Com otimismo no exterior, dólar cai para R$ 5,24 e Bolsa sobe 1,5%

Na semana, porém, a moeda acumulou alta de 2,9%

Dólar americanoDólar americano - Foto: Arquivo/Agência Brasil

A cotação comercial do dólar caiu 0,3% nesta sexta-feira (17), a R$ 5,2390. Na semana, porém, a moeda acumulou alta de 2,9%.

Já o Ibovespa fechou em alta de 1,5% na sessão, a 78.990 pontos. Essa é a segunda semana seguida de alta da Bolsa brasileira, que acumulou valorização de 1,7%.

Apesar da forte queda de 6,8% do PIB (Produto Interno bruto) chinês no primeiro trimestre, a sexta foi positiva para os mercados globais. Investidores estão otimistas quanto a um tratamento para o coronavírus e ao afrouxamento do isolamento social.

Leia também:
Dólar sobe para R$ 5,24 e fecha no maior valor em nove dias
Dólar fecha abaixo de R$ 5,10 pela primeira vez em duas semanas


Na quinta (16), o site de notícias médias STAT reportou que parciais de testes da Gilead Sciences com o remédio remdesivir apontam resultados promissores no tratamento para o coronavírus. As ações da empresa saltaram 9,7% nos Estados Unidos na sessão.

Contudo, a Gilead, em um comunicado, disse que "a totalidade dos dados precisa ser analisada para tirar conclusões do experimento" e a UChicago Medicine, que também participa do estudo, afirmou que "dados parciais de um estudo clínico em andamento são por definição incompletos e nunca devem ser usados para tirar conclusões" e que as informações preliminares foram divulgadas sem autorização.

Também na quinta, o presidente dos EUA, Donald Trump, apresentou planos para reabrir a economia após bloqueios para conter a disseminação da Covid-19. Nesta sexta, os estados de Minnesota e Texas já começaram a afrouxar restrições.

Com as notícias, as principais Bolsas globais fecharam em alta. Nos EUA, Dow Jones subiu 3%, S&P 500, 2,7% e Nasdaq, 1,4%.

Veja também

Secretários de Fazenda apelam ao Congresso pela prorrogação do auxílio emergencial
Benefício

Secretários de Fazenda apelam ao Congresso pela prorrogação do auxílio emergencial

Lojas e restaurantes de São Paulo dizem que novas restrições levarão a mais demissão
Restrições

Lojas e restaurantes de São Paulo dizem que novas restrições levarão a mais demissão