NOS EUA

Boeing terá que inspecionar todos os seus 737 mais antigos nos EUA

Todos os Boeing 737-300, -400 e -500 deverão ser examinados, o que representa cerca de 143 aviões, segundo documento da Administração Federal de Aviação

Foto: Jasun Redmond/AFP

A agência reguladora do transporte aéreo dos Estados Unidos, a FAA, pediu à Boeing que inspecione todos as suas aeronaves 737 da geração mais antiga, depois que uma delas caiu na costa da Indonésia em janeiro, matando 62 pessoas.

Todos os Boeing 737-300, -400 e -500 deverão ser examinados, o que representa cerca de 143 aviões, segundo documento da Administração Federal de Aviação (FAA) consultado pela AFP neste sábado (15).

Possíveis falhas de cabos não puderam ser detectadas pelo computador dos aceleradores automáticos, que controlam o impulso do Boeing, o que "pode levar à perda de controle do avião".
 

Um relatório preliminar da agência de segurança de transporte da Indonésia indicou em fevereiro que uma "anomalia" havia sido detectada nesses aceleradores automáticos.

"Os dados preliminares da investigação do acidente em andamento indicam que é altamente improvável que o acidente tenha sido causado por uma falha latente" deste cabo, enfatizou a FAA.

No entanto, considera que essa inspeção é "necessária para remediar" esse perigo, que "poderia existir ou se desenvolver nas aeronaves das séries 737-300, -400 e -500", construídas nas décadas de 1980 e 1990.

Um Boeing 737-500 da Sriwijaya Air caiu na costa da Indonésia em 9 de janeiro, desaparecendo minutos após decolar de Jacarta. Ele afundou cerca de 3 mil metros em menos de um minuto no mar de Java. Todos os 62 passageiros e membros da tripulação morreram.

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