Presente de Amigo Secreto
Presente de Amigo SecretoFoto: Pixabay

Tradicional brincadeira de fim de ano, o Amigo Secreto deve injetar cerca de R$ 7,5 bilhões na economia do País. O dado é de pesquisa divulgada esta quarta-feira (11) pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Quatro em cada dez consumidores pretendem participar e gastar, em média, R$ 67,70 com os presentes.

O levantamento, feito em todas as capitais do Brasil, mostra que 42% dos consumidores que vão presentar no Natal devem aderir à brincadeira, são nove pontos percentuais a mais que o registrado em 2018. Ao todo, cerca de 66,3 milhões devem participar de pelo menos um Amigo Secreto no trabalho ou na família.

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Entre as principais motivações apontadas pelos entrevistados para participar estão gostar desse tipo de celebração (59%) e considerar a brincadeira uma boa maneira de se economizar com presentes (36%). Apesar de afirmarem não gostar de Amigo Secreto, 12% dos entrevistados sinalizaram que participam apenas para não serem vistos como antissociais.

Praticamente metade dos entrevistados (49%) pretendem participar de apenas um evento e outros 39% de dois. Em média, os consumidores pretendem participar de quase dois eventos de amigo secreto. A maioria (72%) realizará a brincadeira entre os familiares, seguidos daqueles que farão o amigo secreto entre amigos (38%) e colegas de trabalho (29%).

Já os que optaram em ficar fora das brincadeiras representam 40% e outros 17% não decidiram. Considerando os que não participarão desse tipo de confraternização, 48% garantem não gostar da brincadeira. Outros 35% disseram que parentes, amigos e colegas de trabalho não têm costume de fazer Amigo Secreto e 17% alegam não ter dinheiro.

Metodologia

Inicialmente foram ouvidas 686 pessoas nas 27 capitais para identificar o percentual de quem pretendia ir às compras no Natal e, depois, a partir de 600 entrevistas, investigou-se em detalhes o comportamento de consumo no Natal. A margem de erro é de 3,7 e 4,0 p.p, respectivamente, para um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre 07 e 12 de outubro de 2019.

A íntegra da pesquisa está disponível no site da SPC.

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