Nesta quarta-feira (22), o mercado abriu com o dólar comercial a R$ 4,085 e o dólar à vista estava cotado em R$ 4,08
Nesta quarta-feira (22), o mercado abriu com o dólar comercial a R$ 4,085 e o dólar à vista estava cotado em R$ 4,08Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A Bolsa brasileira disparou após ataque ao presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) na tarde desta quinta-feira (6). Bolsonaro fazia campanha em Juiz de Fora (MG), quando sofreu um ataque a faca.

O Ibovespa, principal índice acionário brasileiro, chegou a avançar 1,94% no final da tarde. Fechou em alta de 1,76%, a 76.416 pontos.

Victor Candido, economista-chefe da Guide, relata que a reação foi imediata. "Viramos para ver as imagens na TV, a Bolsa tinha subido."

O porquê do ataque fazer o mercado subir é consenso entre analistas. Uma das leituras é de que o eventual afastamento de Bolsonaro da campanha, para recuperação após o ataque, poderia abrir espaço para o crescimento de Geraldo Alckmin (PSDB) nas pesquisas.

Alckmin é o candidato preferido do mercado porque é visto como o mais disposto a fazer reformas consideradas necessárias, mas ainda patina nas intenções de voto.
Alvaro Bandeira, sócio e economista-chefe da Modalmais, considera, no entanto, que a exposição de Bolsonaro na imprensa após o ataque poderá fazer com que ele ganhe votos. Para ele, a alta poderia sinalizar que o mercado está aderindo à candidatura de Bolsonaro contra o Ciro e o Haddad.

O dólar, que oscilava pouco durante o dia, ampliou a queda para 0,94% e fechou o dia a 4,1050.

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