda acrescenta que,​ dominando a situação, você se torna autoconfiante.

​A eficácia e a autoestima são fatores que contribuem para o aumento da autoconfiança. ​

​"A eficácia é justamente a capacidade de gerar resultados, por meio de ações concretas.

Essa habilidade só é aprendida quando trabalhamos duro nesse desafio, até conseguirmos. E a autoestima, fundamental em todos os aspectos, está em valorizar e confiar em si próprio, acreditando na própria capacidade”, relata o especialista.

Charles ainda conta que aconselha sempre seus alunos a registrarem o que já alcançaram e também o que é importante para eles, ou seja, onde eles pretendem chegar. Botar as metas e os passos já conquistados no papel trás, além de confiança, motivação. Ele também ressalta a importância de saber seus pontos fortes e explorá-los. “Para muitos pode ser difícil encontrar pontos fortes, porém tente até conseguir, porque isso está diretamente ligado com o fortalecimento da sua autoestima”, conclui o especialista.

A prática, a tentativa, refazer aquilo que te demonstra estar conseguindo sucesso, pouco a pouco, traz a segurança necessária.

NACIONAL

IBGE

Vagas: 26.023
Cargo: agente censitário
Níveis: todos
Salário: até R$ 4.000
Inscrições: até 09/05/2017
Provas: 02/07/2017
Taxas: R$ 22 e R$ 78
Mais informações: portal.fgv.br

Marinha
Vagas: 146
Cargos: cardiologista, oftalmologista e outros de saúde
Nível: superior
Salário: de R$ 6.625,00 até R$ 9.000
Inscrições: até 15/05/2017
Provas: não divulgado
Taxa: não divulgado
Mais informações: www.ensino.mar.mil.br

PERNAMBUCO

EMPETUR

Vagas: 30
Cargos: atendente bilingue
Nível: superior em Turismo, Hotelaria, História, Geografia, Relações Públicas e Letras
Salário: R$ 2.018,37
Inscrições: de 08 a 25/05/2017
Provas: não divulgadas
Taxas: não divulgadas
Mais informações: www.empetur.com.br

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE
Vagas: 274
Cargo: auxiliar, médico e outros cargos
Nível: médio, superior
e técnico
Salário: de R$ 937 até
R$ 8.000
Inscrições: até 05/05/2017
Provas: 13/05/2017
Taxa: não informada

OUTROS ESTADOS

Bahia


IFBA
Vagas: 15
Cargo: professor substituto
Nível: superior
Salário: entre R$ 2.694,29 até R$ 3.985,89
Inscrições: até 08/05/2017
Provas: 16/05/2017
Taxa: R$ 70
Mais informações: www.ifba.edu.br

UFBA
Vagas: 172
Cargo: auxiliar de enferma­gem, analista de TI e outros
Nível: fundamental, médio e superior
Salário: de R$ 1.834,69 até R$ 3.868,21
Inscrições: até 16/5/2017
Provas: 16/07/2017
Taxa: de R$ 60 a R$ 100
Mais informações: www.concursos.ufba.br

PREFEITURA MUNICIPAL DE JANDAÍRA
Vagas: 3
Cargo: biólogo e engenheiro
Nível: superior
Salário: de R$ 2.392,18 até R$ 2.883,30
Inscrições: até 10/05/2017
Provas: 11/06/2017
Taxa: R$ 65
Mais informações: www.msconc.com.br

Piauí

UFPI Bom Jesus

Vagas: 5
Cargos: docentes nos cursos de Zootecnia, Letras, Bioquí­mi­ca, Botânica e Genética/Evolução
Nível: superior
Salário: R$ 3.117,22 (graduação), R$ 3.527,89 (especia­liza­ção), R$ 4.209,12 (mestre) e R$ 5.697,61 (doutor)
Inscrições: não divulgado
Provas: não divulgado
Taxa: R$ 77,93
Mais informações: www.ufpi.br

Ceará

Conselho Regio­nal de Educação Física da 5ª Região

Vagas: 2
Cargo: agente
Nível: médio e superior
Salário: de R$ 1.098,00 até R$ 2.486,48
Inscrições: até 8/5/2017
Taxa: R$ 50 e R$ 60
Mais informações: www.idecam.org.br

Texto 01

Como se tornar o número 1


Chegar ao posto mais alto de uma empresa não é tarefa para acomodados. Exige talento, dedicação, persistência e principalmente uma boa dose de sacrifício. Segundo consultores de recursos humanos, é justamente esse empenho e espírito de liderança que as empresas valorizam nos ocupantes de cargos mais altos. “A pessoa deve ter iniciativa, capacidade de tomar decisões, fazer as coisas acontecerem”, diz o diretor da Top Human Resources, de São Paulo.
A qualificação profissional também é um dos principais aspectos para se alcançar o posto mais alto. “Qualquer executivo tem de investir sempre em sua educação”, enfatiza outro diretor de recursos humanos. “Senão você será um computador sem software”, completa.
Traçar metas profissionais é outro aspecto fundamental para quem quer chegar ao topo. Nesse caso, a ambição acaba sendo uma boa aliada.
A intuição também é uma boa arma na hora de dar um palpite em uma reunião. E, quem sabe, pode valer aquela promoção esperada...
Conhecer passo a passo cada etapa do processo de produção da empresa e do setor é um dos principais fatores que levaram M. C. P. a uma carreira bem-sucedida.
Ele aponta ainda a importância de valorizar os colegas. Ninguém consegue as coisas sozinho. “É fundamental reconhecer a participação do grupo e sempre motivá-lo”.
A primeira regra da cartilha daqueles que anseiam alcançar um al­to cargo em uma corporação, de a­cor­do com esses consultores, é não permanecer estagnado em uma função ou empresa por um longo período.


Daniela Paiva. Emprego e formação profissional. In: Correio Braziliense, 23/6/2002 (com adaptações).

1. Julgue a alternativa incorreta a respeito dos itens subseqüentes com relação aos recursos de coesão textual e à adequação das palavras e da pontuação utilizadas no texto.

a) O adjetivo “acomodados” está empregado, textualmente, em oposição ao conjunto de substantivos expressos em “talento, dedicação, persistência e principalmente uma boa dose de sacrifício” que, por sua vez, podem ser interpretados como resumidos em “esse empenho”.

b) O emprego de “outro”, “também” e “ainda” mostra que diferentes classes gramaticais podem desempenhar a função de manter a coesão textual entre os parágrafos e no texto como um todo.

c) Ao usar, tão frequentemente, o recurso do discurso alheio, o autor do texto toma o cuidado de marcar por aspas aquelas afirmações que mostram o discurso direto.

d) De acordo com o desenvolvimen­to da argumentação, a troca de lugar entre o último período sintá­tico do texto ( A primeira regra da car­tilha...) e o primeiro ( Chegar ao pos­to mais alto de uma empresa) preservaria a coerência e a coesão textuais.

e) A inserção de “fizer isso” seguido de vírgula imediatamente após SENÃO ( fim do segundo parágrafo) provoca erro gramatical.

2. Levando-se em consideração os aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.

a) No trecho “qualquer executivo tem de investir sempre” pode ser reescrito assim: Todo executivo têm que investir sempre.

b) No trecho “Chegar ao posto mais alto de uma empresa”, a forma Chegar no posto... preserva as informações gramaticais, deixando, inclusive, o texto mais coerente.

c) “Exige talento, dedicação, persistência”, a oração em destaque é formada por sujeito indeterminado.

d) Nesse caso, a ambição acaba sendo uma boa aliada. O termo destacado estabelece, textualmente, referência anafórica com o que o antecede imediatamente: “chegar ao topo”.

e) No período em que está inserido, “reconhecer a participação do grupo” funciona como sujeito.

Texto 02

Em geral, quando falamos de violência, pensamos em uso da força, com vistas à exclusão de grupos ou indivíduos de uma dada situação de poder. Essa violência pode ou não encontrar resistência na violência dos excluídos. Como quer que seja, nos dois casos estão em jogo os princípios axiológicos que permitem arbitrar o que é legal ou ilegal, legítimo ou ilegítimo, na interação entre os humanos. O ponto central é a noção de abuso de poder, de invasão desestruturante de uma ordem desejável, posta no horizonte ético da cultura.

O fato histórico do alheamento de indivíduos ou grupos humanos em relação a outros não é novo na dinâmica social. Desqualificar moralmente o outro significa não vê-lo como um agente autônomo e criador potencial de normas éticas ou como um parceiro na obediência a leis partilhadas e consentidas ou, por fim, como alguém que deve ser respeitado em sua integridade física e moral.

No estado de alheamento, o agente da violência não tem consciência da qualidade violenta de seus atos. Se o possível objeto da violência nada tem a oferecer-lhe, então não conta como pessoa humana e pouco importa o que venha a sofrer. Ao contrário da crueldade inspirada na rivalidade ameaçadora, real ou imaginária, a indiferença anula quase totalmente o outro em sua humanidade.

3. Com respeito ao emprego das expressões ou palavras no texto II, julgue o que não está de acordo com as informações sintático-semânticas dele.


a)Por estar empregado na acepção de discorrer, o verbo falar, na expressão “falamos de violência”, admite alternativamente o emprego da preposição em ou sobre, em lugar de “de”.

b) Mantém-se a coerência textual e a correção gramatical se, na expressão “à exclusão de”, o termo sublinhado for substituído pelo verbo excluir, com a consequente retirada da preposição “de”.

c) As expressões “o outro”, “-lo” e “alguém” estabelecem uma cadeia coesiva, designando o mesmo referente.

d) Não ocorre o sinal indicativo de crase em “a leis” por não estar aí empregado o artigo definido feminino.

e) Por indicar eventualidade, o tempo de presente da forma verbal “que venha a sofrer” admite a substituição pela forma de futuro no modo correspondente sem que sejam desrespeitadas a coerência textual e as regras gramaticais.

4. Com respeito à organização das ideias no texto II e aos seus aspectos linguísticos, julgue o que não está correto.

a) O texto pode ser assim resumido: a violência é uma invasão desestruturante de uma ordem desejável que não se dá apenas pelo uso da força, mas também pela indiferença, pela desqualificação moral do outro.

b) A progressão temática no texto vai da generalização do problema à ilustração histórica para chegar, no terceiro parágrafo, à individualização da violência.

c) Os vocábulos históricos, autônomos e indivíduos não são acentuados pelo mesmo motivo.

d) No trecho “o agente da violência não tem consciência da qualidade violenta de seus atos”, a forma possessiva seus refere-se ao substantivo que vem imediatamente após: “atos”, concordando em gênero e número com ele.

e) No trecho “quando falamos de violência”, o trecho sublinhado pode ser substituído por toda vez que sem causar danos gramaticais e contextuais.

A organizadora Cespe trabalha também sob a forma de assertivas, nesse caso, devemos marcá-las como certas ou erradas. Quando não temos certeza da resposta, melhor não marcar nada, pois saibamos: uma errada anula uma certa!

Vamos observar agora algumas assertivas:

No trecho “refere-se tão somente à liberdade de ir e vir” (l.6), o emprego do sinal indicativo de crase deve-se ao fato de a locução “tão somente” exigir complemento antecedido pela preposição a.

Vejam só que assertiva convincente... mas... está completamente errada. Por quê? Na verdade a preposição que se junta com o artigo “A” de liberdade vem do verbo referir-se e não da expressão tão somente. Olha só: Refere-se A A liberdade = Refere-se À liberdade. Logo marcaríamos para essa assertiva ERRADA!

Mais uma:

Fragmento de texto

É preciso compreender que o preso conserva os demais direitos (educação, integridade física, segurança, saúde, assistência jurídica, trabalho e outros) adquiridos como cidadão, uma vez que a perda temporária do direito de liberdade em decorrência dos efeitos de sentença penal refere-se tão somente à liberdade de ir e vir. Isso, geralmente, não é o que ocorre.

No trecho entre parênteses no início do primeiro parágrafo, as vírgulas foram empregadas para isolar elementos de mesma função sintática em uma enumeração.

Muita gente tem a falsa impressão de que as questões do Cespe/Unb são muito difíceis. Mas observemos o quanto essa questão é simples: ele afirma que entre parênteses há termos que desempenham a mesma função sintática e, por isso, estão separados por vírgulas. E tal afirmação é verdadeira, pois enumeramos termos - aposto - para esclarecer que “demais direitos” são esses... logo assinalaríamos para tal assertiva CERTA!

É interessante que tenhamos mais disposição e boa vontade com o Cespe, pois se mantivermos essa postura de medo, repulsa por essa organizadora não teremos mesmo um sucesso total com uma das melhores bancas do Brasil.

É importantíssimo ainda que analisemos questões que envolvam reescritura de textos, compreensão e interpretação textual, coesão e coerência, transposição de vozes verbais e principalmente, de voz passiva analítica para sintética, entre outros assuntos.

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