Imóvel do Minha Casa Minha Vida
Imóvel do Minha Casa Minha VidaFoto: Divulgação

Famílias que integram a faixa 2, com renda de até R$ 4 mil, e faixa 3, com renda de até R$ 7 mil, do Programa Minha Casa Minha Vida, terão acesso a novas condições de financiamento habitacional com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Para estas faixas, as principais mudanças que afetam Pernambuco, são nos limites dos valores dos imóveis que sobem para R$ 130 mil e subsídios que ficam no valor de R$ 23.200 na faixa 2.

As mudanças tem o objetivo de destravar os programas habitacionais e foram promovidas pela Caixa Econômica Federal e Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR).

Segundo o diretor de Política Habitacional da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Pernambuco (Ademi-Pe), Genildo Valença, no Estado o valor limite dos imóveis nas faixas 2 e 3, os municípios com população entre 20 mil e 50 mil habitantes tem um valor de R$ 130 mil; na Região Metropolitana o valor é de R$ 160 mil; e no Recife o valor limite dos imóveis é de R$ 190 mil.

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De acordo com Genildo, as novas condições são importantes e vai trazer benefícios para o setor. “Ele vai beneficiar os municípios de menor população. Os projetos para estes municípios estarão ponderados. Isso é ótimo para o setor, a gente abrange mais cidades, vai ser bom porque cada vez que você melhora você tem sempre um grupo familiar que se adapta a regra do sistema financeiro na habitação”, destacou.

A Caixa informou também que alguns subsídios sofreram alterações nas suas condições. O valor máximo do subsídio para a faixa 1,5 foi mantido em R$ 47,5 mil, mas as famílias desta faixa com rendimento maior terão uma redução progressiva do subsídio. Já quem faz parte da faixa 2, o valor máximo do subsídio permanece em R$ 29 mil, porém o valor varia por região. No Nordeste, o valor do subsídio vai ficar em R$ 23.200.

O diretor também afirmou que é preciso que se tenha a demanda e que o governo federal retome a economia do país para ajudar o mercado imobiliário. “Vamos ter que ver se a demanda suporta isso, o problema é esse. A gente aguarda que o governo tenha uma fatia de subsídio para contemplar todas as faixas, principalmente a 1 e 1,5, esperamos que o governo tome decisões corretas”, disse.

Por meio de nota, a Caixa informou que “está com capacidade plena para atender a demanda por moradia no mercado imobiliário e aplicar todo o orçamento disponível para 2019, promovendo o aquecimento da economia, gerando empregos e rendas, além de contribuir para a redução do déficit habitacional do país”, disse.

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